Como é que tá? Belezinha? Tomara. Bom, ainda tô daquele jeito, sem ânimo, sem inspiração. Pois é, tá demorando passar. Peço um pouquinho de paciência, meus amiguinhos e amiguinhas. Logo mais passa. Estou tendo algumas ideias para novas postagens e logo, logo eu coloco aqui.
Ah é, foi malz. Sei que nosso trato era novas postagens às quintas e aos domingos. E, assim, eu até queria, mas, sabe comé, né? Ainda tenho que falar de Inception e sonhos e tudo mais, mas não tô com muito saco. Para ver o filme de novo, eu digo. Porque é necessário pesquisa para fazer postagens assim. Pelo menos eu dou uma lidinha lá na Wikipédia para formular minhas teorias insanas da minha cabecinha sombria.
(Nem é!)
Enfim... deu para entender, né? Ahn-ham. Outra desculpa que tenho é de que passei a metade da última semana (e toda essa) lendo O Senhor dos Anéis. Finalmente! Já tinha os livros desde o começo do ano e aproveitei as “férias” para ler!
Tipo, férias porque ainda to desempregado e desocupado. Estou em eternas férias, por assim dizer, e todos os dias são como domingo. Mas deixa eu parar disso, já banquei a rainha do drama semana passada. É mesmo.
Pura verdade, amiguinhos e amiguinhas. Pura verdade. E já conto o porquê de tanto ódio no meu coração. Mas só se for agora!
Se você colocar a “Guerra dos Tronos” no tio Google, como primeiro link vai achar uma matéria da revista Veja: Dez razões pelas quais ‘A guerra dos tronos’ é (muito) melhor do que ‘Senhor dos Anéis’. E só tal título já foi o bastante para me trazer pensar em todo tipo de maldição já existente em todo planeta Terra. E talvez em toda Terra Média também. Tipo, todas as artes que o Senhor do Escuro poderia pensar ou imaginar. E até sentir inveja.
Sério, coisas assim me deixa p... da vida. Ou, tem lógica? Vê se pode uma coisa dessa! Vou te dar razões, e muito boas, modéstia à parte, de tão estapafúrdia, idiota, babaca e imbecil foi tal colocação – e sei que não é só a Veja que tem esse tipo de ideia, mas também algumas pessoas. E, na boa, tem que ser muito boçal para aceitar uma coisa assim.
E “boçal” é o que expressa tal reportagem. Sério. Deixa eu começar a argumentar e parar de praguejar. Para começo de conversa, eu detesto a Veja. Muito. Revista imparcial, suja, que joga baixo para expor suas opiniões direististas e elitistas. A Veja fede. Eu te desafio: pegue as matérias políticas que você vai ver. Muito além de diminuir partidos políticos, (exceto, claro, o PSDB), ataca e ofende pessoas.
E estava errado. E depois me desculpei por ter dito isso (apesar de ter detestado o trabalho dele como dublador). O fato de o cara não ter me agradado não muda o fato de ser um bom apresentador. Ele é. Eu gosto dele? Não, mas é preciso fazer justiça. E é justamente aí que a Veja peca: quando não tem argumentos suficientes, o jornalista ataca a pessoa – independente de suas competências profissionais.
É só pegar as edições de eleições para presidente – não só as da Dilma, mas de TODOS os anos em que essa revistinha barata existe. Ou as colocações feitas mediante desastres e acidentes. Sério, é de dar nojo. Se você procurar um sinônimo de imprensa marrom, com certeza vai achar Revista Veja entre eles.
Como já bem disse @marcellozelao: Veja: Não compre. Se comprar, não abra. Se abrir, não leia. Se ler, não acredite. Se acreditar, relinche.
Bom, taí o porquê do meu preconceito por matérias da Veja. Acontece que abri o link sem ver que era da dita cuja e li a manchete. De cara não gostei: motivos de uma coisa ser (muito) melhor que a outra.
AHN?!
