Tudo bem? Espero que sim.
Hoje, de uma vez por todas, vou terminar de contar a saga de Atena e seus fiéis Defensores! Finalmente!! Mesmo porque os filmes e séries que procedem são como
uma alternativa, visto que o roteiro original vai somente até o final da saga
de Hades. E aqui me refiro a Saint Seiya Ômega, Lost Canvas e até aquela
loucura do Kurumada que foi o Next Dimension.
Ele usou alguma coisa para
ter uma ideia doida dessas, só pode...
Enfim, rumbora continuar as
aventuras dos Cavaleiros de Bronze no Mundo das Trevas. Bem, como a gente viu,
Seiya caiu com Valentine no abismo que leva ao Submundo. Ele só sobreviveria se
tivesse despertado, ou ao menos começado a despertar, o Oitavo Sentido. Os
demais elevaram seus Cosmos ao máximo antes de tentarem entrar, mas Seiya foi
sem saber de nada e, teoricamente, seria o primeiro a chegar.
E, de fato, foi. Valentine
havia desaparecido, mas Shun estava caído ali perto. Ele vai lá e acorda seu
companheiro. Ao despertar, fica feliz e explica todo o processo que citei no
parágrafo anterior. E também sobre Shaka, Atena e a armadura. Sem mais
delongas, se aproximam de uma porta meio sinistra. Em grego, ela dizia: “Aquele
que aqui entrar, perde toda esperança”. Era a porta do desespero.
Ainda assim, nossos
guerreiros prometem avançar com bravura, sem se deixarem abater com tais
coisas. Logo em seguida, encontram um rio, o Aqueronte. Muitas pessoas choravam nas margens. Um barqueiro chega e explica que elas passaram a vida inteira sem vontade
própria, e agora se lamentavam naquele local sem poder atravessar.
Tal homem era Caronte de
Aqueronte, Estrela Celeste Espacial. Em pouco tempo percebe que os dois estavam
vivos e fica confuso... Seiya pede que o levem para o outro lado, partindo para "negociações agressivas". Caronte se prepara para lutar mais a sério. Em certo momento, até Shun
contribui, fazendo com que o barqueiro evite a fadiga. Bastavam pagar que tudo ficaria certo.
Nosso gentil Cavaleiro de
Andrômeda entrega seu valioso medalhão com os dizeres “Yours Ever”, única
lembrava que tinha da mãe. Tudo para evitar batalhas desnecessárias. Caronte diz
que era insuficiente, mas continua a travessia. Após uma hora, estavam na metade do caminho –
era onde os Cavaleiros desceriam. O barqueiro traiçoeiro ataca novamente. Seiya é derrubado
na água, e Shun consegue pegá-lo com a corrente. E, mesmo naquela situação, os
dois continuam o combate.
E, como todos nós sabemos a
essa altura do campeonato, quanto mais Seiya apanha, mais forte fica, e o
barqueiro começa a levar uma baita surra. Acaba que Caronte também escorrega e
quase se afoga, dependendo de Shun para puxá-lo de volta. Quando todos estão de
volta a bordo, assim que recupera seu remo, a batalha reinicia – afinal aquele
era o Inferno, ninguém ali era bom ou de confiança. No calor da luta, olha bem
nos olhos de Andrômeda e desiste. Era um olhar bondoso e sereno demais para
merecer estar ali. Diz que, assim que chegassem na outra margem, colocaria um fim na história toda.
Aí, ficamos sabemos como se
dava a organização do Mundo das Trevas: Oito Prisões, Três Vales, Dez Fossos e Quatro Esferas. Ao chegarem na margem, Seiya enfrenta Caronte. E, bem, apesar
de sofrer alguns arranhões, consegue vencer. Assim, sem mais demora, partem
para Primeira Prisão. Chegam nela depois de vencerem um lance de escadas. Tal
lugar parecia um fórum, aonde podia se ler “Morada do Juízo”.
Em seu encontro vem Markino,
que exige silêncio absoluto. Diz que era exigência do procurador em serviço do
juiz Minos. Daí para frente é só avacalhação por parte de Seiya, que espirra,
fala alto e até solta um pum. Isso deixa o pobre subordinado fulo da vida, que
abre o berreiro e é repreendido pelo próprio Lune de Balron, Estrela Celeste
Sábia. O Espectro ocupava o lugar de Minos, um dos três Juízes, devido ao
alerta de invasão do território de Hades.
Pergunta o nome dos mortos
para que checasse em seu livro e desse a devida punição, escolhendo o lugar ao
qual seriam designados. Eles dizem. Mas nada consta nos registros e Lune pede
para que repitam. Seiya então puxa o ar e aos berros repete que ali estavam os
Cavaleiros de Pégasus e de Andrômeda, Defensores de Atena. Seiya ainda afirma
que nada tinha feito para ser julgado. O procurador então ataca e mostra
grandes delitos do arrogante guerreiro.
O mais grave era ter matado
muitos homens, mesmo que em nome da justiça. A prisão ideal para ele seria a
Sexta, no Primeiro Vale, o Inferno de Poço de Sangue. E teria realmente caído lá,
mas graças às correntes de Andrômeda, Seiya se safa. Ela pode
atravessar dimensões, lembra? Nesse instante, Lune encara Shun e diz espantado:
“Você é ele!”. Daí ele, você e eu ficamos confusos com a cena.
