quinta-feira, 26 de maio de 2011

As mais belas canções de animes

Oi! Beleza?

Depois de tanto tempo falando de assuntos filosóficos e a coisa toda, me permito entrar em postagens nerds. Sabe como é, né? Ninguém é de ferro. Quando arrumar outra coisa legal para refletir sobre essa vida coloco aqui. Prometo que vai ser mais levinho.

Mas, enquanto esse dia não chega, só tenho uma coisa a dizer:

"Prepare-se para encrenca. Encrenca em dobro!"

Não, não é sobre a Equipe Rocket. Apesar de a Equipe Rocket ser legal... Já tem algum tempo que queria falar sobre isso. Então, como não tenho nada mais para escrever, decidi falar sobre músicas de anime. Assim, só as mais bonitas. Pelo menos, as que já ouvi.

Procevê! Porque são músicas realmente boas, sabe? Aposto que se abrandar o coração você também vai gostar, amigos e amigas. É, não façam essa cara. Não é bonito ter preconceito, sabe.

Mas não me iludo. Nem quero te iludir. Tem algumas aberturas e encerramentos de animes que são um saco. E, na boa, são a grande maioria. É difícil achar uma legal, mesmo porque são todas em japonês. E nem sempre quando adaptam fazem um bom trabalho na tradução.

É, tem algumas dublagens que vou te contar. Os caras fazem que nem o nariz deles!

Enfim, o objetivo desse post é falar sobre musiquinhas legais de animações japonesas. Aquelas que dão vida, empolgam e que nos fazem esperar ansiosamente pelo próximo episódio, sejam ao começarem ou após acabar a série!

É mesmo, não é? Acho que uns 40% de um anime tá na trilha sonora, sabe. Quando via algum na Globo, Sbt, Band e companhia, ficava bastante chateado ao ver o começo cru e nu, sem temas de abertura ou encerramento. Ou, como no caso de Naruto, uma adaptação chula e sem letra.

Céus, quem não se lembra da música de abertura de Sailor Moon na Record, ou de Cavaleiros na Manchete, ou de Guerreiras Mágicas no SBT? Por mais que não fossem das melhores, nos marcavam, empolgavam, sei lá! Dava um tchãm a mais.

Hoje em dia, muito raro colocarem aberturas decentes. Encerramentos estão fora de questão. E, nesse último, se você não tem tv a cabo, pode esquecer. É, bons tempos que não voltam mais...

Enfim, vem comigo e talvez você se lembre de algum desses temas tão legais e empolgantes! Espero que já tenham visto algum desses. Mas se não, não tem importância. Mesmo que nunca tenha assistido um anime na vida, ouça! Sério, abra o coração e escute, nem que seja um minuto cada! Tentei selecionar as mais belas canções, você não vai se arrepender!!

Então tá, vamos nessa. Prontos para um mergulho no infinito, numa emoção verdadeira?

The Visions of Escafowne



Essa música é linda. E eu nunca vi esse anime! Sim, lembro de ter visto só um pedacinho quando um bicho híbrido achava o Pager dessa menina... e sei lá. Nem sei se é o mesmo anime, falando a verdade. Era um humano com orelhas de gato... o que é meio vago, já que japoneses tem fissura por orelhas de gato e tentáculos de polvo.

Sei lá eu por quê.

Enfim, me lembra meu amigo Thales – você sabe, que tá perdido em algum lugar de Goiás, casado, rico e cheio de vontade de compartilhar sua fortuna comigo. É, eu sei, tenho que parar de falar isso. Na verdade, me lembra o Luismar, o irmão do Thales, companheiro de altas aventuras. Quero dizer, de altos animes, o que para mim é muita coisa.

Sério, quando o Thales tava dormindo, jogando futebol ou fazendo qualquer outra coisa, tava lá eu com o Luismar conversando sobre diversos animes ou jogando vídeo game. E era só sobre isso que a gente fazia. De fato, acho que passei bem mais tempo fazendo otaquices com o Luismar do que algo útil com Thales.

Procevê como são as coisas.

Neon Genesis Evangelion




Também demorei pacas para assistir esse. E, na boa, prefiri mil vezes o mangá. O final da série (pela série, sem contar com o filme que eu nunca assisti) é idiota. Muito idiota, aliás. Mas a trama é danada de boa, um dos melhores animes apocalípticos já feitos. E o novo filme consegue trazer o melhor da série de tv e do mangá – pelo menos o primeiro!

