Tchudo bem? Tomara, tomara. Quanto a mim, ando tendo umas ideais geniais pro próximo post, mas tenho que por a cuca em ordem. É mesmo! Seria a versão aprimorada de outro post, sabe. Mas vou ver isso aí direitinho.
Então, sem mais delongas, vamos continuar a parte suecada de As Duas Torres (se é que alguém acompanha essas minhas sandices...)
Enquanto Barbárvore seguia em sua reunião com outros ents, Tronquesperto alimentou Pippin e Merry com um pouco de seiva e água própria da Floresta de Fangorn. E isso lhes deu alguns centímetros a mais. É, eles cresceram. Isso que dá ficar tomando bebida de árvore! Ao longe os dois podiam ouvir a conversa entre os ents. Após alimentarem-se, Tronquesperto os levou ao local da reunião.
E no caminho, o mais novo amigo ent explica que parte da floresta se tornou mal, assim como todas as demais criaturas podem ser tornar também. Por isso, nenhum lugar é seguro. Ao chegarem no conselho, tudo que tinham feito era dado um “Oi, e aí?” e chegado a um consenso de que hobbits definitivamente não eram orcs, com nenhuma semelhança ou parentesco. Demoraria pelo menos mais uns dois dias para o caso Saruman estar terminado...
Nesse meio tempo, Aragorn, Legolas, Gimli e Gandalf finalmente chegam a Rohan. O novo mago branco os advertem que a mente do rei está subvertida, então eles não teriam a melhor recepção do mundo. E, de fato, ao chegarem são recepcionados pela guarda real que exigem que entrem todos desarmados na presença do rei, por ordem de Gríma Língua-de-Cobra. Só sobra o cajado, que Gandalf não se desfaz. Afinal, seria desumano demais privar um velhinho de seu apoio...
E ao entrarem lá estava Gríma, sussurando aos ouvidos do rei. Um velho tão velho que duvido que já tenha havido um velho semelhante em todas as eras do velho reino.
Velho!
Gandalf reclama da má recepção e rei Théoden já diz de cara que não devia nada para um arauto da aflição que nem ele. Gríma já imendou e começou a dizer que só aparecia trazendo más notícias do reino; sobre os terrores do Leste e avanço de terras sombrias. E ainda por cima, da última vez que esteve de passagem por ali levou o melhor cavalo de todo reino emprestado – que o rei emprestou para se ver livre de uma vez dele e suas más notícias –, o Scadufax.
Mas Gandalf manda ele ficar pianinho. Não tinha passado o diabo, enfrentado o fogo e a morte para ficar ouvindo palavras de um maguinho sombrio de quinta categoria. E mostrou seu cajado branco, fazendo Gríma tremer que nem gelatina verde.
Indo em direção ao velho rei velho, vai mostrando aos poucos o reino pelas janelas da sala real e com umas palavras e outras o velho ia ficando menos velho, até que por fim tudo se normalizou. Aos poucos voltou a aparência normal de outrora.
Bem melhor!
O rei voltou a si e reconheceu a própria sobrinha, Éowyn, que por muito tempo ficou apenas por conta de cuidar do velho doente. E em seguida Gandalf. E depois o resto todo. Pronto, pronto. Gandalf chegou. Tá tudo bem, agora.
Então Théoden empunha novamente sua espada e despacha Língua-de-Cobra de seu reino para todo o sempre. A morte era muito pouco para aquele servidor de Saruman, que foge correndo para seu chefinho. Que nem o Capaixão.
Lazarento! Saia para nunca mais voltar!
Mas, más notícias têm para o rei que voltou a si! Parece que Saruman enganou os homens do folde ocidental, que se uniu a seu exército de orcs e ataca as terras do reino! Agora, a única maneira era enfrentar a fera e defender a integridade de seu povo. Mulheres e crianças deveriam partir o quanto antes para o Abismo de Helm e os homens deveriam proteger as muralhas da cidade.Seria a única opção plausível, o que demonstra não terem muitas opções. A resistência do folde poderia ser de grande ajuda, então Gandalf parte para conseguir recrutar o máximo de guerreiros possíveis para resistir à guerra. Ele e seu bom e velho Scadufax, o cavalo mais rápido de toda Terra Média.
