domingo, 29 de janeiro de 2012

Queime, Cosmo! (Parte 2)

E aí, minha gente, beleza?

Assim espero. Antes de começar, deixa eu abrir um espacinho aqui para dizer: Parabéns, Simone! Que muitos sejam os seus dias na Terra, e muitos felizes! Continue cuidando da saúde para não pegar gripe. Vou combinar com meu amiguinhos e amiguinhas leitores e leitoras para fazer um grande "tchu-tchu" em você haha!!

Pronto, agora a gente pode continuar. Vamo junto descobrir a segunda parte dos Defensores de Atena?

Bom, então continuemos de onde parei de te contar. Cê lembra? Tinha contado tudinho até a parte em que surge Misty, na luta de Seiya contra Ikki. Era mesmo. Mas antes, deixe-me fazer uma ressalva. Eu já falei disso na primeira parte, mas é sempre bom reforçar. Primeiro, o texto todo é um grande spoiler, vou contar a história revendo detalhes comprometedores. Tá, falar isso era dispensável, já que duvido muito que alguém lendo isso aqui não tenha lido ou visto a série...

Faz de conta que alguém não viu (é, eu sei, todo mundo viu, mas faz de conta, faz de conta). O próximo é que a história é do mangá. Quer dizer que não vai existir milhares de Cavaleiros de Prata, muito menos aquela porcaria dos Cavaleiros de Aço – o Kurumada deve ter fumado crack quando os criou, só pode. Nem o Seiya procurando remédio para as vistas do Shiryu, aquele Cavaleiro alternativo de tigre e toda a coisa enrolation da série.

Céus, o Shiryu é discípulo de Dhoko, Cavaleiro de Dragão! É claro que elevaria seu Cosmo e aprenderia a viver com sua cegueira sem toda aquela parte emo e melosa que colocaram na série. É mesmo. Só que estou tergiversando. Agora vou começar de verdade. Então, vamo!

O Shiryu, Dragão, e os guerrê~e-iros!

Os Cavaleiros de Prata

Mu, que ali estava por ter acompanhado Shiryu até o monte, teletransporta os oito Cavaleiros dali. Não, não errei a conta. São oito, mesmo. Vai lendo. Misty não gosta nada, nada dessa história e ataca Mu. Aí surge Marin, amazona de Prata de Águia, dizendo já ter enviado o resto da Cavalaria atrás dos outros três restantes. Então Misty revela suas intenções.

Estava ali para eliminar todos eles, reles Cavaleiros de Bronze. Mesmo com a gritante diferença de poderes, Seiya decidi lutar. Kiki traz sua armadura. Apesar de seus golpes, Misty nem se mexe. Marin interfere na luta, transpassando o peito de seu discípulo. Em seguida, Mouses, o Cavaleiro de Prata de Baleia, Asterion, Cavaleiro de Prata de Cães de Caça e Babel, Cavaleiro de Prata de Centauro, aparecem com Shiryu, Shun e Hyoga, respectivamente.

Todos são enterrados ali mesmo, na praia. O motivo é por terem infringido a regra de nunca lutarem por motivos pessoais, o código de honra dos Cavaleiros. Todos partem, exceto Misty, que quer conferir se Marin teve mesmo coragem de matar seu pupilo. E a resposta é negativa, ela havia simulado. E a consequência é uma luta entre os dois.

O melhor quinteto de todos os tempos!

Bem, num resumão, Misty cria uma barreira de ar movendo suas mãos bem rápidas à frente de seu corpo. Outra informação importante de sua pessoa é que é um narcisista que nunca se feriu em combate – depois de Seiya sujar ele com seu sangue, após um de seus ataques com o ar (lembrei de Chaves, agora!), o bicho fica peladão e vai se banhar na praia!