Enfim, apesar de não achar nada de exímio, a música é legalzinha. Aliás, tanto o Luismar quanto o Thales sabia cantar ela de cor. O Thales vivia repetindo que era culpa do “maninho” ele saber aquela maldita música. É, acho que ele detestava animes.

X/1999




Écs! Esse é outro dos melhores animes apocalípticos já feito! É meio difícil no começo, porque a história é um tanto devagar, já que é feito pelo Clamp. E Clamp é um estúdio mais direcionado para o público feminino.

Não que não saibam como fazer um bom shonen (histórias direcionadas para o público jovem masculino), mas o traço delas é bem característico. E, se muito não me engano, X/1999 é um shojo (voltado para público jovem feminino). E o mangá também é mais legal que a série. Mas a animação é bacana, vale a pena ver sim.

E o filme é demais, também! Procevê. Aliás, consegue ser melhor que a série. O final é espetacular! O Thales gostou bastante, fazia até piadinha com o término da história. Sim, procevê, um cara que nem era muito chegado nessas coisas gostou!

Céus, como esses caras mudaram minha vida! E não faço a mínima ideia aonde eles estão ou o que fazem... quando eu deixei isso acontecer? Como fui burro a esse ponto? Será que eles ainda pensam em mim ou sabem que penso neles?!

Céus!!

Elfen Lied




Bom, deixa eu parar de drama e continuar. Esse vem dos longínquos anos de 2008! Sim, eu já tava só e procurava alguma coisa legal para ver. E não foi exatamente o que achei. O anime é legal, tem uns pontos bastante fortes e diferentes, mas não é lá grandes coisas, sabe?

Quero dizer, tem bastante sangue, órgãos voando e história aceitável, incluso um romance ousado, beijos apimentados (e ao pude entender porque japoneses não se beijam na rua, o esquema é tenso!) e até nudez para fan-service. Não dá para reclamar.

Mas, definitivamente, não faz meu estilo. Talvez porque não tenha com quem compartilhar. Mesmo assim, a música é fantástica. Isso porque ela é cantada em latim. Latim! Capricharam. Meu amigo frei disse que não chega a ser um canto gregoriano, mas sem dúvida nenhuma é latim.

Kyrie eleison.

Naruto



As únicas séries que acompanho hoje são Naruto e One Piece. É, eu sei, modinha. Mas não to muito animado para sair procurando series para assistir. Baixei Code Geass para meu amigo Túlio, porque ele tá numa fase animática, ultimamente. Só que não tô com muita paciência para ver.

Ele disse que é bom. Uma hora eu vejo. Se alguém aí quiser me indicar algum, acho massa! Mas deixa eu voltar para o assunto.

E sim, essas séries tem músicas muito, muito ruins. Sério, nunca pensei que pudessem reunir tantas. Naruto é campeão, e One Piece não fica muito atrás. Aliás, o Cartoon Network fez o favor de piorar mais ainda a série com uma versão de abertura horrorosa da série que foi aleijada pela 4kids. Censura, censura aos quatro cantos do vento. Fez da boa e velha obra do mestre Oda virar... mas de novo eu to divagando.

Aonde eu tava? Ah é, procevê, tem músicas punks na abertura de Naruto. Pelo menos em uma. Sério, com um cara desafinado e tudo. Custava fazer algo mais harmônico, gente? Vê se pode um trem desse! Mas em meio a tantas decepções, eis que surge essa! Bluebird!

(Abusando do azul, hoje).

Bonitinha demais. Coisa mais linda do tio! Toca fundo, sério mesmo. Não sei bem explicar, só ouve aí. Tô errado?

Fullmetal Alchemist: Brotherhood




E essa foi espetacular. Traz a mesma sensação que Bluebird, só que melhor. E essa versão de Fullmetal é demais! Muito mesmo, segue fielmente o mangá! Não que a outra seja ruim – que pude acompanhar por um tempo na Redetv!, mas que me deixava chateado por não ter abertura nem encerramento, sabe...

Quem canta esse tema é a Yui, que é uma baita cantora. Confere e me fala, mesmo que você não goste de músicas japonesas, essa música é linda demais! Ela é toda arrumadinha. Lindinha demais da conta. E se tivesse cheiro, com certeza seria cheirosa, tenho certeza!

Aliás, não deixe de conferir a última abertura da série, que também é fabulosa. A série toda vale a pena, já que tem sessenta e quatro episódios e é cativante pacas. A autora foi muito criativa ao falar sobre alquimia com uma trama tão bem bolada, mas esse é assunto para outro post.

