Hi, guys!
How are you doing? I'm fine, so I hope you are fine, too. Pois é, deixa eu parar de ser metido e falar na minha língua mãe, já que meu inglês é bem instrumental. Espero que esteja tudo bem. Aqui tá de bem a melhor e de mal a pior, como é o coração dos homens - como bem gosta de lembrar um amicíssimo meu, o bom e velho Waldenildo, vulgo Zé Brasil.
How are you doing? I'm fine, so I hope you are fine, too. Pois é, deixa eu parar de ser metido e falar na minha língua mãe, já que meu inglês é bem instrumental. Espero que esteja tudo bem. Aqui tá de bem a melhor e de mal a pior, como é o coração dos homens - como bem gosta de lembrar um amicíssimo meu, o bom e velho Waldenildo, vulgo Zé Brasil.
Então, sem novidades de novo. Quero dizer, mais ou menos. Até que eu estava decidido a falar sobre a Teoria das Cordas hoje. Isso ou falar sobre a Floresta Amazônica. É, eu sei, de novo. Mas os dois assuntos requerem pesquisa e não são lá muito fáceis de falar. Nem são os assuntos dos mais interessantes, acho. Assim, pelo menos serveriam para não deixar o blog desatualizado.
É, não posso frustar vocês, amiguinhos e amiguinas (imaginários)!
Enfim, é bom que já digo como surgiu o assunto de hoje. Bem, geralmente fico enfurnado aos sábados em casa, sabe. É, o dia todo. Às vezes é legal, às vezes não tem nada para fazer e, ultimamente, tenho aproveitado para ver filmes ou séries de animação. Aliás, é no sábado que ando pondo em dia os seriados que estou atrasado. Ahn-ham, são dias solitários esses. Procevê.
Acontece que nesse fim de semana choveu e fez frio pá dedéu aqui em Goiânia. E, bem, é legal, só que incomum. É bacana dormir com cobertas quentes para variar. É mesmo. Mas nem era sobre isso o assunto. Então, daí que minha amiga Angélica me apresentou um blog (indiretamente) bem bacana, o Anime Jinn e lá vi uma sugestão de animê que pareceu ser ideal para meus dias solitários e frios (literalmente, no caso de ontem) de sábado. O nome dele era Usagi Drop.
E me apaixonei pelo troço! Ou, massa demais! Sério mesmo. De fato, é tão difícil achar uma raridade dessas que decidi falar sobre ele aqui. E, vai por mim, se você assistir não vai se arrepender. Só senti algo que possa ser comparado vendo Totoro. Assim, comparado é jeito de dizer, porque Totoro ainda é Totoro, impossível de servir de parâmetro. Mas acho que deu para entender, né?
O sentimento, intenção, ideia geral, não sei como dizer, é bastante semelhante. Já te conto a história, agorinha mesmo!
Bom, a trama conta a história de Daikichi, um carinha de trinta anos que mora sozinho em uma cidadezinha japonesa. Ele trabalha numa loja de roupas e possui uma carreira consolidada. De fato, é chefe de sua seção e bem quisto por seus colegas de trabalho. De vez em quando sai para tomar umas com a galera do serviço e reclamar um pouco das adversidades dessa vida.
E assim era a vida do cara até que seu avô falece. Então, ele volta para a casa dos pais (depois de algum tempo sem dar as caras por lá) para o velório. Acontece é que havia uma garotinha loura, desnorteada e por algum motivo bastante interessada em Daikichi. Pois é, ao que parece essa garotinha era filha de seu avô! A mãe sumira e ela estava ao Deus dará no meio daquela família - já que era filha ilegítima do velho.
Eis que seria entregue para adoção, já que ninguém havia se interessado em cuidar da menina, que era calada e bem na dela - exceto por Daikichi, que demonstrava uma estranha atenção. Pois bem, mediante a situação o cara assume a responsabilidade e se torna tutor temporário da garotinha, levando-a para morar com ele. E a série segue mostrando a vida dos dois daí por diante.