Logo percebe o engano e
retoma o discurso. Nosso gentil amigo concorda e diz que, mesmo que tenha
matado muitos em nome da justiça, estava disposto a pagar – mas só depois de
cumprir sua missão. Sem grandes problemas, Lune imobiliza Shun e o despedaça
por inteiro. Diz que, por causa da semelhança, enterraria a cabeça de
Andrômeda. E, logo em seguida, ela começa a falar e dar ordens.
Desesperado, encontra-se com
Radamanthys já do lado de fora, que pergunta o que diabos ele fazia correndo
com o capacete. Percebem que se tratava de um ataque inimigo. Lune ataca com
seu chicote e descobre Kanon – que desintegra o adversário dizendo que o maior
pecado foi ter julgado os outros sem ser deus.
Radamanthys então parte para
o ataque e Kanon pouco se esforça – estava leve ali, diferente de quando no
Castelo, local onde as forças dos adversários eram reduzidas. Somente por isso
Mu, Aiolia e Milo foram facilmente derrotados. Shun e Seiya chegam agradecendo
ao novo Cavaleiro de Gêmeos, mas são duramente repreendidos por terem sido
derrotados. E que só deveriam ser julgados pelos crimes após o fim de todas as
batalhas. E os manda sumir dali, pois queria dar uma lição naquele Juiz das Trevas.
E os dois entram em combate. Com os ataques do irmão, o antigo usurpador leva grande vantagem e venceria a luta. Pena aparecerem Espectros a mando de Pandora. O Juiz era necessário junto aos demais, Minos e Aiacos. Radamanthys dá no pé e Gêmeos liquida com os demais Espectros num golpe bem familiar a todos: Explosão Galáctica.
Seiya e Shun enfrentavam uma
forte chuva desde o Vale do Vento. Em seguida, chegam à Segunda Prisão. Um
monstro de três cabeças alimenta-se dos mortos – era Cérberos, o cão de guarda que
devora aqueles que em vida cometeram o pecado da ambição. Os dois tentam passar
de fininho, mas uma cabeça avista o Cavaleiro de Pégasus e quase o come – cospe
por ser uma carne fresca demais, como bem explica o guardião do local.
Ninguém menos que Faraó de
Esfinge, Estrela Celeste Selvagem. A besta gigante ataca e nossos dois amigos
juntos conseguem apagá-la. O Espectro entraria em combate, mas alguém chega e o
impede. Alguém prateado...era Orfeu de Lira! O lendário Cavaleiro de Prata cuja
força supera a dos Cavaleiros de Ouro!!
Seiya tenta explicar toda
situação, mas Faraó ataca. Seria o fim, mas Orfeu interfere tocando seu
instrumento. E ataca os dois Cavaleiros de Bronze – disse que daria cabo a
eles. Por fim, acaba por levá-los, inconscientes, a um jardim, onde uma moça petrificada
estava. Os dois acordam e perguntam quem ela era. Tratava-se de
Eurídice, que depressa pede ajuda para que os dois salvem Orfeu. Conta sua história.
Na Terra, Eurídice e Orfeu
foram amantes. Um dia, ela foi picada por uma cobra e morreu. Inconformado, seu
querido amante vagou até o Mundo das Trevas para tentar convencer Hades a
reviver sua amada em troca de uma linda canção. O Imperador do Submundo
concorda, desde que no trajeto de volta, jamais olhem para trás. Acontece que, por
ordens de Pandora, Faraó devia impedir a passagem dos dois – na Segunda Prisão,
Orfeu vê uma luz e olha para trás, fazendo com que Eurídice se transforme em
pedra. Hades permitira que ele ficasse em seus domínios desde que o agraciasse
com sua linda lira.
Logo após a história, Orfeu
chega e os manda voltar. Hades era poderoso demais. Seiya explica toda a história
da armadura, mas o Cavaleiro de Prata estava irredutível. Quando prestes a
partir com Shun, veem um clarão semelhante à luz do sol: era Faraó com um espelho.
Agora era pessoal. Orfeu entra na briga e dá cabo ao Espectro, mesmo este tendo
arrebentado uma corda de sua lira.
Daí cai em si que ressuscitar
alguém que já morreu era um grave erro. E decide partir com Seiya e Shun para
enfrentar Hades. A cada treze dias, ele tocava para o Imperador. Aquele era o
exato dia para tocar sua melodia. Assim, Orfeu aparece em Giudecca com um baú
de flores. Pandora acha estranho, confiscando o baú, e chegando até mesmo a
espetá-lo com seu tridente.
Enquanto isso, Kanon encontra
Eurídice e ela conta tudo sobre a história da canção. Aquilo tudo era uma
loucura, pensa o novo Gêmeos, pois Giudecca era o ponto final do Inferno – se
algo desse errado, era o fim.
Após confiscar as flores, os
três Juízes aparecem. Pandora queria que todos ouvissem a lira de Orfeu.
Radamanthys diz que a situação era crítica para tais cerimônias, mas a moça
queria manter o Imperador calmo, já que ele, aparentemente, nem suspeitava dos
acontecimentos. Iriam ouvir como se nada estivesse acontecendo. E assim
acontece. Orfeu toca e em poucos instantes, percebe-se a presença de Hades. O
Cavaleiro de Prata usa seu ataque e todos os presentes caem em sono profundo.