O fato é que Seiya cria dois novos ataques: o Cometa de Pégasus e o Turbilhão de Pégasus. E é o fim do belo Misty. Depois ele vai cavucar os túmulos de seus companheiros e descobre que nenhum deles era o verdadeiro, mas sim os Cavaleiros Negros! Um pequeno truque de ilusionismo de Mu, com uma singela ajuda de Marin. Após tal descoberta, Seiya vai tirar uma sonequinha atrás das rochas para recuperar suas forças.

Não, é sério. Ele vai mesmo. Tanto que Hyoga pensa que seu companheiro tinha morrido, porque sua energia cósmica some. Eu tô falando sério! Ou, pensa só, ele enfrentou a Morte Negra, o Ikki e levou uma baita surra de Misty. O coitado merece um descanso, também!

Sei que como Misty não aparecia nunca, Babel volta para saber o que tinha acontecido. E descobre o cartão de Pégasus no cadáver do Cavaleiro de Lagarto. Nesse instante, Hyoga aparece e enfrenta as Chamas de Babel. Vence com um só golpe e deixa o cartão de Cisne. Os dois outros Cavaleiros de Prata aparecem e descobrem seus companheiros mortos. Um detalhe: Marin estava com eles.

Daí que eles ligam os pontos, descobrem a farsa toda e, juntos, enfrentam Marin. Como o Cavaleiro de Cães de Caça lê mentes, toma uma sova daquelas. Então Seiya sente uma perturbação na Força e aparece. Tá, você entendeu. Marin foi amarrada de ponta a cabeça na água. À medida que a maré ia subindo, seu corpo era encoberto e ela morreria afogada!

Seiya então enfrenta Mouses, e está levando uma baita surra. Em meio a um golpe do Cavaleiro, que consiste em arremessar o adversário, ouve que Marin pode ser sua irmã. Na mesma hora, abre as asas de sua armadura e ataca lá de cima. Pois é, guarda mais essa: a armadura de Pégasus possui asas!

Vencido o inimigo que antes fora varonil, enfrenta Asterion cigana leitora de mentes. Na luta, ele atinge o Mach Dois, mas não é o bastante. Seiya é derrotado. No último instante, surge Marin, livre de suas amarras. Deixa sua mente em branco e desconta as porradas que recebeu. Só que não dá o golpe de misericórdia. Pede que Asterion meta o rabo entre as pernas, como bom cãozinho de caça que perde e volte para o Santuário para contar sobre sua miserável derrota.

Dá-lhe, Marin! Por isso que é minha favorita!!

Bom, Marin só volta lá na frente da história. Eu vou relembrar isso na terceira parte, mas já te conto de antemão: ela foi para Star Hill. Sim, sim, é só encaixar as peças e você também vai chegar a tal conclusão. Num é? Só pode!

Pois é. Quando Seiya acorda, há uma mensagem na areia: “Seiya, proteja Atena”. Shun, Hyoga, Shiryu também estão ali reunidos, e discutem os acontecimentos. Muitos morreram pela causa da Fundação Graad e desejos de Mitsumasa Kido. Era o pai de todos os Cavaleiros.

Hyoga confirma a informação, dizendo que sabia quem o velho era. Havia engravidado várias mulheres, dentre elas sua mãe. O barco que naufragou os levaria ao Japão. Quando o pequeno Hyoga o reencontrou não foi tratado como filho, mas só como um catarrento bastardo e renegado. Então chegam à conclusão de que Ikki não havia mudado pelo treinamento em si, mas quando descobriu quem era seu vil e desprezível pai, querendo eliminar tudo no planeta que pudesse ser ligado a ele.


Assim sendo, todos voltam à Fundação e encontram o Novo Coliseu detonado. Saori está lá. Mas nenhum deles está disposto a lutar por ela, não. Eles iriam embora, quando uma imensa energia cósmica é emitida do corpo da moça. Daí ela começa a contar uma história. Mitsumasa conheceu um Cavaleiro no templo de Atena, na Grécia, há treze anos. Era Aiolos, o Cavaleiro de Ouro de Sagitário.

