Espero que vocês estejam bem, sim. Aqui tá massa!
E hoje é domingo! Sabe que isso significa? Celso Portiolli, Ana Hickman, Eliana, Gugu, Faustão, Futebol às quatro, Programa Silvio Santos, Pânico na TV e post novo!! O meu preferido de todos é esse último. Uh-hum. O seu também, né?
Pois é! Antes de começar minha longa conversa dominical com vocês, alguns comunicados. Fiz uma página do blog no Facebook pra divulgar melhor as atividades. Sempre que tiver um post novo durante a semana vou colocar lá. E algumas fotos bacanas, também. Agora você vai poder curtir com a minha cara, olha que legal! E nem precisa sair do blog, é só clicar ali do lado esquerdo. Se quiser, pode me adicionar também. Aí a gente vira amigo!
Pois é. Como ninguém sugeriu um tema ainda (forever alone), decidi falar sobre os melhores jogos de Playstation 2 que eu já joguei na minha vida! Sim! Mais um post nerd. Aliás, mais um de milhares que ainda virão, meu amiguinhos e amiguinhas. Se você não sabe meus critérios, não se desespere. Sem pânico, calma. Isso, isso, vou explicar pra você! Mas só se for agora!

Bom, eu já disse a dois posts atrás que jogar video game sem companhia reduz consideravelmente a diversão e qualidade do jogo. Uh-hum, qualquer jogador sabe disso. Se você não concorda é porque é um troll maldito sem emoção e merece ter o coração perfurado por uma flecha élfica de um nildariano! Diabos, deixe de ser antissocial!!
Aham... então, alguns jogos são até bons serem jogados sozinhos, mesmo. Mas, contudo, porém, todavia, entretanto, em sua grande maioria é legal ter alguém pra conversar, descobrir segredos e ir explorando o caminho com alguma ajuda. Sim, sim, meu caros e caras, e como são bons esses momentos, não é mesmo?
Uh-hum. Devo confessar que grandes conversas e divagações mais intensas sobre a vida foram feitas em frente uma televisão, entre tiros em zumbis famintos ou encanamentos com plantas carnívoras. E em conversas com o Zé. Mas essa não conta, né? Além do mais eu dediquei boa parte do antepenúltimo post falando do grande Waldenildo. Dá uma lidinha lá depois.
Então, nesse post vou falar de minhas descobertas mais recentes sobre essa obra de arte chamada video game! E do último console que tive, o Ps2. Tenho um carinho muito especial por esses jogos, como vai dar pra ver. E vocês vão saber mais um pouco sobre minha vida! Uau, o que será que eu tenho de interessante - se é que eu tenho alguma coisa assim, né?
Ah é, meninas, foi mals. Acho que vocês não vão gostar muito. Só conheci uma menina que gostava de video game de verdade... mas espero que algumas de vocês não se importem. A imposição social ainda é muito forte e a maioria esmagadora dos jogos são destinado ao público masculino... Mas se gostarem, provem que estou errado nos comentários! Yeah, Girl Power in Video Games!
Então, vamos? Segura o player 2 e aperta Start.
COMEÇOU!!
Décimo lugar: Guitar Hero III - Legends of Rock

Sim! Guitar Hero III! Tem uma história muito legal pra esse jogo estar entre os dez mais. Meu amigo Brunão combinou comigo um belo dia pra reunirmos, jogar Play, conversar e divagar sobre a vida. Claro, com uma pessoa que não podia ficar de fora: Marcelão! Eu levaria o video game, o Brunão alguns jogos e o Marcelão a casa.
E que dia foi aquele! Caramba! Naquele dia eu vi que tinha amigões, mesmo. E foi a única vez na minha vida inteira até hoje que me reuni com pessoas que eu gostava muito, sem uma ou outra que aturava. Sabe como é, né? Sempre tem alguém que a gente tem menos empatia. Seja sincero, tem sim. Eu posso ver seus sentimentos, muita confusão em você, jovem. Mesmo eu sendo apenas um padawan!
Daí que o Brunão tinha levado - e me presenteado - Guitar Hero. No começo eu era extremamente ruim nesse jogo. Conseguia perder fácil pro Marcelão, que estava um pouco acima do meu nível. Sejamos sinceros né, Marcelão, a gente tava quase nivelado em ruindade, haha! É mesmo, é mesmo...