Sem demora, parte para cima do Imperador,
mas é impedido por Radamanthys - estivera preparado para uma traição a
qualquer momento. Seiya então entra em ação com seus meteoros. O Cavaleiro de
Prata consegue ficar frente e frente com Hades e percebe o medalhão “Your
Ever”. Além disso, tinha o rosto de Shun, esculpido em carrara.
Orfeu ataca, mas ninguém
estava ali mais. Radamanthys começa a dar trabalho. Por fim, o Cavaleiro de
Prata se agarra ao juiz e manda Seiya dar cabo dos dois. E, de fato, Orfeu
morre. Mas o Espectro ainda está bem vivo. Shun ordena que todos parem.
Radamanthys desobedece e Andrômeda repete novamente a ordem. A personalidade
havia mudado. Aquele ali era Hades.
II Pause
Nesse momento, acaba o mangá
e a história continua em outro. Aí, temos um mapinha do Inferno, que acho
importante relatar aqui. Vamos lá:
1.Portal do Inferno:
desfaça-se de todas as esperanças, por menores que sejam;
2. Rio Aqueronte: necessário
pagar transporte;
3. Primeira Prisão: tribunal
que julga os mortos – a mentira se desfaz;
4. Vale da Ventania Negra:
inferno de vento, os condenados pendem sob os ventos de um furacão para sempre;
5. Segunda Prisão: os
condenados por avareza são golpeados por uma chuva gelada e pesada, tornado-se
alimento de Cérbero;
6. Terceira Prisão: os
condenados por luxúria quebram pedras por toda eternidade;
7. Quarta Prisão: lago da
escuridão, onde condenados deprimidos e cheios de ódio se afogam;
8. Quinta Prisão: os que
ignoraram a doutrina divina são confinados em túmulos de fogo;
9. Sexta Prisão:
-
Primeiro Vale: criminosos vão para um vale de sangue por usarem de violência
com próximo;
-
Segundo Vale: inferno florestal para onde vai os suicidas;
-
Terceiro Vale: deserto escaldante àqueles que se entregaram a prazeres
demoníacos;
10. Grande Cachoeira de
Sangue: todo o sangue e lágrimas acumulados até agora de todos os condenados do
Inferno;
11. Sétima Prisão:
- Primeiro Fosso: criminosos acusados de venda de
mulheres são chicoteados;
- Segundo Fosso: condenados bajuladores são lançados ao
excremento;
- Terceiro Fosso: acusados de usar profecia divina para o
mal são queimados na vela;
-
Quarto Fosso: criminosos que fizeram previsões enganosas têm seus pescoços
torcidos;
-
Quinto Fosso: pessoas acusadas de corrupção e suborno são lançadas num lado de
piche fervente e destroçadas por demônios;
-
Sexto Fosso: acusados de hipocrisia são condenados a usar um manto de chumbo e
andar eternamente;
-
Sétimo Fosso: inferno de cobras aos condenados por roubo;
-
Oitavo Fosso: inferno flamejante que frita quem semeou intrigas;
-
Nono Fosso: os que semearam a discórdia têm seus corpos retalhados;
-
Décimo Fosso: os que falsificaram dinheiro e foram fraudadores têm seus corpos
apodrecidos e são dilacerados;
12. Oitava Prisão: Cocyte –
inferno gelado onde são jogados aqueles que cometeram mais graves crimes, como
trair os deuses;
-
Primeira Esfera: Kaina;
-
Segunda Esfera: Antinora;
-
Terceira Esfera: Tokorréa.
I> Play
Então, finalmente vemos Hyoga
e Shiryu correndo ao lado de Kanon, em direção à Oitava Prisão. Na Terceira
Prisão são atacados por um Espectro, Rock da Estrela Celeste do Cabo. A
resposta é uma Cólera do Dragão, o bastante para executá-lo. Aliás, ele voltara
a enxergar. Para andar ali, a visão era desnecessária, ao que parece. A seguir,
outro Espectro surge, mas Hyoga o derrota com Pó de Diamante antes mesmo que o
coitado pudesse dizer o nome.
De repente, um grande rio.
Era necessário transpassá-lo para passar a Quarta Prisão. Um jangadeiro surge e
diz que os levaria gratuitamente após matá-los. Os ataques de Dragão e de Cisne
são detidos com uma só mão do grande Espectro – que os derruba com um só golpe,
colocando-os na jangada. Tratava-se de Flegia de Lycaon, Estrela Celeste da
Punição. Kanon empurra a embarcação e diz que os conduziria tranquilamente após matá-lo. E
assim o faz, já que havia visto o ataque do inimigo.
E, como sabemos, um ataque só
possui eficácia uma vez. Depois que você o demonstra, dificilmente acerta o
mesmo Cavaleiro de novo. Velha história.
Shiryu finalmente desperta e
tenta acordar Hyoga. Estavam sós. E mais: na Quinta Prisão, local onde àqueles
que ignoraram a palavra divina, sofrem. Mais à frente, encontram Kanon parado com outro Espectro gigantesco. Que cai morto. Os dois
se desculpam, mas a hora era imprópria para tal remissão: Radamanthys estava
ali.