Me espere na primeira luz do quinto dia!
E #partiu. Imediatamente depois, tem um cavalo dando chilique na estrebaria. Aragorn aos poucos se aproxima do bicho proferindo algumas palavras élficas e aplacando a ira do bichinho. Éowyn, sobrinha do rei, então aparece e diz ser aquele Brego, o cavalo do filho do rei, primo dela, recentemente falecido.
(Ah é, o filho do rei morreu em combate recentemente, fato que não mencionei aqui. Assim, no livro não me lembro de grande comoção, mas o filme retrata isso bem. Então resolvi passar bem de leve também, porque ainda tenho muito chão pela frente...)
Esse fato encanta a moça, que já a muito admirava Aragorn. Para falar a verdade, ela tava louquinha nele desde o momento em que chegou no reino. Só que Éowyn é dessas mulheres belas e frias que não demonstram os sentimentos, sabe? É mesmo, essas são as que mais fazem um homem sofrer. Talvez por isso tem o fim que teve. Só que não vou falar disso agora.
Então, é... os dois trocam algumas palavras, o que faz com que a moça se apaixone mais e mais pelo herdeiro do trono de Gondor. Ainda mais que depois de acalmar o cavalo, pede a ela que o liberte.
Nesse meio tempo, Língua-de-Cobra volta para junto de Saruman, seu amo e conta o que acredita ser a estratégia do rei Théoden: ir para sua Fortaleza no Abismo de Helm com todo seu povo. E, com isso, um ataque na estrada é arquitetado.
Para lá longe, no leste longínquo, entre Gondor e Mordor, Gollum leva os dois hobitts para as passagens secretas sombrias de Cirith Ungol, em Minas Morgul. E por lá vão indo. E, numa dessas noites, Sam pode ouvir Gollum falando sozinho consigo mesmo a respeito de levá-los para longe, para ela e que ela ficaria muito satisfeita com tamanhas refeições. E era isso mesmo que ele iria fazer.
Sam, no entanto, guarda aquilo para si e observa bem os planos da criatura sem entender bem ao certo. Porém, contudo, todavia, entretanto nada faz.
No dia seguinte, Sméagol encontrou dois coelhos e os trouxe para Frodo. Sméagol começa a comer um ali mesmo, cruzinho, mas Sam os pega e faz um guisado. Assim, um pouquinho de fogo não faria mal a ninguém e um guisado de coelho seria nutritivo para Frodo, já que só estavam comendo Pão de Viagem élfico a meses. Além do mais, Frodo parecia cada dia mais apático.
Mas Gollum parece realmente triste por não poder saborear a carne fresquinha descendo goela a baixo. Enquanto Sam explicava algo sobre batatas para ele, repousava calmamente. Porém, ao longe, ouvia-se passos de uma grande batalha. Homens do sul, exército de Sauron se dirigiam para batalha enquanto alguns outros homens os combatiam. Ah é, tinha um olifante também.
Logo o melhor a se fazer era permancer escondidos. Ou seria, se Sam não tivesse esquecido a fogueira acessa no local de acampamento.
Tarde demais. Estariam perdidos se o emblema na armadura do Capitão não fosse o mesmo de Boromir. E ali estaria a chave para liberdade! Ou não... Boromir estava morto e o próprio capitão vira o irmão passar num barco élfico...
Enquanto isso, todos se dirigem ao Abismo de Helm. O rei comenta que sua sobrinha está radiante, ultimamente. E aí ela oferece um pouco de sopa para Aragorn e revela sua verdadeira idade, oitenta e sete anos. Isso se deve ao fato dele ser um dos dunedain, homens honrados de Numenor que foram abençoados com a longevidade pelos Vallar – mas isso o filme não explica muito bem, é preciso ler o Silmarillion.
