quarta-feira, 23 de maio de 2012

Sobre Cowboy Bebop

Salve, salve!

Tirem as crianças da sala! Está entrando no ar o Rock Gol MTV. Quem dera. Saudade da época em que o Paulo Bonfá e o Marco Bianchi apresentavam. Bons tempos aqueles. Pois é. E aí, meu povo, gostaram das postagens em vídeo e áudio das últimas semanas? Bem, ninguém se pronunciou a respeito, então, como dizem por aí, quem cala consente!

Bem, para dizer a verdade, isso me ensinou algo, sabe. Eu esperava dar mais movimento aqui pro blog, da coisa progredir e eu conseguir fazer algum dinheiro com isso. Ledo engano. As coisas funcionam de maneira diferente na vida real. Primeiro, é preciso ter incentivo de outras pessoas, que te ajudam a divulgar e, em segundo, é preciso ser bom.

Pensei bastante a respeito e parei para pensar. Seria perfeito se eu conseguisse viver daquilo que gosto de fazer. Mas, caso seja impossível, ainda assim vou continuar fazendo. Escrever, por exemplo. Fazer vídeos. Tocar música no violão. Entende? Mesmo que ninguém leia o blog hoje, por exemplo, ainda assim continuarei a postar. Porque tudo o que citei linhas atrás são representações artísticas e a arte é expressão do sentimento.

"Totalmente excelente, Alberto!"

Citando meu amicíssimo Zé Odlinedlaw, a arte pode negociada, mas jamais poderá ser vendida. Sábias palavras. Procevê! Então, vou deixar de sofisma e ir ao que interessa: o motivo da postagem de hoje.

Bem, há tempos eu procurava alguma coisa para assistir. E quando digo tempo, quero dizer tempo mesmo, oito meses atrás. Eis que decidi assistir Cowboy Bebop, já que tinha gostado bastante de Samurai Champloo e eles são do mesmo estúdio (acho). Fui assistindo os episódios nos meus solitários e tediosos sábados. Quando tinha algo melhor para fazer, deixava de ver. Assistia em média dois episódios, falhando duas a três semanas. Por isso enrolei tanto para terminar.

O primeiro ponto positivo dessa série é esse: você pode ver os episódios até fora de ordem que vai se divertir bastante, mesmo sem entender nada. As sessões são bem fechadinhas e a forma como as coisas acontecem são interessantes demais. Pura verdade, minha gente. O fato é que depois de tanto tempo, vi o final e fiquei embasbacado. Um dos melhores que já vi! Sério mesmo!!

Destarte, imediatamente depois de ter terminado, resolvi ver tudo de novo, de uma vez. Só para descrever aqui o quão épico é essa série. E tentando analisá-la, tim-tim por tim-tim, segundo minhas leituras e percepções das muitas referências que ela apresenta – a trilha sonora é fantástica, extremamente diversificada, assim como os personagens. Indubitavelmente, um clássico da animação.

Se tudo der certo, também vou fazer um vídeo sobre ela. Posto lá no final.

Então deixa eu te contar sobre a história, a trama, os personagens e tudo o mais. Vamo nessa! O que é Bebop, afinal? Bem, Bebop é um estilo de jazz que surgiu nos anos quarenta nos Estados Unidos. Mais especificamente em Nova Iorque, no Harlem, quando um grupo de jovens queriam tocar um jazz mais livremente, num estilo próprio. Ao menos, foi o que consegui extrair dos textos caóticos da abertura da série.

Abertura fantástica, diga-se de passagem. Bem anos setenta, um barulho bom. Ainda analisando-a, parece que daí que vem o nome da espaçonave, já que trata-se de um grupo de caçadores de recompensa. Eles procuram fugitivos que as autoridades têm dificuldades para encontrar, como acontecia no Velho Oeste. E, como era naquela época, as cabeças são postas a prêmio. A única diferença é que a caçada se dá no Sistema Solar.


Grosso modo, dá para resumir assim. Caçadores que agem livremente, ao som de uma musiquinha daora. Todavia, seria pouco para dar transformar a série na monstruosidade que ela verdadeiramente é. Tudo nela é recheada de referencias! Ou, tudo mesmo! Os personagens, as frases de efeito, os estilos, os planetas, os nomes dos episódios e até mesmo as prévias.