Aqui vai outra das minhas convicções amiguinhos e amiguinhas: não existe coisa melhor do que a outra. Não, não existe. O fato de você ser o ás em Física Quântica não te faz melhor de alguém que estuda Botânica Subaquática. O fato de você ser bem sucedido e âncora de televisão não te faz melhor do que qualquer gari. O fato de você gostar do Corinthians não te faz melhor de alguém que gosta do Santa Cruz.
E, inclusive, pode tentar me convencer de que aquilo é muito bom. Mas não me venha diminuir ninguém para isso! Tenha um pouco de respeito e de bom senso! Haja paciência, viu! Tipo, você não é melhor do que ninguém – e isso inclui seus gostos e preferências. Não seja um ou uma demente, tenha o bom senso dos justos e não queira humilhar ou diminuir alguém para expressar sua opinião, pelo amor do nosso bom Deus!
Sério mesmo, dá ódio uma coisa dessas! Tem base? Fala a verdade, pode um trem desse? Ora!
Sei que é um assunto por demais complexo. Trata da psique humana, o lance de competição, traumas de infância, princípio da sobrepujança e mais uma tonelada de coisas. Mas, quer saber? Entender coisas assim não muda nada. Porque só vai dar para entender, mesmo. Então, engula suas imbecilidades e saiba respeitar o trabalho dos outros!
É com você, senhora Nana Queiroz.
Mas ainda assim só estou jogando pedras na jornalista – apenas uma das muitas pessoas que tem a mesma opinião estapafúrdia – sem entrar onde realmente interessa: se as opiniões e argumentos tem fundamento. E como acabei de ler o Senhor dos Anéis, me julgo qualificado para tal feito.
Assim, não li (ainda) a Guerra dos Tronos, então não posso dizer muita coisa sobre a obra. Mas você vai ver que isso de nada vai interferir. Vai lendo.
Uma das argumentações é de que as personagens tem desejos, vontades, impulsos. Mais: são atrozes e realistas, as pessoas cometem estupros, matam a sangue frio e tudo mais. Tolkien seria platônico e suas personagens mais recatadas.
Vou te dar dois exemplos: nas irritações de Gandalf com Pippin (que acaba por ser até engraçado) ou em Mordor com o Sam. Nessas duas passagens, você se diverte, mesmo em momentos tensos com a ação deles – ou cambaleia e se angustia nas terras sombrias de Mordor junto com os Portadores do Anel.
Aliás, tem duas cenas que me chocaram quando li – uma é no Abismo de Helm (As Duas Torres), quando um Capitão é dilacerado em batalha pelos orcs e outra quando é catapultada milhares de cabeças decapitadas de soldados dos Campos de Pelenor, lançadas muralha a dentro de Gondor.
Tolkien não se volta para os conflitos internos e nem descreve por demais sobre atrocidades e coisas assim o tempo todo porque tem tudo muito bem definido: existe o bem e o mal. E se foca nisso. Entende? Não é a proposta do cara desvendar a mente humana, nem seu comportamento, mas a de passar uma mensagem de existir um lado bom e um lado ruim.
E o cara consegue fazer isso sem distorcer demais as coisas. Do tipo de o lado mal ser poderoso e usar todo tipo de magia e inspecionar tudo e todos e o lado bem só sofrer e ter de enfrentar tudo. Não tem nada disso. Na-nã-nã. Os dois lados vacilam, erram e sabem aproveitar das ocasiões. O que a histórias realmente passam é a de sempre ter esperanças.
E, o mal, na verdade, é construído pelas dúvidas e incertezas presentes nas mentes.
Mais ainda além disso tudo: Tolkein criou um universo inteiro de personagens. CRIOU! Se você ler só Senhor dos Anéis vai viajar em alguns momentos sem entender muito, e sacar que é apenas mais uma história na Terra Média. Resumindo, leia Silmarillion. Lá tem toda a criação do mundo, da briga dos Valar, da criação da raças, enfim. Algo realmente surpreendente.
Dá para entender quando ele se irritava quando diziam algo sobre sua obra. O universo era muito bem explicado, detalhado e sabia exatamente o que estava fazendo. Não foi um simples: “Vou fazer uma história no final da Terceira Era de um mundo fantástico!”. Não, não. Tá muito além disso! Sem falar que o cara inventou várias línguas distintas, em especial a élfica.