Shiryu tenta saber tudo que
havia acontecido, e a única resposta que obtém é: Seiya e Orfeu estão em Cocyte
e Shun é Hades. O Novo Gêmeos despacha os Cavaleiros de Bronze remanescentes e fica
frente a frente com seu adversário, para tentar finalmente acertar as contas.
Começam um confronto, mas o Cavaleiro de Ouro conhecia os ataques do Juiz. Além do mais, estava
debilitado pelos ataques de Orfeu. E seria o fim para ele, caso Minos
e Aiacos demorassem um pouco mais.
Aí Kanon começa a sofrer nas
mãos dos Juízes. Radamanthys continua a protestar, sentido-se desonrado. Então,
alguém rompe as cordas que manipulavam Gêmeos. Ninguém menos que
Ikki de Fênix! Mais um pouco e já era para o antigo usurpador. Descontente, Kanon revela a ele que Shun é Hades.
Então somos levados para um flashback. O pequeno Ikki leva Shun em
seus braços, quando uma menina aparece dizendo para entregar o bebê – os deuses
traçaram um destino específico para ele. A pequena Pandora usa seus poderes
para imobilizar o garoto teimoso, que ainda assim defende seu irmãozinho.
Jamais largaria, expandindo seu Cosmo. Então, o medalhão é colocado em Shun,
sendo impossível fugir, a alma de Hades chamaria por aquele corpo.
Entrementes, Fênix era
impiedosamente atacado. Aí Ikki entende: Shun pretendia morrer! Bem típico,
aliás. Aham... Aiacos então se apresenta – Aiacos de Garuda, da Estrela Celeste
Heroica. E uma batalha é travada. E, bem, conhecemos Fênix, ele apanha mas
acaba por virar o jogo. Sim, derrota, sozinho, um dos Juízes. E em seguida é
transportado para presença de Hades.
Ao perceber, começa a chamar
por Shun. Aqui, ele relembra todo o flashback
que descrevi dois parágrafos acima. O medalhão nada mais era do que uma
corrente que ligava Hades a Shun. Your
Ever – o corpo de Andrômeda pertencia a Hades eternamente. A alma do
Imperador do Submundo se refletia na imagem de Shun e aparecia aos Espectros de
tempos em tempos.
Ikki se levanta e Pandora o
ataca com um tridente. Fênix destroça o medalhão e manda Hades sair dali. Seria
por bem ou por mal. Pandora novamente ordena que saia e Ikki mete-lhe o tapa,
que a joga nas pilastras. Mais: pega o tridente e diz que, ao contrário dos
outros Cavaleiros bichinhas, estava pouco ligando se ela era uma mulher – o mal
era o mal, mais um desaforo desse era morte na certa. E enfia o tridente por
entre as pernas da mulher maligna. Momento épico!!
Logo em seguida, sobe as escadas e começa a
estapear Shun. O Imperador diz que só estava ferindo o corpo do irmão. E o
repele escadas a baixo. E revela seus planos: alinhar todos os planetas e
imergir a Terra num eclipse eterno, tornando o planeta gelado e escuro,
tornando-a no novo Mundo dos Mortos.
Ikki usa várias vezes o Ave
Fênix, destruindo todo cenário, mas tendo zero de eficácia. Até que, de
repente, Hades hesita – Shun o segurara, tinha o aceitado de bom grado
aguardando um momento como aquele. Pandora ataca novamente, mas uma corrente
protege o agressivo Cavaleiro. Shun pede que ande depressa e o mate, para que
milhares de pessoas possam viver. Mas Ikki está hesitante.
E Fênix ataca com tudo, mas se
detém no último instante. Chance perfeita para Hades assumir total controle de
Shun. Os cabelos agora estavam totalmente enegrecidos. Ataca Fênix, deixando-o totalmente fora de ação. Valentine é convocado para que leve o corpo dali
para a prisão de gelo. Hades vai descansar.
Entrementes, Seiya desperta
em meio ao inferno gelado. E vê que Ikki está ali, juntamente com Aiolia, Mu e
Milo. Todos vivos, mas desacordados. Então Valentine da Constelação de Harpia
se apresenta. Pégasus diz querer acertar as contas, já que da última vez em que
se viram, havia um Castelo desabando. Mas o Espectro estava bem pouco
interessado em guerreiros agonizantes. E tudo ficaria por isso mesmo, até que
Seiya diz possuir a armadura de Atena e a colocar em jogo.
Shaka surge à presença de
Hades, dizendo que tomaria sua vida. Ele e Saori se dirigiam do Rio Aqueronte
para o Rio Lethé rumo aos Elísios, mas sentiram Hades ali e mudaram a
trajetória. Pergunta por Atena, Shaka ignora e prepara-se para atacar quando a
própria aparece. Atacar só prejudicaria o corpo de Shun, a alma continuaria intacta.
Assim, ajoelha-se, pedindo que Hades impeça o Grande Eclipse, oferecendo a
própria vida.
O Imperador aceita e ordena
que Shaka faça a execução. Virgem pega a arma e a lança contra o deus. Saori o impede no
caminho, jogando o tridente no chão. Hades o recupera e o joga novamente, agora
contra o Cavaleiro, mas a deusa novamente para a arma com uma mão. Primeiro,
que ele parasse o eclipse. Ninguém morreria antes disso, nem Shaka, nem Shun.
