quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Queime, Cosmo!! (Parte 7)

Oi, gente.

Tudo bem? Espero que sim. Hoje, de uma vez por todas, vou terminar de contar a saga de Atena e seus fiéis Defensores! Finalmente!! Mesmo porque os filmes e séries que procedem são como uma alternativa, visto que o roteiro original vai somente até o final da saga de Hades. E aqui me refiro a Saint Seiya Ômega, Lost Canvas e até aquela loucura do Kurumada que foi o Next Dimension.

Ele usou alguma coisa para ter uma ideia doida dessas, só pode...

Enfim, rumbora continuar as aventuras dos Cavaleiros de Bronze no Mundo das Trevas. Bem, como a gente viu, Seiya caiu com Valentine no abismo que leva ao Submundo. Ele só sobreviveria se tivesse despertado, ou ao menos começado a despertar, o Oitavo Sentido. Os demais elevaram seus Cosmos ao máximo antes de tentarem entrar, mas Seiya foi sem saber de nada e, teoricamente, seria o primeiro a chegar.


E, de fato, foi. Valentine havia desaparecido, mas Shun estava caído ali perto. Ele vai lá e acorda seu companheiro. Ao despertar, fica feliz e explica todo o processo que citei no parágrafo anterior. E também sobre Shaka, Atena e a armadura. Sem mais delongas, se aproximam de uma porta meio sinistra. Em grego, ela dizia: “Aquele que aqui entrar, perde toda esperança”. Era a porta do desespero.

Ainda assim, nossos guerreiros prometem avançar com bravura, sem se deixarem abater com tais coisas. Logo em seguida, encontram um rio, o Aqueronte. Muitas pessoas choravam nas margens. Um barqueiro chega e explica que elas passaram a vida inteira sem vontade própria, e agora se lamentavam naquele local sem poder atravessar.

Tal homem era Caronte de Aqueronte, Estrela Celeste Espacial. Em pouco tempo percebe que os dois estavam vivos e fica confuso... Seiya pede que o levem para o outro lado, partindo para "negociações agressivas". Caronte se prepara para lutar mais a sério. Em certo momento, até Shun contribui, fazendo com que o barqueiro evite a fadiga. Bastavam pagar que tudo ficaria certo.

Nosso gentil Cavaleiro de Andrômeda entrega seu valioso medalhão com os dizeres “Yours Ever, única lembrava que tinha da mãe. Tudo para evitar batalhas desnecessárias. Caronte diz que era insuficiente, mas continua a travessia. Após uma hora, estavam na metade do caminho – era onde os Cavaleiros desceriam. O barqueiro traiçoeiro ataca novamente. Seiya é derrubado na água, e Shun consegue pegá-lo com a corrente. E, mesmo naquela situação, os dois continuam o combate.

E, como todos nós sabemos a essa altura do campeonato, quanto mais Seiya apanha, mais forte fica, e o barqueiro começa a levar uma baita surra. Acaba que Caronte também escorrega e quase se afoga, dependendo de Shun para puxá-lo de volta. Quando todos estão de volta a bordo, assim que recupera seu remo, a batalha reinicia – afinal aquele era o Inferno, ninguém ali era bom ou de confiança. No calor da luta, olha bem nos olhos de Andrômeda e desiste. Era um olhar bondoso e sereno demais para merecer estar ali. Diz que, assim que chegassem na outra margem, colocaria um fim na história toda.



Aí, ficamos sabemos como se dava a organização do Mundo das Trevas: Oito Prisões, Três Vales, Dez Fossos e Quatro Esferas. Ao chegarem na margem, Seiya enfrenta Caronte. E, bem, apesar de sofrer alguns arranhões, consegue vencer. Assim, sem mais demora, partem para Primeira Prisão. Chegam nela depois de vencerem um lance de escadas. Tal lugar parecia um fórum, aonde podia se ler “Morada do Juízo”.

Em seu encontro vem Markino, que exige silêncio absoluto. Diz que era exigência do procurador em serviço do juiz Minos. Daí para frente é só avacalhação por parte de Seiya, que espirra, fala alto e até solta um pum. Isso deixa o pobre subordinado fulo da vida, que abre o berreiro e é repreendido pelo próprio Lune de Balron, Estrela Celeste Sábia. O Espectro ocupava o lugar de Minos, um dos três Juízes, devido ao alerta de invasão do território de Hades.

Pergunta o nome dos mortos para que checasse em seu livro e desse a devida punição, escolhendo o lugar ao qual seriam designados. Eles dizem. Mas nada consta nos registros e Lune pede para que repitam. Seiya então puxa o ar e aos berros repete que ali estavam os Cavaleiros de Pégasus e de Andrômeda, Defensores de Atena. Seiya ainda afirma que nada tinha feito para ser julgado. O procurador então ataca e mostra grandes delitos do arrogante guerreiro.

O mais grave era ter matado muitos homens, mesmo que em nome da justiça. A prisão ideal para ele seria a Sexta, no Primeiro Vale, o Inferno de Poço de Sangue. E teria realmente caído lá, mas graças às correntes de Andrômeda, Seiya se safa. Ela pode atravessar dimensões, lembra? Nesse instante, Lune encara Shun e diz espantado: “Você é ele!”. Daí ele, você e eu ficamos confusos com a cena.

