E aí, macacada!
Prontos para continuar com a segunda parte de personagens e histórias? Essa tá um pouquinho maior que a outra - mas como ninguém parece ter lido a primeira parte, não compensa fazer uma terceira. Então vamos continuar, tem muito mais!
Vamos continuar com a parte da história com um exemplo
bem recente. Walking Dead. Não é novidade que essa onda de zumbis é
bastante intrigante e interessante, e nos faz delirar desde Resident Evil para
Playstation. Mas isso também foi fruto de uma mistura mirabolante de ciência e
ficção. Quem nunca aí ouviu falar que cientistas já construíram vírus letais em
laboratório para usar em guerras químicas? Pois é. Se é real ou não, não sei
dizer, mas acompanha meu raciocíonio...
E sabia você, amiguinho e
amiguinha aventureiros, que zumbis (ou mortos vivos) na verdade, em sua crença
popular, são mortos que renascem por uma feitiçaria braba? Ahn-ham, procevê!
Fazem parte do Vodu e a coisa toda de reviver mortos para servirem ao
propósitos maligno do feiticeiro das trevas que os reviveu. Macabro, né?
Demais, credo, gosto nem de pensar!
Ora veja você, o que diabos é
Resident Evil ou Walking Dead? Nessas histórias, nada mais são do que um vírus
(ou bactéria) desenvolvido por alguma empresa maluca (a Umbrella, no caso de
Resident) que atingem estado cerebrais revivendo pessoas. Uma adaptação aos
nossos tempos para tornar o terror mais interessante.
É claro que isso não começou com
Resident. Nem com o Michael Jackson. Veio de uma crença vodu, que foi adaptada
por diversos escritores, que foram aprimorando esse universo todo até chegarmos
onde chegamos: dezenas de filmes e séries sobre os bichos, e em cada uma delas
parecem estar com um elemento a mais - em uns são rápidos, em outros são
inteligentes e em outros até se comunicam.
E algumas são bem... atraentes!
Aí é que eu bato de novo: o troço
da história entrou tão fundo no imaginário popular que levou pessoas a criarem
histórias e mais histórias sobre o assunto. Num é? Meus filmes favoritos sobre
o tema são Madrugada dos Mortos e Shaun of the Dead (Todo Mundo Quase Morto),
este último uma comédia. Sim, uma comédia sobre zumbis! Tem base?
Agora, tomando um foco e falando
da última série que tem alimentado os fãs, Walking Dead. O que ele tem de tão
especial, afinal? A história de um policial que acorda num hospital após ser
baleado em serviço num mundo pós apocalíptico permeado por zumbis. Grandes
merda. E daí? Bem, um dos pontos fortes é que tratam os zumbis como mortos,
como seres que já foram pessoas e tiveram um fim trágico e terem de perambular
por aí sem descansar em paz.
Mesmo. Isso é um ponto muito
forte. Mexer mais com o lado emocional. É bacana ver como o policial Rick mata
a primeira morta viva que vê se lamentando que ela tenha passado por isso, como
Morgan reluta em matar sua esposa já zumbi. Também vemos mais para frente,
nesse mesmo episódio, um casal morto e os dizeres na parede: por favor, nos
perdoe. Além do plano de fuga que envolvia decepar um zumbi que, quando vivo,
era doador de órgãos. Isso prova que qualquer boa pessoa poderia ter sucumbido
ali.
O lado humano da coisa, sabe.
Pois é, minha gente. E, bem, mais por isso, mesmo. Porque se for pegar os
personagens vai cair no clichê que descrevi dez parágrafos atrás. Rick é o
herói honrado que vai fazer de tudo para dormir de consciência tranquila porque
está fazendo do mundo um lugar melhor, onde não há lugar para desonra. E também
tem traição dentro do grupo - é com você, Shane. E tem os bonzinhos e os
mauzinhos, muito bem separados, aliás.