O sangue de Atena fez Hades
recuar. Saori pede para que Andrômeda aguente firme e tente expulsar o invasor. A
alma sai e tenta atacar sua adversária, que lança o tridente. Logo após isso,
uma explosão. Seiya chega no local. E lá estava Shun, desacordado.
Após acordá-lo, os dois chegam em um muro – era o limite final do inferno: o Muro
das Lamentações!!
Shaka estava ali, meditando.
Hades havia atravessado e Atena o seguira. Somente um deus poderia atravessar o
muro. O Cavaleiro de Pégasus disse que era apenas um muro, poderiam muito bem
pô-lo abaixo. Ledo engano, o mesmo que Virgem cometera. Começam
a entrar em desespero: sem a armadura, Saori morreria com certeza! O que havia
após tal muro era um grande mistério, mesmo para Shaka, mas era bem provável
que se encontravam os Campos Elísios.
Seiya decide se jogar contra o
muro após elevar seu Cosmo ao máximo, chegando a entregar a armadura divina
para que Andrômeda prosseguisse, contrariando a vontade de Shun. Sempre
suicida, como sempre. Porém, Shaka o impede. A única maneira era se
reproduzissem raios de sol. Mas como? Nesse momento, no inferno de gelo, os
Cavaleiros de Ouro despertam pelo Cosmo de Atena. Quando Shaka estava prestes a
explodir sua vida, Dhoko chega, apoiando a mão sobre o ombro do honrado
Cavaleiro. Seria inútil morrer daquela forma. Logo após isso, surgem Mu, Aiolia
e Milo. Áries devolve a Virgem seu rosário, agora com muitas contas
escurecidas.
Dhoko explica a Shun e Seiya
que as Constelações dos Cavaleiros de Ouro são banhadas pela luz do Sol, por
estarem em trajetória elíptica sobre a esfera terrestre, possuindo vasta
energia heliocêntrica. Elevá-las e uni-las como uma só seria capaz de produzir
um pequena radiação solar. Assim, os seis empunham as armas de Libra e partem
para cima.
No Santuário, os Cavaleiros
de Prata e Bronze olham com desconfiança para o eclipse. Na mesma hora, a
armadura de Sagitário abandona sua Casa. E, logo após, o mesmo acontece com as de
Capricórnio, Aquário, Touro, Câncer e Peixes.
O Muro das Lamentações
continuava intacto. Seiya estava doido para tentar algo. Quando menos esperavam,
as demais armaduras de Ouro aparecem! Começam a ressonar. Kanon corria quando o
traje começou a brilhar intensamente. Eram as demais a convocando, num caso de
extrema urgência. Radamanthys aparece. E, sem se intimidar, Kanon retira seu
traje, que sai voando. Recebe um golpe em cheio do adversário. Mas tinha
cumprido sua missão até ali. Agarra-se ao Juiz e voa, destruindo o adversário
junto consigo, ciente que seus pecados foram redimidos.
A armadura de Gêmeos chega. Todos os Cavaleiros de Ouro ressuscitaram! Aiolos se arma e iria disparar uma flecha. Produziriam raios de sol em pequena escala e destruiriam o muro. Infelizmente, nenhum deles sobreviveria. Os Cavaleiros de Bronze conseguiriam atravessar a dimensão graças ao sangue de Atena. Deveriam partir aos Campos Elísios e terminar com a guerra de vez. O verdadeiro corpo de Hades estava ali, desde a Antiguidade. Era agora ou nunca!
Os Doze de uma era passada.
Shun e Seiya saem do local.
Minos se encontra do lado de fora. Entra, ignorando o aviso dos Cavaleiros de
Bronze. São jogados longe. Um buraco se abre no muro e o templo de Giudecca é
feito em mil pedaços. Quando vão de encontro ao buraco recém aberto, só veem as
armaduras em forma de animais. Hyoga e Shiryu chegam e presenciam o ocorrido. E
todos choram. Era o fim dos Cavaleiros de Ouro.
Todos decidem prosseguir com
a jornada, exceto Shiryu, que permanece na entrada recém-aberta. Após
atravessarem o pequeno túnel, avistam uma outra dimensão, onde o tempo e o
espaço se distorcem – motivo pelo qual somente os deuses conseguiam transpassar
aquele caos. Ao longe, uma luz: os Campos Elísios! Sem demora, Seiya e Shun
pulam.Hyoga iria em seguida, mas percebe que Minos ainda estava vivo. Tinha de
dar um jeito nele.
Lá atrás, Shiryu também
ficara para dar cabo de três Espectros: Sílfide de Basilisco, Górdon de
Minotauro e Queen de Mandrágora. Um batalha digna do Dragão, enfrentando os
adversários com todas as suas técnicas, fazendo valer o nome que carregara
consigo. Muitos cortes e feridas de ambos os lados. Cansado, Shiryu dá uma de
gostoso e manda os três virem de uma vez. E usa o ataque supremo, último
ensinamento e herança do Mestre Ancião: a Cólera dos Cem Dragões!!
ROZAN HYKURYÛ HA!!