É sério, vou reservar um tempinho só para falar desse anime. Espere e verão, amiguinhos e amiguinhas sapequinhas. Espere e verão! E por falar nisso...

Fullmetal Alchemist




... essa aqui é outra sem educação! Trata da primeira versão da série, que não tinha o compromisso de seguir os rumos do mangá – e que até era legal, até onde eu vi. Alguns fatos como o sargento Hughes e a morte de Nina puderam ser mais bem realçados que no mangá. Foram acontecimentos muito rápidos para um drama tão forte.

E ficou realmente pesado. Quem acompanhou os três episódios e viu o que acontece com Nina depois de tudo, fica abalado. Sério, se você viu e não ficou mexido ou mexida, pode estar certo ou certa de que não tem um coração! Seu desalmado ou desalmada!

E tem a paradinha com o sargento Hughes que... bem... você sabe. Eles aproveitaram o fato de ter de enrolar por estarem alcançando os quadrinhos e aproveitarem para dar destaques a alguns personagens e fizeram isso muito bem. Mas muita gente não gosta dessa versão.

Tem fillers de mais (história que não acontecem no manga, geralmente para dar uma freada na produção para que os quadrinhos avancem com a trama), e ninguém que goste do roteiro original aprecia enrolações. E eles não seguem um raciocínio lógico do autor e raramente fazem um bom trabalho...

... e Dragon Ball GT está aí para provar o ápice desse absurdo. E, sim, ainda vou fazer um post falando sobre isso também. Vou dar bons motivos pelos quais Dragon Ball GT NÃO É DRAGON BALL!

Ora!

Ah é, última coisa: ouvi essa música em Brasília, quando Filipe, namorado da minha prima, gentilmente me emprestou os DVD’s dele para mim matar o tempo nas férias de 2008. Pois é, de novo esse ano. E eu gostei tanto que durante muito tempo o nome dessa música foi meu sobrenome no Orkut: Melissa!

Aí o povo pensava que eu era transformista e acabei tirando. Que vexa!

Serial Experiment Lain




Esse também me marcou demais. E nunca terminei de ver esse anime. De novo, graças ao Luismar, que um dia chegou com o VHS para a gente assistir. Tinha uma época aqui em Goiânia que a loja especializada chamada Solo Sagrado alugava um material assim.

É, naquela época a gente usava fitas VHS. Bons tempos. E era até divertido.

Sei que a gente viu até o episódio seis, porque os outros sete episódios estavam em outra fita. Mas já foi o bastante para gostar – mesmo na época eu não tendo entedido patavinas. Mas era assim que era bom.

E eu ouvia essa música no computador enquanto jogava Megaman X4 enquanto o Thales jogava futebol na rua. Todo dia nas férias. É, eu era um parasita folgado que me alojava na casa deles e não saia de jeito nenhum. Esses caras e os pais deles gostavam de mim, só pode. Ou não tinha coragem de me expulsar, por causa da lei nacional da hospitalidade.

Sério, é a única explicação por me aturarem por tanto tempo.

E anos mais tarde eu conheci minha amiga Caiuri, com quem passava horas conversando sobre Inuyasha e reclamando da vida (isso em 2004, 2005), que me presenteou com os sete primeiros episódios.

Aliás, a Caiuri era a cara dessa menininha. Até o rosto dela lembra, sabe. Esse pôster então, nem se fala.

Véi, esse povo gostava mesmo de mim e eu deixei todos eles irem embora. Onde será que a Caiuri está? O que ela anda aprontando? Será que ainda lembra de mim e das nossas conversas? Acho que não, já que tinha memória ruim, mas... enfim...

Tenho que parar de perder contato com as pessoas assim. Pelo menos com as que gostam de anime. Céus, estou aqui falando sozinho sobre isso, sem ninguém para compartilhar...

Céus!!

Digimon Frontier



E essa vem dos anos 2003. Eu assistia periodicamente Digimon Frontier quando dava. Isso porque era muito tarde, sabe. Era nove e meia da noite, hora que eu já devia estar na cama. É, eu sei, sempre fui meio Caxias com essa coisa de escola. E dormia cedo.

Aliás, era um saco. Eu detestava o colégio, não conhecia ninguém da minha turma – sério, meu apelido nessa época era Sozinho e não conhecia ninguém profundamente. Era uma tristeza só. Era horrível, sabe. Como eram difíceis aqueles dias. O meu refúgio eram os animes e a casa do Thales.