Enfim, o importante é que a moça apaixonou de uma vez por todas e faria qualquer coisa por Aragorn. Sim, qualquer coisa mesmo. Tudo isso que sua mente poluída pensou e muito mais, se ele quisesse. Tô dizendo, ela ficou doidinha de pedra por ele.
II Pause
Essa é uma das histórias mais tristes. Tipo, Aragorn podia muito bem ter desposado a Éowyn. Sério. Tinha muito mais a ver com ele do que Arwen. Além de serem da mesma raça (apesar da diferença de idade), ela o amava muito mais do que a elfa. Pelo menos o que o livro traz. E seria de fato uma esposa muito fiel e leal.
O tio Tolkien a casa com Faramir, como todo mundo deve saber. Se não sabia... bem, tá sabendo. Mas, qual é. Tanto no filme quanto no livro, ela fica verdadeiramente devota de Aragorn, que a troca por uma elfazinha insosa. A desculpa do Tolkien é a de que ela estaria casando com um rei, e não teria um sentimento verdadeiro senão um flerte com o poder, mas... qual é! E que mulher ia querer o Aragorn, então?
Aliás, essa é uma desculpa furada. A Rosinha só gosta do Sam porque ele era um hobbit valente e corajoso, pouco ligando para o coração puro dele - ela só dá bola para ele quando mostra sua valentia no embate final no Condado. Se não fosse por isso, ele não casaria. O próprio tio Tolkien vacila nessa explicação da pobre e apaixonada Éowyn.
Além do mais, Éowyn é uma verdadeira guerreira. Ao contrário de Arwen que simplesmente nasceu elfa e poderosa. É uma das histórias mais tristes que tem, porque os dois sofrem por não poderem ter algo mais profundo: ela por tê-lo amado e ele por ter outra e como rei galã da história não pode amar outra senão sua elfa prometida xarope.
Tenho uma teoria: Tolkien deve ter tido uma namorada assim e quis se vingar desse tipo de mulher fria... mas criou uma moça apaixonada e sofredora, que embarca às escondidas numa batalha buscando a morte por não ter sido correspondida e ser a melhor personagem da série do Senhor dos Anéis – o que não é grande coisa, já que só existem Galadriel e ela, além da Arwen se você contar com o filme.
O fato é que, para mim, Aragorn e Éowyn terminam juntos. Mas no roteiro original não é assim, ele termina com a elfa. Então, paciência. Não posso ser tão radical assim já que as coisas tem de ser assim, que sejam...
I>Play
Pois é, não se compete com uma elfa...
Mas não temos tempo para dramas e corações partidos. O inimigo nos cercou !!
Lutem por suas vidas! ROHAN!!!
Ao saber disso, Aragorn mobiliza os soldados e máximo de homens para o combate – enquanto o rei ordena que Éowyn guie o povo para o Abismo de Helm. E a batalha parece ser promissora para todos...
Acontece que as forças não eram bastante forte a única saída foi bater em retirada o quanto antes. E foi isso que todos fizeram, já que não havia outra opção. A Fortaleza seria sua última esperança e para lá todos deviam lutar com todas as suas forças, protegendo as forças das terras de Rohan.
E cá estamos. Abismo de Helm. Túneis e galerias feitas pelos anões, um lugar realmente bastante seguro, que pode ser defendido por um exército não muito grande de homens. Mas não durante muito tempo, claro. Ali teriam a vantagem estratégica da muralha e das estruturas subterrâneas que dariam segurança para o povo... mas por quanto tempo? Por mais que conhecessem locais de melhores visibilidades além do posicionamento, não poderiam enfrentar um exército monstruoso como o de Insengard. Não por muito.
Nesse meio tempo, Frodo e Sam são levados as escuras para cataratas secretas do capitão que os encontrou. Ao chegarem na base secreta, o capitão analisa os mapas e movimento dos inimigos. E em seguida vão interrogar os dois hobbits a fim de saber o que os dois estavam fazendo tão perto de Mordor.