Ao mesmo tempo, Hyoga tenta
barrar Minos com um esquife de gelo. Inutilmente, já que com um simples golpe a
barreira se quebra. Shun e Seiya dizem para Hyoga se apressar e esquecer o Juiz. Mas o orgulhoso Cavaleiro continua lá, servindo de escudo. E
apanhando. De repente uma enorme pressão recai nos dois Cavaleiros que estava
à deriva, os levando para longe do ponto de luz. Aí, descobrimos que a armadura
de Pégasus possui asas! Ele então resgata Shun e os dois voam para o lugar
iluminado.
Cisne cansa e usa o Execução
Aurora, partindo para o caos. Acontece que um fio do Juiz continuara preso a
seu corpo, congelado, arrastando-o consigo. E fazendo com que ele se desintegre
totalmente. Parece que só os quatro poderiam passar por ali, já que seus trajes
foram banhados com sangue divino. Shiryu aparece e seu companheiro de terras
gélidas o resgata. Basilisco vem logo atrás e é advertido que se pulasse, teria
um fim trágico. Ignora, salta atrás dos dois e morre. Assim, prosseguem atrás
de Pégasus e Andrômeda.
E, algum tempo depois, Ikki
contempla a vista. Pandora o chama – se fosse ali, mesmo sendo Fênix, seria
despedaçado. Ainda assim, pretendia tentar. Ela o abraça e chora. Queria
vingança, por isso o libertara do Cocyte. Com o rosário de Shaka em mãos, conta
sua história: uma menininha que havia nascido em uma família rica, no Castelo
de Heinstein. Sua mãe estava grávida, logo teria um irmãozinho. Até que certo
dia, ela entrou numa cabana proibida e liberou um lacre de uma caixa com o selo
de Atena. Eram os deuses da Morte e do Sono. Hades renasceria no corpo do bebê
de sua mãe e Pandora seria encarregada de cuidar dele. Além disso, comandaria
os 108 Espectros que ressurgiriam dentro em breve. Depois desse dia, tudo
morreu (literalmente), tudo era cinza e sombrio para menina.
Mas Fênix a despertou, tirou
do transe e mostrou que se Hades prevalecesse, ao invés de haver o paraíso que
todos os servos do Imperador imaginavam, haveria uma Terra morta e sem cor.
Assim, presenteia Ikki com uma pulseira, para que possa transpor a dimensão e
chegar aos Elísios. E instantaneamente é morta pelo deus da Morte.
Seis Espectros que estavam à
espreita atacam Fênix e são derrotados em um só golpe. Todas as contas do colar
de Shaka mudaram de cor. Agora, bastava derrotar os três e mais terríveis
deuses: Thanatos, Hypnos e o próprio Imperador do Mundo dos Mortos.
Seiya chega desesperado,
perguntando a todas as fadas e criaturas celestes que encontra onde Atena está.
Thanatos vai a seu encontro, um deus de cabelos e olhos prateados. Diz ser o
braço direito de Sua Majestade Hades, desde a noite dos tempos. E mais, Atena estava
morta e caberia a seu irmão, Hypnos, entregar o corpo para o Imperador. Uma
luta começaria, mas o segundo deus aparece, de cabelos e olhos dourados,
interrompendo o entrave.
E já chega repreendendo:
aquele ela território sagrado, jamais deveria ser maculado com sangue. Além do
mais, a morte de Pandora fora totalmente desnecessária. Os dois discutem por um
bom tempo, mesmo porque, além de diversos empecilhos, Atena ainda estava viva!
Informação mais do que suficiente para que Seiya se levante e volte a buscar
sua deusa.
Hypnos então conta que Atena
está imersa num sono eterno, presa num grande vaso indestrutível que absorve
seu sangue. Assim que passasse da cor branca para a púrpura, significaria que
todo o sangue de Saori fora drenado e era o fim de sua vida. Pégasus sai tresloucado para o local. Thanatos diz estar pouco se importando se o lugar vai
ser manchado com sangue – vai dar cabo do Cavaleiro insolente ali mesmo. Seu irmão lava as
mãos.
Seiya voa para
escapar de um golpe e ataca com seus meteoros do ar! Mas suas asas logo são quebradas e
ele despenca. E sofre pacas nessa luta, estando em ampla desvantagem. No chão,
o deus começa a humilhá-lo. Até que descobre que Seika, irmã tão procurada do
menino, estava no Santuário. De fato, Marin a encontrara. Ela havia perdido a
memória e morava bem próxima das Doze Casas. E mostra a Terra a ele. Era mesmo
sua irmãzinha. E, mesmo de longe, começa a tentar matá-la. Acontece que Kiki
pressente a onda de ataques, descrevendo a todos os presentes, que defendem com
a própria vida a garota indefesa.
II Pause
Para mim, Marin é, e sempre
será, a irmã de Seiya. SEMPRE!! Essa aberração de aparecer com uma moça com
amnésia foi o pior erro (sim, erro) de toda a história. Só isso, mesmo. Só para
você saber.
I> Play
Vendo seus amigos se
arriscarem tanto, Seiya reage. Usa seu ataque mais poderoso (e suicida), o
Turbilhão de Pégasus. Mas o deus escapa, o ataque só serviu para machucar mais
ainda o Cavaleiro moribundo. Seria o fim. Mas eis que surge um corrente amiga
que impede o golpe de misericórdia. A ajuda de Shun mostra-se pouco
eficaz – e suas correntes são reduzidas a pó. E também seria abatido, se um soco
feroz atrasasse mais um segundo.
