E aí? Bão? Tomara. Oi nóis
aqui tráveis. E nem te conto sobre o que vim falar hoje. Depois de muitos e
muitos meses, finalmente decidi retornar com os queridos Cavaleiros do Zodíaco!
Aleluia! Enrolei, enrolei, mas enfim postarei.
Para ser sincero, o motivo da
postagem sobre Cavaleiros era impressionar uma pessoa. Aliás, grande parte das
postagens em que me entusiasmo ou escrevo em curtos períodos de tempo são para
isso. Pois é, abri o coração, agora. Pena que a maioria fracassa. A passada mesmo,
sobre dublagem. Eu queria mandar para o professor Pablo, sabe. Mas daí vi que
ele já havia dito isso no mesmo texto em que eu disse ser irrefutável.
Além do mais, fiquei com um
pouco de vergonha do texto. Achei mal escrito e com argumentativa fraquinha. Dá
até vergonha, depois de tanto tempo escrevendo parecer que nada melhorou. Para
ser sincero, gosto bastante dos primeiros textos. Os últimos tenho tido vontade
de rasgá-los – pela tela do computador. Por causa do momento, da empolgação e
das expectativas – do clima em geral da época. Procevê.
Mas as coisas são como são, é
preciso ir em frente.
E existem outros textos que fiz para outras pessoas. Alguns deles para Simone, inclusive. Aliás, ela sumiu, sumiu, e ninguém viu. Será que ela me esqueceu? Apagou da mente para dar espaço para coisas mais importantes? C’est la vie. O fato é que vou postar o que já tinha escrito e me esforçar para terminar o resto. Agora é questão de compromisso, terminar o que havia começado!
Vale ressaltar mais uma vez
que o texto é de quatro meses atrás, mais ou menos. Meu estado de espírito era
outro. Mas, deixa eu para de drama e ir logo ao que interessa.
Vamos continuar, então?
Simbora!
Saori, Seiya, Shiryu, Hyoga e
Shun chegam à Grécia (bem no local onde Seiya tinha disputado sua armadura de
Pégasus) e são recepcionados por um sujeito encapuzado. A menina está crente
que o Grande Mestre irá recebê-la para um chazinho. Daí conversariam sobre toda
confusão do Santuário e tudo mais. Vai toda toda. Tadinha.
Eis que o ser misterioso é
Tremy, da Constelação de Flecha, e já se apresenta atacando a todos com suas
flechas fantasmas. Seiya o derrota em um só golpe. Porém uma flecha acerta em
cheio o peito de Saori – todas as outras eram só ilusões. Antes de perecer, o Cavaleiro caído diz que somente o Grande Mestre em
pessoa poderia retirar aquela flecha.
Lá se foi o chazinho. O
Relógio Zodiacal estava aceso. Uma após outra as chamas se apagariam, de Áries
a Peixes. Teriam doze horas, uma para cada Casa. Sem delongas, todos partem
para salvar a vida de Atena! E lá vão eles. Corre, negada!
ÁRIES
A primeira Casa é a de Áries.
Seu guardião é Mu! Mu de Jamiel! Assim que o veem, ele pede que coloquem as
armaduras no chão. Isso porque elas se regeneram só até certo ponto, era
preciso consertá-las. Estavam com milhares de fissuras, precisaria de suas
ferramentas e de pó de estrelas. Além do mais, Seiya estava sem capacete, algo
nada aconselhável quando se deseja enfrentar os guerreiro de tão alto nível.
A força dos Cavaleiros de
Ouro eram vinte vezes superior a que eles haviam enfrentado até então. Enquanto
Mu dá um jeito nas armaduras, todos observam o Relógio Zodiacal. Era enorme, de
modo a ser possível vê-lo em todas as Casas. Passado uma hora, as armaduras
estavam prontas.
Antes, mais uma liçãozinha. Nosso calmo amigo de Áries nos explica que
um verdadeiro Cavaleiro retira suas forças de seu Cosmo! Nada tem a ver com a
armadura. Os Cavaleiros de Ouro eram poderosos porque elevaram a essência
de seus Cosmos. O Cosmo vinha do coração
e da vida, e também do sétimo sentido!