Logo percebe o engano e retoma o discurso. Nosso gentil amigo concorda e diz que, mesmo que tenha matado muitos em nome da justiça, estava disposto a pagar – mas só depois de cumprir sua missão. Sem grandes problemas, Lune imobiliza Shun e o despedaça por inteiro. Diz que, por causa da semelhança, enterraria a cabeça de Andrômeda. E, logo em seguida, ela começa a falar e dar ordens.

Desesperado, encontra-se com Radamanthys já do lado de fora, que pergunta o que diabos ele fazia correndo com o capacete. Percebem que se tratava de um ataque inimigo. Lune ataca com seu chicote e descobre Kanon – que desintegra o adversário dizendo que o maior pecado foi ter julgado os outros sem ser deus.

Radamanthys então parte para o ataque e Kanon pouco se esforça – estava leve ali, diferente de quando no Castelo, local onde as forças dos adversários eram reduzidas. Somente por isso Mu, Aiolia e Milo foram facilmente derrotados. Shun e Seiya chegam agradecendo ao novo Cavaleiro de Gêmeos, mas são duramente repreendidos por terem sido derrotados. E que só deveriam ser julgados pelos crimes após o fim de todas as batalhas. E os manda sumir dali, pois queria dar uma lição naquele Juiz das Trevas.


E os dois entram em combate. Com os ataques do irmão, o antigo usurpador leva grande vantagem e venceria a luta. Pena aparecerem Espectros a mando de Pandora. O Juiz era necessário junto aos demais, Minos e Aiacos. Radamanthys dá no pé e Gêmeos liquida com os demais Espectros num golpe bem familiar a todos: Explosão Galáctica.

Seiya e Shun enfrentavam uma forte chuva desde o Vale do Vento. Em seguida, chegam à Segunda Prisão. Um monstro de três cabeças alimenta-se dos mortos – era Cérberos, o cão de guarda que devora aqueles que em vida cometeram o pecado da ambição. Os dois tentam passar de fininho, mas uma cabeça avista o Cavaleiro de Pégasus e quase o come – cospe por ser uma carne fresca demais, como bem explica o guardião do local.

Ninguém menos que Faraó de Esfinge, Estrela Celeste Selvagem. A besta gigante ataca e nossos dois amigos juntos conseguem apagá-la. O Espectro entraria em combate, mas alguém chega e o impede. Alguém prateado...era Orfeu de Lira! O lendário Cavaleiro de Prata cuja força supera a dos Cavaleiros de Ouro!!

Seiya tenta explicar toda situação, mas Faraó ataca. Seria o fim, mas Orfeu interfere tocando seu instrumento. E ataca os dois Cavaleiros de Bronze – disse que daria cabo a eles. Por fim, acaba por levá-los, inconscientes, a um jardim, onde uma moça petrificada estava. Os dois acordam e perguntam quem ela era. Tratava-se de Eurídice, que depressa pede ajuda para que os dois salvem Orfeu. Conta sua história.

Na Terra, Eurídice e Orfeu foram amantes. Um dia, ela foi picada por uma cobra e morreu. Inconformado, seu querido amante vagou até o Mundo das Trevas para tentar convencer Hades a reviver sua amada em troca de uma linda canção. O Imperador do Submundo concorda, desde que no trajeto de volta, jamais olhem para trás. Acontece que, por ordens de Pandora, Faraó devia impedir a passagem dos dois – na Segunda Prisão, Orfeu vê uma luz e olha para trás, fazendo com que Eurídice se transforme em pedra. Hades permitira que ele ficasse em seus domínios desde que o agraciasse com sua linda lira.

Logo após a história, Orfeu chega e os manda voltar. Hades era poderoso demais. Seiya explica toda a história da armadura, mas o Cavaleiro de Prata estava irredutível. Quando prestes a partir com Shun, veem um clarão semelhante à luz do sol: era Faraó com um espelho. Agora era pessoal. Orfeu entra na briga e dá cabo ao Espectro, mesmo este tendo arrebentado uma corda de sua lira.

Daí cai em si que ressuscitar alguém que já morreu era um grave erro. E decide partir com Seiya e Shun para enfrentar Hades. A cada treze dias, ele tocava para o Imperador. Aquele era o exato dia para tocar sua melodia. Assim, Orfeu aparece em Giudecca com um baú de flores. Pandora acha estranho, confiscando o baú, e chegando até mesmo a espetá-lo com seu tridente.

Enquanto isso, Kanon encontra Eurídice e ela conta tudo sobre a história da canção. Aquilo tudo era uma loucura, pensa o novo Gêmeos, pois Giudecca era o ponto final do Inferno – se algo desse errado, era o fim.

Após confiscar as flores, os três Juízes aparecem. Pandora queria que todos ouvissem a lira de Orfeu. Radamanthys diz que a situação era crítica para tais cerimônias, mas a moça queria manter o Imperador calmo, já que ele, aparentemente, nem suspeitava dos acontecimentos. Iriam ouvir como se nada estivesse acontecendo. E assim acontece. Orfeu toca e em poucos instantes, percebe-se a presença de Hades. O Cavaleiro de Prata usa seu ataque e todos os presentes caem em sono profundo.