Mas nem a Cólera era capaz de
impedir o adversário. Antes de o deus socar Shiryu, tem o punho congelado. Hyoga corre
ao seu companheiro dessa jornada; contudo, os dois são atingidos de uma vez só.
Seria o fim? Que nada, chega Fênix com a pulseira de Pandora (que era a chave do
Mundo das Trevas), concentrando todo o ressentimento dos mortos. O deus
destroçao presente, e Ikki rebate com um Ave Fênix, jogando longe o capacete do
adversário.
Todos estavam caídos. Mas um
eco ressoava ao longe – as armaduras de Ouro cantando em tristeza por nada
poderem fazer. Os quatro se põem de pé. Thanatos os ataca, quando um imenso
Cosmo aparece. Tratava-se do Imperador dos Mares, Poseidon! Estava levando as
armaduras de Ouro para os guerreiros. Voltara para conter a ambição de Hades!
Os Cavaleiros de Bronze reluziam dourados nos trajes de Sagitário, Libra, Aquário, Virgem e Leão! Thanatos desdenha do deus dos Mares, porque este também cobiçava a Terra. Sem muito esforço, despedaça as novas armaduras. Os Cavaleiros perdem todas as esperanças. Nem Atena sobreviveu. Nem a Terra sobreviveria. Era o fim de tudo.
Saori chama por Seiya.Nem
parecia ele, desistindo! Sempre lutou com todas as forças e ainda estava vivo
– vida! Um bem insubstituível que Deus deu. Enquanto for vivo, o homem pode
liberar uma força sem limites, de criar milagres, aproximar-se da potência divina.
Se ainda respiravam, todos seriam capazes de realizar feitos inimagináveis. E Marin
também intervém, diz que Seika estava ali. E a própria irmã o chama pelo nome,
relembrando de tudo...
E Seiya se levanta,
intensificando seu Cosmo ao máximo, ao infinito. Algo encobre seu corpo, com
uma aura celestial: uma nova armadura! É uma Kamui, um traje divino!! Só
aqueles que foram banhados com sangue divino possuíam tal capacidade. Hypnos,
ao pressentir o perigo, voltara ao campo de batalha e alertara o irmão do perigo
que corria.
Ignorando o aviso, continua o
combate. Seiya rapidamente recupera a armadura de Atena e derruba o deus da
Morte. Mais: detém o golpe do adversário com uma só mão, o chama de semideus e
esmigalha a Sapuris de Thanatos com seus meteoros. Era o fim.
Sai correndo rumo a Saori,
mandando Hypnos sair do caminho. E lança os Meteoros, que só lhe rasgam o
manto, seguindo em frente. Ikki procura dar cobertura, mas, indefeso, fraco e
sem armadura, nem chega a ser um incomodo. Ainda assim, permanece firme em
cobrir a retaguarda. E apanharia feio se certa corrente amiga demorasse para
vir em auxílio. E Andrômeda também consegue sua armadura divina. E pede para
que seu irmão vá ajudar Pégasus.
Shun consegue infligir dano no
adversário, mas Hypnos é diferente do irmão: seus ataques visam imobilizar o
inimigo, fazendo-o imergir pelos abismos do sono, eternamente. Aplicaria o
golpe de misericórdia, mas Shiryu e Hyoga surgem com seus trajes divinos. Tenta
atacá-los, mas como já viram o golpe... você sabe a história. O deus é
derrotado com a combinação do Cólera do Dragão com o Pó de Diamante.
Entrementes, Seiya chega ao
templo de Hades. Havia um gigantesco vaso vermelho e Saori havia perdido quase
todo sangue, tendo parte dele espalhado no chão. Usa seus meteoros, que são
refletidos. A alma de Hades, que rondava um pilar, disse que um mero mortal
jamais destruiria tal objeto. E, enquanto tentava (e fracassava), o deus dizia
ser inútil – o vaso estava todo púrpura.
Ikki chega pergunta se Seiya
está bem. Usa seu Ave Fênix, que volta com tudo. Era como enfrentar Poseidon,
lembra. Combinam de combinar suas forças. Lamenta estar sem traje – agora,
qualquer um serveria. A única coisa que passou despercebido foi que estava
ajoelhado no sangue da deusa. O bastante para que sua incrível armadura
ganhasse vida e voltasse como traje divino!
Juntos, os dois atacam o
vaso. E recebem todo impacto de volta. Recuperando as forças, percebem que a
alma de Hades nem um segundo sequer abandonou um pilar. A torre parecia
bastante um mausoléu de caixões, observa Seiya. Devia ser ali que o corpo
original estava, há milênios! Assim, partem imediatamente para lá.
O Imperador percebe o intento
dos Cavaleiros. Ao longe, Hypnos se apavora: se entrassem ali e despertassem o
verdadeiro corpo, as trevas dominariam tudo e a humanidade seria apenas uma
lembrança dos deuses. E Hades desce as escadas. Com a mente, derruba Fênix e
Pégasus. Com o mesmo poder, traz o vaso e tenta cortá-lo com sua espada – Ikki
entra na frente. Entretanto, o vaso é partido junto com o Cavaleiro de Fênix,
que cai sangrando.