♪♫ E só o vencedor pode vestir sua armadura de Ouro! ♪♫
Todos seguem para a Casa de Touro.
TOURO
A Casa de Touro parecia
inabitada. Quando tentam passar, são atacados pelo grande Aldebaran! Seiya usa
seus Meteoros para que os outros passem, mas é inútil – todos são repelidos. Aí
a coisa parecia tão absurda que ele cruza os braços: desnecessário se proteger
de reles Cavaleiros de Bronze. Aliás, durante toda a série, os coitados são
menosprezados. Bem, paciência, a lição que dá para tirar é que nunca devemos
subestimar as outras pessoas, certo?
Ainda mais se elas tiverem
fortes tendências suicidas.
Com seus braços cruzados, sem
se mexer, o gigante dourado quebra o muro. Eu, você e Seiya nem vemos o
movimento. Parecia se iai do kempô japonês. Mesmo assim, Seiya ataca lá do alto
com seus Meteoros e recebe o contra-golpe: Grande Chifre. É jogado longe, dando
novas entradas nos quartos da Casa de Touro. Então Aldebaran se aproxima de
Seiya e tenta pisá-lo. Nosso amigo tenta resistir com suas mãos mas acaba a
sete palmos do chão.
Nesse momento, nossa querida
Marin... tá bom, tá bom, MINHA querida Marin aparece e diz que é preciso fazer
o adversário tirar o sabre. Sair da posição em que ele tava, sabe? De braços
cruzados. O que garantiria a vitória seria o curto espaço de tempo que Touro
passaria da defesa para o ataque. Aparentemente isso acontece bem rápido na
mente de Seiya. Mais uma vez os ensinamentos de sua mestra lhe valeriam a vida!
Aldebaran estava convencido
de ter feito um bom trabalho e vai dar cabo ao restante dos invasores. E aí
adivinha quem levanta? Pois é, e de energia renovada. Usa de novo os Meteoros,
mas ainda em velocidade insuficiente. Só que de repente seu ataque vai ganhando
força e se parece com um Big Bang. Diante
tal situação, Touro usa suas mãos para se defender.
Parece que ao perder o uso
dos sentidos, o sétimo sentido se intensificou. Sim, sim, essa vai ser a
essência das batalhas nas doze Casas. Quanto
mais lazarento e estropiados os Cavaleiros de Bronze ficarem nas lutas, mais
suas energias cósmicas aumentarão.
Por ter feito Aldebaran sair
de sua postura, Seiya ainda diz que vai arrancar-lhe um chifre. Abusado que dói,
o moleque. Faria isso elevando seu Cosmo até o sétimo sentido. O Cavaleiro de
Ouro diz que se ele conseguir tal feito, daria passagem em sua Casa de bom
grado. Ataca com Grande Chifre, que é detido por Seiya. Apesar disso, ainda é
incapaz de devolver o golpe.
A energia cósmica de Pégasus
crescia mais e mais. Só conseguiria atingir Aldebaran se tangesse a velocidade
da luz. Seiya, ao ouvir, se levanta e parte para cima. Dessa vez ele devolve o
Grande Chifre. E, quando Touro menos esperava, um ataque vindo de cima,
cortando fora o chifre dourado. Todo metido, ainda ousa perguntar se seria preciso
cortar o outro.
Aldebaran cumpre o combinado.
Os outros aparecem e recebem um último aviso: nunca subestimarem os Cavaleiros
de Ouro. Todos vão rumo a Casa de Gêmeos.
Pouco depois, Mu aparece para
rever seu velho amigo. Pergunta porque a Casa está tão limpinha, já que se
quisesse ela estaria banhada a sangue. Aldebaran revela que Seiya o deixou em
dúvida. Além disso, já tinha ouvido falar de cadáveres de servos na Sala do
Grande Mestre, só por terem visto seu rosto.
Os Cavaleiros de Bronze
entram na Casa de Gêmeos. Nem sinal de guardião por ali. Só se sentem um pouco
perdidos, com uma estranha passagem em sombras e luz. Ah é, e uma cosmo energia
esquisita. Quando finalmente saem, estão na entrada novamente. Insistentes,
entram de novo. De novo a sensação estranha e, de novo, estão do lado de fora,
no ponto de partida. Porém agora, existem duas Casas de Gêmeos. Procevê.