É, estou bem emo hoje. Ninguém mandou eu falar de animes e buscar meu passado guardado nessas músicas. Bom, ficaram ficou bem traduzidas. Tanto a de abertura quanto à de encerramento são demais. Fizeram um bom serviço. Nessas horas até me orgulho da nossa dublagem.

Aliás, tá passando de novo na Redetv! (pelo menos na daqui de Goiânia), às sete horas da noite. Vale a pena demais, não deixe de assistir. E até tem o tema de abertura, muito de vez em quando. Droga, Redetv!

É, e também não vou esquecer da Angélica cantando a primeira abertura da série. Diabos, Angélica! Você e o Luciano Huck se merecem, mesmo! Fazem até as mesmas imbecilidades. Como é que pode? Como o país vai cediar uma Olimpíada e uma Copa do Mundo desse jeito?

Inuyasha




E já que eu citei minha amiguinha Caiuri, deixa eu falar de Inuyasha! É! Muito bacana esse anime. Recomendo demais, mesmo porque segue bem fielmente o mangá. Aliás, até parou de ser produzido por uns tempos porque os fillers eram um saco – e ninguém gostavam das histórias toscas – tendo seu término em 2009.

E esse era o assunto que eu mais falava com a Caiuri, sabe. Assim, ela era uma menina muito inteligente e multifuncional (tipo a Rapunzel de Enrolados) e não tinha um assunto que ela não dominava bem. Pois é. Muita gente achava que eu era apaixonado nela, mas era uma admiração danada, mesmo.

Até hoje não achei alguém do mesmo naipe. Pô, a diaba sabia de tudo, fazia de tudo, se dava bem na maioria das coisas e era gente boa... ela era tudo que eu queria ser! E gostava de Inuyasha!! Como pode? De fato, até ficava inibido perto dela. Mas pelo menos dava para falar de animes de boa.

E reclamar, reclamar e reclamar dessa vida severina. Parece que hoje ela ta fazendo faculdade e namorando bem firme. E vai conhecer a Europa em breve. Espero que ela piche meu nome na Torre Eiffel, como combinado.

E a versão ficou fantástica, também. Aliás, a trilha de Inuyasha original já é fantástica. Nem precisa de apologia. Confere que vale a pena demais!


Cavaleiros do Zodíaco




De todas as músicas que coloquei aqui, a que mais me toca e emociona é essa, sabe. Era na mesma época de Digimon 4, mas com significado muito maior. Digimon mesmo era legalzinho, mas não tinha feito parte da minha tenra infância. E, se você ta lendo até agora isso aqui, com certeza Cavaleiros esteve presente na sua também.

Pois é, antes de voltar a lamuriar, algumas ressalvas a respeito das músicas de cavaleiros. A primeira versão era extremamente infantil e até boba. Aí os caras perceberam que o público não eram apenas criancinhas – pois é, já que todo desenho é feito para crianças, ou pelo menos era um pensamento mais freqüente na época – e sim um público mais juvenil – crianças maiorzinhas, digamos...

E dispararam a fazer outra abertura que era demais! Sabe, aquela de ter sempre alguém no cosmos ajudando o cavaleiro a vencer. E era massa! De fato eles aproveitaram a febre toda que foi na época e lançaram até uma fita com as músicas. Além das figurinhas, bonecos, revistas e todo treco que fosse possível.

E ganharam muito, muito dinheiro com isso.

Bom, empreendimentos a parte, o mais legal é que nessa época começaram as versões legais. É, digo, adaptações mesmo. Como o fato da abertura brasileira não ser a mesma da japonesa – sendo que os cantores eram bem jovens também. Pois é, bons tempos.

Mas daí a série acabou e ficamos um tempão sem notícias dos defensores de Atena. Até que resolveram terminar a série e lançaram treze episódios novinhos em folha, com novas aberturas e encerramentos! Sim!! Veríamos Cavaleiros de novo! E olha que eu tava precisando, já não sabia mais o que assistir para não lembrar daquele colégio dos diabos...

Sei que Luismar ficou semanas e mais semanas para baixar os episódios. É, na época a conexão era discada, por pulsos. Sai mais barato acessar aos finais de semana. Depois da duas. E domingo o dia inteiro. E era lento pá caramba. Ou seja... deu pra entender, né?