Sei que o Brunão pegou meu celular pra fazer umas fotos com a guitarra (de verdade) enquanto nós dois ficavamos lá, tentando ouvir alguma parte das músicas em meio aos nossos incontáveis erros que dificultavam ouvir mais alguma coisa. Bons tempos. Hoje o Brunão tá fazendo Medicina no Tocantins (nerd!), o Marcelão formou em Fisioterapia e passou em dois concursos públicos e eu estou aqui te contando essa história. Prôcêvê como essa vida é!

Deixa eu falar do jogo agora. E que jogo! Na época, esses meus dois amigos tinham uma banda de rock clássico. Banda boa, com som redondinho, música levada a sério - sem essas porcarias tocadas em bares e estúdios sujos no submundo da cidade. Eram demais. Esse jogo era a cara deles! Que músicas eram aquelas, envolventes, empolgantes, dez!
Além de ótimas músicas, o Modo História também era muito bom. Você começa como um Zé ninguém tocando numa praça pública, até que um empresário o vê e começa a financiar sua carreira - e da banda, claro. Aos poucos, você consegue reconhecimento ao mesmo tempo que a banda começa a ver o quão mau caráter é o tal empresário, como dá pra ver muito bem no final.
Outra coisa bacana é o Modo Batalha. No meio da história, guitarristas famosos surgem e te desafiam pra um duelo. Mas dá pra sacanear os caras - em algumas notas, você consegue habilidades para prejudicá-los - e até vencer. Já pensou você duelando com Slash e o Chris Morello? Então!
E também tem o Modo Carreira Cooperativo - um no baixo e outro na guitarra. E também comprar mais músicas e destravar personagens - mas vai depender do tanto de grana de conseguir com os shows! É bem divertido, mesmo que você não tenha a guitarrinha pra jogar. Além de cantar junto com boa parte das músicas! Rock, yeah!!
Nono lugar: Star Wars - The Force Unleashed
Existem muitos jogos de Star Wars por aí. Muitos mesmos, sabe. A grande mairoira deles são sofríveis. Alguns são legaizinhos, jogáveis e divertidos. Esse é um deles. Não existe nada de muito extraordinário nele. A história é boazinha, interessante e um tanto intrigante se realmente inteferisse na trilogia - de seis filmes - de Star Wars. E é aí que esse jogo se vale.Sim, amiguinhos e amiguinha - duvido que tenha mais de uma menina lendo isso! - tem um quê no desenrolar desse jogo que me intrigou demais e me fez gostar muito dele. E eu te digo já, já. Antes vale dizer que o descobri a pouco tempo e foi um dos últimos jogos que joguei, em Janeiro desse ano. Prôcêvê que teve um elemento que mexeu mesmo comigo nele.
Diz a lenda que, entre a Vingança dos Sith e Uma Nova Esperança, existia um Cavaleiro Jedi remanescente no planeta Kashyyyk. Ele liderava os Wookies - aprendi, viu, Vitor? - contra as forças do Império. Quem vai lá pra resolver o assunto? Isso, Vader em pessoa.
Aqui tá a primeira parte legal do jogo, controlar Darth Vader depois de ver a atuação de Anakin e sua destreza master nos primeiros filmes. Ele está lento, com andar tranquilo e paciente, muito diferente de antes de se tornar um Lord Sith. Quando você joga, vê o monstro de poder que se tornou. A Força nele é algo incrível! Dá pra ver direitinho a transição entre os filmes e aqui tá o segredo desse jogo! Daqui a pouquinho falo mais sobre isso.

Voltando... encontrado o Cavaleiro e perto de fazer picadinho do remanescente cavaleiro de luz, Darth Vader sente uma presença muito poderosa na Força. É um menino, filho desse Jedi. Tá, um buraco, já que Jedis não podem se relacionar, mas vejam bem: estamos num Império, nada melhor que aumentar o quantitativo do lado da Jedi, né? Né?
Tá, é um buraco. Deixa eu continuar: o discípulo de Palpatine decide levá-lo e treinar nas artes dos sabres. O que acontece é que só podem existir dois Lordes Sith, segundo o código Sith. Vader decide treiná-lo em oculto, na Super Star Destroyer Executor. E quando o aprendiz oculto está bem grandinho, é enviado pelo seu mestre pra caçar um ou outro Jedi remanescente.