Sem demora, parte para cima do Imperador, mas é impedido por Radamanthys - estivera preparado para uma traição a qualquer momento. Seiya então entra em ação com seus meteoros. O Cavaleiro de Prata consegue ficar frente e frente com Hades e percebe o medalhão “Your Ever”. Além disso, tinha o rosto de Shun, esculpido em carrara.
 
Orfeu ataca, mas ninguém estava ali mais. Radamanthys começa a dar trabalho. Por fim, o Cavaleiro de Prata se agarra ao juiz e manda Seiya dar cabo dos dois. E, de fato, Orfeu morre. Mas o Espectro ainda está bem vivo. Shun ordena que todos parem. Radamanthys desobedece e Andrômeda repete novamente a ordem. A personalidade havia mudado. Aquele ali era Hades.

II Pause

Nesse momento, acaba o mangá e a história continua em outro. Aí, temos um mapinha do Inferno, que acho importante relatar aqui. Vamos lá:


1.Portal do Inferno: desfaça-se de todas as esperanças, por menores que sejam;
2. Rio Aqueronte: necessário pagar transporte;
3. Primeira Prisão: tribunal que julga os mortos – a mentira se desfaz;
4. Vale da Ventania Negra: inferno de vento, os condenados pendem sob os ventos de um furacão para sempre;
5. Segunda Prisão: os condenados por avareza são golpeados por uma chuva gelada e pesada, tornado-se alimento de Cérbero;
6. Terceira Prisão: os condenados por luxúria quebram pedras por toda eternidade;
7. Quarta Prisão: lago da escuridão, onde condenados deprimidos e cheios de ódio se afogam;
8. Quinta Prisão: os que ignoraram a doutrina divina são confinados em túmulos de fogo;
9. Sexta Prisão:
- Primeiro Vale: criminosos vão para um vale de sangue por usarem de violência com próximo;
- Segundo Vale: inferno florestal para onde vai os suicidas;
- Terceiro Vale: deserto escaldante àqueles que se entregaram a prazeres demoníacos;
10. Grande Cachoeira de Sangue: todo o sangue e lágrimas acumulados até agora de todos os condenados do Inferno;
11. Sétima Prisão:
            - Primeiro Fosso: criminosos acusados de venda de mulheres são chicoteados;
            - Segundo Fosso: condenados bajuladores são lançados ao excremento;
            - Terceiro Fosso: acusados de usar profecia divina para o mal são queimados na vela;
- Quarto Fosso: criminosos que fizeram previsões enganosas têm seus pescoços torcidos;
- Quinto Fosso: pessoas acusadas de corrupção e suborno são lançadas num lado de piche fervente e destroçadas por demônios;
- Sexto Fosso: acusados de hipocrisia são condenados a usar um manto de chumbo e andar eternamente;
- Sétimo Fosso: inferno de cobras aos condenados por roubo;
- Oitavo Fosso: inferno flamejante que frita quem semeou intrigas;
- Nono Fosso: os que semearam a discórdia têm seus corpos retalhados;
- Décimo Fosso: os que falsificaram dinheiro e foram fraudadores têm seus corpos apodrecidos e são dilacerados;
12. Oitava Prisão: Cocyte – inferno gelado onde são jogados aqueles que cometeram mais graves crimes, como trair os deuses;
- Primeira Esfera: Kaina;
- Segunda Esfera: Antinora;
- Terceira Esfera: Tokorréa.
I> Play

Então, finalmente vemos Hyoga e Shiryu correndo ao lado de Kanon, em direção à Oitava Prisão. Na Terceira Prisão são atacados por um Espectro, Rock da Estrela Celeste do Cabo. A resposta é uma Cólera do Dragão, o bastante para executá-lo. Aliás, ele voltara a enxergar. Para andar ali, a visão era desnecessária, ao que parece. A seguir, outro Espectro surge, mas Hyoga o derrota com Pó de Diamante antes mesmo que o coitado pudesse dizer o nome.

De repente, um grande rio. Era necessário transpassá-lo para passar a Quarta Prisão. Um jangadeiro surge e diz que os levaria gratuitamente após matá-los. Os ataques de Dragão e de Cisne são detidos com uma só mão do grande Espectro – que os derruba com um só golpe, colocando-os na jangada. Tratava-se de Flegia de Lycaon, Estrela Celeste da Punição. Kanon empurra a embarcação e diz que os conduziria tranquilamente após matá-lo. E assim o faz, já que havia visto o ataque do inimigo.

E, como sabemos, um ataque só possui eficácia uma vez. Depois que você o demonstra, dificilmente acerta o mesmo Cavaleiro de novo. Velha história.

Shiryu finalmente desperta e tenta acordar Hyoga. Estavam sós. E mais: na Quinta Prisão, local onde àqueles que ignoraram a palavra divina, sofrem. Mais à frente, encontram Kanon parado com outro Espectro gigantesco. Que cai morto. Os dois se desculpam, mas a hora era imprópria para tal remissão: Radamanthys estava ali.