E por mais que Shane tenha feito
o que fez, ainda é um dos mocinhos da história - e aposto que vai morrer para
compensar seus atos pouco honrosos, você vai ver. Anotaí na sua agenda para não
esquecer, depois me avisa. Pois é, não tem espaço para deslizes - ou o cara
erra sem querer mais é do bem ou é mau caráter e pronto. O que pesa mesmo aqui
é como a aventura é abordada dentro da história.
Não? É sim, tô dizendo. Bom, e eu
poderia ficar falando sobre isso uma porção de tempo e tudo o mais. Mas vamos
mudar o foco, senão você vai gastar toda sua hora lendo isso aqui. E, bem, acho
que já me fiz entender nessa parte de aventura e história. É mesmo, deixa eu
mudar o foco e ir para os personagens logo de uma vez.
Ter personagens legais, se forem
legais mesmo, superam e preenchem a história toda. Mesmo que ela não seja lá
essas coisas. E já vou começar apelando. Sim, tenho um ás na mangá e vou
jogá-lo: George R.R. Martin. Também digo que até hoje não teve outro que
descreveu tão bem personagens como ele, isso porque ele explora o Ponto de
Vista de cada um em seus capítulos. A forma como o cara escreve é sobre a visão
de diferentes personagens! Massa!!
George, o criador de Game of Clones... Oh, wait!
Entende? Vai um pouco além dos
clichês. Muito eu diria, mas como não tenho fortes argumentos, melhor deixar no
pouco. Porque não fica nos ideais de nobreza, honra e toda aquela história
batida. Aliás, quem quer ser muito honrado em Westerea, vai para tumba mais
cedo. Que o diga Ned Stark. E os personagens vão te cativando justamente por
serem vaidosos, errarem, buscarem fazer o que acreditam ser certo.
De fato, em todo reino, só torço
por três personagens: Daenaerys Targaryen, Jon Snow e Arya Stark. Quero os
outros Stark todos na boca dos lobos, pelo como os Lannister. Mesmo. Mas daí
vai de cada pessoa, o Tyrion Lannister mesmo é um dos preferidos da galera por
sua inteligência fora do comum, além de suas tiradas espertas e irônicas. Bom,
meu conselho é que você lei a Guerra dos Tronos. Você vai entender o que quero
dizer.
Claro que a história e o mundo
são bem bolados, mas não são o enfoque. Não tem grande aprofundamento e
precisão, nem esse é o enfoque. O importante mesmo é saber como diabos vai
ficar estabelecido o Reino depois de toda pecuinha - o importante é a busca dos
personagens pelo poder. E cada um vê de uma maneira distinta, com seus lados
positivos e negativos, mas sem um bem e um mal bem definidos.
Esse é outro motivo de não ter
como compará-lo com o tio Tolkien. Este tem todo um universo criado e se baseia
nele, enquanto Martin vai explorando a situação nos personagens e seus dilemas
e conflitos pessoais baseados nos perrengues que cada um tem de resolver. E,
assim, o mundo tem bases sólidas, criaturas fascinantes que vão se revelando
aos poucos - como os estranhos poderes lupuianos e os dragões - mas não é
profundo. Basta saber como as coisas eram em tempos distantes e como o reino
está.
E só é preciso isso mesmo. O
resto é com os personagens. E Martin explora isso com maestria espetacular. Não
só ele, muitas histórias são carregadas por seus personagens e o restante a
imaginação popular se encarrega. Quer ver outro exemplo? Crepúsculo e afins.
Sei que não deveria citar isso perto do Martin, já que a doida da Stephenie
Meyer distorceu toda a história de vampiros e lobisomens, mas...
Quer exemplo melhor? Não pelo
fato de explorar (distorcer na verdade) lobisomens e vampiros, lutas seculares
e a coisa toda que ela fez questão de cagar em cima, mas sim por ter usado a
Bella para imprimir toda angústia de garotinhas adolescentes e seus conflitos e
anseios da puberdade. Toda menina se sentia como a Bella ou conseguia ver o
quanto ela sofria - ou no mínimo queria saber o que ela ia fazer com sua vida
amorosa.
