Hey, people!
Tudo bem, tudo begue? Joinha? Batutinha? De boa? Belezinha?
Tomara que sim, minha gente. Tomara que sim. E o ano, heim? Acabou-se. Queria
dizer que passou voando, mas de uns tempos para cá tenho a impressão de estar
vivendo uns três anos em um. Desaprendi a contar o tempo, acho.
Como diria o Chrystian, meu coração não sabe contar
os dias (e minha cabeça é vazia). É mesmo. Acontece é que tenho a impressão de
que aconteceram milhares de coisas desde o começo do ano, e quando chega por
essa época, algo que se passou há seis meses parece ter se passado à pelo menos
uns dois anos.
É sério, ficou perdidinho da vida. Mas, enfim, não vim aqui
para falar de como o tempo não correu para mim quando não fazia nada produtivo
ou que gerasse algum dinheiro (mesmo porque já falei sobre tempo e dinheiro
até demais, né?) e sim de uma coisa muito importante que aconteceu esse ano. Eu
li livros.
Pois é, minha gente. Assim, não que eu não leia, mas esse
ano eu pulei o corguinho. Superei minhas expectativas, já que nunca antes na
história desse país li tantos títulos por ano. E foi para isso que vim aqui
hoje: para falar dos livros que li, indicar e dar meus pareceres.
Ah é, tem os agradecimentos especiais no final também.
Então, se não tiver saco para ler isso tudo até o final, vai lá nos últimos
parágrafos e veja a homenagem!
Rumbora começar a lista, então. Vale lembrar que não estão
em ordem de preferência, nem de leitura – apesar de ter feito o máximo possível
para lembrar o que li depois do que, mas... veiêra é isso. Vem comigo, meu
povo!
O
Silmarillion – J.R.R Tolkien
Sem dúvida, foi o primeiro livro que li este ano. Sei disso
porque me lembro bem de meu amigo Túlio dizer que o Submarino estava
fazendo uma promoção incrível dos livros do tio Tolkien: O Silmarillion, O Senhor dos
Anéis (três livros) e O Hobbit
por cinquenta Dilmas! Olhou, levou!
Foi mesmo. E depois que fiz ficha no site, não parei mais de
pesquisar livros e comprar, comprar, comprar. Mas daqui a pouco falo mais sobre
isso e faço uma propaganda para os caras (de graça, procevê o tanto que sou
bonzinho!). Sobre a ordem de leitura, resolvi ler a coisa toda pelo princípio
de tudo: O Silmarillion. E fiz bem
por assim ter começado.
Aqui ficamos sabendo desde a criação do mundo até a queda
dos elfos. Os deuses, a criação da Terra Média, dos Valar, do Senhor do Escuro,
dos elfos, anões e homens. Lembro que me encantei logo no comecinho, nos dois
primeiros livros.
Sim, sim, é preciso explicar isso. Na verdade, Silmarillion
é uma coletânea de cinco livros: Ainulindalë
(A música dos Ainur), Valaquenta
(Relato dos Valar), Quenta Silmarillion
(A história das Silmarils), Akallabêth
(A queda de Númenor) e Dos Anéis de Poder
e da Terceira Era. O maior conteúdo é referente aos primeiros dias dos
elfos e parte da vida dos homens e surgimento dos anões, relatados no Quenta Silmarillion.
Mas deixa eu ir por partes. É mesmo. Lembro que o que me
fascinou logo de cara foi o Ainulindalë,
que é o princípio de todas as coisas. Digo, a criação de Arda, sabe. Não sei de
onde o tio Tolkien se inspirou para escrever uma coisa tão fantástica assim. E
também achei espetacular uma das criações surgir de um erro e... bem, vale a
pena ler, nem que seja apenas esse começo incrível.
O Valaquenta já
explica cada um dos Valar, criação de Eru, e responsáveis por cuidar de Arda. E
também do Senhor Escuro. Achei um tantinho cansativo, mas necessário para entender
quem faz o que na história. Já o Quenta
Silmarillion é A obra. Cansativa, é verdade, confusa, hora descritiva
demais, hora progredindo rápida demais, mas que livro!
Vale a pena ver o surgimento dos elfos e sua caminhada para
além-mar. As divisões de raça dos Quendi (Vanyar, Noldor, Teleri e Avari), sua
Grande Viagem para junto dos Valar, a forma como alguns se perderam no caminho,
a forma de como alguns sucumbiram a tentação do Senhor do Escuro e abandonaram
as terras sagradas, a última relíquia das Duas Grandes Árvores (Silmarils), as
guerras, as famílias, o despertar dos anões, o surgimento dos homens...
E é melhor parar por aqui, já que são muitos os
acontecimentos. Algo realmente espantoso, não me admira ser a obra da vida do
tio Tolkien, que ele tenha passado tantos anos a criar um universo tão
fantástico como esse. Sim, amiguinhos e amiguinhas, ele inventou todo um universo
antes de criar os personagens. De fato, o enfoque maior era a Terra Média e seu
destino segundo as aspirações daqueles que a habitavam, mas já falei por demais
sobre isso aqui.