Shiryu tenta saber tudo que havia acontecido, e a única resposta que obtém é: Seiya e Orfeu estão em Cocyte e Shun é Hades. O Novo Gêmeos despacha os Cavaleiros de Bronze remanescentes e fica frente a frente com seu adversário, para tentar finalmente acertar as contas. Começam um confronto, mas o Cavaleiro de Ouro conhecia os ataques do Juiz. Além do mais, estava debilitado pelos ataques de Orfeu. E seria o fim para ele, caso Minos e Aiacos demorassem um pouco mais.

Aí Kanon começa a sofrer nas mãos dos Juízes. Radamanthys continua a protestar, sentido-se desonrado. Então, alguém rompe as cordas que manipulavam Gêmeos. Ninguém menos que Ikki de Fênix! Mais um pouco e já era para o antigo usurpador. Descontente, Kanon revela a ele que Shun é Hades.

Papertoy!

Então somos levados para um flashback. O pequeno Ikki leva Shun em seus braços, quando uma menina aparece dizendo para entregar o bebê – os deuses traçaram um destino específico para ele. A pequena Pandora usa seus poderes para imobilizar o garoto teimoso, que ainda assim defende seu irmãozinho. Jamais largaria, expandindo seu Cosmo. Então, o medalhão é colocado em Shun, sendo impossível fugir, a alma de Hades chamaria por aquele corpo.

Entrementes, Fênix era impiedosamente atacado. Aí Ikki entende: Shun pretendia morrer! Bem típico, aliás. Aham... Aiacos então se apresenta – Aiacos de Garuda, da Estrela Celeste Heroica. E uma batalha é travada. E, bem, conhecemos Fênix, ele apanha mas acaba por virar o jogo. Sim, derrota, sozinho, um dos Juízes. E em seguida é transportado para presença de Hades.

Ao perceber, começa a chamar por Shun. Aqui, ele relembra todo o flashback que descrevi dois parágrafos acima. O medalhão nada mais era do que uma corrente que ligava Hades a Shun. Your Ever – o corpo de Andrômeda pertencia a Hades eternamente. A alma do Imperador do Submundo se refletia na imagem de Shun e aparecia aos Espectros de tempos em tempos.

Ikki se levanta e Pandora o ataca com um tridente. Fênix destroça o medalhão e manda Hades sair dali. Seria por bem ou por mal. Pandora novamente ordena que saia e Ikki mete-lhe o tapa, que a joga nas pilastras. Mais: pega o tridente e diz que, ao contrário dos outros Cavaleiros bichinhas, estava pouco ligando se ela era uma mulher – o mal era o mal, mais um desaforo desse era morte na certa. E enfia o tridente por entre as pernas da mulher maligna. Momento épico!!

Logo em seguida, sobe as escadas e começa a estapear Shun. O Imperador diz que só estava ferindo o corpo do irmão. E o repele escadas a baixo. E revela seus planos: alinhar todos os planetas e imergir a Terra num eclipse eterno, tornando o planeta gelado e escuro, tornando-a no novo Mundo dos Mortos.

Ikki usa várias vezes o Ave Fênix, destruindo todo cenário, mas tendo zero de eficácia. Até que, de repente, Hades hesita – Shun o segurara, tinha o aceitado de bom grado aguardando um momento como aquele. Pandora ataca novamente, mas uma corrente protege o agressivo Cavaleiro. Shun pede que ande depressa e o mate, para que milhares de pessoas possam viver. Mas Ikki está hesitante.

E Fênix ataca com tudo, mas se detém no último instante. Chance perfeita para Hades assumir total controle de Shun. Os cabelos agora estavam totalmente enegrecidos. Ataca Fênix, deixando-o totalmente fora de ação. Valentine é convocado para que leve o corpo dali para a prisão de gelo. Hades vai descansar.

Entrementes, Seiya desperta em meio ao inferno gelado. E vê que Ikki está ali, juntamente com Aiolia, Mu e Milo. Todos vivos, mas desacordados. Então Valentine da Constelação de Harpia se apresenta. Pégasus diz querer acertar as contas, já que da última vez em que se viram, havia um Castelo desabando. Mas o Espectro estava bem pouco interessado em guerreiros agonizantes. E tudo ficaria por isso mesmo, até que Seiya diz possuir a armadura de Atena e a colocar em jogo.


Ao sentir que sua deusa estava por perto, suas forças voltam e Pégasus alça voo!

Shaka surge à presença de Hades, dizendo que tomaria sua vida. Ele e Saori se dirigiam do Rio Aqueronte para o Rio Lethé rumo aos Elísios, mas sentiram Hades ali e mudaram a trajetória. Pergunta por Atena, Shaka ignora e prepara-se para atacar quando a própria aparece. Atacar só prejudicaria o corpo de Shun, a alma continuaria intacta. Assim, ajoelha-se, pedindo que Hades impeça o Grande Eclipse, oferecendo a própria vida.

O Imperador aceita e ordena que Shaka faça a execução. Virgem pega a arma e a lança contra o deus. Saori o impede no caminho, jogando o tridente no chão. Hades o recupera e o joga novamente, agora contra o Cavaleiro, mas a deusa novamente para a arma com uma mão. Primeiro, que ele parasse o eclipse. Ninguém morreria antes disso, nem Shaka, nem Shun.

