Belêz?
Massa! Aqui pro post de quinta. Vale lembrar que novos posts são apenas domingo. As quintas é só uma conversinha ligeira. Ah, valeu pra quem continua acessando! Pra quem não sabe, o blogger tem um contador e me diz mais ou menos quantos pessoas andaram entrando por aqui. Então, obrigado, povão! Yeah! Como tá escrito ali do lado direito: vocês são dez!
Massa! Aqui pro post de quinta. Vale lembrar que novos posts são apenas domingo. As quintas é só uma conversinha ligeira. Ah, valeu pra quem continua acessando! Pra quem não sabe, o blogger tem um contador e me diz mais ou menos quantos pessoas andaram entrando por aqui. Então, obrigado, povão! Yeah! Como tá escrito ali do lado direito: vocês são dez!
Falando em Elvis e Darth Vader - coisas nonsense, já que até hoje existem pessoas que afirmam que nenhum dos dois morreu - vim falar de um assunto intrigante. DROGAS! Sim, sim. Deixem me contar um pouco da minha vivência com as drogas.
A primeira vez foi no segundo ano, sabe. A professora de redação pediu para grupos, já divididos, falar sobre diferentes temas. O meu grupo tinha de falar sobre drogas. E não, eu nunca usei drogas. Nem experimentei. Nem pretendo. E não me venham com esse papinho que álcool e cigarro são drogas lícitas. Não, não são e vou dizer isso mais embaixo, vai lendo.
Vale lembrar que nesse trabalho eu falei pelo grupo todo, durante uns trinta minutos. É, não sei ser suscinto desde sempre. Então, mas o que vale dizer aqui é que na época, o que eu falava nada mais era que especulações e leituras. Duas pessoas no meu próprio grupo davam um tapinha, como fui saber anos mais tarde. Prôcêvê! E as drogas não estão tão longe assim do nosso redor. Como eu vou dizer mais embaixo.
Verdade. É bem comum, sabia? Com certeza você já teve ou tem contato com uma pessoa que use. E é provável que nem saiba. Uh-hum, pura verdade, mano véio. Pois é, manola! Como eu vou fal... deu pra entender, né? Vai lendo aí. E é mais ou menos isso que um filme chamado Candy vem falar.
A primeira vez foi no segundo ano, sabe. A professora de redação pediu para grupos, já divididos, falar sobre diferentes temas. O meu grupo tinha de falar sobre drogas. E não, eu nunca usei drogas. Nem experimentei. Nem pretendo. E não me venham com esse papinho que álcool e cigarro são drogas lícitas. Não, não são e vou dizer isso mais embaixo, vai lendo.
Vale lembrar que nesse trabalho eu falei pelo grupo todo, durante uns trinta minutos. É, não sei ser suscinto desde sempre. Então, mas o que vale dizer aqui é que na época, o que eu falava nada mais era que especulações e leituras. Duas pessoas no meu próprio grupo davam um tapinha, como fui saber anos mais tarde. Prôcêvê! E as drogas não estão tão longe assim do nosso redor. Como eu vou dizer mais embaixo.
Verdade. É bem comum, sabia? Com certeza você já teve ou tem contato com uma pessoa que use. E é provável que nem saiba. Uh-hum, pura verdade, mano véio. Pois é, manola! Como eu vou fal... deu pra entender, né? Vai lendo aí. E é mais ou menos isso que um filme chamado Candy vem falar.

Bom, o filme é com Heath Ledger. É estranho ver filme de alguém que já morreu, ainda mais dele, sabe. O cara fez um viciado, um cowboy gay e um palhaço psicótico. Tinha um futuro promissor! Heath morreu devida ingestão de oxycodon, hidrocodona, diazepam, temazepam, alprazolam e doxylamina. Queria mesmo morrer. Pena! Dizem as más línguas que ele ainda lutava contra o vício em drogas.
E Candy vem falar um pouco sobre isso. A história conta a vida de um casal usuário de drogas , mostrando do uso recreativo e a onda dos primeiros picos até o fim em um vida miserável de dependência ocasionada pelo consumo excessivo. A narrativa é dividida em três partes: paraíso, terra e inferno. O interessante é ver como do paraíso (efeitos alucilógenos), eles passam pela terra (como conseguir grana para o consumo) e caem no inferno (tentativas de abandono do vício).
Candance é uma pintora e Dan um poeta. Durante o filme, porém, tudo que é mostrada é umas duas pinturas e uma poesia feitos por ela. Dan apenas lê uma poesia de E.E Cummings. Aos poucos, os dois vão se perdendo, juntos. No começo vendem bens valiosos e penhoram o que podem, até a situação ficar crítica e Candy começar a se prostituir - com aval de Dan - e ele a cometer pequenos furtos.