Quanto a Akallabêth,
esta diz respeito ao prêmio que os homens ganharam por serem fator decisivo em
uma importante guerra. E mostra a maneira de como se corromperam e caíram. E,
bem, para ser sincero, não me lembro muito bem dessa história, nem da Dos Anéis do Poder e da Terceira Era.
Outro fator bastante característico em O Silmarillion em geral são as peculiaridades do tio Tolkien: seu
detalhamento nas árvores genealógicas, sua descrições milimétricas da Terra
Média, sua linguística própria e única – para quem não sabe, ele criou a língua
dos elfos! – e também o recado de que os homens são facilmente corruptíveis.
Podemos ser facilmente seduzidos quando incitadas ambições em nosso ser. Acredite,
para aqueles dotados de alma, não é tarefa difícil.
E digo isso por experiência própria, já me corrompi. Uma
vez. Na faculdade. E me envergonho a cada vez que lembro disso. Pois é, não
tenho credibilidade para reclamar dos políticos, mais...
Se você quiser verdadeiramente conhecer histórias sobre os
elfos, seus milênios de guerras, a diferenciação de cada raça e saber o porquê
deles gostarem tanto do mar, não deixe de ler essa grandiosa obra. Pode cansar
a beleza (e cansa mesmo, já que só de glossário temos setenta e seis páginas),
mas vale muito a pena para quem gosta dessas criaturas místicas das florestas.
O Guia do Mochileiro das Galáxias – Douglas Adams
Lembro que descobri um promoção danada de boa pelo Marcel Dias (o carinha do byte que eu gosto) via Twitter e não deu outra:
comprei mesmo a trilogia de cinco do Douglas Adams. Adivinha onde? Isso mesmo,
no site do Submarino! Hoje me arrependo um pouco por quase nunca usar o
Twitter. Mas é que não tem mais ninguém legal para seguir.
E o Marcel twittava demais, além de trollar direto. É, isso
eu lembro bem. E ganhava grana para fazer propaganda do Sub, acho. Enfim, deixa
ele lá de boa, que eu fico aqui na minha. Né não? Verdade. Graças a ele li mais
livros legais. É mesmo. Continuemos, então.
Bem, para ser sincero, achei os livros superestimados.
Assim, não que sejam ruins. Longe disso. São interessantes demais, mas como tudo
na cultura nerd, acabam ganhando proporções maiores do que dizem. Já falei
sobre isso quando discursei horas a fio sobre personagens e um
cadiquinho quando me revoltei com o filme do Scott Pilgrim. Ou seja,
vamos pular essa parte repetitiva.
Talvez tenha me sentido perdido no livro porque existem
muitas referências a teorias da física quântica e muito do que me pareceu nada
a ver deve ter alguma explicação inexplicável dentro da Teoria do Caos. Se o
que eu te disse agora não teve muita lógica, bem, se sentiu como eu quando li
os livros.
Contudo, não entre em pânico. Vale a pena ler os livros, já
que não são muito grandes. Cada um sai por dez Dilmas, mais ou menos. Na
promoção, consegui os cinco por trinta. Ela provavelmente ainda existe.
Vejamos os livros. Eles são: O Guia do Mochileiro das Galáxias; O Restaurante no Fim do Universo; A Vida, o Universo e Tudo Mais; Até
Mais e Obrigado Pelos Peixes!; e Praticamente
Inofensiva.
O nosso personagem principal é Arthur Dent, um terráqueo,
que num mesmo dia tem de encarar a demolição de sua casa e a do próprio
planeta. Graças a seu amigo Ford Prefect, que ele descobre ser na verdade um
habitante de Betelguese, começa a se aventurar pelo universo, já que a Terra é
realmente demolida. Ou não...
E muitos outros personagens surgem, como Zaphod, Trillian,
Marvin e Slartibartfast – citando apenas os principais. Outro elemento legal
são as informações dadas pelo próprio guia durante as aventuras. Além das
teorias do autor sobre a vida, o universo e tudo mais, presente em todos os
livros, de maneira direta ou indireta.
Muitas questões filosóficas são apontadas, sabe. E isso
torna a aventura mais interessante. Apesar de ser um começo muito bom, meu
livro favorito é A Vida, o Universo e Tudo
Mais. Em parte por causa do Slartibartfast, do Arthur e do Ford se
aventurarem por aí, e do ataque dos seres do Planeta dos céus escuros e... sim,
você vai ter de ler para saber. É algo que Douglas Adams faz bem, também: sabe
te deixar na dúvida, te colocar em tensão, te deixar apreensivo em determinadas
partes da história, doidinho ou doidinha da Silva. A ponto de você pensar que
já não existe mais solução e bau-bau, já era. Vide o primeiro livro – pouco
antes da parte da baleia e da flor.
Aliás, essa cena é clássica! Apesar dos pesares, o terceiro
livro ainda é o que eu mais gosto e... bem, é interessante ver como no fundo,
no fundo, não existe explicação para o começo da existência em si. Vai ver tudo
sempre existiu e pronto. Ou vai ver não temos capacidade para entender a
resposta, porque não sabemos a pergunta. Né não? No mais, só tenho mais uma
coisinha para dizer:
42.