O sangue de Atena fez Hades recuar. Saori pede para que Andrômeda aguente firme e tente expulsar o invasor. A alma sai e tenta atacar sua adversária, que lança o tridente. Logo após isso, uma explosão. Seiya chega no local. E lá estava Shun, desacordado. Após acordá-lo, os dois chegam em um muro – era o limite final do inferno: o Muro das Lamentações!!

Shaka estava ali, meditando. Hades havia atravessado e Atena o seguira. Somente um deus poderia atravessar o muro. O Cavaleiro de Pégasus disse que era apenas um muro, poderiam muito bem pô-lo abaixo. Ledo engano, o mesmo que Virgem cometera. Começam a entrar em desespero: sem a armadura, Saori morreria com certeza! O que havia após tal muro era um grande mistério, mesmo para Shaka, mas era bem provável que se encontravam os Campos Elísios.

Seiya decide se jogar contra o muro após elevar seu Cosmo ao máximo, chegando a entregar a armadura divina para que Andrômeda prosseguisse, contrariando a vontade de Shun. Sempre suicida, como sempre. Porém, Shaka o impede. A única maneira era se reproduzissem raios de sol. Mas como? Nesse momento, no inferno de gelo, os Cavaleiros de Ouro despertam pelo Cosmo de Atena. Quando Shaka estava prestes a explodir sua vida, Dhoko chega, apoiando a mão sobre o ombro do honrado Cavaleiro. Seria inútil morrer daquela forma. Logo após isso, surgem Mu, Aiolia e Milo. Áries devolve a Virgem seu rosário, agora com muitas contas escurecidas.

Dhoko explica a Shun e Seiya que as Constelações dos Cavaleiros de Ouro são banhadas pela luz do Sol, por estarem em trajetória elíptica sobre a esfera terrestre, possuindo vasta energia heliocêntrica. Elevá-las e uni-las como uma só seria capaz de produzir um pequena radiação solar. Assim, os seis empunham as armas de Libra e partem para cima.

No Santuário, os Cavaleiros de Prata e Bronze olham com desconfiança para o eclipse. Na mesma hora, a armadura de Sagitário abandona sua Casa. E, logo após, o mesmo acontece com as de Capricórnio, Aquário, Touro, Câncer e Peixes.

O Muro das Lamentações continuava intacto. Seiya estava doido para tentar algo. Quando menos esperavam, as demais armaduras de Ouro aparecem! Começam a ressonar. Kanon corria quando o traje começou a brilhar intensamente. Eram as demais a convocando, num caso de extrema urgência. Radamanthys aparece. E, sem se intimidar, Kanon retira seu traje, que sai voando. Recebe um golpe em cheio do adversário. Mas tinha cumprido sua missão até ali. Agarra-se ao Juiz e voa, destruindo o adversário junto consigo, ciente que seus pecados foram redimidos.

A armadura de Gêmeos chega. Todos os Cavaleiros de Ouro ressuscitaram! Aiolos se arma e iria disparar uma flecha. Produziriam raios de sol em pequena escala e destruiriam o muro. Infelizmente, nenhum deles sobreviveria. Os Cavaleiros de Bronze conseguiriam atravessar a dimensão graças ao sangue de Atena. Deveriam partir aos Campos Elísios e terminar com a guerra de vez. O verdadeiro corpo de Hades estava ali, desde a Antiguidade. Era agora ou nunca!

 Os Doze de uma era passada.

Shun e Seiya saem do local. Minos se encontra do lado de fora. Entra, ignorando o aviso dos Cavaleiros de Bronze. São jogados longe. Um buraco se abre no muro e o templo de Giudecca é feito em mil pedaços. Quando vão de encontro ao buraco recém aberto, só veem as armaduras em forma de animais. Hyoga e Shiryu chegam e presenciam o ocorrido. E todos choram. Era o fim dos Cavaleiros de Ouro.

Todos decidem prosseguir com a jornada, exceto Shiryu, que permanece na entrada recém-aberta. Após atravessarem o pequeno túnel, avistam uma outra dimensão, onde o tempo e o espaço se distorcem – motivo pelo qual somente os deuses conseguiam transpassar aquele caos. Ao longe, uma luz: os Campos Elísios! Sem demora, Seiya e Shun pulam.Hyoga iria em seguida, mas percebe que Minos ainda estava vivo. Tinha de dar um jeito nele.

Lá atrás, Shiryu também ficara para dar cabo de três Espectros: Sílfide de Basilisco, Górdon de Minotauro e Queen de Mandrágora. Um batalha digna do Dragão, enfrentando os adversários com todas as suas técnicas, fazendo valer o nome que carregara consigo. Muitos cortes e feridas de ambos os lados. Cansado, Shiryu dá uma de gostoso e manda os três virem de uma vez. E usa o ataque supremo, último ensinamento e herança do Mestre Ancião: a Cólera dos Cem Dragões!!

ROZAN HYKURYÛ HA!!