Decidem se dividir, então.
Hyoga e Shun iriam por uma e Shiryu e Seiya por outra. Quem conseguisse sair,
prosseguiria sem os demais, afinal Saori estava morrendo. Era mesmo. Lá dentro,
uma voz diz a Shun e Hyoga que jamais sairão, estão presos num labirinto. E um
Cavaleiro sem rosto aparece! Seu capacete tinha rostos nas laterais, e a
armadura era macabra. Hyoga mais que depressa o ataca, ignorando totalmente o
alerta de Shun – sua corrente estava inerte. Recebem o golpe de volta, em
cheio. Inclusive o Shun.
Na outra Casa (ou na mesma,
nem sei), Seiya e Shiryu estão em frente ao mesmo Cavaleiro. Seiya, assim com
Shun havia feito, comenta como eram macabros os rostos nas laterais do
capacete. Shiryu, cego, diz que a presença do Cavaleiro ali era indetectável. Impede
o ataque de Seiya. A energia cósmica do inimigo só podia ser sentida ao longe.
Locão, vê a saída e parte
para cima do Cavaleiro de Gêmeos e a parede, pedindo que Seiya se apóie nele,
pois via claramente a saída. Seiya esperava se estatelar de cara no muro, mas
os dois saem da Casa. Shiryu avisa que seu amigo fora feito prisioneiro das
ilusões pelos seus olhos.
Quem as projetou devia ser a
mesmíssima pessoa que emanava a energia cósmica esquisita. Entrementes, era
incompreensível a alternância de sombra e luz enquanto passavam pelo labirinto.
Fosse como fosse, os dois deveriam continuar, afinal era o combinado. Shiryu
ainda traquiliza Seiya: Shun e Hyoga sairiam sozinhos. E os dois partem para a
Casa de Câncer.
Ao longe, o Grande Mestre
medita. Seus soldados dizem que ele poderia ficar assim por dias. Lá dentro,
diz ser um imprevisto o fato de a cegueira de Shiryu ter sido de serventia para
o escape dos dois. Ao mesmo tempo, Shun protege o corpo caído de Hyoga com uma
defesa circular no chão. Sabe estar sozinho ali. Assim, só se protege. Quando
vê Gêmeos passar tranquilamente por sua defesa, tem a certeza de o labirinto e
o adversário serem ilusões.
Vixê, isso é que é confiança
na armadura, heim! Porém recebe o ataque Outra Dimensão. Consegue se agarrar às
pilastras com suas correntes, mas Hyoga estava inconsciente e se perde no
ataque. Como Shun resistiu, o ataque é lançado novamente, mas algo perturba a
concentração do Grande Mestre e as ilusões são desfeitas. Quem poderia ser?
Oh, é alguém na Ilha do
Canhão! Se você não descobriu quem é, bem, dá uma lidinha. Shun
estava livre para seguir o seu caminho, mas nunca na vida que abandonaria seu
companheiro em combate. E lá estava seu adversário de novo. Protege-se com sua
corrente em espiral e mais: sua energia cósmica tinha aumentado e suas
correntes reconstituídas! Antes de prosseguirem a porradaria, Shun nos explica
como funcionavam suas correntes.
A ponta esquerda, com um círculo, serve para defesa. A
da direita, com um triângulo, era para a ofensiva, buscando o inimigo. Ao
elevar seu Cosmo, elas assumem suas funções. Em condições normais de temperatura e pressão, ele detestava ferir os
outros. Mas para salvar seu amigo e irmão, manda suas correntes atacarem. E mais, a da direita pode atingir um
inimigo a dois mil anos luz de distância! E demonstra na prática sua
utilidade, atravessando uma dimensão e arrancando o rosário do Grande Mestre.
Nessa hora, o Grande Mestre
se impede a si mesmo de ser mais ridicularizado. Bom, mas para frente você vai
entender – tá, eu sei que você sabe, mas faz de conta, faz de conta...
Aí, Shun percebe que quem
provocou a guerra e fez as ilusões são as mesmas pessoas. Observa os dois
rostos na armadura de Gêmeos, que havia voltado à forma normal. Era como se
expressasse a amargura da sombra e da luz, por estarem então reunidas.