O Hobbit - J.R.R Tolkien
“Numa toca no chão vivia um hobbit”. É assim que essa obra,
digamos, mais juvenil do tio Tolkein, começa. E é bastante interessante acompanhar
as aventuras de Bilbo Bolseiro e a origem de sua fortuna. Na época de seu
lançamento, foi um estrondoso sucesso que permitiu a publicação O Senhor dos Anéis do jeito que ele é –
um tom mais sombrio e sério.
Para falar a verdade, lembro de bem poucas coisas da
aventura. Lembro dos anões que visitam o velho Bilbo, do Gandalf, da partida do
Condado, de eles enfrentarem os orcs logo no comecinho da aventura, da fuga
pelas montanhas dos lobos, do Gollum, das travessuras com o anel, de uma
passagem na floresta élfica... mas tudo meio que vagamente. E tudo pelo tesouro
dos anões guardados por Smaug, o dragão.
Se não me engano, é isso. Qualquer coisa vai ter o filme ano
que vem. E talvez eu precise suecá-lo. Bom, vamos ver. Para tanto, vou precisar
ler o livro de novo ano que vem, o que não vai ser nenhum sacrifício. Mesmo
porque, no final – e aqui vai um spoiler – os rumos da história mudam.
- O spoiler continua no próximo parágrafo. Cuidado! -
O que me impressionou, já que não esperava que o tio Tolkien
fosse retratar a corrupção dos seres num livro, digamos, infantil. Mas, como
C.S. Lewis já bem disse, os pensamentos do autor vão aparecer em sua obra ele
querendo ou não, já que ela retrata verdadeiramente o ser que os escreve.
Acontece inconscientemente. Procevê que esse negócio de imparcialidade é papo
furado.
Bom, como nos outros livros, tem muitas canções, runas,
intrigas, guerras e tudo mais. Também tem mapas, só não tem mesmo as árvores
genealógicas e o glossário sem fim – ao invés disso, temos algumas gravuras
durante os textos, o que facilita na compreensão da descrição. Pois é, nesse
quesito ainda tenho muitas dificuldades de abstração e fiquei muito feliz pelas
ilustrações!
É minha gente, quando o autor descreve demais a cena eu fico
viajando. É um problema meu, sabe. E como o tio Tolkien adora descrever parte a
parte de tudo, fico tontinho sobre o que é uma vau, um fenda e outros termos do
tipo. Vai ver por isso lembro tão pouco das aventuras na Terra Média.
Pois é. Tomara que o Peter Jackson faça um bom trabalho como
ele fez nos filmes do Senhor dos Anéis, né?
Alice – Lewis Carroll
Vixe, esse eu lembro menos ainda! Mas gostei de me aventurar
com Alice no país desconhecido! Falando nisso, a maioria da literatura que
escrevi até agora é inglesa. Cês viram? Ahn-ham, lá é o berço da literatura
fantástica! Num é?
O livro eu comprei uma versão toda bonitinha, de capa
amerela, por vinte Dilmas. Vem com os dois livros e ilustrações lindíssimas.
Dica do meu amigo Túlio, quando veio aqui para Goiânia fazer uma visitinha para
o casamento de sua prima. Demorei um tempo para criar coragem e ler, mas valeu
a pena.
Aventuras de Alice no País
das Maravilhas, o primeiro livrinho me deixou um pouco confuso e meio
desorientado, já que o que me recordo dele é de Alice crescendo e diminuindo de
tamanho, vagando de lá para cá sem uma rota certa. As coisas iam aparecendo,
como a floresta, a conversa com os bichos que se ofendem facilmente, a casa em
que ela agiganta-se, os jardins da rainha e as demais coisas que me são bastantes
vagas.
Aliás, não achei muito parecido com o filme da Disney, não.
Falando em filmes, existem centenas deles. Literalmente, arrisco dizer. Isso
porque todo mundo quer dar uma versão nova para aventura dessas terras
fantásticas. A mais recente foi a do Tim Burton, que como a famosa versão
animada, não tem muito a ver com os livros. Bem, depois da rixa com o Kevin
Smith sobre o Planeta dos Macacos e desse vídeo aqui... tire suas
conclusões.
Não duvido se o Tim nunca tiver lido Alice na vida! Aham...
vamos voltar ao que interessa.
O mais legal é ver como a aventura da menininha fascinou e
fascina tantas pessoas. Parada obrigatória para tentar entender! Mas de novo
não compreendi bem o motivo de ser tão amada assim. Particularmente, prefiri Através do Espelho e o que Alice Encontrou Por
Lá. Já conto o porquê, amiguinhos e amiguinhas! Já conto!
Olha só, a aventura se passa como num jogo de xadrez. A
impressão que passa é que cada lugar que Alice passa magicamente no país do
espelho é como se avançasse uma casa no jogo. Além do mais, tem todas as
jogadas no começo do livro. E indo mais longe do mais ainda, tem um personagem
muito bacana chamado Humpty Dumpty. As maluquices dele é algo doidera!
Só que pouco me lembro dela também. Ai, ai. Tenho de
aprender a estocar mais histórias na memória!