Pois bem, mas vamos por partes. Vamos nos situar no tempo e no espaço e onde se desenvolve a trama. O ano é 2071. Os progressos humanos são evidentes: os seres humanos colonizaram outros planetas. Contudo, planetas bem próximos: somente os do Sistema Solar. E a história se passa aí: a tecnologia avançou a tal ponto que existem diferentes tipos de naves, de diferentes tamanhos.

E também existem os Portais. São grandes “túneis” que facilitam a navegação em todo Sistema Solar, num processo de aumento da velocidade das naves que neles entram. Claro que existem pedágios, patrulha e tudo o mais. Beleza, um mundo bacana para se viver. Ou nem tanto. Se fosse só isso sim, mas... algo aconteceu com a Lua e os Portais. Sim, algo.

Que droga, véi, fala logo o que aconteceu com a Lua! – você me diz. Mas é isso aí, aceite o mistério. Em nenhum momento da série é revelado o que aconteceu com ela. Só dá para saber que foi algo relacionado com os Portais. O fato é que ela foi feita em mil pedacinhos, formando uma camada de asteroides em torno de nosso planeta. E o pior: meteoros caem nela constantemente – pedaços da Lua – fazendo com que as pessoas tenham de habitar no subterrâneo.

A África parece ter submergido. Assim, segundo eu entendo da Lua, muitos desastres aconteceriam para todos nós se ela sumisse. Talvez esse fosse um dos motivos que levaram a humanidade expandir suas fronteiras, obrigatoriamente. E é o que acontece. Uma cúpula é formada em Marte, onde a vida pode acontecer. E lá nascem muitas pessoas. E o mesmo é feito em outros planetas, como Vênus – ou nas luas deles, como é o caso de Júpiter.

Isso porque Júpiter é um planeta formado por gases e mais um ponto para animação – seria impossível viver nele em si. Mas já em suas luas, quem sabe. E Ganímedes e Europa são dois importantes polos de resquícios humanos. Outros planetas também são habitados e alguns nem recebem nomes.

Aliás, aproveitando que estou falando disso, aproveito para dizer que, além da diversidade musical, existe uma fantástica diversidade de etnias na série. Pessoas com idades, tamanhos e pesos de diferentes, podendo ser: negras, brancas, amarelas, vermelhas, crianças, adolescentes, velhas, cadeirantes, grávidas, gordas, viciadas, homossexuais, transexuais, cegas, ambientalistas, prostitutas, loucas e até em estado de vegetação.

Vez por outra também há conversas filosóficas e muita tristeza e melancolia. E referências a filmes ou outras animações. Quando chegar nos personagens, falo mais sobre isso. Estes, inclusive, são mais um ponto forte. Pergunta por que. Pergunta! Sério, pergunta aí... Nossa, que bom que você perguntou! Porque praticamente todas as conversas ocorrem por meio de reclamações, queixas ou resmungos.

Todos os personagens parecem estar dispostos a deixar tudo para trás assim que seu passado bate à porta. Os laços entre os eles se fortalecem com o tempo, é bem verdade. Entretanto, todos eles estão dispostos a voltarem à vida que tinham antes de se conhecerem. No fundo, todos sabem que estão ali pelos infortúnios e falta de sorte. A tristeza e o tédio são recorrentes e a prova da infelicidade das personagens está nas constantes reclamações – presentes em quase todas as conversas.



E o que mais? Ah é, tem a ISSP. A ISS realmente existe, é a Estação Espacial Internacional que agora mesmo está na órbita da Terra fazendo diversas pesquisas sobre a Vida, o Universo e Tudo mais. O pê-zinho dela representa “Polícia”, sendo responsável pela ordem no Sistema Solar na série. E, mesmo sendo autoridade, o Sistema Solar é grande por demais para um só órgão, então eles colocam recompensas pelos bandidos e mafiosos à solta.

Pois é, existe a máfia também. E os mafiosos. Duas são as organizações principais: a Blue Dragon e a Red Dragon – sendo a segunda maior e mais poderosa e influente. Além de haver: traficantes, viciados, guerras, paixões e toda horda de coisas que acontecem hoje em nosso planetinha. Verossímil até demais. Por isso Cowboy Bebop é uma animação que extrapola.

Enfim, deixei escapar nada, acho. Pelo menos o essencial taí. Rumbora falar dos personagens, então.