É mesmo. Sei que era muito bom ver tudo aquilo. E a abertura é simplesmente linda! Sem palavras para voz dessa mulher e teclado. Sério, emociono demais. Ouve ela que você vai me entender. Devia ser crime ser tão triste, melancólica assim, né?

O engraçado é que a versão brasileira dessa música não me agradou muito. Com certeza por causa da emoção da cantora japonesa. Sim, sim, é isso mesmo.

Samurai X




Pô, esse anime é do balacobaco! Sério, não foi um estouro com Dragon Ball, Cavaleiros ou o mais recente Naruto, mas ele é demais. Sério mesmo, quem acompanhou sabe muito bem o que estou dizendo. E sabe melhor ainda como eles retalharam e colocaram censura em tudo que é canto.

Sim, o anime tinha sangue, cortes e tudo mais, só que eventualmente! E muito bem justificado, diga-se de passagem. Não era apenas para escandalizar ou satisfazer o psicopata interior presente no telespectador (como em Gantz e Elfen Lied, por exemplo). Havia sangue porque havia batalhas, mas nem sempre seguida de multilações ou mortes.

O que acontece é que as coisas são diferentes por aqui. Enquanto em alguns lugares do mundo animações são vistas como uma forma de arte, uma maneira diferente de se contar qualquer história, por essas nossas terras ela é apenas uma ferramenta para entretenimento infantil.

Na América em geral, eu digo. Desenhos são para crianças, pura e simplesmente. Na Ásia e creio que na Europa são uma forma de expressão, de arte. Por isso é comum encontrar diversos temas, incluindo adultos. O exemplo mais explícito é o Japão.

Né não? Né não? Tô falando. A Globo acabou com a essência de toda a série, não conseguindo explorar a trama: um samurai arrependido de seus crimes na guerra, em busca de redenção. Só isso, simples assim. E só com esse elemento conseguiram fazer uma série espetacular, que encantou todas que assistiram. Mesmo a versão aleijada.

E a trilha é de arrebentar. Mesmo. A maioria das músicas são bem feitas, animadinha e audíveis – ao contrário de muitos animes de hoje em diante que... bem, já falei sobre isso. Claro que nem todas as músicas são exímias, mas dá para ouvir de boa, e se você acompanhou a série, até ficar afixionado por elas.

Aliás, quando visitei o Túlio no Rio de Janeiro tinha a trilha para vender lá na Kai, na Barra da Tijuca. Por ser importado, até entendo o preço absurdo de quase duzentos conto. E, na boa, se eu tivesse grana comprava.

Mas não compraria na Kai! Apesar do atendente Diogo (será que ele ainda trabalha lá?) ser gente boa, as coisas de lá são abusivas de caras!! Sério mesmo, vão em Ipanema que é mais em conta!!

Ufa, fiz minha boa ação do dia!


Dragon Ball Z




Pois é, não poderia ficar de fora, né? Dragon Ball é um clássico. O Z, particularmente (que foi uma tremenda febre), não tem músicas muito legais. Sério, era até divertido cantar junto o Cha-lah, eh-cha-lah! Mas depois de um tempo fica meio chatinha. Não que eu tirasse de canal, mas a música é pouco envolvente.

Agora a do final, que só os sortudos que tiveram acesso pela tv a cabo, essa sim era boa demais da conta! E com um fundo muito bacana, que era o Gohan correndo no morro. Sério, até hoje me emociono se ouvir.

E como foi antes de eu entrar no Ensino Médio, tenho boas recordações desses tempos. E de compartilhar com meu amigo Túlio muitas revistas, teorias, jogos e coisas que qualquer moleque catarrento naquela época adorava. Ainda mais se fossem nerds xaropes como éramos.

A melhor parte é a da chuva de meteoros, luzes da galáxia!!

Onde eles conseguem metáforas tão incríveis?

Dragon Ball



Outra fantástica era essa de Dragon Ball. Fantástica! Foi a época áurea de animes no SBT. Você sabe né, amiguinhos e amiguinhas, na mesma época de Fly e Guerreiras Mágicas. Quando a Eliana era uma aprendiz de Angélica, quando na verdade ambas queria ser a Xuxa. É mesmo, faz muito, muito tempo isso.

Sei que a Alien International caprichou demais nessa abertura. Ela mudou o ritmo da música original e fez com que ficasse umas duzentas vezes melhor! É sério!! Além do mais, eu adorava aquela voz zuada do Goku!

Aquela voz do Goku dava todo tchãm para série!