O Senhor dos Anéis – J.R.R Tolkien
Bom, já escrevi por quilômetros e em muitas postagens.
Resumir-me-ei. São as aventuras de Frodo, Sam, Merry, Pippin, Legolas, Gimli e
Aragorn para destruir o Um Anel nas distantes montanhas de Mordor! Foram
retratadas nos filmes que ganharam muitos prêmios na Califórnia e... bem, não
sei muito bem como explicar as aventuras além disso.
Vale lembrar que muito dos livros se perde nos filmes. Nada
tão grave. Quevê? Da primeira visita de Gandalf ao aniversário de Bilbo a seu
retorno para conversar com Frodo sobre sua herança, o anel mágico, passam-se
anos. Além do que Sam e companhia armam tudo muito bem para saírem do Condado,
tendo cada um uma função importante. Também fica apagada a Floresta de Tom
Bombadil e a amizade de Sam pelo pônei Bill e o próprio Bill Samambaia que era
um Hobbit ligado ao outro lado e...
Sim, sim, a precisão de detalhes do tio Tolkien. Por vezes
acho que fizeram bem em resumir um pouco. Só de apêndices, no O Retorno do Rei, tem cento e doze
páginas. Enfim, o mais importante nos livros é a mensagem de que, mesmo entre o
mal, existem desavenças. Aqui vai outro *spoiler*: Saruman não foi servo fiel o
tempo todo – ele sucumbe à tentação de possuir o poder e ser o próximo Senhor,
armando uma traição – e a coisa ia perrengar se não acontecesse o que
aconteceu.
Pois é, aprendi uma lição valiosa: o mal não é bem
organizado da maneira como pensamos, a crueldade é imperativa e podem acontecer
traições de maneira como menos se espera. Como quando Pippin e Merryn são
capturados pelos Uruk-hai. Ou quando Sam vai atrás de Frodo depois dele ter
sido levado após o ataque da Laracna. Não tem dessa coisas nas telonas, já que só
retrataram o mal como mal e ponto, algo a ser estirpado sem ser bem entendido.
Ahn-ham, foi o que aprendi. A qualquer momento podemos
sucumbir à tentação, de querer mais e mais poder e tombar miseravelmente. Mas
já tô viajando. E me repetindo. Deixa eu voltar ao assunto. Outros pontos legais
são a erva-do-rei e os destinos de Merryn e Pippin. Além da batalha de Éowyn,
que é épica – apesar do lance com Aragorn ser um saco.
Lembra? Bom, não vou azucrinar mais. Já que citei o
Kevin Smith ali em cima, ele tem uma visão toda particular a respeito da
história. E já que tô falando em repetição...
As Crônicas de Gelo e Fogo – George R.R. Martin
O inverno está chegando... e Martin escreveu de forma bastante épica a luta pelo poder em suas obras. Pessoas teimosas e bitolas insistem em compará-lo com o tio Tolkein, mas isso porque elas não leram meus textos sobre a diferença das obras dos dois. Resumindo: o tio Tolkien foca-se muito mais na Terra Média e Martin muito mais em seus personagens.
Simples assim. Não existem elfos, anões ferreiros e
criaturas belas e fantásticas por demasia. Quero dizer, até existem tais criaturas,
só que são apresentadas sutilmente. Como os lobos dos Stark e os dragões dos
Targaryen. Também os gigantes e até mesmo os Outros! Aliás, característica
fortíssima do Martin (além de inteligentíssima) e escrever cada capítulo sobre
o ponto de vista de um personagem de família diferente. E não tem dessa, não:
todo mundo pode se corromper e trair – nem que seja a si mesmo. É como se fosse
uma batalha interna, uma disputa de intelectos, cada qual tentando manipular o
máximo possível a ação do outro.
Outra coisa que ele faz de maneira brilhante é intrigar o
leitor pelos pensamentos de cada personagem. Alguns chega a dar ódio. Muito! Dá
para ficar pensando em formas diferentes de desejar sua morte. Porém, depois de
um tempo, percebe-se uma pequena fórmula na sua escritura de capítulos. Só que
tudo isso é repeteco, já falei a respeito...
Só pude ler os dois primeiros livros, que são A Guerra dos Tronos e A Fúria dos Reis. Mal posso esperar para
ler os demais! Espero que traduzam logo. Se o Martin não morrer no caminho,
pretende escrever sete livros – cinco já terminados. Bom, o tempo dirá qual
será o fim disso. E se você não gostou, bem, que os Outros te levem!
As Crônicas de Nárnia – C.S. Lewis
Lembro que comprei as crônicas quando vi, no Submarino.
O preço tava baratinho: vinte Dilmas. A minha intenção era somente comprar a
primeira temporada de The Big Bang Theory, mas não resisti e levei. E, bem, o
livro ficou guardado por uns sete meses no plástico bolha, já que tinha visto o
filme com meu amigo Túlio (para variar) e não tinha gostado nada, nada.
Eis que muito tempo depois tava lá eu, jogando Persona 4
e coletando itens para conseguir ir mais longe sem morrer muito. Já tinha umas
cinquenta horas de jogo, sabe. Sei que, por três dias seguidos a energia caiu.