E é simplesmente fantástico!
Acompanhar o convívio e como a garotinha, Rin, desabrocha juntamente com o paizão de primeira viagem é uma das coisas mais lindas que já vi! Sério mesmo!! Se você vir a série e não se afeiçoar pela Rin, com certeza não tem coração. Ou é um andróide ou um zumbi... alienígena de um sistema de sem sol ou calor. É mesmo.
Isso porque a menina é bastante lúcida e esperta em determinados momentos, inclusive para entender o que está se passando ao seu redor. Mostra um amadurecimento pelos fatos, e mesmo tendo apenas seis para sete anos, consegue muito bem entender as situações. Mas em nenhum momento deixa de ser uma garotinha, tendo também seus problemas de infância e sua ludicidade a mil.
Mas sabe o que é mais bonito ainda? A relação afetiva entre Daikichi e Rin. Porque é algo bastante intenso, sem ser pesado. Bom, a menina sabia que seu pai era o avô de Daikichi. E quando ele finalmente aceita a responsabilidade de ser o pai legal, pede o consenso de sua pimpolha para mudar o nome (ter o mesmo sobrenome que ele), que ela sabiamente diz:
"Não. Quero manter meu nome, porque foi o vovô que deu, e isso é importante. O meu pai é o vovô, e o Daikichi é o Daikichi."
Sacou? Ele era ele, alguém especial para a menina. Não era o pai, o padrastro, o tutor, ou qualquer outro nome que damos para alguém como um cargo. Era o Daikichi e pronto. Estava acima de qualquer outra coisa. Lindo demais não é? Verdade, gente, tô dizendo. São esses pequenos detalhes que vão enriquecendo o animê sem deixá-lo denso ou chato.
Não cai num dramalhão que a vida é uma tragédia armada, nem em situações de extremo risco, nem na fantasia. Mesmo porque, é uma série um tanto quanto mais adulta. Mostra o cotidiano de um jovem - ou no mínimo despreparado - pai. E como vai lidando com as adversidades e problemas. É interessante ver como o círculo de amizades de Daikichi aos pouco muda, assim como o zelo e os cuidados pela educação de Rin. Vai se relacionando com outros pais e até se torna mais próximo de sua família, que também passa por alguns perrengues sobre filhos e casamentos.
Quanto aos traços, o início dos capítulos são como se fossem desenhados e pintados com giz de cera, para mostrar bem a realidade infantil do lúdico, de um universo mágico. E os traços, por si só, são outra coisa que chamam a atenção. Rin mesmo tem uma beleza ímpar, além do charminho por viver descabelada. E a trilha é outra coisa bem feitinha, arrumadinha, tranquilinha. Chamo atenção para High, high, high.
É do balacobaco!
Bom, galera, acho que no mais é isso, mesmo. É ver para crer. E compensa demais, sabe por quê? Por que é a verdadeira expressão do cuidar, do querer bem, do amor em sua forma mais sublime. Assim, para quem acompanha o blog a algum tempo sabe da minha carência e de como tendo entender isso que as pessoas chamam de amor e... bem, para mim, essa série resume tudo muito bem. Talvez o amor esteja mesmo na família.
E esse é o meu recado! Vê lá e depois me conta, pode ser? Eu duvido que alguém chegue a não gostar desse animê! Então tá bom. Vou ficar te esperando. Espero te ver por aqui de novo. Grande abraço e até lá!
P.s.: Você pode baixar os onze episódios de Usagi Drop clicando aqui ó.
P.s.: Você pode baixar os onze episódios de Usagi Drop clicando aqui ó.
Aww.. Que fofo! Vou tentar assistir! Já tenho uma lista enorme de coisas pra assistir nas férias!
ResponderExcluirNossa, que bom! O anime é uma coisa linda, mesmo. Ao que parece vai ter uma continuação com a Rin já crescida. E, se não me engano, fizeram um filme também.
ResponderExcluirVai ficar na nossa lista de coisas para discutir! Ela tá crescendo a cada dia, haha!!