Enquanto isso, Hyoga ressurge
na Casa de Libra. Lá reencontra seu antigo mestre, Camus de Aquário. Sim, Camus
é o mestre de Hyoga! Um Cavaleiro! De Ouro! E nem me venham com um tal Cristal.
Ele nunca existiu. Psi-i-i-t! NUNCA EXISTIU!! Aham... E os dois se revêem na
sétima Casa do Zodíaco. O mestre veio deter seu pupilo, suas ordens eram para
que ficasse ali. Hyoga se nega.
Recebe um ataque. Porém, exita
em atacar seu próprio mestre. Camus diz que sempre foi sentimental demais.
Confessa ter sido ele próprio ter afundado o navio onde estava a pobre mãezinha
afogada de Hyoga. “Por quê?”, pergunta o descolado Cavaleiro de Cisne, aquele era
seu único ponto de refúgio, de paz. Aqui
uma mensagem interessante (é um lance bonito e sério, essa parte): só se pode
chorar pelos mortos durante algum tempo. É preciso superar o trauma.
Agora sim ele era capaz de
atacar o próprio mestre! Usa o Pó de Diamante, mas foi Camus quem ensinou esse
ataque. É como querer ensinar um macaco a subir em árvores. Recebe uma Execução
Aurora, o ataque mais poderoso do Cavaleiro. Seu Cosmo some e os outros
percebem. Num flashback, podemos ver
que sua mãe nutria sentimentos pelo velho tarado do Mitsumasa Kido, já que
voltava ao Japão para revê-lo.
O fato é que Camus quis dar
ele próprio um fim ao seu discípulo. Seria melhor do que qualquer outro, que o
deteria brutalmente. Foi ele quem o treinou e permitiu que adquirisse a
armadura de Cisne. Ele quem transmitiu as ordens do Grande Mestre nas Guerras
Galácticas. Assim, deixaria seu corpo preso num esquife eterno de gelo na Casa
desabitada de Libra. E sai, chorando.
CÂNCER
Ainda na subida, Shiryu pede
que Seiya deixe o adversário daquela Casa com ele e siga rapidamente para a
Casa de Leão, já que a presença do cosmo de Hyoga havia sumido. Quando entram,
há uma sensação sombria de morte, de tumba. Shiryu pisa em algo bizarro e pede
para Seiya ver o que era. Um rosto! E mais: as paredes estavam recheadas deles!
Surge então seu guardião: Máscara da Morte de Câncer.
Ele então diz que cada um
daqueles foram suas vítimas, eram como troféus. Independente de idade e sexo. E
os dois fariam parte da decoração. Shiryu fica bravo por se vangloriar de suas
vítimas e diz que Máscara era indigno demais para ser um Cavaleiro. Iria pagar
por isso. Despacha Seiya, que pina o gato depois de ter sobrado bronca até para
ele.
Impede o caminho do Cavaleiro
de Câncer, que queria pegar o fujão. Certo, terminariam o combate iniciado nos
Cinco Picos, então. Lembra? Shiryu recebe o primeiro ataque, o Ondas
de Hades, e vai parar no Poço dos Mortos. Ali vê Hyoga e Saori. Sim, vê, já que
recupera a visão. Saori diz que aquelas pessoas (e eram muitas) estavam indo
para o mundo dos mortos.
Mas ainda estava longe dele
parar ali, afinal o corpo estava na Casa de Câncer. Pede para que ele pare de
se preocupar com ela e Hyoga, já que o tempo era curto. Aí, tcharans!, volta à
vida. Diz a Máscara da Morte que o senhor do país o queria longe dali e usa seu
Cólera do Dragão. Inútil. Um ataque é ineficaz ao ser usado pela segunda vez num
mesmo Cavaleiro – já o tinha usado nos Cinco Picos. Recebe o Ondas de Hades de
novo e volta ao poço das almas.
Lá nos Cinco Picos, Shunrei
vê a Constelação de Dragão e começa a orar por Shiryu, algo que ambos os
Cavaleiros percebem. Aí ficamos sabemos a história da menina: foi abandona
quando bebê e criada pelo Mestre Ancião. E depois que Shiryu chegou, os dois
foram crescendo juntos. Coisa mais linda!