E sem dar para salvar – o que significa que perdia todo o progresso, cerca de
cinco horas e meia perdidas! Na terceira vez, apelei e decidi ler o livro há
muito guardado.
Demorei demais para ler – ou talvez fosse o tempo certo para
tanto. Não sei se foi um sinal divino (gosto de pensar que sim) porque, sem
dúvida nenhuma, foi o livro do ano. Sabe por quê?
Talvez por ser uma literatura juvenil, a leitura é bastante
simples e gostosa. Ao menos assim me pareceu. Além disso, me identifiquei com a
forma de escrita do C.S Lewis. De fato, é bastante semelhante a que uso aqui no
blog, sabe. Ou pelo menos a maneira como tento expressar minhas ideias – de
forma que as pessoas entendam, podendo criticar ou admirar, mas vão entender o
que está escrito. O que eu quero é que todo mundo capte a mensagem.
Nem que para isso tenha que escrever de uma forma mais
simples, tentando ser extrovertido e envolvente. E, assim, tem muito disso nas
crônicas. Lá têm muitos exemplos,
descrições não muito cansativas, criaturas místicas em uma terra fantástica e
tudo mais. E também boas lições, aplicação do cristianismo de uma maneira
bonita, sem ser exagerada ou forçada por demasia.
É como se o C.S Lewis me entendesse, pensasse muito
semelhante a mim. Ao menos o que tenho por religião é algo muito parecido com
os ensinamentos de Aslam em Nárnia. Minha fé é basicamente o que ali foi
escrito.
Os livros são: O Sobrinho
do Mago; O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa;
O Menino e Seu Cavalo; Príncipe Caspian; A Viagem do Peregrino da Alvorada; A Cadeira de Prata; A Última Batalha.
A minha aventura favorita é A Viagem do Peregrino
da Alvorada, mas aprendi bastante com A
Cadeira de Prata (que é bem sinistro, quando é mostrado a própria cadeira
em ação) e O leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa
é irretocável!
Quanto aos filmes, eles são legais, mas ficam aquém dos
livros. Até hoje adaptaram apenas três. Não são ruins, é bem verdade, mas
perdem muito da mensagem. Não sei explicar bem ao certo, a leitura é mais
impactante, sabe.
Si diverti com Lúcia, Edmundo, Pedro, Suzana, Caspian,
Eustáquio, Ripchip, Brejeiro (meu favorito) e companhia. E claro, com Aslam.
Ah, o Aslam! É preciso reconhecê-lo na Terra por outro nome. Fazer o que, Ele
não é um leão domesticado.
Outro fator que complementa a obra é Três Maneiras de Escrever para Crianças, um relato de onze páginas
onde o autor escreve sobre como fazer literatura infantil. E também aí eu
aprendi bastante. Não existem fórmulas, ele simplesmente descrevia as cenas
mais detalhadas daquilo que gostava de fazer (comer) e não escondia o mal das
crianças em suas histórias – o mal existe, elas saber disso para poderem, senão
combatê-lo, saber que existem meios de encará-lo. É mesmo.
Procevê, meu amiguinho, minha amiguinha! E ainda dá um show
à parte: não existe idade para se ler história de fadas – então não se deixe
recriminar por fazê-lo – e diz que é muito melhor alguém ler sabendo que é um
conto fictício e que seus personagens erram e são falhos, a ler um livro ‘real’
e deixar se iludir por horas e horas após a leitura. E, bem, depois dessa,
encerro minha fala. Sem mais perguntas, Meritíssimo!
Aliás, só para fechar de vez, presenteei meu amigo frei Paulo Henrique com As crônicas.Agradeci a amizade (ele foi em missão para
Roraima) e espero que Ele possa falar com meu bom frei assim como falou comigo.
Tomara que tenha gostado!
Harry Potter – J.K. Rowling
Avada Kedavra.
Você morreu. O que dizer o Harry? Pela mídia, filmes e todo
produto que cerca a imagem, acho que fica meio complicado falar algo sobre ele,
né? Mesmo que você não goste, não dá para não conhecer pelo menos a história do
bruxo inglês que foi atacado com um feitiço de morte quando bebê por um dos
mais poderosos bruxos das trevas e, misteriosamente, sobreviveu. Muitos anos
depois, recebe sua “convocatória” para escola, apesar do contragosto de
seus tios. Alguém ainda não sabia?
E aí vemos uma Londres oculta, onde bruxos têm seus afazeres.
Todos bem determinados pelo Ministério da Magia, bem como suas escolas – como
Hogwarts, mas o livro deixa a entender que elas existem em todo mundo e
inclusive por aqui no Brasil –, seus hospitais – o St. Mungus parece ser um
lugar legal –, suas próprias mídias tendenciosa e sensacionalista. Um mundo bem
próximo e nem tão diferente do nosso.
Vai ver por isso que Harry fez tanto sucesso. O fato é que
não era tão diabólico como pregavam que era. Nem tão ruim. O teor dos livros
vai mudando pouco a pouco, em alguns pontos até me assustou. Lembro que me
impressionei quando comecei a ler o primeiro livro e vi ele começar de modo lento
e chato para terminar redondinho!