A única justificativa para os dois usarem drogas (o que o filme deixa deduzir) é a mãe castradora de Candy e a família ausente de Dan. Mas o melhor é que o filme não cai em um dramalhão barato. Os dois não usam justificativas e nem ficam lamuriando pelos cantos reclamando da vida. Apenas fazem o que podem para conseguir drogas. E quando não é o bastante, recorrem ao velho amigo Casper, um professor de química que sintetizava a droga.
E Candy vem falar um pouco sobre isso. A história conta a vida de um casal usuário de drogas , mostrando do uso recreativo e a onda dos primeiros picos até o fim em um vida miserável de dependência ocasionada pelo consumo excessivo. A narrativa é dividida em três partes: paraíso, terra e inferno. O interessante é ver como do paraíso (efeitos alucilógenos), eles passam pela terra (como conseguir grana para o consumo) e caem no inferno (tentativas de abandono do vício).
Candance é uma pintora e Dan um poeta. Durante o filme, porém, tudo que é mostrada é umas duas pinturas e uma poesia feitos por ela. Dan apenas lê uma poesia de E.E Cummings. Aos poucos, os dois vão se perdendo, juntos. No começo vendem bens valiosos e penhoram o que podem, até a situação ficar crítica e Candy começar a se prostituir - com aval de Dan - e ele a cometer pequenos furtos.
A única justificativa para os dois usarem drogas (o que o filme deixa deduzir) é a mãe castradora de Candy e a família ausente de Dan. Mas o melhor é que o filme não cai em um dramalhão barato. Os dois não usam justificativas e nem ficam lamuriando pelos cantos reclamando da vida. Apenas fazem o que podem para conseguir drogas. E quando não é o bastante, recorrem ao velho amigo Casper, um professor de química que sintetizava a droga.

Aliás, Casper fala uma coisa genial, bem no comecinho. "Esse lance de drogas é uma perdição. Porque quando dá pra parar, você não quer. E quando você quer, não dá!" Isso sintetiza tudo de um momento em diante! Candy engravida despropositadamente de Dan, tendo que parar de se prostituir e com as drogas. Dan também tenta e aí vem uma das partes mais emocionantes, que são as crises de abstinência e a perda do bebê.
Depois de voltarem a usar a droga e verem que a onda já não é mais a mesma, decidem ir pra zona rural para ficarem longe do vício. Pouco adianta. Enquanto Dan parece se recuperar e até arruma um emprego, Candy não acompanha o mesmo ritmo entrando em um surto psicótico. Acaba internada. Ele volta a se drogas parando em seguida em decorrência de um fato. Arruma outro emprego (de limpador de pratos) e outro lugar pra morar enquanto Candy se recupera.
Daí pra saber o restante, você vai ter que ver esse filme. Ele é legalzinho. Com certeza existem muitos filmes melhores sobre o assunto por aí. Réquiem para um sonho, mesmo, parece ser fantástico. Só que eu nunca vi, então não dá pra divagar sobre ele... Mas agora vamos a minha análise que vai mudar o modo de como você enxerga toda a existência humana e sua mania de drogadicção!
Há uma certa altura no filme, antes de ter sua testa almejada e aberta por algum objeto jogado por Candy, Dan me solta essa: "E eu enfiei uma arma na sua cabeça e fiz você usar? Eu não. Você começou a usar porque quis." Pois é meus amiguinhos e amiguinhas, vamos refletir um pouco.
Depois de voltarem a usar a droga e verem que a onda já não é mais a mesma, decidem ir pra zona rural para ficarem longe do vício. Pouco adianta. Enquanto Dan parece se recuperar e até arruma um emprego, Candy não acompanha o mesmo ritmo entrando em um surto psicótico. Acaba internada. Ele volta a se drogas parando em seguida em decorrência de um fato. Arruma outro emprego (de limpador de pratos) e outro lugar pra morar enquanto Candy se recupera.
Daí pra saber o restante, você vai ter que ver esse filme. Ele é legalzinho. Com certeza existem muitos filmes melhores sobre o assunto por aí. Réquiem para um sonho, mesmo, parece ser fantástico. Só que eu nunca vi, então não dá pra divagar sobre ele... Mas agora vamos a minha análise que vai mudar o modo de como você enxerga toda a existência humana e sua mania de drogadicção!
Há uma certa altura no filme, antes de ter sua testa almejada e aberta por algum objeto jogado por Candy, Dan me solta essa: "E eu enfiei uma arma na sua cabeça e fiz você usar? Eu não. Você começou a usar porque quis." Pois é meus amiguinhos e amiguinhas, vamos refletir um pouco.
Sabe aquela história que nossas mães sempre dizem - e de tanto as mães dizerem isso virou ditado -, de dizer com quem você anda e te dirão que você é? Pois é. Boa parte da culpa é da pessoa que procura andar com "más" companhias. No mínimo a criatura tá procurando encrenca. E tem mais: se alguém tá fazendo ou usando alguma coisa que não é muito bem visto pelas pessoas de bem, dificilmente oferece ou dissuade outra pessoa.Aliás, falar que usa pra se enturmar é desculpa. Aceite isso: é desculpa, sim. Se as pessoas insistem que você faça uso de algo, não é digna de sua companhia. Seria melhor ficar só ou procurar outra turma. Simples assim. Por que diabos alguém quer ficar em companhia de pessoas que a obrigam a fazer coisas que não convem? Ou por que diabos a pessoa anda com esse tipo de gente sem querer se sujar?