Máscara da Morte percebe as
orações apaixonadas e resolve ir a Colina de Yomotsu para evitar que Shiryu
volte mais uma vez. Ao chegar, o vê sem muitas forças, pisoteia, resolve
jogá-lo no poço que criara: uma vez lá dentro a morte era certa. Aí ele sai
arrastando o Shiryu e o segura em uma só mão. Quando estava na beirada, prestes
a mandar o Cavaleiro de Dragão para as cucuias, as preces de Shunrei são
percebidas de novo.
Irritado, Máscara da Morte a
derruba do alto da cascata. Shiryu entra em fúria. Seu corpo esquenta com o
aumento de seu cosmo e queima a mão do Cavaleiro maligno. Nunca antes na vida o
calmo e equilibrado Shiryu havia sentido tanto ódio de alguém. Aí presenciamos
a verdadeira cólera do Dragão! Sua energia ultrapassava a de um Cavaleiro de
Ouro e Máscara da Morte apanha que nem um condenado. Afinal, ele tirou o que
era de mais querido do nosso amigo.
Decidido, iria jogar Máscara da
Morte poço abaixo com o Cólera do Dragão, mas falha de novo. E podia bater o
quanto fosse, com a armadura de Ouro, os golpes nunca seriam graves. Recebe um
golpe e acaba ficando dependurado na cratera dos mortos. Nessa hora, os mortos
que Máscara da Morte havia matado o seguram. Vagavam o odiando, sem poderem ir
a lugar algum. Mas ele se livra facilmente dos empecilhos, dizendo que em nada estava
arrependido, nem um tiquinho. Joga todo mundo poço abaixo.
Pisoteia Shiryu para que ele
caia de vez também. A única resistência que oferece são golpes na canela de seu
adversário com seu antebraço. E funciona, porque a armadura o abandona. O
resultado é ter uma perna quebrada. A armadura de Ouro rejeita um Cavaleiro tão
cruel. Máscara da Morte se vê totalmente desarmado. Mas, como Shiryu gosta de
brigar com lealdade, retira sua proteção. Ganharia quem elevasse mais o cosmo.
Aqui Shiryu nos explica
direitinho o que é e como funciona o tal do sétimo sentido. Para inflamar o Cosmo ao máximo, era
preciso encontrar o sétimo sentido, a capacidade que todos tem de ultrapassar
todos os outros. O Mestre Ancião nada havia dito porque esse é o tipo de
coisa que se descobre sozinho, sem transmissão de ninguém – deve-se descobrir
pelas batalhas.
Destarte, intensifica seu cosmo
ao máximo e lança um Cólera do Dragão a toda potência. É o fim de Mascara da
Morte. Volta para a Casa de Câncer, onde Shun o aguarda. Todos os rostos
desapareceram e a Casa recuperou sua dignidade. Aí, o Mestre Ancião avisa que
Shunrei está bem e que Shiryu havia voltado a enxergar por um milagre de
elevação de seu Cosmo, ao nível dos Cavaleiros de Ouro, que trouxe benefícios
para sua visão – um milagre que ele devia a Shunrei. Pior!
Ele e Shun partem para a Casa
de Leão.
LEÃO
Aiolia detém Seiya. E o
coitado está sem entender, afinal ele, você e eu o vimos jurar fidelidade a
Atena. Mesmo um tanto confuso, intensifica seu cosmo e consegue acertar um
golpe nele. Na Sala do Grande Mestre, vemos ele dizer que Seiya acabava de
assinar seu atestado de óbito, pois Aiolia havia sido atingido pelo Satã
Imperial. Mas você e eu já sabíamos disso, aconteceu quando ele lutava com
Shaka.
O fato que a gente desconhecia
era que antes de ser atacado, Aiolia ainda tinha controle de vinte por cento de
seu próprio cérebro. O controle do ataque passava a ser total após o primeiro
golpe. Só voltaria ao normal quando visse seu adversário morto e depois
sofreria com a angústia de tê-lo matado. E é isso que Cássios diz à sua mestra
quando ela acorda de seu descanso da última batalha. Mas do que depressa a
impede de ir para batalha e vai em seu lugar.
Aiolia, possesso, sem se
conter em nada, quebra a perna de Seiya. Ai! Se os meteoros atingiam cem golpes
por segundo, os golpes de seu adversário atingiam mil golpes no mesmo segundo.