Depois de ler sobre as Duas Árvores e a Guerra pelas Silmarills você vai, no mínimo, aprender a respeitá-lo – apesar de sua escrita e outros lances detalhistas onde ele realmente peca.
Senhor dos Anéis, por fim, trata da Terra Média, do bem e do mal, de como conflitos podem levar a ruína, além de a salvação vir de onde menos se espera. Era nisso que o autor acreditava. Ele não queria desvendar o pensamento de cada pessoa numa guerra porque o mal verdadeiramente existia e poderia consumir tudo até as ruínas.
Mal esse, aliás, causado pela ambição desmedida pelo Poder, que acabava por consumir tudo e levar tudo a ruínas.
Não posso dizer com mais veemência e comparar (ou descomparar, nesse caso) por ainda não ter lido Martin. Isso segundo minhas leituras, colocações são feitas segundo a tal jornalista. E, aproveitando que estou falando dela, tem um ponto em que acerta em sua argumentação: Tolkein detalha demais as coisas. Demais!
A narrativa fica lenta, chata e você facilmente se entedia e conta as páginas para ver quanto falta para o próximo capítulo. Às vezes, você se perde. Bom, deixa eu aproveitar para abrir o coração com vocês, meus amiguinhos e amiguinhas aventureiros e aventureiras: eu tenho o pior senso de direção do mundo. Mesmo. Sabe o Ryoga de Ranma ½? Pois é...
Sério, meu senso de direção é pior até mesmo de todas as meninas que conheci. Assim, sem preconceitos, mas meninas tem maior dificuldade com navegações – e isso é comprovado. E, de boa. Como eu disse lá em cima, meninos e meninas são diferentes (não superiores por isso ou por aquilo). Tá vendo como tem sentido as coisas que eu falo, tá vendo?
Então, sou um desastre na direção e me perco fácil, fácil. Mesmo jogando vídeo game como jogo, o que deveria melhor minha capacidade devido aos mapas que existem – e demoro muito mais tempo por causa dessa deficiência, aliás. Tipo, demorei cinqüenta horas para zerar Okami. Procecê.
E Senhor dos Anéis de nada ajuda se você não souber bem Geografia, os Pontos Cardeais e ter boa Noção Espaço-Temporal. Além de Geografia Física: vaus, planícies, penhascos, montes, planícies, fendas, vales, abismos, muralhas e tudo o mais. Muita das vezes apenas lia a ação dos personagens e imagina mais ou menos o que estava acontecendo, já que ficava perdidinho com as descrições.
Mas é aqui que entro com outro ponto: Senhor dos Anéis fora escrito na década de quarenta. Sabe o que isso quer dizer? Quer dizer que não estávamos na era das imagens. Tudo hoje precisa ser rápido, bonito, floreado e que possa render uma boa imagem. Ou uma ação digna, bonita, pomposa. Mas nem sempre as coisas foram assim. Não, não.
Entende? A maneira de levar a vida, e de como interpretá-la era mu-u-u-u-uito diferente da de hoje. Agora, fala para mim, aqui no meu ouvidinho: COMO VOCÊ COMPARA UMA OBRA DE 1940 COM UMA DE 1996?! ME FALA?! NÃO TEM JEITO, CARA!!
Hunf!
Não sei como Martin dá seqüência aos livros, mas com certeza deve ser com mais emoção do que Tolkien, isso porque o cara já escreveu séries para televisão. Já sabia como prender a atenção das pessoas numa nova época, época própria dele, onde ficar falando e falando e falando não vai te transportar para um lugar bonito e mágico: vai te entediar.
Entendo que, na época de Tolkien, as pessoas não podiam ver fotografias bonitas de lugares cheia de árvores e rios. Assim, via a paisagem em viagens de trens, por exemplo, mas ficavam absortas ao olharem aquilo, repensando na própria vida olhando para árvores, colinas, montanhas e até rios de vez em quando. Não é assim que a gente faz quando viaja de carro e fica olhando a paisagem? Pelo menos é o que eu faço!