Né não? No mínimo tava procurando. Ia dar merda. A coisa acontece sem pressão, às vezes sem mesmo ser oferecido - faz pra pagar de bam-bam-bam pra turma. E assim vai indo. E é aqui que queria chegar: ninguém procura qualquer tipo de coisa por nada. Faz pra esconder da realidade que ao seu ver parece horrível.
Sim, meus caros e fiéis súditos e súditas! As pessoas se drogam pra fugir, por não aguentar a vida que tem, não se conformarem!! Dizia Cecília que a vida só é possível reinventada. E é isso mesmo, meus caros e caras! Nós fazemos isso o tempo todo, sabia? Agora mesmo eu tô me fazendo e refazendo aqui. E você deve ter seu jeito de fazer isso, também.
Eu sei, Heath, eu sei. Aí que eu digo: cigarro e cerveja não são drogas lícitas. São as formas excessivas que algumas pessoas tem de compensar algo que não conseguem preencher em suas vidas. Pode reparar. Pega a história de vida de alguns usuários pra ver. Mesmo que a pessoa tivesse todas as condições e possibilidades na vida, não era satisfatório praquilo que almejava. Aí ela foge de si, do fracasso, em alguma coisa que a mantenha num estado de conforto.
O Heath Ledger mesmo, como você pode ler lá em cima, perdeu a Michelle Williams por não conseguir se livrar do vício. E ele era louquinho nela, o que agravou mais seu estado.
Uh-hum, é isso. Claro que não em cem por cento dos casos, mas é assim que acontece. Vê o filme: os dois eram artistas, não conseguiam emplacar naquilo que eram bons e se viravam como podiam nesse mundo cão. Tudo que tinham mesmo era um ao outro e o que eles podiam se proporcionar - prazerosos momentos de nóia.
As pessoas procuram aquilo que estão mais próximas da sua vivência. Cerveja, cigarro, cocaína, videogame, internet, sexo, jogos de azar e por aí vai. É uma forma de tapar um vazio que tem na alma. Pura verdade, triste verdade. E aí quando vem as consequências daquilo que vinham fazendo, pode ser muito tarde pra sairem da enrascada. Pelo menos sem ajuda!
Então é isso, galera! Só queria dar esse recadinho pra vocês. Não usem dorgas, valeu? Se precisarem preencher o vazio que estão sentindo no íntimo do seu pequeno e frágil ser, pode me chamar. Uh-hum, mesmo que você não me conheça pessoalmente. Pode vir, estarei de braços abertos. E pode viciar em mim, não faz mal - o Ministério da Saúde gosta de mim! E me esperem no Domingo com novidades! Tchauzinho e não tome drogas!
P.s.: Você pode baixar o filme Candy clicando aqui ó.
O Heath Ledger mesmo, como você pode ler lá em cima, perdeu a Michelle Williams por não conseguir se livrar do vício. E ele era louquinho nela, o que agravou mais seu estado.
Uh-hum, é isso. Claro que não em cem por cento dos casos, mas é assim que acontece. Vê o filme: os dois eram artistas, não conseguiam emplacar naquilo que eram bons e se viravam como podiam nesse mundo cão. Tudo que tinham mesmo era um ao outro e o que eles podiam se proporcionar - prazerosos momentos de nóia.
As pessoas procuram aquilo que estão mais próximas da sua vivência. Cerveja, cigarro, cocaína, videogame, internet, sexo, jogos de azar e por aí vai. É uma forma de tapar um vazio que tem na alma. Pura verdade, triste verdade. E aí quando vem as consequências daquilo que vinham fazendo, pode ser muito tarde pra sairem da enrascada. Pelo menos sem ajuda!
Então é isso, galera! Só queria dar esse recadinho pra vocês. Não usem dorgas, valeu? Se precisarem preencher o vazio que estão sentindo no íntimo do seu pequeno e frágil ser, pode me chamar. Uh-hum, mesmo que você não me conheça pessoalmente. Pode vir, estarei de braços abertos. E pode viciar em mim, não faz mal - o Ministério da Saúde gosta de mim! E me esperem no Domingo com novidades! Tchauzinho e não tome drogas!
P.s.: Você pode baixar o filme Candy clicando aqui ó.


Postagem massa cara, realmente usar para se entumar é uma desculpa esfarrapada. Vou querer ver este filme.
ResponderExcluirHehe! Existem filmes melhores, como bem disse anteriormente. É um filme australiano, os dramas não são bons, bons, mas não caem nos dramalhões hollywoodianos. Vale a pena!
ResponderExcluirValeu pelo comentário, Gustavo!
Abs!