Na entrada, Cássios impede a entrada de Shun e Shiryu dizendo que o Cavaleiro
de Leão havia sofrido lavagem cerebral. Antes que Seiya fosse feito em
pedacinhos, Cássios entra e diz que só ele pode matá-lo, por direito e por
vingança, já que sua orelha ainda doía. Explica a Seiya toda situação.
Entrementes, perfura sua
própria barriga. Em seguida, Seiya eleva seu Cosmo, desvia do Relâmpago de
Plasma e consegue atingir mais uma vez Aiolia, que enfim volta ao normal. Mas
Cássios está morto. Agora ele protegeria Shina como uma estrela lá no céu. De
volta a si, Aiolia coloca a perna de Seiya no lugar e avisa aos três – já que
Shun e Shiryu também estavam ali – que Shaka de Virgem era o homem mais próximo
de deus e jamais deviam deixá-lo abrir os olhos, jamais!
VIRGEM
De cara, Seiya é o primeiro a atacar. Depois Shiryu, com o Cólera – detido com
uma mão. Depois, reflete as correntes de Shun, enrolando-o com elas. Com um
único golpe, o Círculo das Seis Existências, os jogam a miléguas dali. Shun ainda
se mexia e Shaka diz que seria misericordioso dando fim a miséria do pobre
coitado, quando uma pluma fere seu braço. Ninguém mais, ninguém menos que Ikki.
Que chega e já cai numa
ilusão. Shaka só o tiraria do lago de sangue infernal caso se ajoelhasse. Ikki
mostra do que é feito e evapora todo sangue com seu Cosmo. Aí, se lembra de tudo que aconteceu na Ilha da Rainha da Morte. A
conseqüência é que o Cosmo de Fênix cai!
Sem delongas, Shaka ataca com
o Círculo das Seis Existências, deixando Ikki escolher um mundo para ser
enviado: o inferno, o mundo dos demônios, o mundo das feras, o mundo das
chacinas, o mundo dos homens e o paraíso. Vamos conhecer cada um deles na
última parte de Queime, cosmo!
Depois do golpe, Shaka tá se
achando o ó, quando um ataque vem, do nada. Era Ikki e seu Golpe Fantasma da
Fênix. Pois é, nem o inferno nem o mundo das chacinas o quiseram, ele ia dar
problema. Acontece que o Golpe é inútil contra Shaka. Acaba por sofrer sua
própria ilusão (pequeno Ikki segurando o bebê Shun, quando crianças, e vozes
mandando ele largar nos espinhos sob seus pés, já que a cada passo se tornava
mais pesado).
Em seguida, a armadura de
Fênix se resume a cinzas pelo Cavaleiro de Virgem.
Na então conjuntura, Ikki
resolve se afastar para escapar do Círculo das Seis Existências novamente, mas
após tanto correr, percebe que esteve o tempo inteiro nas palmas das mãos de
Buda. Guarda essa ilusão, Shaka gosta
muito dela e vai repeti-la mais para frente. Sei que Ikki gosta nada nada
de ser comparado de novo a um macaco e decide atacar. Shaka tenta combater, e
aí as vestes de Fênix então ressurgem!
AVE FÊNIX!! Só que seus
ataques nada adiantam contra Shaka. Cansado de enfrentar Ikki, resolve usar seu
ataque mais poderoso, a Rendição Divina. Fora um erro tentar mandá-lo aos
mundos da metempsicose, o jeito era usar um ataque para que ele foi
impossibilitado de renascer. A Rendição era seu ataque mais forte, que
combinava ataque e defesa.
Aqui ele abre os olhos. AGORA
A PARADA FICOU SÉRIA!! Começa a tirar os sentidos de seu teimoso e resistente
adversário, um a um. O primeiro foi o tato. Depois, olfato.Aí Ikki pergunta
porque um Cavaleiro tão poderoso seguia o maligno Grande Mestre. Por
conseguinte, perde o paladar. Pois é, falou demais. Depois, lá se vai a visão.