O Imperador do Mundo das Trevas estava decidido a por um fim no sofrimento de Saori, mas Seiya se põe na frente, segurando a espada com a mão. Mesmo escorraçado, admira com são lindas as pupilas do deus. Sim, ele diz isso. Sério. Sério mesmo.
Aham... Hades começa a
diminuir as qualidades dos humanos, dizendo que jamais conheceriam a verdadeira
capacidade e forças físicas com seus atos ultrajantes e desafiadores, com sua
pretensão cega e arrogante. Porém, mais que a burrice, o que mais o assombrava
era a tristeza da situação de Seiya. Em sua defesa, ele diz que um deus precisa ser
justo; defenderia sua deusa e jamais sairia dali. Shun, Hyoga e Shiryu atacam, fazendo com que o
Imperador se defenda com a espada.
Pégasus diz ter sofrido
apenas alguns arranhões. Ikki diz a Shun para ficar tranquilo, pois estava bem.
O ataque pareceu ter desestabilizado Hades, então aquela era a chance.
Explodiriam o Cosmo e os seis atacariam sem piedade. E atacam, mas tem seus
golpes refletidos – rachando as armaduras divinas...
Seiya levanta. Há um filete
de sangue no rosto do deus. Então se lembra – somente um inimigo conseguira
atingi-lo em toda história e fora um Cavaleiro de Pégasus! Agora, era pessoal.
Derrubou o insolente mortal e perspassou a mão do infeliz – a armadura da deusa
caira perto dali. Era o fim, o eclipse tornara-se completo.
As forças de todas haviam se
esgotado de vez. Era mesmo o fim. No golpe de misericórdia, uma bolha envolve o
valente guerreiro. O mesmo acontece com todos os outros – era Atena, protegendo
seus escolhidos. Bem depressa, Hades tenta partir o vaso, mas Seiya joga a armadura
para Saori, que a veste. O Imperador do Mundo das Trevas então conclui que a deusa deixara-se prender
para forçar a aparição dele.
A batalha final começa!
Espada contra escudo! Hades pergunta a Atena porque lutar por uma humanidade
cretina. Mas ela diz que mesmo o melhor dos homens comete erros e era na morte,
igual para todos eles, que poderiam ser purificados de seus pecados. Num golpe
decisivo que acertaria Saori em cheio, Seiya intervém com seus meteoros,
salvando sua amada deusa. E, de fato, Hades fora jogado longe, precisando
apenas de um golpe de misericórdia.
Mas, esperem, a espada
trespassou o peito de Seiya, bem do lado esquerdo! Atena manda que se levante,
precisava viver pelas pessoas que amavam!! Mas sua energia cósmica se apagara.
Todos choram. O Imperador do Mundo das Trevas levanta dizendo que haviam
perdido a única chance de vitória. Pégasus fora um imbecil: recebeu um vestígio
de vida e mergulhou de cabeça na morte.
Atena pergunta a seu
adversário se este sabe o que é amor. Porque, mesmo parecendo imbecis aos
deuses, todos os homens sabiam amar. E, por isso, eram capazes de fazer qualquer
coisa. Por desconhecer tal sentimento, era inapto para julgar qualquer pessoa. E
os demais Cavaleiros estouram suas bolhas e partem em defesa da deusa. Estava
sendo esmagado pelo Cosmo dos quatro remanescentes.
Sim, aquilo era o amor deles. Aquela força que brotava da fonte da vida, capaz de superar qualquer dificuldade. Com um único ataque, derrotam Hades, que morre no Mundo dos Mortos. Antes de evanescer, diz que são poucos os homens que creem nessa força invisível. Poucas pessoas. Afinal, valeria mesmo a pena?
Atena diz aos quatro para que
retornassem ao mundo, nosso mundo, repleto de luz. Marin diz ter certeza de que
Seiya retornaria para aquele maravilhoso lugar inundado de luz!!
E fim, minha gente. Sim, sim.
Se me permitem dizer, é aqui que acaba toda a saga do Zodíaco. Porque,
convenhamos, Seiya morreu. Mesmo Kurumada tentando forçar com o Next Dimension
– tentativa de salvá-lo numa viagem louca pelo tempo e espaço, anulando uma
possível maldição de morte –, nosso valente amigo deu a vida por aquilo que
acreditava. E fim, foi isso.
Para que mais, tão bonito
esse final. A reflexão da vida, do amor e tudo mais. Achei lindo. E é tudo. A
série termina aqui. Mais uma etapa concluída. Tomara que tenham se divertido –
eu, pelo menos, achei legal demais! Muito obrigado e até a próxima!!










Impossível a Marim ser a irmã do seiya, man! E tipo, todo mundo esperava pelo menos um beijo entre Seiya e Saori, mesmo ela sendo uma bitch! E sim, o Next Dimention é uma caca! E massa d+ o post!
ResponderExcluirCara, a Marin é irmã do Seiya, totalmente! Encaixa certinho, demais. O Seiya tinha três meninas só para ele: a Mino, a Shina e a Saori. E ignorou todas. Depois falam do Shun...
ExcluirSe bem que no anime, o Shun é bem bibinha...
O fato é que Seiya tinha uma deusa a fim dele! No mínimo, um cara muito humilde...