Dentro da urna, estava a armadura. Nos seus braços, um bebê. Estava muito ferido. Disse que o mal tinha se apossado do Santuário, mas ele conseguira proteger a menina, que era ninguém menos do que a reencarnação da deusa Atena. Tal deusa era enviada a cada duzentos ou trezentos anos justamente para combater as malignidades da Terra.

O Defensor disse também que a armadura deveria ser dada a quem agisse com dignidade para obtê-la. Seiya não aceita muito bem, mesmo porque Saori era chata, mesquinha e mimada, mas lembra de como a armadura o protegeu na luta contra o imbatível Fênix. Mas ninguém aceita lutar por Saori. Quando estão indo embora, Shun se lembra das palavras de Marin na areia e fica na dúvida.

Mas não há muito tempo para indecisão. Um bando de corvos sai carregando Saori e a armadura para longe do Novo Coliseu. Hm... já vi uma cena muito semelhante num cedê do Nightwish, se não me engano. Alguém aí sabe de onde vem essa imagem de donzela sendo carregada por corvos? Se souber, dá o grito aí!

Seiya parte atrás dos corvos enquanto os demais derrubam as aves negras que tentaram levar a armadura. O responsável pelo sequestro alado era Jamian, o Cavaleiro de Prata de Corvo. Nosso Cavaleiro de Pégasus consegue salvar Saori dos golpes, mas não tem condições de lutar – está com o braço direito quebrado, resultado de sua manobra de resgate. Para piorar, Shina aparece e o encurrá-la. Ah é, esqueci de dizer que estavam bem alto, numa montanha – ou algo bem alto do tipo.

As únicas opções eram lutar ou saltar com Saori lá de cima. Ela diz que confia no julgo de seu defensor. Só havia se esquecido que Seiya tem fortes tendências suicidas – só ver a luta contra Shiryu, que mostra a essência da forma de lutar dos dois, que você vai me entender – e pula do alto do precipício.

No fundo, os dois estão salvos. Salvo é modo de falar, já que Seiya está desmaiado e perdendo muito sangue. Porque diabos ele não usou as asas da armadura é um dos grandes mistérios da dieganidade. Saori decide protegê-lo e quase tasca-lhe beijo. Ao mesmo tempo, três Cavaleiros de Prata surgem lá de onde o Seiya despencou: Algol de Perseu, Capella de Auriga e Dante de Cérbero.

O Cavaleiro de Corvo, então, resolve conferir os cadáveres dos suicidas e acaba com o clima. Foi por pouco, Saori! Não desista, menina, você é uma deusa! Aham...O imenso cosmo emana novamente de dela, impressionando até mesmo Shina e os outros três enxeridos prateados, que ainda estava lá em cima do monte – montanha, morro, sei lá.

A possível deusa manda avisar ao Grande Mestre que venha vê-la pessoalmente. Daí que o Cavaleiro de Corvo ataca, inutilmente. Seus ataques são refletidos, devolvidos, por ter atacado uma deusa. (Isso é importante lá na quarta parte, então não esqueça desse detalhe). Nessa hora, Ikki resurge e com um só golpe manda Jamian para o além. Joga Seiya em seus ombros e decide deixar Saori embora. Afinal, ele não luta por ninguém.

 Mau!

Já que essa foi sua escolha, tem de enfrentar os três Cavaleiros de Prata de uma vez só. E é uma luta bacana de se ver – traça um risco no chão e diz quem a ultrapassar não sobreviverá. Bem típico. Após a derrota de Auriga, Shun aparece com Hyoga e Shiryu. É a deixa para Ikki ir embora, já que não quer se aliar e ninguém e não gosta de agir em bando. Tá bom, Ikki, os Cavaleiros Negros eram o quê?

Antes de partir, Hyoga diz que Ikki ainda não pode sentir seu braço e corre o risco de perdê-lo. A forma de recuperá-lo era submeter-se à fumaça do vulcão da Ilha do Canhão do Mediterrâneo, por sete dias e sete noites. E para lá ele vai. Como é mal, não fala tchau nem obrigado.