Shaka diz lutar pela justiça,
pois é um Cavaleiro de Atena. Jamais lutaria para defender o mal, por isso,
estava do lado que estava, sem oposição.Deixou Ikki viver na primeira vez em
que se viram, porque Ikki tinha bondade, apesar de tudo. Além disso, os fatos
humanos são instáveis, e o bem e o mal nunca são absolutos – mas sempre sabia
de que lado o mal estava. Simplesmente reconheceu que o Grande Mestre
simbolizava a justiça. Tchau, audição!
Depois de toda conversa,
aplicaria o golpe final, só que Shun segura seu braço com a corrente. Mas, em
seu coração, Ikki diz que enfrentará Shaka até o fim. Shun solta seu
adversário.
Shaka pergunta se Shun bebeu
e ele diz que Ikki ainda quer enfrentá-lo. Ataca então, e percebe que Fênix
ainda se defende. Ainda possui o sexto sentido. Shaka o aniquila. Ao fazer
isso, o Cavaleiro expande imensamente seu Cosmo, ultrapassando o do Cavaleiro
de Virgem! O segredo então é revelado.
Ikki disse que percebeu o
motivo de seu adversário sempre estar de olhos fechados: ao se privar de um dos
sentidos, conseguia concentrar Cosmo-energia, tendo então mais poder. Quando os
abria, liberava todo o acúmulo. Então se agarra a ele ampliando ao máximo seus
poderes, num ataque suicida, para explodir tudo. Promete a Shun que, se reencarnação
existir, renasceriam novamente como irmãos.
Eu quase chorei nessa cena do
anime. Coisa mais linda!
LIBRA
Todos se dirigem, então, à
Casa vazia de Libra. Porém, Hyoga estava lá, congelado, num esquife de gelo.
Shiryu deduz que somente o mestre de Cisne seria capaz de tal feito. Somente
Camus de Aquário. Podem sentir a energia cósmica de Hyoga bem fraquinha, o que
significava que ele ainda estava vivo.
Seiya ataca, mas é inútil.
Daí, aparece a armadura de Libra, bonitona! Foi mandada pelo Mestre Ancião.
Shiryu então retira sua armadura de Dragão e as armas de Libra nos são
apresentadas: o nunchaku, a lança, a espada, a tonfa, o escudo e a barra
tripla. Tal armadura protegia, mas também servia de arma e era as únicas que
Atena permitia o uso. Qualquer um podia
fazer uso dela, desde que em nome da justiça e com o seu consentimento.
Cada uma parecia ser capaz de
rachar as estrelas. Shiryu se decide pela espada para quebrar o gelo sem
machucar Hyoga. Ao fazê-lo, o gelo evapora e seu amigo cai, com o coração
batendo fraco. Shun decide ficar e dar um jeito, pois precisavam se apressar. O
fogo zodiacal de Libra acabava de se extinguir.
A única maneira que encontrou
foi aumentar seu Cosmo ao máximo e transmitir todo calor dele através de seu
corpo. Quando Seiya e Shiryu chegam na Casa de Escorpião, sentem a energia
cósmica de Shun explodir. Shiryu então lembra da história do viajante ferido
que foi ajudado pela força do urso e esperteza da raposa, mas o coelho, sem habilidades,
deu a vida.
Aqui Shiryu diz a Seiya que,
após a batalha das Doze Casas, pediria para Shun deixasse de usar sua armadura.
Claro que nada tinha a ver de seu valor como Cavaleiro, mas sim por sua
gentileza. Andrômeda, na mitologia, se sacrificou para acalmar Poseidon. Os
dois decidem voltar para Casa de Libra, mas Milo de Escorpião os paralisa e
ataca com sua Agulha Escarlate.
ESCORPIÃO
Após atacar Seiya e Shiryu,
eis que surge Hyoga com Shun em seus braços. Está aos prantos por um ato tão
nobre do irmão e amigo. Shun transmitiu
vida a seu corpo gelado e devolveu calor ao seu coração. Pede aos outros
partam e que o levem, já que ainda está vivo. Nesse meio tempo Hyoga discute
com Milo sobre sonhos. Sim, ele sempre tentava realizar os seus, e dentre eles
estava passar dali.