E aí ele colocava um grupo de pessoas passando por diversas terras bonitas, dignas de paisagens de carros, a fim de cumprir uma missão. Em tempos de guerra, numa terra fantástica. Aquilo era um perfeito deleite. Hoje seria um perfeito tédio: temos carros, aviões, trens balas onde tudo é muito rápido. E o pior: temos a Internet, onde vemos verdadeiras paisagens paradisíacas. Vemos! Nem é preciso imaginar! Por isso, livros não precisam descrever cada milímetro das paisagens.
Aquela hora eu praguejei com todas as minhas forças, já não agüentava mais ver os dois sofrerem tanto.
Outro ponto que realmente é contundente se deve ao fato de Tolkein exagerar em Aragorn e Legolas. Aragorn, depois de certa parte do Rio Aduin, vira um grande rei e vacila muito pouco até o final do filme. Sério, fica chato o quão poderoso ele fica. No começo, um guardião sujo, feio e maltrapilho que de repente se transforma num exemplo de nobilidade e imponência. E Legolas vai se tornando u ó a medida que a aventura avança, com seus olhos de águia. Viram heróis românticos. Nesse ponto, tio Tolkien magoou meu sentimentos.
(Os outros eu achei bem dosados. Como Mestre Gimli, por exemplo, que tem seus momentos de medo, temor e até paixão (por minas e túneis e pela Galadriel). Aliás, ao contrário do filme, Mestre Gimli mata quarenta e dois orcs no Abismo de Helm, enquanto que Mestre Legolas mata quarenta e um. E disso eu gostei! Procevê!!)
Mas estou divagando. Deixa eu voltar. Onde eu tava, mesmo? Hmm... enfim. Argumentei de todas as formas que pude, sabe. E já não tenho forças para dizer mais nada. Só tem mais uma coisa, e vai ser meu golpe final. Sério. O último argumento da Nana Queiroz prova a boçalidade da matéria e quão estapafúrdias foram às afirmações. Vou colocar aqui:
“ [...] A melhor parte? Martin ainda está vivo, então pode aumentar esse número (de páginas por livros) nos próximos anos – se quiser. Coisa que Tolkien só conseguiria se arrumasse um médium para psicografá-lo...”
Aliás, aqui um contra-argumento forte.
Se você quer saber, tal comentário resume tudo o que já disse da Veja lá em cima. O que ela tá dizendo é que Martin supera Tolkien porque está vivo. Só. Ainda por cima, faz questão de ridicularizar com uma piadinha ignóbil no final. Ignora toda a obra do cara, resumindo tudo a Senhor dos Anéis. Imbecil. Só isso que posso dizer. Como uma pessoa assim se considera jornalista?
De certo isso vende. Vender humilhando os outros. Não merece meu respeito. Nem o seu. Veja bem, não conheço a senhora Nana Queiroz. Não sei o que ela faz, quem ela ajuda, nem onde trabalha além da Veja. E, particularmente, não vejo motivos para odiá-la. Mas como profissional, não merece meu respeito. Mesmo. E muito me faz pensar sobre seu caráter. E isso é algo que realmente eu queria saber: se ela faz isso pelo emprego ou simplesmente porque acredita.
Se a resposta for a segunda, retiro toda terceira linha do parágrafo anterior. E acredito que, caso seja a primeira, exista alguma solução para o caso. Mas, se depender de índole, eu atravesso a rua para não cruzar o mesmo caminho que ela.
#falomesmo
Para provar que não estou sendo muito radical, te deixo outras duas fontes que encontrei. Sérias, respeitosas, que criticam a obra sem humilhar, diminuir ou reprimir outras pessoas. Uma matéria como a do Hélio Greca era o que esperava encontrar numa Revista de circulação nacional. Reportagem séria, profissional, bem escrita, com bons argumentos – sem rebaixar ninguém.
E tem também a do Sedentário, para não dizer que estou puxando o saco e a sardinha para o lado de alguém. A Coca-Cola estava certa (e meu psicólogo também): os bons são a maioria!
Né não, Andy Serkis, meu precioso?