Spike Spiegel

O herói da série. Spike tem cabelos bagunçados, um terno azul com camisa amarela, e é meio largadão de tudo. Suas botas são bastantes características. Spike é um grande atirador, além de ser exímio artista marcial. Seu estilo lembra bastante o do Bruce Lee, que é referenciado em diversos momentos nas sessões. Ele mesmo cita o próprio, citando que é preciso ser como a água. E, bem, se você viu o documentário do Bruce, vai entender.

Spike é um dos personagens que vivem reclamando da vida. Também é irônico e sarcástico, por vezes. Sabe como ser sério e intimidador. Quando toma uma decisão, dificilmente volta atrás. Em ação, faz o possível para atingir seu alvo – pouco se importando com o que venha a ser destruído. E isso inclui sua própria nave, a Sworfish.

Apesar de seu jeitão meio desligado e reclamão, e ser pouco apegado às pessoas, mostra-se preocupado em diversos momentos com os demais companheiros. Diz que odeia três coisas: mulheres ordinárias, animais e crianças – e tem de conviver com todas elas. A questão é que Spike diz gostar de bem poucas coisas. Muita das vezes diz pouco ligar quando é óbvio que seus atos dizem o contrário – vide episódio do Andy.

Spike também gosta de “tirar” seus companheiros. Em dado momento, quando Jet pergunta se está pálido, ele diz que Jet é pálido de nascença. Em outro, quando Faye diz que Jet está enganado se pensa que uma mulher esperaria por ele, Spike diz que ela está enganada pensando que todas as mulheres pensam como ela.

Mais um elemento: seus olhos. Spike, apesar de se fazer de desentendido, tem sempre um olhar enigmático e pensativo – que chegam a enganar até mesmo os telespectadores mais atentos – capta tudo a sua volta. A perspicácia em pessoa. Possui dedos leves, levíssimos, roubando ou escondendo objetos sem que ninguém perceba. Tô dizendo, um artista marcial e tanto! E tem outro fator sobre seu olho direito... (preste atenção nos episódios que você vai sacar antes do fim).


Ele nasceu em Marte. Um elemento interessante é que Marte lembra demais a China. A máfia, mesmo, é referencia a Tríade Chinesa. Fala sério, quando eu falei máfia, você pensou logo na Itália! Mas é só reparar e comparar com filmes que tenham algo sobre ela que vai sacar logo.

E ele fez parte da Red Dragon, a poderosa organização criminosa. Lá, conheceu o grande amor de sua vida, Julia, e seu inimigo mortal, Vicious. A história de Spike durante a trama gira em torno disso: as consequências de seu passado de mafioso e sua saída da organização. O que aconteceu com ele e como diabos continuou vivo após largar tal vida de crimes você só vai descobrir se assistir a série!

Quanto a Bebop, começou a trabalhar com Jet há três anos. Tornou-se o primeiro tripulante. Apesar de todo esse tempo, nada sabe sobre o companheiro – e nem Jet sobre Spike. Vemos que, por mais que trabalhem e vivam juntos, pouco conversam sobre o passado ou sobre seus sentimentos. São distantes, ao mesmo tempo em que são próximos. Contudo, uma grande amizade há entre esses dois, ainda que desconheçam o passado um do outro.

Jet Black

O grande homem e dono da velha nave pesqueira Bebop. Mecânico, piloto e cozinheiro, Jet é um personagem fisicamente forte que já sofre com alguns infortúnios da idade, a calvice, apesar de ter apenas trinta e seis anos. Vez ou outra passa a mão na careca para pensar ou aliviar o cansaço e aborrecimento.

Nascido em Ganímedes, uma das luas de Júpiter, era um detetive da ISSP. Bastante competente no que fazia, aliás. Um dos melhores, sem dúvida, porque possui grande senso de justiça e procura cumprir seu dever. Fora isso, apesar de nada demonstrar de artes marciais, é um investigador excelente e possui fontes dignas e certeiras. Então por que ele saiu da polícia, afinal? A resposta é simples: Alisa.

Pois é. Por ela, Jet deixou a polícia e se tornou autônomo. Outro fato é que perdeu um braço em serviço e usa uma espécie de prótese mecânica. Questão delicada. Spike provoca Jet, certa vez, perguntando sobre o braço – Jet tentava convencer Spike a ficar na Bebop e esquecer o passado. Mais à frente, mandar Faye cuidar da vida dela, quando esta pergunta o porquê dele evitar fazer uma cirurgia para ter outro braço orgânico.