Ao mesmo tempo, Hyoga tenta barrar Minos com um esquife de gelo. Inutilmente, já que com um simples golpe a barreira se quebra. Shun e Seiya dizem para Hyoga se apressar e esquecer o Juiz. Mas o orgulhoso Cavaleiro continua lá, servindo de escudo. E apanhando. De repente uma enorme pressão recai nos dois Cavaleiros que estava à deriva, os levando para longe do ponto de luz. Aí, descobrimos que a armadura de Pégasus possui asas! Ele então resgata Shun e os dois voam para o lugar iluminado.

Cisne cansa e usa o Execução Aurora, partindo para o caos. Acontece que um fio do Juiz continuara preso a seu corpo, congelado, arrastando-o consigo. E fazendo com que ele se desintegre totalmente. Parece que só os quatro poderiam passar por ali, já que seus trajes foram banhados com sangue divino. Shiryu aparece e seu companheiro de terras gélidas o resgata. Basilisco vem logo atrás e é advertido que se pulasse, teria um fim trágico. Ignora, salta atrás dos dois e morre. Assim, prosseguem atrás de Pégasus e Andrômeda.

E, algum tempo depois, Ikki contempla a vista. Pandora o chama – se fosse ali, mesmo sendo Fênix, seria despedaçado. Ainda assim, pretendia tentar. Ela o abraça e chora. Queria vingança, por isso o libertara do Cocyte. Com o rosário de Shaka em mãos, conta sua história: uma menininha que havia nascido em uma família rica, no Castelo de Heinstein. Sua mãe estava grávida, logo teria um irmãozinho. Até que certo dia, ela entrou numa cabana proibida e liberou um lacre de uma caixa com o selo de Atena. Eram os deuses da Morte e do Sono. Hades renasceria no corpo do bebê de sua mãe e Pandora seria encarregada de cuidar dele. Além disso, comandaria os 108 Espectros que ressurgiriam dentro em breve. Depois desse dia, tudo morreu (literalmente), tudo era cinza e sombrio para menina.

Mas Fênix a despertou, tirou do transe e mostrou que se Hades prevalecesse, ao invés de haver o paraíso que todos os servos do Imperador imaginavam, haveria uma Terra morta e sem cor. Assim, presenteia Ikki com uma pulseira, para que possa transpor a dimensão e chegar aos Elísios. E instantaneamente é morta pelo deus da Morte.

Seis Espectros que estavam à espreita atacam Fênix e são derrotados em um só golpe. Todas as contas do colar de Shaka mudaram de cor. Agora, bastava derrotar os três e mais terríveis deuses: Thanatos, Hypnos e o próprio Imperador do Mundo dos Mortos.


Seiya chega desesperado, perguntando a todas as fadas e criaturas celestes que encontra onde Atena está. Thanatos vai a seu encontro, um deus de cabelos e olhos prateados. Diz ser o braço direito de Sua Majestade Hades, desde a noite dos tempos. E mais, Atena estava morta e caberia a seu irmão, Hypnos, entregar o corpo para o Imperador. Uma luta começaria, mas o segundo deus aparece, de cabelos e olhos dourados, interrompendo o entrave.

E já chega repreendendo: aquele ela território sagrado, jamais deveria ser maculado com sangue. Além do mais, a morte de Pandora fora totalmente desnecessária. Os dois discutem por um bom tempo, mesmo porque, além de diversos empecilhos, Atena ainda estava viva! Informação mais do que suficiente para que Seiya se levante e volte a buscar sua deusa.

Hypnos então conta que Atena está imersa num sono eterno, presa num grande vaso indestrutível que absorve seu sangue. Assim que passasse da cor branca para a púrpura, significaria que todo o sangue de Saori fora drenado e era o fim de sua vida. Pégasus sai tresloucado para o local. Thanatos diz estar pouco se importando se o lugar vai ser manchado com sangue – vai dar cabo do Cavaleiro insolente ali mesmo. Seu irmão lava as mãos.

Seiya voa para escapar de um golpe e ataca com seus meteoros do ar! Mas suas asas logo são quebradas e ele despenca. E sofre pacas nessa luta, estando em ampla desvantagem. No chão, o deus começa a humilhá-lo. Até que descobre que Seika, irmã tão procurada do menino, estava no Santuário. De fato, Marin a encontrara. Ela havia perdido a memória e morava bem próxima das Doze Casas. E mostra a Terra a ele. Era mesmo sua irmãzinha. E, mesmo de longe, começa a tentar matá-la. Acontece que Kiki pressente a onda de ataques, descrevendo a todos os presentes, que defendem com a própria vida a garota indefesa.

II Pause

Para mim, Marin é, e sempre será, a irmã de Seiya. SEMPRE!! Essa aberração de aparecer com uma moça com amnésia foi o pior erro (sim, erro) de toda a história. Só isso, mesmo. Só para você saber.

I> Play

Vendo seus amigos se arriscarem tanto, Seiya reage. Usa seu ataque mais poderoso (e suicida), o Turbilhão de Pégasus. Mas o deus escapa, o ataque só serviu para machucar mais ainda o Cavaleiro moribundo. Seria o fim. Mas eis que surge um corrente amiga que impede o golpe de misericórdia. A ajuda de Shun mostra-se pouco eficaz – e suas correntes são reduzidas a pó. E também seria abatido, se um soco feroz atrasasse mais um segundo.