Eu acho. Nunca fui bom em
entender meninas, sabe. Então, meninas fãs de Crepúsculo ou não, me ajudem a
dizer se isso faz sentido! O fato é que a autora focou muito mais nos
sentimentos do que na história fantástica. Que ela distorceu totalmente - qual
é, Edward voa, vive na floresta e brilha, ele é uma fada!
Pior que é verdade. A galera do Capinaremos tá certa, mesmo...
Pois é. É o que acontece com os
jogos de video-game, por exemplo. O que mais acontece, eu diria. Quem é mestre
em fazer isso é a Capcom - mas não vou falar da Capcom, não, porque ela
basicamente investe na parte física e na roupagem de seus personagens,
inventando o resto como: era um ex-guerrilheiro, uma vampira descambriolada,
coisas assim. Video games em geral procuram fazer isso, sabe. A história de
verdade fica a cargo do jogador.
Talvez isso explique Mario,
Zelda, Metroid e toda horda de jogos da Nintendo que faz da vida tão mais
maravilhosa do que já é. Aliás, dizer isso há uns tempos seria uma vergonha
desastrosa, mas os video games cresceram tanto que nem chega a ser tão
discriminados mais. Você sabe, coisa de criança. De fato, os personagens
exploraram tanto o imaginário das crianças e adolescentes na época que eles
cresceram jogando video games - e o mercado os acompanhou.
Não digo tanto a Nintendo, mas os
jogos de outros consoles mostram jogos bem elaborados, complexos e diria até
adultos.
Hoje os jogos são extremamente
elaborados, e já não jogam simplesmente personagens bonitos para que os
jogadores cultivem um desenvolver da aventura em suas mentes (como salvar a
princesa que está em outro castelo): estão tentando explorar o ponto da
história também. Por isso não me assusto quando o Amer, meu mestre Jedi, diz
que tal mercado ainda vai fazer frente ao cinema. Bom, acho que é ir um pouco longe
demais, mas veremos.
Claro que sempre existiram os
japoneses que levaram essa história de video game sempre a sério, sendo
imbatíveis em seu mercado. Exemplo claro disso é Chrono Trigger, que teve um
time dos sonhos ao ser feito, envolvendo personagens legais e uma trama
aventureira de deixar qualquer um excitado e contagiado (ou excitada e
contagiada, por que não) para socar umas criaturas místicas.
Tipo, jogar quando se é pirralho
ou pirralho é uma coisa, e jogar agora, já tendo noção e vendo muita ficção
outra - dando para notar a complexidade de tudo... Mas essa é uma excessão,
vai. A maioria dos jogos exploram a beleza das armas, os corpos bem definidos
sobre o mundo de fantasias (que existe, mas não é lá essas coisas de
profundidade, basta ter coisas estranhas e grotescas).
Falei pá dedeu, né?
E acho que é isso. Para fechar,
deixa eu citar Star Wars. Bom, vou citar a série de filmes para concluir minha
fala, finalmente. Assim, acho que disse isso no início, mas vou me repetir: o
fato de a história sobressair sobre os personagens ou vice-versa não quer dizer
que um seja muito superior ao outro. Às vezes os dois elementos são bem dignos
e complementares. Claro, sempre são complementares, visto que um não acontece
sem o outro mas... deu para entender.
E creio que os filmes de Star
Wars, os clássicos eu digo, cativam tanto por seu universo de guerras
interestelares quanto por seus personagens. Na verdade, por personagens quero
dizer Darth Vader. A história é fantástica, mas o mestre Sith roubou mesmo a
cena - mesmo porque ele era o pai do mocinho, o que pegou todo mundo de
surpresa. E até hoje pega.
E o Bobafett é um dos preferidos
da galera também. O fato que quero destacar é que o universo é bastante bem
feito e os personagens não devem muito - tendo eles maior relevância para
aquilo que tenho chamado de "imaginário popular". O filme conta com
certos clichês de personagens que se arrependem, amores bem mal trabalhados
e... bem, já estou opinando sem muitos argumentos...