Shun então termina de derrotar Dante. Começa a enfrentar Algol, mas tem suas correntes petrificadas. Em seguida, ele próprio vira pedra devido ao escudo da Medusa. Hyoga é a próxima vítima. Shiryu tenta o enfrentar olhando o reflexo de seu adversário através de seu escudo. Só que seu braço acaba petrificado por tal estratégia. Além do mais, não conseguia usar a Cólera do Dragão com total eficiência.

Sem outra opção, mostra que não é só o Seiya o louco suicida da série e rasga seus próprios olhos. Assim, derrota o Cavaleiro de Perseu em troca de suas vistas, dando um Cólera do Dragão bem na fuça de Algol, em cheio. Viu como eu não estava brincando quando na primeira parte disse que ele e o Seiya são os que mais sangram na história? Vishi, mas tem muita surra ainda. Cê num viu nada!

Bem longe dali, o Grande Mestre faz uma reunião.

Os Cavaleiros de Ouro


Uma reuniãozinha, na verdade. Convocou Milo, o Cavaleiro de Escorpião, e Aiolia, o Cavaleiro de Leão e conta sobre toda a esbórnia que os Cavaleiros de Bronze estavam aprontando, como as Guerras Galácticas e a luta com os Cavaleiros Negros. E também falam que enviou os Cavaleiros de Prata, mas eles apanharam como condenados.

É preciso derrotá-los porque estão em posse de uma armadura dourada. Por mais que Aiolos, o antigo dono, fosse um traidor, era importante recuperá-la. E colocá-la juntamente com as outras nove urnas que estavam ali, no Santuário. As duas outras faltantes eram do Cavaleiro de Áries, que havia se retirado da Grécia para consertar armaduras e a do Cavaleiro de Libra, já velho demais, morando nos Cinco Picos Antigos da China.

Os dois também foram tomados como renegados hostis e não devem se aliar aos Cavaleiros de Bronze. Assim, evitariam derramamento de sangue desnecessário. Bem, os dois não gostaram muito dessa história, não. Afinal, era uma desonra lidar com guerreiro de tão baixa categoria. Nessa hora, o Milo deve ter pensado: “O Grande Mestre bebeu?” e estava prestes a falar isso (tenho certeza), quando Aiolia diz que iria de bom grado, apesar de parecer meio desonroso combater reles Cavaleiros de Bronze.

Tudo isso porque Aiolos, tido como traidor, era seu irmão. Queria se redimir pela traição e também não ser mais discriminado. Enquanto isso, lá no Japão, Seiya se recupera no hospital. Shiryu voltou para se tratar nos Cinco Picos e Hyoga voltou para Sibéria. Shun continuava por ali também. Ah é, levaram a armadura de Sagitário para o quarto do Seiya no hospital, já que seria mais seguro.

Ahn-ham, com certeza. Se alguém atacasse, um Cavaleiro que quase rachou o crânio pulando do alto de uma montanha e que ainda estava se recuperando seria o mais indicado para protegê-la.

Aham... Acontece que Shina invade o quarto naquela noite. E, bem, você lembra que o Seiya partiu a máscara dela lá no começo da trama? Eu pedi para você guardar essa informação, lembra? Então, aqui ela explica porque precisava matá-lo. Os Defensores de Atena sempre foram homens. Para uma mulher se sagrar Amazona, deve usar uma máscara, renunciando a sua feminilidade.

Que nem uma freira, sabe. Se alguém vir seu rosto, a humilhação é tamanha que seria melhor que tivesse sido vista sem roupa. Então, só tem duas opções: ou mata o ser que a viu ou o ama. Nessa parte dá para ver o rosto da Shina (ela tira quando está explicando a lei das amazonas para Seiya), e é, sem dúvida, o mais bonito de toda a série. Assim, eu acho.