Os personagens também são bem trabalhados e não são
esquecidos – existe sua retomada durante as obras, o que é bastante legal. Um
personagem que aparece no segundo livro reaparece no quinto ou uma informação
dada numa obra anterior costuma aparecer na seguinte. A Joane fez um bom
trabalho.
Outra coisa legal são os termos de magia parecem ser ligados
a algo próximo ao latim. Além de ficar imaginando os golpes e todos os demais
efeitos. Alimento para imaginação. Pude entender todo o fascínio das pessoas e
sua tristeza quando o último filme foi lançado esse ano – particularmente da
minha amiga Marilia –, já que muitas cresceram lendo as aventuras de Harry. E
imersas em um universo divertido ao mesmo tempo que perigoso, acompanhando o
crescimento e mudanças de humor e personalidade do bruxo. Não sei se tem artes
das trevas ligadas, mas não parece ter feito tanto mal assim.
São sete livros: Harry
Potter e a Pedra Filosofal; Harry
Potter e a Câmara Secreta; Harry
Potter e o Prisioneiro de Azkaban; Harry
Potter e o Cálice de Fogo; Harry
Potter e a Ordem da Fênix; Harry
Potter e o Enigma do Príncipe; Harry
Potter e as Relíquias da Morte. Os mais sinistros que achei foi o segundo e
o quinto livros. No segundo, Harry e
Rony quase vão para o beleléu no covil das aranhas – momentos de tensão em
diferentes partes dos livros – e no quinto existem várias cenas sinistras, fora
que Harry está insuportavelmente irritado. Quase um Sith, eu diria.
Ah é, dá para ver a autora na obra, pela sabichona Hermione.
Assim, isso é normal, de o escritor infiltrar-se na obra. O tio Tolkien mesmo
se enfiava na história através de Gandalf, bem claro por esclarecer o leitor em
muitos momentos, como em A sociedade do
Anel e As Duas Torres. A Hermione
é como se fosse um Ganfalf, e é irritante o modo como ela sabe tudo de tudo, às
vezes.
Mesmo. Prefiri a Luna, que uma das minhas favoritas! É
mesmo. Bom, deixa eu falar dos filmes, agora. Eles ficam muito aquém do filme.
Tipo, MUITO. Por exemplo, não existe o Polstergeist Pirraça nos filmes. E,
senão me engano, nem a elfa Wink. Muito menos a campanha de libertação dos
elfos domésticos encabeçada pela Hermione (esse aspecto foi bacana da Mione!).
Nem o St.Mungus, nem a explicação pelo Salgueiro Lutador estar ali, nem a briga
com centauros na floresta, nem o professor Firenze, além de alguns jogos que
quadribol não existirem e não ter o Rony no... deu para entender.
Ah é, consegui comprar os livros por promoção lá no Submarino,
todos os sete por sessenta Dilmas – nem tinha terminado de ler As Crônicas
ainda! Hoje eles tão quase cem. É importante estar atento às promoções.
E, bem, se você leu algum livro do Harry e não gostou, só
tem uma coisa para te dizer:
Sectumsempra!
As Brumas de Avalon – Marion Zimmer Bradley
Foi a última surpresa do ano. E boa! Tava eu lá no Sub,
querendo achar coisa boa para ler nesse último mês e vi os quatro livros
baratinhos. Lembro que nos meus anos na escola, em algum momento, alguma
professora passou um filme com esse nome. E quando li a sinopse não deu outra:
a versão da história do rei Arthur sob o ponto de vista das mulheres de seu
reino!
Era o que eu queria! Ler algum livro escrito por uma mulher
e entender como elas pensam e agem. Assim, tipo, eu tinha alguma noção do que as
meninas gostam de ver numa história pelas leituras a respeito e pelos
padrões-chavão que nossa sociedade tem. Mas precisava ler para ver como a coisa
funcionava. E acho que captei a mensagem.
Digo mais: gostei! E recomendo demais. Sabe por que, sabe
por quê? Eu te conto: porque o enfoque não é nas batalhas, conquistas e
guerras, mas a visão da moças a respeito de tudo. Não é só mais uma história de
donzelas a serem salvas pelos cavaleiros. Não, não. São as guerras vistas pelas
sacerdotisas, rainhas e também donzelas, claro, só que mostrando seus anseios e
expectativas. Muito antes de ser uma lenda sobre a história de Arthur, é uma
maneira de mostrar como o Cristianismo subjulgou toda uma cultura e modo de
vida das pessoas na chamada Idade das Trevas.
Procevê! Além de mostrar os costumes pagãos dos povos da
Bretanha antiga, temos muitos debates teológicos e confabulações maquiavélicas
para se chegar ao poder. Também a magia, os tratos com a terra e os ritos (o de
Beltane é o que chama mais a atenção), os elementos tão comuns nas lendas de
Arthur estão todos presentes nessa belíssima história, possível devido à
pesquisa e dedicação de Marion para relatar os acontecimentos.
Vemos a história pelos olhos, pensamentos e sentimentos de
Igraine, Viviane, Morgause, Gwenhyfar (Guinevere) e principalmente de Morgana.