Com a nova trilogia, dá para se
encantar bem mais pelo universo do que pelos personagens - já que os atores
forma bem mal dirigidos (é com vocês, Hayden Christensen e Natalie Portman! Se
bem que a história da Leia e do Han é meio difícil de engolir também, apesar
dos ótimos atores...). Você sabe, a história dos Jedi, Sith, Guerras Clônicas e
as batalhas tão bem exploradas em jogos da franquia.
Bom, a respeito dos personagens, acho que já
chega, né? Ahn-ham, chega de encher sua caramiola!
Pois é, minha gente, pois é. Essas são as minhas
análises das coisas. E tem até lógica se você ver as coisas como eu coloquei. É
por essa e outras que ainda não comecei meu livro, sabe. É preciso pesquisa,
uma história bem elaborada e personagens bem estruturados. Para ser sincero,
ainda não sou capaz de fazer personagens de profundidade, nem tenho um mundo de
história fantástico para contar. Então vai demorar mais um tempo.
E vou ver se leio Harry Potter também. É, por
isso não falei do bruxo aqui: vi alguns filmes, mas não li os livros e não sei
dizer o que mais chama a atenção. Até onde eu sei, o que mais encanta é o mundo
de bruxas e feitiçarias, mas os personagens não ficam muito longe – o Harry
parece ser um personagem legal, mas não sei até onde é o carisma do Daniel
Hadcliff. Então não é bom ficar falando de coisas que não tenho conhecimento.
Ao que me parece, tem alguns elementos chavões
(que já citei anteriormente) que J.K. Rowling soube aproveitar com maestria. É,
tô falando do Snape, que ela acabou por dar uma rasteira, um gancho e um especial
bem na fuça dos leitores. Para mim, ele era duMal – e para você também, fala a
verdade. E se for no mesmo rumo dos livros, sempre tem o elemento surpresa,
algo que dá um reviravolta na história – como o Sirus Black ser bonzinho e
coisas do tipo, sabe.
Aliás, para quem não sabe, essa é a técnica super
secreta indefensável em Street Fighter. Rasteira, gancho e especial. Meu amigo
Thales – que deve estar em algum lugar de Goiás, rico e cheio de vontade de
compartilhar comigo um pouco de sua fortuna – era perito nela. E funciona, só
não sei dizer em qual... acho que o Alpha três não sei das quanta.
Ah é, Diego? Vou tentar da próxima vez!
E, bem, para quem ainda não sabe, eu tenho medo
de Harry Potter. Sério. Tenho mal estar toda vez que vejo um filme por aquele
lance de bruxaria, dele falar cobrês e coisas do gênero, e acabo sempre por não
ver. Ahn-ham, tenho esse problema. Só vi uns dois ou três filmes inteiros,
então estou só arriscando de longe pelo pouco que vi – além das fofocas na
Internet.
Bom, deixa eu focar de novo e falar do livro que
pretendo escrever. Enrolei, enrolei e cheguei aos finalmentes, finalmente! O
fato é que já tenho mais ou menos um roteiro, sabe. E vou te contar agora: vai
ser uma aventura épica em terras distantes e verdes, de mares ocultos e até
celestiais! Vai ser sobre duas (talvez três) pessoas que por algum motivo
(provavelmente a guerra que ocorre naquelas bandas) saem em aventuras e
objetivos diferentes e que em determinado ponto se encontram e mudam o rumo das
suas vidas.
Aliás, eles não irão mudar todo o mundo e nem
estarão nas linhas de frente, mas serão essenciais para impulsionar um grupo e
trazer a eles um líder. Essa reunião sim será o início das mudanças de tudo.
Mas não pretendo mostrar como vai acontecer depois de conseguirem recrutar
pessoas e armas, ficando a critério da imaginação de quem ler.
Para formar tal aliança, terão de ir para
diferentes locais para conseguirem três distintas chaves que dão acesso a algo
(arma, guardião adormecido, livro de segredos, não sei). E as chaves não serão
chaves: uma será um óleo estranho, a outra uma espada velha e a última uma
pessoa.