Mas nem a Cólera era capaz de impedir o adversário. Antes de o deus socar Shiryu, tem o punho congelado. Hyoga corre ao seu companheiro dessa jornada; contudo, os dois são atingidos de uma vez só. Seria o fim? Que nada, chega Fênix com a pulseira de Pandora (que era a chave do Mundo das Trevas), concentrando todo o ressentimento dos mortos. O deus destroçao presente, e Ikki rebate com um Ave Fênix, jogando longe o capacete do adversário.

Todos estavam caídos. Mas um eco ressoava ao longe – as armaduras de Ouro cantando em tristeza por nada poderem fazer. Os quatro se põem de pé. Thanatos os ataca, quando um imenso Cosmo aparece. Tratava-se do Imperador dos Mares, Poseidon! Estava levando as armaduras de Ouro para os guerreiros. Voltara para conter a ambição de Hades!


Os Cavaleiros de Bronze reluziam dourados nos trajes de Sagitário, Libra, Aquário, Virgem e Leão! Thanatos desdenha do deus dos Mares, porque este também cobiçava a Terra. Sem muito esforço, despedaça as novas armaduras. Os Cavaleiros perdem todas as esperanças. Nem Atena sobreviveu. Nem a Terra sobreviveria. Era o fim de tudo.

Saori chama por Seiya.Nem parecia ele, desistindo! Sempre lutou com todas as forças e ainda estava vivo – vida! Um bem insubstituível que Deus deu. Enquanto for vivo, o homem pode liberar uma força sem limites, de criar milagres, aproximar-se da potência divina. Se ainda respiravam, todos seriam capazes de realizar feitos inimagináveis. E Marin também intervém, diz que Seika estava ali. E a própria irmã o chama pelo nome, relembrando de tudo...

E Seiya se levanta, intensificando seu Cosmo ao máximo, ao infinito. Algo encobre seu corpo, com uma aura celestial: uma nova armadura! É uma Kamui, um traje divino!! Só aqueles que foram banhados com sangue divino possuíam tal capacidade. Hypnos, ao pressentir o perigo, voltara ao campo de batalha e alertara o irmão do perigo que corria.

Ignorando o aviso, continua o combate. Seiya rapidamente recupera a armadura de Atena e derruba o deus da Morte. Mais: detém o golpe do adversário com uma só mão, o chama de semideus e esmigalha a Sapuris de Thanatos com seus meteoros. Era o fim.

Sai correndo rumo a Saori, mandando Hypnos sair do caminho. E lança os Meteoros, que só lhe rasgam o manto, seguindo em frente. Ikki procura dar cobertura, mas, indefeso, fraco e sem armadura, nem chega a ser um incomodo. Ainda assim, permanece firme em cobrir a retaguarda. E apanharia feio se certa corrente amiga demorasse para vir em auxílio. E Andrômeda também consegue sua armadura divina. E pede para que seu irmão vá ajudar Pégasus.

Shun consegue infligir dano no adversário, mas Hypnos é diferente do irmão: seus ataques visam imobilizar o inimigo, fazendo-o imergir pelos abismos do sono, eternamente. Aplicaria o golpe de misericórdia, mas Shiryu e Hyoga surgem com seus trajes divinos. Tenta atacá-los, mas como já viram o golpe... você sabe a história. O deus é derrotado com a combinação do Cólera do Dragão com o Pó de Diamante.

Entrementes, Seiya chega ao templo de Hades. Havia um gigantesco vaso vermelho e Saori havia perdido quase todo sangue, tendo parte dele espalhado no chão. Usa seus meteoros, que são refletidos. A alma de Hades, que rondava um pilar, disse que um mero mortal jamais destruiria tal objeto. E, enquanto tentava (e fracassava), o deus dizia ser inútil – o vaso estava todo púrpura.

Ikki chega pergunta se Seiya está bem. Usa seu Ave Fênix, que volta com tudo. Era como enfrentar Poseidon, lembra. Combinam de combinar suas forças. Lamenta estar sem traje – agora, qualquer um serveria. A única coisa que passou despercebido foi que estava ajoelhado no sangue da deusa. O bastante para que sua incrível armadura ganhasse vida e voltasse como traje divino!

Juntos, os dois atacam o vaso. E recebem todo impacto de volta. Recuperando as forças, percebem que a alma de Hades nem um segundo sequer abandonou um pilar. A torre parecia bastante um mausoléu de caixões, observa Seiya. Devia ser ali que o corpo original estava, há milênios! Assim, partem imediatamente para lá.

O Imperador percebe o intento dos Cavaleiros. Ao longe, Hypnos se apavora: se entrassem ali e despertassem o verdadeiro corpo, as trevas dominariam tudo e a humanidade seria apenas uma lembrança dos deuses. E Hades desce as escadas. Com a mente, derruba Fênix e Pégasus. Com o mesmo poder, traz o vaso e tenta cortá-lo com sua espada – Ikki entra na frente. Entretanto, o vaso é partido junto com o Cavaleiro de Fênix, que cai sangrando.