Enquanto rolava tal discussão
onírica, os soldados do Grande Mestre resolvem acabar de vez com essa história
atacando Saori. Tatsumi a defende como pode. Ah é, esqueci do Tatsumi. Bem, é
um careca mordomo da família Kido. Ou algo do tipo. O fato é que ele tava lá,
mas pouco podia fazer. E o fim seria ali mesmo caso os demais Cavaleiros de
Bronze tivessem desaparecido da história. Só que lá estavam eles: Jabu de
Unicórnio, Ban de Leão, Ichi de Hira, Nachi de Lobo e Geki de Urso.
Cada qual havia voltado a seu
mestre e recebido outro treinamento. Pelo visto, seria o suficiente para
ficarem de atalaia ali. Depois de ganhar tempo para seus camaradas prosseguirem
– Seiya queria ficar, mas Shiryu entende a posição de Hyoga e diz para que
fique firme –, a luta começa. A paralisação de Milo é inútil contra Hyoga, por
ter um ar glacial o protegento. Hyoga ataca, mas seu ataque também é vão, sem atingir
verdadeiramente, apesar de ter parecido o contrário. A Agulha Escarlate,
entretanto, acertou o alvo.
Todavia, para total efeito do
golpe eram preciso outras catorze agulhadas. Todas elas seriam correspondentes
a Constelação de Escorpião. Um ataque arriscado, se quer saber. Isso porque,
como vimos quando Seiya sofreu com a Morte Negra, a Constelação de um
Cavaleiro mostra seus pontos vitais. Pois é. Mas prossigamos.
Hyoga só tinha duas opções: a
rendição ou a morte. Mas vai resistindo a cada ataque. A última agulhada,
chamada Antares, representava o coração do escorpião. Ainda havia tempo. Porém,
os ataques de Cisne enquanto recebia cada agulhada tiveram uma finalidade: as
pernas de Milo estavam congeladas. Daí ele usa seu Turbilhão de Gelo (Kholodnyi Smerch). O esforço é tamanho
que os pontos atingidos pelas agulhadas de Milo começam a jogar de sangue.
E, nossa, ele sangra como nunca!
Em conseqüência, começa a
perder os sentidos. Milo então explica que Camus só quis evitar o sofrimento de
seu querido aluno ao colocá-lo no esquife. Hyoga então lembra de sua infância,
quando disse a Camus que queria se tornar Cavaleiro para quebrar o gelo e ver
sua querida mãe. A resposta é que um Cavaleiro deve ter sangue frio, assim como
as geleiras eternas.
O Cavaleiro de Escorpião diz
que iria deixá-lo vivo em respeito a seu amigo Camus. Mas Hyoga jamais
desistiria. Lutaria pela amizade! Mesmo porque ia ficar muito feio morrer logo
depois de sair do esquife. Pegaria mal. O que ele falaria pro Shun? Aqui Milo
avisa telepaticamente a Camus que daria tudo de si na luta. E os dois atacam
simultaneamente.
Bem, como eu disse ali em
cima, é arriscado um ataque em que demonstra sua Constelação para o inimigo. Sem
sua armadura de Ouro, Milo estaria congelado, porque o ataque foi em cima de
seus pontos vitais. Daí que, mesmo desmaiado, Hyoga estava se mexendo.
Espantado com tamanha força de vontade, Milo se pergunta se Saori é mesmo
Atena. Estanca a hemorragia de Hyoga e diz que quer ver até onde pode chegar.
De novo aos Cavaleiros de
Bronze coadjuvantes estão lá com Tatsumi, enquanto Geki foi buscar o cetro
dourado de Saori no jatinho. A armadura de Sagitário também havia sido trazida,
já que Saori queria devolvê-la. Nesse
momento, todas elas ressoam: as doze armaduras de Ouro estavam reunidas
novamente no Santuário!
E aí... você vai ter de
esperar mais um pouco. Assim, é rapidinho. Prometo que a próxima postagem vai
ser o restante da saga do Santuário. Prometo! Até que é divertido falar de
Cavaleiros. É mesmo. Então, logo, logo volto com mais divagações e pareceres a
essa série tão danada de boa! Espero ver vocês de novo por aqui! Até a
próxima!!
Me dê sua força, Pégasus! É, dessa vez acho que vou precisar!!
Me dê sua força, Pégasus! É, dessa vez acho que vou precisar!!








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