Outro ponto alto. É deduzivél e lógico que alguns Jedis tenham sobrevivido da Ordem 66. Pelo menos mais uns três ou quatro, além do Obi-Wan e Mestre Yoda. O jogo também acha assim. Que bom, né? Pelo menos não sou só eu. Vader envia seu aprendiz para caçada como forma de teste de seus poderes sombrios, além de aprimorar suas habilidades.
Para suas aventuras, Starkiller - o aprendiz oculto - conta com sua nave, a Rogue Shadow, sua capitã, a qual se apaixona aos poucos na história, Juno Eclipse e seu dróide transformer PROXY.
Na sua primeira caçada, ele encontra o Mestre Rahm Kota. A explicação pra ele ter sobrevivido é o fato de seu exército não ter nenhum clone durantes as Guerras Clônicas. Daí, nesses dias, ele lidera ataques ao Império, na órbita da lua Nar Shaddaa.

Durante o duelo, Mestre Kota vê o futuro do rapaz e diz que Vader não será seu mestre para sempre e que quem o treinará será... ele? Starkiller o golpeia na altura dos olhos, deixando-o vagar no espaço. Como prova de sua vitória, leva o sabre pra que seu mestre veja o quanto evoluiu. Aqui tem outro ponto baixo. Jedis podem ver o futuro, como sabemos pela habilidade do Mestre Yoda. Mas fazer isso durante uma batalha! Putz!
Vader ainda diz a seu aprendiz que ainda é preciso mais treino. Aí o manda ao Templo Jedi em Coruscant - o que é muito legal, ver o templo dos filmes com alguma fidelidade - e a um planeta lixão habitado por Jawas. Aí ele enfrenta um ou outro Jedi ou Sith perdido aqui ou ali. Isso também é legal, apesar de não ter muito sentido um Sith estar vivo... mas não deixa de ser massa!
No planeta Felucia, ao enfrentar a Mestra Shaak Ti, ela anuncia que Starkiller estava disperdiçando seus dons e logo conheceria a traição dos Sith. Aliás, a Shaak Ti aparece nos primeiros filmes da franquia. Estou quase certo disso, quase. Só que ela também é derrotada. Enfim... Starkiller é convocado para, junto ao seu mestre finalmente tomarem o poder da mãos de Palpatine! Sim, vamos conquistar o universo!
Porém, espiões do Império seguiram o jovem Sith e informaram ao Imperador de tal encontro. Sentindo-se traído, Palpatine põe em prova a lealdade de Vader, ordenando que liquide tal aprendiz em sua frente. E assim o faz, com um golpe de sabre, lançando Starkiller fora do locais de reunião, a Executor. O interessante é ver a postura de Vader quando, na chegada de Palpatine, Starkiller tenta o dissuadir, dizendo que os dois juntos poderiam vencer o Imperador. Vader só observa com sua respiração, deixando um ar de dúvida, tal como anos mais tarde vemos na luta com Luke.
Deu pra pegar? Esse jogo é um elo de ligação perfeito entre o terceiro e quarto filmes da série! É demais preencher o buraco de anos de tecnologia deixado em Star Wars! Pelo menos eu senti isso. Esse jogo é um prato cheio. Mas ainda não acabou. Starkiller acorda numa cama de unidade médica. Lá Vader justifica a forma como agiu e diz a seu aprendiz para agir por conta própria, já que o Império levantara suspeitas. A sugestão é a união a um grupo de rebeldes.
Daí Starkiller vai a lua de Nar Shaddaa e reencontra Mestre Kota, cego e bêbado. Ele o leva a Rogue Shadow e, aos poucos, Kota se torna um novo mentor. Starkiller também vai aprendendo a usar Força pra consultar onde ir e até prever o futuro - mas isso só no final. Sabe o que é legal? Starkiller vai mesmo reunindo pessoas e em um certo momento em um planeta, ele encontra Léia! A Léia! Sim, sim, sim!! E com R2D2 por companhia! Pra mim esse é um dos pontos mais altos!
Então, daí ele reune um tanto bom de gente - incluindo o pai adotivo de Léia que não vou lembrar o nome (Vitor, por favor, me ajude!!) - e em um planeta deserto é formada a Aliança Rebelde. Aqui tá o início de tudo: foi tudo culpa do Darth Vader, haha! Olha que explicação doida!
E adivinha quem aparece pra acabar com a festinha? Vader em pessoa, de novo. Parece que a tal Aliança era só um forma de reunir as lideranças adversárias para acabar com todas de uma vez.