Pois é. Aí o tempo passou, a Globo comprou os direitos da série e passou na tv Globinho. Refizeram a dublagem e colocaram a mesma voz do Naruto no Goku. E, como todos bem sabem, é a VOZ DO PEQUENO URSO! DO PEQUENO URSO!!

Dor, muita dor. É só isso que posso dizer. Além dessa cagada monumental, ainda redublaram a abertura como era a original. Ou seja, ruim. Nossa versão ficou muito mais bonitinha. Nem se compara, falando a verdade.

Sei que essa abertura é a mais pura nostalgia. E é muito boa, também. Além de também ter metáforas fora do comum, (pra provar minha teoria de vez): tentado conquista o azul do céu, trazendo na mente um sonho de caçador/ ...confiante nos desejos de vitória, certo de que nada foi em vão/... uma viagem no rastro do sol. Essa última inclusive resume o brilho das Dragon Balls!!

Pois é. E, já que tô falando nisso...

Dragon Ball GT




Eu sei, eu sei, eu vivo falando que Dragon Ball GT não é Dragon Ball. Parece hiprocrisia eu colocar uma música dessa série aqui, mas... façamos justiça: a abertura e o encerramento dessa série são muito bem feitas! Em japonês, inclusive. Gosto das duas versões, da original e da traduzida.

Sério, eles capricharam. E aparentemente foi a única coisa que capricharam. Mesmo na dublagem brasileira, porque a voz do Goku continua sendo a do pequeno urso. Aí cai na mesma história de desenhos por essas bandas, que eu disse logo ali, na parte de Samurai X. É mesmo.
E, só pra constar: DRAGON BALL GT NÃO É DRAGON BALL!


Yu Yu Hakusho




Ah, o que dizer sobre Yu Yu! Sublime!! Sério mesmo, a passagem desse anime no Brasil foi histórica, marcante, fabulosa e jamais deve sair de nossas mentes. Foi o primeiro anime a ter todos os seus episódios exibidos.

De fato, foi tão legal que eu mudei meu corte de cabelo na época para ficar parecido com o do Yusuke! Claro que eu era só um moleque gordo e babão – bobo, chato e alguém que qualquer pessoa em são consciência se manteria longe - , mas era bom demais da conta!

E não seria nem metade de tudo isso se não fosse a dublagem. Sério, foi FODA! Incomparável as porcarias de hoje. E sabe por quê? Por que os caras se esforçaram para traduzir as piadas e contextualizá-las para o nosso meio. É sério!!

Lembro que no Torneio das Trevas – ou seja lá como fosse o nome daquele torneio que é um dos pontos altos da série – a torcida gritava: Ah, eu tô maluco!! Ah, eu sô Toguro!!

Sim, eles inteligentemente pegaram uma música que tava na boca do povo e colocaram no anime! Além disso tem as expressões e tiradas que os personagens tem. Tipo, quando o Yusuke tá perdidão ele fala: Peraí, peraí, para o bonde que Isabel caiu! Ou as tiradas de Koenma com aquele monstrengo feioso ou...

Bem, dá uma olhadinha.

Deu pra entender. Sério, fizeram muito bem a dublagem, como jamais fizeram de novo até hoje com nenhuma outra animação. E dificilmente vão fazer de novo, na boa. A única que se aproximou bastante de Yu Yu foi Shaman King, que não posso falar com maior propriedade por não ter acompanhado a série. Sabe como é, sem tv a cabo.

De fato, quando refizeram a dublagem para ser reexibida no Cartoon Network, mas sem as lindas versões de abertura e encerramento que eram as versões brasileiras.

Ai, que saudades da época da Manchete! Como fomos felizes naqueles dias!

Qualquer uma das versões de abertura e encerramento de Yu Yu é linda. Procevê, a minha amiga Angélica que nunca viu o anime adora algumas. Eu inclusive aprendi a tocar o quarto encerramento no violão, de tão bonito! Procevê!

Aliás, meu amigo Francis gosta de Yu Yu Hakusho, chegando inclusive a ter revisto uma vez. Sim, o Francis!! SIM!! Não é demais?

Bom, acho que é isso. Foi meio canseira, né? Pois é, isso serviu para mostrar como durante anos eu me escondi nos animes, sabe? É, foi mais para falar de mim, haha! Mas tem sinceridade, eu realmente acho essas músicas bonitas.

Espero que vocês tenham gostado. Ou ao menos concordado com um pouco. E você? Também guarda com carinho as recordações de séries e animes?

Então tá certinho. A gente se vê por aí.
Até mais, gente!

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