A grande característica de Jet é seu coração bondoso. Sempre preocupa-se com todos, tendo um jeito um tanto peculiar de demonstrar – com joguinhos; uma vez, disse que caso Spike saísse, só poderia voltar com um criminoso; ou provocando Faye com alfinetadas a respeito de pagamentos e dívidas. Por mais que diz estar se lixando, sempre pensa em todos como uma família.


E é numa relação de pai que trata Ed, por exemplo. Conta histórias e trata a menina como se fosse a própria filha. Pois é, o cara tem um espírito paternal, mesmo. Também parece gostar bastante de Ein, com quem se dá bem. Apesar de chamá-los de bando de esquisitos, Jet gosta e tenta se dar bem com todos. E, como os outros dois, vive a reclamar. Também é bastante espiritualizado. Sempre lembra da punição divina por atos praticados – uma espécie de “Deus castiga”. Em dois momentos da série, ele consulta um velho índio vidente.

Quanto às recompensas, Jet é quem coleta as informações dos criminosos e como encontrá-los. Quem os enfrenta e encurrala geralmente é Spike – e por vezes, Faye. Era conhecido na ISSP como Black Dog, o cachorro preto, que jamais soltava a vítima depois de abocanhá-la. Faye o chama de “romântico incorrigível”. Além da Bebop, tem uma nave menor, a Hammerhead.

Um dos passatempos favoritos dele é cuidar de uma mini-floresta de bonsai que possui na Bebop.

Ein

Um Corgi Gaulês que foi sofreu uma espécie experimento ilegal, tornando-o um cão de dados. Extremamente inteligente, capta tudo a sua volta e inclusive contribui com a captura de dois foragidos – um logo no início e outro no finalzinho. Certa vez, parece ter sacaneado a turma para dar mais “emoção” na história. Um fato curioso é que foi salvo por Spike, mesmo ele dizendo que detesta animais - até que sua relação com Ein é boa.

Apesar de ser esperto, Ein ainda é um cão, tendo suas limitações. Tem boas relações com todos, exceto com Faye. Ela vive o provocando e Ein faz o mesmo – dorme durante a história que Faye está lhe contando e chega a atender ao telefone quando ela liga, certa vez. Talvez o motivo de tudo seja o fato de ele lembrar uma certa pessoa do passado da moça.

Ein parece ter uma atração especial pela Ed. Tanto pelo fato dela ser uma criança e brincar bastante, como por sua afinidade pelas máquinas. Juntamente com sua parceira, é responsável pelo humor da série.

Faye Valentine

Uma mulher bonita, de seios fartos, cabelos roxos e roupas amarelas. Faye é a mais velha de todos: tem setenta e sete anos. Isso porque esteve em sono suspenso devido um acidente que sofreu num ônibus espacial em 2021. Sai do coma após cinquenta e quatro anos, sem memória, tendo acumulado uma dívida gigantesca no hospital. Fora um advogado salafrário que a enganou assim que ela acordou, aumentando ainda mais suas debêntures.

Gosta bastante de apostas, cassinos e hipódromos, trapaceando sempre que possível. Adora dinheiro e, sempre que pode, propõe a todos que seja cada um por si na busca das recompensas – ou mesmo partindo sozinha na busca delas. Apossou-se da Bebop, tornando-se membro sem ter sido chamada. Jet e Spike deixam claro que estavam incomodados, reclamando que ela jamais levara nem comida para a nave (gastava sua parte das recompensas com compras).

Ansiosa, sabe ser sensual sem ser vulgar, apesar de seu corpo bastante atraente. Também é pouco delicada, preferindo agir a pensar muito no que fazer. Ainda no começo, se sentia pouco desejada. Chegou a quebrar o sistema de refrigeração da Bebop e fugir, já que era melhor ser solitária estando só do que o ser em grupo. As coisas mudam quando seu “ex” aparece. Aos poucos, mostra que sabe usar bem sua sensualidade e poder de sedução.



Faye pode ser folgada e de difícil convívio, mas mostra-se útil em momentos complicados. Tem alguma habilidade marcial e atira como ninguém. Da mesma forma que Spike e Jet, vive reclamando de tudo. Passa por crises de melancolia e até mesmo existencial, por nada saber sobre seu passado. Possui uma queda por Spike, e, apesar de às vezes parecer ser correspondida, sabe que ele só tem olhos para Julia.