Todos as dúvidas, certezas e incertezas, desejos e ambições do mundo feminino
são expostos por essas mulheres, que tem sua visão muito peculiar sobre o que
acontece entre guerras, conquistas e perdas, atreladas a religião que se
instaurava.
As questões teológicas que Marion nos trás é muito
interessante, também. Um exercício de fé, sabe. Porque mostra o quão o
fanatismo pode deturpar conceitos. Isso dos dois lados da história, tanto do
cristão quanto do pagão. Gwenhyfar representa a visão extremista e radical dos
padres, do pecado presente a todo momento e necessitando de remissão, onde
todas as outras crenças são obras diabólicas e armadilhas do inimigo. Por outro
lado, Morgana é igualmente extremista em sua visão da Deusa e dos ritos de sua
ilha, do poder sagrado de ser mulher (e não do pecado por assim ser devido a
Eva e a serpente), de gerar a vida e cuidar das terras e seu destino, de ser
tanto ou mais que qualquer outro homem desde que igualadas as condições dos
ensinamentos.
Ahn-ham,
mis ami, ahn-ham! Fiquei fanzaço da Morgana! Mesmo porque meus
pensamentos são muito parecidos com os dela – posso ser tão extremo e
inflexível quanto a Senhora da Fadas. E mais: no quesito de desejo e satisfação,
bem, tenho a mesma forma de pensar e agir. Se eu fosse menina, eu seria a
Morgana!
Aprendi muitas coisas lendo o livro. Uma delas é que, quando
se gosta de uma pessoa, não é preciso motivos, mas tentar aproximar-se do ser
amado e ver se é possível uma sintonia. Equalizar, sabe? Porque, se os dois
quiseram estar juntos ao menos uma vez, é bem provável que o sentimento era
verdadeiro e recíproco. Independente da passagem de tempo, de pessoas e
diferentes experiências que tal pessoa tenha passado: a essência não muda e o
sentimento vai estar guardado bem lá no fundo.
Num é? Ahn-ham. Quando li Harry, o sexto livro, e vi aquele
lance todo com a Gina fiquei meio irritado com a Joane, por Harry começar a
gostar dela do nada, amor mágico, sem explicação. Quase a la Crepúsculo. Mas
acho que toda menina meio que não se preocupa em explicar como começou,
preocupando-se apenas em concretizar tal sentir. E Joane deu seu toque bastante
feminino em Harry, mas creio que isso não foi um erro, não.
Porque, pelo que descobri em Avalon, depois que passei pelas
brumas e meu treino de druida terminou é que todos os deuses são um, e
existimos para servi-lo. Ou seja, Deus é menino e menina. O Pepeu tava
certo, mesmo. Aliás, arrisco dizer que eu sou meu lado feminino. Pois é.
São quatro, os livros: A
Senhora da Magia, A Grande Rainha,
O Gamo-Rei, O Prisioneiro da Árvore. E pude aprender outras coisas sobre o
universo feminino, como as dificuldades de ser mãe, a diferente forma de sentir
os desejos mais íntimos e até mesmo a ambição – esta não muito diferente da dos
homens, não senhor. Outra lição valiosa: todos podem sucumbir à tentação do
poder, todos!
Sim, sim, mesmo as grandes sacerdotisas. E aqui vai mais um spoiler. Morgana anseia todo poderio, arquiteta para governar (tendo como
pretexto a prática reliosa) e paga um alto preço por querer tanto. O mesmo
ocorre com Morgause, que sente o peso das decisões – e ainda vê sua imagem ruir
pela ação do tempo.
E a bonita mensagem de que, independente do tempo, a Força
Divina vai estar sempre sobre a Terra. Claro que com diferentes nomes,
aparências, gêneros, mas o fato é que o bem sempre vai estar presente por aqui.
E eu assino embaixo – e em cima, e em qualquer outro lugar que tiver espaço!
Ah, e a respeito do filme, não assistam. Está totalmente deturpado, é demasiadamente longo e metade da Távola Redonda foi cortada. Kevin, o bardo, não existe, não mostraram a morte de Viviane como deveria ser, a teologia foi para o ralo bem como os embates mais filosóficos – foram modificados por conversas chatas e piegas. E Artur não é um rei gentil e amável que até eu gostaria de seguir. Apenas mais um reizinho qualquer que se possa encontrar em qualquer historinha de cavalaria.
Bom, acho que é tudo. Não sei ao certo de como tudo começou.
As leituras, eu digo. Não lembro se foi para começar a escrever minha própria
história ou se decidi isso no meio do caminho, mas valeu a pena de mais. Ler os
livros foi a melhor coisa que podia ter feito esse ano. É mesmo. Claro que ainda
falta um bom bocado para fechar uma história certinha. E como quero fazer tudo
bonitinho. Vai demorar mais alguns anos, creio.
Vejamos o que eu já tenho na cuca: mares ocultos, mares
celestiais, três personagens principais em aventuras decorrentes de guerra
(dois meninos e uma menina), dois exércitos, um grupo mercenário desertor de um
dos exércitos compostos por cinco membros que de alguma forma interferirão no
decorrer da trama (três homens, duas mulheres; um homem de beleza
estonteantemente feminina), um personagem espião de habilidades duvidosas,
briga pelo poder entre dois generais de um mesmo exército, três objetos
elementares para continuação da história, uma floresta conhecida por inferno
verde, um grupo de monges com habilidades de batalha, uma floresta de looping
infinito e um livro que tem por nome na capa a palavra verde sendo que sua cor
é vermelha (um mistério a ser resolvido). Ah é, e uma fada.