E aí Frodo se apresenta e fala de onde vieram, para onde iriam, os nove da Companhia do Anel. E tinham dois homens junto a eles: Aragorn e Boromir. O capitão pergunta sobre Boromir e diz que está morto. Mas Frodo estava fugindo naquele dia e nada sabia sobre isso. É a vida. E o capitão então se revela Faramir, irmão de Boromir.
Conversas vão, conversas vem e Faramir já sabe o bastante dos peregrinos: precisam destruir as forças do inimigo e isso basta. Para tanto, o honrado capitão lhes dá permissão de usar as terras de Gondor por um ano, podendo ser renovada na presença do próprio regente da cidade dos anos posteriormente, caso necessário.
Mas naquela noite, alguém violava o Lago Proibido daquelas terras ocultas. Adivinha quem? Gollum, gollum. Frodo afirmara que não havia mais companheiros, mas o que tal criatura fazia ali embaixo? O Bolseiro então se dispõe a tirá-lo dali, desde que sua vida fosse poupada. E assim mesmo o faz.
Eis que Frodo chama Gollum para mais perto e Zam!, o bicho é pego pelos homens de Gondor. E batem no pobrezinho até falar chega. Tipo, só porque o bicho é feio e asqueroso e comia dentadas um peixe do lago? Eu heim! O fator intrigante é que Sméagol começa a falar consigo mesmo.
Mas Frodo intervem e diz que ele só estava fazendo o que era mandado, servindo de guia na missão que foram designados em Valfenda. Era mesmo. E Sam completa que eles tinham de levar o anel e... Sam! Você falou!! Agora todos sabem, mas... Faramir é um homem bastante honrado e não quer se valer das armas do inimigo para derrotá-lo. Então, mantêm sua palavra e os deixa de volta ao lugar onde forma pegos, todos os três encapuzados.
Na Floresta de Fangorn o entebate finalmente chegara ao fim. Para o bem de todos, Isengard deveria cair. E era isso mesmo que fariam com aquele mago que pouco se interessava por ver as coisas crescerem e parecia estar preocupado com seu fogo e magias explosivas. Seria o fim, e ele teria de ver com isso.
De volta ao Abismo, Éowyn se revolta e quer a qualquer custo permanecer na batalha com Aragorn, lado a lado, mostrando seu valor como guerreira. Mas o honrado rei não permite, mesmo porque era Théoden que decidira isso. Mais uma vez rejeitada, pobrezinha. Como essa mulher é posta de lado! Vai ver é punição por ser tão fria com as outras pessoas (punição tolkiniana, certeza...)
Mas já que não havia outra maneira, ela ajuda mulheres e crianças nas cavernas. Todo rapaz capaz de carregar uma arma foi convocado, o que era uma coisa muito triste de se ver. De fato era tão triste que os câmeras decidiram não mostrar essa cena no filme por ser muito... triste.
Seriam pouco menos de dez mil inimigos. Mas, ei, nunca devemos perder as esperanças, nem nos entregarmos assim. E é isso mesmo que esse trio vem nos ensinando.
E lá estão eles, Legolas e Gimli, em posição de ataque! Ou mais ou menos, já que Gimli não vê muita coisa por enquanto. Mas assim mesmo, a batalha começou! E milhares de zunidos podem ser ouvidos pelos arcos dos flecheiros de Rohan em meio ao exército orc!!
Bom, quanto as batalhas, não tem muito o que suecar. É um investimento bilionário, era de se esperar que ficasse impecável, mesmo. Então vou tanger só os pontos mais interessante. Certinho?
O portão estava sendo cruelmente atacado por orcs sem coração (isso faz algum sentido?) então Aragorn e Hamá, soldado da guarda real, vão lá resolver esse pipoco a todo custo.