Durante a luta, Seiya esbarra na urna dourada e a armadura de Sagitário aparecesse com outra forma. É, parece que Mitsumasa havia mandado mudar sua aparência para que ninguém suspeitasse que ele tinha comprado em um antiquário nórdico. Mas os dois não tem tempo para admirar, já que Aiolia de Leão os suga para fora do hospital.

Como diabos ele faz isso, não tenho ideia.

O fato é que o ataque começa e temos mais informações interessantes. Os Cavaleiros de Bronze rompem a barreira do som. Os de Prata atingem o Mach Dois ao Cinco. Os de Ouro atingem a velocidade da luz. Em meio ao combate, Shina protege Seiya e se declara, mesmo sabendo que ele só serve à justiça...

II PAUSE

Agora, fala sério. O Ikki é o único digno na série. Porque ele gostava da Esmeralda e nunca fugiu da raia, nem escondeu de ninguém. O único mais próximo disso é o Shiryu com a Shunrei – e ainda assim é uma relação quase fraternal. Seiya tem Mino, Shina e Saori e não ta nem aí para nenhuma. Shun tem a June, que deve ter desistido, porque some da série. Só o Hyoga não tem ninguém...

Nesse ponto, o Ikki é um exemplo de hombridade. E também por não ter frescuras em combate, como da para ver na saga de Hades. Assim, Mino é caidinha por Seiya, Shina sofre pacas por não ser correspondida e Saori quase o beija quando ele tá desmaiado. Um cara que não escolhe nenhuma das três (ou qualquer outra) não faz elas sofrerem e dá falsas esperanças? Pois é. Ser insensível. Como pode um trem desse?

Vale lembrar que não estou questionando a sexualidade dos personagens, apenas sua apatia frente o sentimento dos outros. Só isso. Seria diferente caso eu tivesse falando da série, mas como é do mangá...

I> PLAY


Outra versão fofinha!

Deixa eu voltar e parar de divagar. O fato é que, por respeito a Shina que levou um Relâmpago de Plasma em cheio nas costas, Aiolia diz que vai partir. Aí surgem os Cavaleiros de Prata Algethi de Hércules, Dio de Mosca e Sírius de Cão Maior. Parece que o Grande Mestre não confia muito em Aiolia, já que a traição parece estar no sangue.

Seja como for, os três atacam Seiya. Foi tão maçante, rápido e chato, que o Cavaleiro de Hércules resolveu jogá-lo para cima em um joginho: queria ver quem ia acertá-lo primeiro. Bom, de certo ele não deu sabia o que aconteceu com o último que lançou Seiya da última vez. Pois é, isso que dá não pesquisar o adversário. Mas dessa vez, ele não criou asas. Não, não, algo mais épico aconteceu.

A armadura de Sagitário surgiu e o vestiu! Destarte, foi mole, mole, derrotar os três inimigos desinformados. O próximo seria Aiolia. E, de fato, consegui acertar um golpe nele, mas ainda assim não é páreo. Mas eis que surge Saori para salvar seu protegido! E conta para o Cavaleiro de Leão que o Grande Mestre é a reencarnação do mal e que seu irmão, Aiolos, salvou a vida dela quando bebê, dando a vida pela justiça.

Quem havia tentado matá-la, no caso, matado Atena, não foi o antigo Cavaleiro de Sagitário, mas sim o próprio Grande Mestre, com uma adaga de ouro puro. No último instante, Aiolos o impediu e viu seu rosto. Foi sua sentença de morte. Apesar de fugir, o Grande Mestre pôs o diabo a quatro atrás de seu encalço. Mesmo assim, Atena foi entregue aos cuidados de Mitsumasa Kido.

Nessa parte da história, vemos o Grande Mestre dar a extrema unção a um velho na vila, e como é querido pelas pessoas. Mas em seu banho, conversa consigo mesmo, algo como “Nós somos um só!” aos berros. Acontece que um servo entra e acaba por ver seu rosto, resultando em morte. Nada parecido com o gentil senhor que ajudou o velhinho. Dá para perceber que ele tem ‘poblema’ sério.