O Imperador do Mundo das Trevas estava decidido a por um fim no sofrimento de Saori, mas Seiya se põe na frente, segurando a espada com a mão. Mesmo escorraçado, admira com são lindas as pupilas do deus. Sim, ele diz isso. Sério. Sério mesmo.

Aham... Hades começa a diminuir as qualidades dos humanos, dizendo que jamais conheceriam a verdadeira capacidade e forças físicas com seus atos ultrajantes e desafiadores, com sua pretensão cega e arrogante. Porém, mais que a burrice, o que mais o assombrava era a tristeza da situação de Seiya. Em sua defesa, ele diz que um deus precisa ser justo; defenderia sua deusa e jamais sairia dali. Shun, Hyoga e Shiryu atacam, fazendo com que o Imperador se defenda com a espada.

Pégasus diz ter sofrido apenas alguns arranhões. Ikki diz a Shun para ficar tranquilo, pois estava bem. O ataque pareceu ter desestabilizado Hades, então aquela era a chance. Explodiriam o Cosmo e os seis atacariam sem piedade. E atacam, mas tem seus golpes refletidos – rachando as armaduras divinas...

Seiya levanta. Há um filete de sangue no rosto do deus. Então se lembra – somente um inimigo conseguira atingi-lo em toda história e fora um Cavaleiro de Pégasus! Agora, era pessoal. Derrubou o insolente mortal e perspassou a mão do infeliz – a armadura da deusa caira perto dali. Era o fim, o eclipse tornara-se completo.

As forças de todas haviam se esgotado de vez. Era mesmo o fim. No golpe de misericórdia, uma bolha envolve o valente guerreiro. O mesmo acontece com todos os outros – era Atena, protegendo seus escolhidos. Bem depressa, Hades tenta partir o vaso, mas Seiya joga a armadura para Saori, que a veste. O Imperador do Mundo das Trevas então conclui que a deusa deixara-se prender para forçar a aparição dele.

A batalha final começa! Espada contra escudo! Hades pergunta a Atena porque lutar por uma humanidade cretina. Mas ela diz que mesmo o melhor dos homens comete erros e era na morte, igual para todos eles, que poderiam ser purificados de seus pecados. Num golpe decisivo que acertaria Saori em cheio, Seiya intervém com seus meteoros, salvando sua amada deusa. E, de fato, Hades fora jogado longe, precisando apenas de um golpe de misericórdia.

Mas, esperem, a espada trespassou o peito de Seiya, bem do lado esquerdo! Atena manda que se levante, precisava viver pelas pessoas que amavam!! Mas sua energia cósmica se apagara. Todos choram. O Imperador do Mundo das Trevas levanta dizendo que haviam perdido a única chance de vitória. Pégasus fora um imbecil: recebeu um vestígio de vida e mergulhou de cabeça na morte.

Atena pergunta a seu adversário se este sabe o que é amor. Porque, mesmo parecendo imbecis aos deuses, todos os homens sabiam amar. E, por isso, eram capazes de fazer qualquer coisa. Por desconhecer tal sentimento, era inapto para julgar qualquer pessoa. E os demais Cavaleiros estouram suas bolhas e partem em defesa da deusa. Estava sendo esmagado pelo Cosmo dos quatro remanescentes.


Sim, aquilo era o amor deles. Aquela força que brotava da fonte da vida, capaz de superar qualquer dificuldade. Com um único ataque, derrotam Hades, que morre no Mundo dos Mortos. Antes de evanescer, diz que são poucos os homens que creem nessa força invisível. Poucas pessoas. Afinal, valeria mesmo a pena?

Atena diz aos quatro para que retornassem ao mundo, nosso mundo, repleto de luz. Marin diz ter certeza de que Seiya retornaria para aquele maravilhoso lugar inundado de luz!!

E fim, minha gente. Sim, sim. Se me permitem dizer, é aqui que acaba toda a saga do Zodíaco. Porque, convenhamos, Seiya morreu. Mesmo Kurumada tentando forçar com o Next Dimension – tentativa de salvá-lo numa viagem louca pelo tempo e espaço, anulando uma possível maldição de morte –, nosso valente amigo deu a vida por aquilo que acreditava. E fim, foi isso.

Para que mais, tão bonito esse final. A reflexão da vida, do amor e tudo mais. Achei lindo. E é tudo. A série termina aqui. Mais uma etapa concluída. Tomara que tenham se divertido – eu, pelo menos, achei legal demais! Muito obrigado e até a próxima!!

2 comentários:

  1. Impossível a Marim ser a irmã do seiya, man! E tipo, todo mundo esperava pelo menos um beijo entre Seiya e Saori, mesmo ela sendo uma bitch! E sim, o Next Dimention é uma caca! E massa d+ o post!

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    1. Cara, a Marin é irmã do Seiya, totalmente! Encaixa certinho, demais. O Seiya tinha três meninas só para ele: a Mino, a Shina e a Saori. E ignorou todas. Depois falam do Shun...

      Se bem que no anime, o Shun é bem bibinha...

      O fato é que Seiya tinha uma deusa a fim dele! No mínimo, um cara muito humilde...

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