Eis que havia uma passagem ao derredor do portão principal e os dois vão lá conter a possível invasão. Eis que os inimigos eram muitos e somente os dois não seriam bastante para deter aquela horda de trompizombas até que algo estava fazendo um verdadeiro corte por ali ao lado... eis que surge Gimli, filho de Glóin, das beiradas e além! Mais dois para seu cálculo de mortes naquele dia!
Apesar dos esforços, já era tarde. O portão foi assaltado. Existia apenas outro ponto fraco na Fortaleza, que era uma pequena saída de esgoto. Lá, orcs implantaram uma espécie de magia explosiva ativada pelo fogo e aí...
Bem, existia uma pequena saída de esgoto.
Já não dava mais para montar o cerco. Aragorn e Legolas subiram para um patamar mais alto, mas Gimli ficou mais abaixo para segurar com os homens mais um tempo a batalha. E quando voltaram, a única saída possível era uma galeria ali perto, onde muito inimigos tentavam entrar. O mestre anão até conseguiu, mas alguns inimigos também passaram. Tudo que podemos ver foi o elmo amassado do anão no chão...
Mas não há tempo para tristeza, o forte precisa ser defendido! Não podem entrar nas galerias superiores, que devem ser defendidas a qualquer custo. Legolas vai desencravando as flechas dos inimigos o quanto pode enquanto Aragorn tenta se reunir com o rei, numa das últimas torres de combate.
Então os dois decidem cavalgar pela morte e glória. Por Rohan. Iria enfrentar os inimigos no último portão da Fortaleza, na primeira luz da manhã. E saíram a cavalo pelos portões abatendo tantos orcs quanto podiam até que, a leste, sob a luz da alvorada vermelha esvoaçante...
Meia dezena de milhares de rohirrins do folde ocidental mais um parcela de sombra de árvores da Floresta de Fangorn! Parece que Gangalf andou fazendo uma visitinha para seu velho amigo Barbárvore que a essa altura do campeonato vigiava o antigo mago branco enclausurado na torre de Isengard. E ainda colaborou com suas árvores mais sedentas por vinganças de orcs inescrupulosos em fuga desesperada diante os cavaleiros! Insengard caiu, agora era hora de limpar aquela escória asquerosa do Abismo de Helm!!
Quanto ao Mestre Gimli, ele ficou bem. Apesar do capacete e a coisa toda. Aliás, foram 43 orcs derrotados contra 42 do Mestre Elfo. Engole essa, Legolas, você nem sempre ganha todas, negão!
Acho é pouco!
E lá em Isengard, Merry e Pippin desfrutam a vitória que ajudaram em parte a usufruir. Assim, só em parte – mas até que foram importantes, vai.
Enquanto isso, Sam, Frodo e Gollum seguem caminho rumo a Minas Morgul, enquanto que a criatura parece estar cada vez mais sombria e traiçoeira e seu lado menos pacato parece se mostrar...
E aí... tcha-nãns! Créditos!!
Para saber do resto, é só ver O Retorno do Rei. Tipo, claro que muitas coisas não vão se encaixar, porque dei prioridade ao livro. Mas a adaptação em si é bastante fiel. Não posso reclamar demais, não. O que pude fazer para dar uma corrigida, foi feito. E é isso, mesmo. Ahn-han, ficou bacana! Espero que tenham gostado, porque fiquei muitas horas fazendo isso! Mas se não, não tem problema.
Ter tem, mas eu vou tentar aceitar, beleza? É mesmo. As Duas Torres é o meu livro favorito dos três – acho que é porque foca-se mais na guerra de Rohan e não tem milhares de detalhes como nos outros dois. E o filme, era o que eu menos gostava, sabe. Se Peter Jackson me pedisse ajuda, bem, eu daria esse meu texto para ele. Procevê!
Mas deixa eu parar de viajar agora. Bom, minha gente, é isso aí. Vejo vocês logo, logo por aqui! Até!!




















Nenhum comentário:
Postar um comentário