De volta ao Cavaleiro de Leão, Aiolia percebe a imensa energia cósmica de Saori. Ela continua a história: as Guerras Galácticas serviriam para encontrar Cavaleiros capazes de enfrentar o mal. Ao mesmo tempo em que se revelou ao mundo, obrigou seu inimigo a sair das sombras. O único imprevisto foi Ikki e os Cavaleiros Negros. Os demais acontecimentos, como a vinda de Guerreiros do Santuário, eram esperados.

Até tal investida, o paradeiro de Atena e da armadura de Sagitário eram desconhecidos. Agora que a medida foi tomada, fez o Grande Mestre saber que estava bem e viva. O Cavaleiro de Leão diz que só acreditará se Saori conseguir se desviar de um ataque dele. Ela aceita o desafio. Pouco depois de lançado o golpe, Seiya se coloca à frente de Saori e detém o ataque – com toda liçãozinha de que não se deve atacar garotas e tudo mais.

Aiolos então aparece atrás de Seiya, que repele o golpe que o Cavaleiro ainda continha. Pergunta o que seu irmão estava fazendo e o que ele tinha fumado, já que não sabia mais reconhecer a justiça. Ou mesmo o bem e o mal. Triste que só, Aiolia admite sua derrota – não para Seiya, e sim para seu falecido irmão. Mesmo porque a armadura só o protegeu durante a luta, não o aceitando como dono legítimo. O traje só pode ser usado por quem protege a justiça.


Passada a luta, mais informações interessantes sobre o universo da série. Ouve só: na época em que os deuses caminhavam entre os homens, todos possuíam o sétimo sentido. Todos temos os cinco comuns (paladar, tato, olfato, visão e audição) mais o instinto. O sétimo é capaz de desenvolver uma força inimaginável. Com o passar do tempo, os homens foram se distanciando dos deuses e perderam essa habilidade.

Sim, de fazer nascer o Cosmo. Ele jaz hibernado no coração da humanidade. Saori diz a Seiya que cada um segue o destino de sua estrela. Mesmo ele. Mesmo seu avô, Mitsumasa Kido. Teve de sacrificar os próprios filhos. Todos os cem. Bem como fez Abraão no antigo testamento.

Tá bom que aquele velho tarado se arrependeu e não se aproximou dos moleques para não sofrer com sua separação. Tá bom! Olha para minha cara e vê se eu acredito! Quero ver se ela tem coragem de contar esse absurdo pro Ikki!

Aham... para seguir o destino de sua estrela, ela, Atena, iria sozinha para o Santuário para mostrar ao Grande Mestre o que era bom para tosse. Pois assim era o destino de sua estrela.

Dias depois, Aiolia vai ao encontro do Grande Mestre. Quando se encontra com ele, exige falar com Atena pessoalmente. Diz que fará isso nem que seja à força. E ainda é atrevido: diz quem é que é o verdadeiro traidor da história. Sem mais insultos, começa uma luta. Até o momento que Shaka, o Cavaleiro de Ouro de Virgem aparece.

Daí ensaia um sermão bonito, dizendo que trair o Grande Mestre era o mesmo que trair a própria Atena. Os dois começam uma batalha e ficamos sabendo de outra informação bastante relevante: se dois Cavaleiros de Ouro se enfrentam, ou um acaba pulverizado ou é dado início a uma batalha de mil dias e mil noites, onde não haverá um vencedor!

E é a última opção que acontece aqui. Os dois estão bastante concentrados quando o Grande Mestre usa um de seus ataques contra o Cavaleiro de Leão, o Satã Imperial. O fim disso você fica sabendo se ler o próximo post!

Enquanto isso, lá na China, Shiryu está cuidando do solo feliz da vida. Sério, palavras dele, sem tirar nem por. Sente-se feliz por acordar e dormir com o sol, cuidar da terra e tudo mais. Quem precisa da visão, afinal de contas? É mesmo. O Mestre Ancião chama a atenção de seu pupilo para o imenso cosmo de Saori, que aumenta a cada dia. Só que Shiryu ainda estava em dúvida.