Ufa! Tô até mais leve depois de descarregar aqui com vocês, sabe! Mas era preciso. Quando vejo coisas assim – e tem algumas pessoas que realmente gostam desse tipo de comparação em animês, filmes, games e tudo mais - percebo que nada mais é uma forma desesperada de suprir seus anseios e frustrações da vida, impondo suas respostas como certas e absolutas.
O fato é que temos diferentes maneiras de levar a vida e aceitar as respostas para os nossos problemas como certas e erradas, enquanto que certo e errado são apenas o que fazemos com tais respostas – momento Kung Fu Panda. E arrisco até dizer que não existem respostas, elas são apenas aceitas – momento LSD vencido.
Bom, era isso, então. Precisava compartilhar, sabe. É mesmo. Espero que não tenha falado muita abobrinha. Mas, foi de coração. Meus mais sinceros sentimentos. Ah é, e se você não concordar... é porque você é idiota tapado ou tapada, que não sabe nem onde tá seu próprio nariz eu não discuto com gentinha que não sabe reconhecer um bom texto.
Hehe! Pode me xingar aí em baixo se quiser, é de boa. Quem sabe eu não mude de ideia, né? Deixa sua opinião, eu vou ler. E espero te ver sempre aqui. Então tá! Te vejo por aqui!!








Veja é uma revista do tipo sensacionalista, ou seja, apelativa e radical, gosta de trabalhar com emocional, e não se preocupa em ser ignorante. Eu detesto a Veja, e qualquer outro veículo de comunicação que use do sensacionalismo. Ai ai... Para Martin, Tolkien é uma de suas maiores influências.
ResponderExcluirMartin apenas o emulou, quis ser melhor que o "mestre", e até que conseguiu mesmo. Platão quis ser melhor que Aristóteles, Virgílio quis ser melhor que Homero... E fica muito claro essa influência, esse respeito! Você jamais quer ser melhor a alguém que é ruim!
Mas enfim, o curso de Jornalismo no Brasil vai de mal a pior, sério. Um jornalista da NYT, se não me engano, formado em Havard, disse que a grade de aulas do curso é muito pobre, e não é capaz de formar um bom jornalista.
Então sábio é daqueles que fazem um curso de Letras ou se afundam em abundantes leituras (clássicas e atuais). Caso contrário, acabam escrevendo merdas como essa!
Eu adoro o Senhor dos Anéis, gostaria de ter pelo menos 10% do detalhismo como dele..
Na verdade, eu detesto a Veja por sua imparcialidade descarada e opinião impositiva. Bom, assim, não acredito que exista imparcialidade em nada nessa vida, sabe. Mas isso não quer dizer que deva impor minha opinião - nem me dá o direito de humilhar ou diminui ninguém.
ResponderExcluirA Carta Capital também não é imparcial, mas sabe ter o mínimo de respeito nas suas opinões. Ao que parece.
Bom, não arrisco dizer que um é melhor que o outro. Tem pontos distintos, e em diversos pontos um se destaca ao outro. Mas, veja bem, são épocas totalmente diferentes. Não dá para comparar. Pelo menos é o que penso.
Quanto ao curso de jornalismo... é uma piada, mesmo. De mal gosto. Você mesma escreve muito melhor que muito jornalista prestes a se formar (pelo menos os daqui). É vergonhoso, mas as coisas parecem não estar mudando muito.
Assim, o importante é ir fazendo a nossa parte. Aos pouquinhos a gente vai aprendendo como mudar esse quadro! Ah, e não se preocupe. Continue escrevendo e lendo bastante que você vai aprender a detalhar. Ahn-ham, tenho certeza!
(Mas, por favor, não muito. Excesso de detalhes atordoam meu cerebrozinho, hahaha!)
Parcialidade: Puxar a sardinha pro lado de alguém.
ResponderExcluirImparcialidade: Tentar evitar que a sardinha fique mais pra algum dos lados.
Acho que você quis dizer que a Veja é um revista parcial, né meu xará?
Isso mesmo, haha!
ExcluirFoi isso que eu quis dizer!!