E, bem, as informações sobre essas chaves virá do
confronto entre os exércitos branco e vermelho – ou quaisquer outras cores –
que estão em guerra porque... ainda não sei. Sei que haverá confronto interno
em um desses exércitos pela disputa de poder e estratégia de tropas (entre dois
tenentes, por exemplo, mas nada que interfira no comando geral, para tentar
mostrar as desavenças internas... tipo o Stalin e o Trotsky, sabe?). De alguma maneira
a informação sairá dali.
Ou não.
Para tanto os personagens principais precisarão
se preparar. E irão treinar em diferentes locais – numa floresta, num pântano
maldito e em outro lugar (caso sejam mesmo três personagens). Sei que terá
alguém que irá enfrentar o treino temporal de looping infinito, tipo viver o
mesmo dia diversas vezes sem perder a memória corpórea. Outro, que treinará na
floresta encontrará uma fadinha e se tornará amiguinho dela, sendo bff (best
friends forever). E, bem, se tiver mesmo mais um personagem, tenho de
pensar algo.
Estava pensando em uma menina, já que é certeza
que os outros dois ali em cima serão meninos. E tenho de pensar num treino para
ela também. E também estava pensando em como usar o acaso na história, já que,
como eu já disse aqui no blog, não acredito muito nesse papo. Já mudei um pouco
meu modo de pensar, mas quero mesmo retratar isso. E rever meus conceitos
também – por enquanto estou mais confuso a respeito dessas coisas, mas preciso
por minha opinião na história.
Tinha pensado em fazer um livro repleto de
imagens e com dois finais possíveis segundo o caminho que o leitor decidir (por
exemplo, se ele escolhe um caminho, vai para página tanto e vê o que acontece e
assim a história ir seguindo), mas isso é por demais trabalhoso e experimental,
perigoso demais. E corre o risco de ficar um lixo de tão mal organizado. Outra
coisa que me auto-reprovei foi o fato de encher o livro com imagens, sendo
inviável demais.
Tava pensando em escrever como escrevo aqui, mas
vou ter de tirar muitas formas de expressão também. Procevê, por exemplo.
Ahn-ham. Pois é, né. Como dá para ver, tenho mais ou menos um rumo de todas as
coisas, mas ainda tenho de fechar a história. O final já tenho mais ou menos,
mas tem muitos buracos na história ainda. É preciso mais pesquisa.
Cheguei a baixar umas revistas de como desenhar
mangás para eu mesmo fazer o design dos personagens, sabe. Mas meu forte não é
desenho, definitivamente. O fato é que pelo menos os trajes vou tentar fazer –
assim as pessoas podem ver as roupas e trajes que farei em diversas ocasiões
das aventuras, não ficando só presas as minhas descrições (que são escassas,
desencantadoras e sem o brilho dos grandes autores).
E tentar colocar mais roupas nas guerreiras, for love of Pete! Do bom e velho sexxxcethera.
Ah é, vou tentar sair um pouco da Idade Média.
Assim, as coisas vão ser meio medievais, sim, mas sem aquele papo de nobreza e
reinos e tudo o mais. Vai ser à base dos governos, federação, quem sabe até
coronelismo. Tem que ver isso aí. Num é, não?
É mesmo, é mesmo. Então chega, né? Assim,
acredito mesmo nessas coisas. Esses textos vão ser um baita arquivo! Gostei pá
chuchu de escrever! Tomara que alguém tenha lido. E se leu, será
fantasticamente lembrado ou lembrada na sessão de autógrafos, tendo a honra de
receber o primeiro – e até uma menção honrosa na contra-capa do livro!
Obrigado, galera. Valeu pela paciência. Se
discordarem, concordarem, ou simplesmente quiserem me xingar, falaí nos
comentário, beleza? Fechô! Então tá bom. Espero ver vocês por aqui em breve. Até lá!




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