E aí que Máscara da Morte, Cavaleiro de Ouro de Câncer, aparece para matar o velho. E Shiryu vai lá tirar satisfação. Usando apenas um dedo, joga Shiryu cachoeira abaixo. Assim pode conversar um pouco com o antigo Cavaleiro de Libra. Diz que pouco se importa com as intenções do Grande Mestre: o bem e o mal tem concepções diferentes, conforme a época ou situações. Antes de ouvir o Mestre Ancião dizer “Seu tolo, na minha época as coisas eram...”, Shiryu chega trajando a armadura de Dragão, repetindo a fala do seu mentor: a justiça é imutável.


Ataca, e aí ficamos sabendo que a energia de Câncer é formada pelo Seikishiki, aura liberada pelos cadáveres após a morte. Mas antes de contra-atacar, eis que chega Mu, mostrando-se como Cavaleiro de Ouro de Áries! Máscara da Morte fica com medinho de atacar dois Cavaleiros de Ouro e dá no pé. Após cumprimentar formalmente todos os presentes, Mu diz que Saori resolveu enfrentar o Grande Mestre sozinha.

Lá na Sibéria, Hyoga está com seu amiguinho Jacob, indo visitar sua mãe. Era aniversário de morte dela. Porém um estranho tremor submarino acontece. Ao voltar a terra firme, vê escrito apenas “Santuário”. Um detalhe é que a letra é idêntica a de seu mestre.

No Japão, Seiya se despede de Mino com um discurso pomposo e resolve ir com Saori. Ao chegar ao jato, encontra-se com Hyoga e Shiryu, que também resolveram dar uma de gostosos. Bem, Shun se atrasa. Mas chega, também. Isso porque June de Camaleão tentou o impedir. Mais tarde vai dar para saber quem é ela. O importante é que todo mundo embarca e parte para Grécia.

No caminho, Seiya diz que nunca sentiu nenhum perigo no Santuário, durante seus anos de treinamento por lá. Pelo desenrolar das coisas até então, parecia até haver duas pessoas por trás do Grande Mestre. Saori então revela suas suspeitas: tem certeza que o Grande Mestre é um dos Cavaleiros de Ouro.

O jatinho aterrissa no local onde Seiya disputou sua armadura. Um homem encapuzado os recebe e Saori diz que devem ter recebido sua carta. O ser misterioso os conduz até a Sala do Grande Mestre. Aqui ele revela que será preciso passar pelas Doze Casas Zodiacais, sendo a primeira a de Áries e a última a de Peixes. Cada uma era guardada por seu respectivo Cavaleiro de Ouro.

Para quem não sabe, aqui vai a ordem: Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes.

E, bem, para saber como os quatro vão passar por elas, só no próximo post! Assim, até parece que ninguém sabe, né? Mas, repito e repito, vamos fazer de conta. É mesmo. Espero não ter cansado tanto a beleza de vocês, amiguinhos e amiguinhas. Porque, se você cansou até agora, não vai agüentar a próxima, que vai ter o dobro de tamanho e emoção!

Verdade verdadeira, galera! A próxima vai ser épica!! Espere e verão. Então, até a próxima. Espero ver você por aqui de novo logo, logo.

Me dê sua força, Pégasus! É, dessa vez acho que vou precisar!!

2 comentários:

  1. Awwn Muito obrigada Diego! ;* Enfim, gostei do que li! Foi bem nostálgico... Tinha coisas que eu nem lembrava! Ficarei no aguardo! xD

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Simone.

      Que bom que gostou. Essa ficou bem porquinha, sabe. Vou caprichar mais na próxima. Na Saga do Santuário eu coloco minhas teorias a respeito dos Cavaleiros - principalmente do Seiya e do Shiryu.

      Espere e verá!

      Excluir