Agora é saber como misturar os elementos, causar surpresa e
apreensão no leitor ou leitora com o rumo da jornada (como Joane, Douglas Adams
e Martin fazem tão bem) e descrever bem os ambientes (como o tio Tolkien e o
C.S Lewis fazem como ninguém). Além de ter uma história convincente!
E, bem, para completar a postagem, vou colocar por ordem quais meus livros favoritos. Ahn-ham, é isso mesmo que vou fazer. Aí vai:
- As Crônicas de Nárnia:
a) A Viagem do Peregrino da
Alvorada(105 páginas);
b) O Leão, a Feiticeira e o
Guarda-Roupa (80 páginas);
c) A Cadeira de Prata (99
páginas);
d) A Última Batalha(101 páginas);
e) O Cavalo e seu Menino (90
páginas);
f) O Sobrinho do Mago(94 páginas);
g) Príncipe Caspian (95 páginas).
- As Brumas de Avalon:
a) A Grande Rainha (229 páginas);
b) A
Senhora da Magia (248 páginas);
c) O
Gamo-Rei (211 páginas);
d) O
Prisioneiro da Árvore (239 páginas).
- O Silmarillion:
a) Ainulindalë (10 páginas);
b) Quenta Silmarillion (299 páginas);
c) Akallabêth (31 páginas);
d) Valaquenta (10 páginas);
e) Dos Anéis de Poder e da Terceira Era (26 páginas).
- As
Crônicas de Fogo e Gelo:
a) A Fúria dos Reis (654 páginas);
b) A Guerra dos Tronos (590 páginas).
- Harry
Potter:
a) As Relíquias da Morte (551 páginas);
b) A Ordem da Fênix (703 páginas);
c) O Cálice de Fogo (535 páginas);
d) A Câmara Secreta (252 páginas);
e) O Prisioneiro de Azkaban (318 päginas);
f) A Pedra Filosofal (223 páginas);
g) O Enigma do Príncipe (471 páginas).
- O
Senhor dos Anéis:
a) As Duas Torres (364 páginas);
b) O Retorno do Rei(431 páginas);
c) A Sociedade do Anel(434 páginas).
- O Hobbit
(296 páginas);
- O
Guia do Mochileiro das Galáxias:
a) A Vida, o Universo e Tudo Mais (160 páginas);
b) O Guia do Mochileiro das Galáxias (156 páginas);
c) O Restaurante no Fim do Universo (173 páginas);
d) Adeus, e obrigado pelos peixes! (142 páginas);
e) Praticamente Inofensiva (191 páginas).
- Alice:
a) Através do Espelho e o que Alice encontrou por lá (156 páginas);
b) Aventuras de Alice no País das Maravilhas (149 páginas).
Vale lembrar que não desgostei de um, apenas preferi uma
obra à outra. Como Harry, por exemplo: gostei bastante dos livros em si, mas o
último livro se difere por ser uma desventura – as coisas dão muito errado: o
Rony vai embora e chega um momento em que dá para pensar que a Hermione e o
Harry vão para o saco! Também no caso de As Crônicas de Gelo e Fogo: as duas
obras são excepcionais, foi duro ter de escolher – e optei por aquela que me
instigou a saber o resto – já que ainda não comprei o terceiro livro. E assim
também é com os demais.
E é isso, minha gente. Antes de me despedir, quero fazer um agradecimento
especial.
Assim, sei que algumas pessoas acessam de vez em quando,
outras com mais frequência e outras eu imagino, mas gosto muito de todos vocês.
Por mais que não deem as caras sempre, nem comentem, sei que muitos ao menos
vem dar uma olhadinha nos meus textos vez ou outra. Como não sei quando me
visitam, nem quem são esses que acessam (mas tenho a certeza de que acessam) o
meu muito obrigado pelo apoio!
Outros deram apoio fundamental para que eu continuasse a
escrever. Sabia que quando minhas besteiras estivessem prontas, vocês estariam
lá para dar um oi ou dizer sua opinião a respeito nos comentário. Pela
sinceridade das suas palavras e pela paciência, um obrigado muitíssimo especial
para o Vitor, Suzana e Simone!
Aliás, Simone, entre os muitos acontecimentos desse ano,
você foi o melhor deles. Li os seus textos, segui suas dicas, vi os filmes e
joguei os jogos que direta ou indiretamente me indicou, além de ouvir seus
conselhos. Espero poder contar com a sua amizade nesse próximo ano. Apesar de
estar tão longe, você é especial em minha vida e tenho muito afeição por sua
pessoa. Obrigado por tudo!
Well, guys, thank you for playing! Felicidades em 2012 e que
nossos sonhos e metas possam se realizar. E conto com vocês nesse próximo ano,
meu povo!
See you next time!!
See you next time!!


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