Faye possui uma nave, a Red-Tail. Às vezes, sai sem dizer para onde, ficando desaparecida por um tempo. Ela é essencial nas missões. Tem boa relação com todo mundo, exceto com Ein, com quem vive implicando – chega a comer comida de cachorro, só para provocá-lo.

Edward Wong Hau Pepelu Tivrusky IV

A personagem mais animada e divertida da série, responsável por todo humor presente! Suas roupas são largas e desleixadas. A Ed parece um menino pelo jeitão de ser. Sempre peralta, gosta de brincar com as palavras e apelidar as pessoas. Brincalhona que só ela, tem um jeito muito especial de fazer as coisas – e as faz com muita sapiência.

Ed é a inocência em pessoa. Confia na maioria das pessoas e gosta de bastante contato –sem medo ou receio de tocá-las. Muito alegre e sempre de bom humor, a única coisa de que reclama é a falta de comida. Companheira inseparável de Ein, que tem um fascínio pela menina também.

Além dessas qualidades, Ed é extremamente inteligente, sendo uma hacker de primeira. Consegue invadir e extrair informações de onde quer que seja, além de conseguir controlar espaçonaves inteiras. Também é uma exímia enxadrista. Como todos os outros personagens, seu passado é um mistério e todos pensavam que ela era órfã, por seu jeito desligado e de estar pouco entendendo o mundo que a rodeia – querendo mesmo diversão.

Um outro fator impressionante é sua incrível flexibilidade e habilidades um tanto quanto peculiares. Por exemplo, vez por outra anda de ponta cabeça (parada de dois ou plantando bananeira, como queira), digita com os pés e sai fazendo rolamentos e estrelas por aí. Jet a trata como filha, chegando a confiar suas bonsais – grave erro.

Possui um relacionamento bom com todos – mesmo com Faye, que parece se irritar com as peraltices da menina quando quer resolver assuntos sérios, mas tem seus momentos femininos quando permite que Ed pinte suas unhas. Ao que tudo indica, seu nome de batismo é Françoise.



Acho que é isso, gente amiga. Alguns fatos que podem interessar é a de que a ação começa lá pelos quinze ou dezesseis minutos de cada episódio. O início sempre diz respeito ao bandido ou com a forma que ele está sendo emboscado. Outro fato é que só aparecem dois seres alienígenas, digamos. O foco principal mesmo são os humanos e suas colônias espaciais. Ah é, existe um programa na tv chamado Big Shot, que exibe os criminosos procurados e suas recompensas – sendo importante serem capturados vivos.

E, bem, cada planeta é uma espécie de representação de um país. Como falei lá em cima, Marte lembra a China. Vênus lembra algum país do Oriente Médio, com suas feiras cheias de frutas coloridas e clima árido. Plutão é uma prisão. Júpiter tem uma imensa diversidade de luas, e cada uma delas representa um país – um é gélido com a Rússia, outros já tem diversos portos – e por aí vai.

Os nomes dos episódios são nomes de músicas, estilos musicais ou filmes.

Miscigenação e diversidade estão contidas em Cowboy Bebop. Pitadas de realismo nas relações também estão presentes. Nem tudo é explicado, então, como diz meu amigo Vitor, é preciso aceitar o mistério. A trilha sonora é estupenda, igualmente diversificada, sem educação. Chamo a atenção para mais uma observação: todos os personagens fumam. Claro, exceto a Ed e o Ein. E, bem, QUEM FUMA, FEDE.

Aham... é isso, galera. Mais uma coisa: o Keanu Reeves é super fã de Cowboy Bebop, sabia? Até cogitou atuar como Spike, mas um filme com atores de verdade parecer estar longe de se tornar realidade. E, bem, o cara já fez o Neo e o John Constantine, eu pagaria para vê-lo de Spike. E, além do mais, ele é um vampiro! Me surpreenda, Reeves!

Que bonito, que alegria, que beleza! Vou ver se faço o vídeo o quanto antes. Tomara que tenha ficado legal, porque deu um trabalhão para analisar, sabe. Pois é. Enfim, é isso. Deixa eu ficar por aqui, então. Espero te ver de novo por aqui, amiguinhos e amiguinhas! Até breve!!

Veja no Youtube!
Parte Um:

Parte Dois:

Parte Três:

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