Aqui tem uma cena única: Obi-Wan contra Vader! Na verdade era só PROXY, o dróide transformer de Starkiller que é facilmente derrotado, mas é uma cena realmente bacana. O rebeldes são levados reféns e Starkiller cai em um ponto cego na montanha de neve. PROXY já era e capitã Juno consegue localizar Starkiller.
Irado, o ex-aprendiz de Vader parte para Estrela da Morte em busca de vingança, além de resgatar os amigos aprisionados. Ele vê o futuro. Aí ele fica apelão, quase um modo Chuck Norris... Aliás, é assim que ganha o apelido wikipediano de Starkiller - Matador da Estrela - já que durante o jogo ele não tem nenhum nome. Aqui também tem um beijo em Juno, de despedida, o que já valeu bem mais que as atuações de Portman e Christensen nos últimos filmes.
Daí você enfrenta umas centenas de soldados até enfrentar Darth Vader e deixá-lo em frangalhos. É sério, Anakin fica só o caquinho. É legal de ver, e o final também é bacana, onde a Aliança Rebelde é formada sob o símbolo da família de Starkill - sim, ele morre.
A jogabilidade dele também é boa. As habilidades do personagem podem ser incrementadas com o tempo, dá pra você pegar cristais que mudam a cor do sabre e em cada fase nova é liberada novas roupas de modelitos únicos de Star Wars. E a história é retinha, não tem como se perder, nem precisar a recorrer a detonados na net.
É, eu sei, nunca fui um bom jogador. E nem é preciso ser muito bom para conseguir ir avançando - o repertório de golpes é grande, nem sempre dá pra usar todos, mas são o bastante pra terminar. E você tem vidas ilimitadas, podendo salvar sempre ao fim de cada fase - ou deixar no autosave, mesmo.
Outro ponto fortíssimo é a roupa, já que a roupa molda o guerreiro. Dá um estilo a mais, um toque único. Todo homem sabe que noventa por cento do que ele é está no que veste. Uh-hum. Se não sabia antes, meu caro, ficou sabendo agora. Não, não! Não precisa me agradecer. Depois me paga um sorvete e tá tudo certo. Como é bom ajudar os amigos, né não?
Sacou o que é legal aqui? Esse jogo faz o elo entre o filme três e quatro! Uau, demais! Claro que tem uns buracos cabulosos, mas os momentos como a discípula de Shaak Ti desviar pro lado Negro e a aparição de Léia e R2D2 são demais!! Esse jogo é muito bom pra quem é fã da série!
Oitavo lugar: Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3
Caramba, fui longe agora! Nem sabia que eu lembrava disso... prôcêvê com o córtex cerebral é intrigante... Ahn?! Onde eu tava, mesmo? Ah é, Dragon Ball. A grande parte da uma diversão boa, mas nesse é demais! Antes de continuar, vale lembrar que não joguei nenhum outro, do Ps2 então não posso comparar. Só acho que os sistemas e a forma como a história é conduzida muito legal! Fora que o jogo usa o sistema gráfico de Cell Shading, o que deixa a sensação mais perto possível de estar jogando mesmo com os personagens da animação!
Os especiais dependem dos comandos e da barra de ki. Aliás se você encher ela no máximo e partir pra cima, vai meio que ativar um modo desesperado superpoderoso - trazendo consequências, claro. Existem muito meios de esquiva e outras habilidades muito loucas que eu nunca consigo fazer em jogos assim... só no sem-querer-querendo ou na base do esfrega! Uh-hum, eu sei que você já jogou assim também, vai dizer que não? Tá bom...
Na base do um pra cima, um pra baixo, esquerda, direita e todos os botões. Eu era craque em fazer isso em jogos de luta! Meu amigo Thales - que deve estar perdido nesse Goiás de meu Deus, casado, rico e cheio de vontade de compartilhar comigo sua rica fortuna - dizia até que eu devia fazer uma revista, a Esfregames. Isso sim é ter habilidade!
Mas dá pra jogar sem apertar botões freneticamente. Claro que não vai ser a coisa mais bonita de se ver e gabar, mas dá pro gasto. Além do mais, o jogo traz uma boa mistura de combos e golpes. Se você treinar, vai conseguir usar tudo nas batalhas. E quanto a história, bem, é a história de Dragon Ball. E uma parte daquilo que algumas pessoas dizem ser parte da história, que é o GT... DRAGON BALL GT NÃO É DRAGON BALL, É UMA HISTÓRIA IDIOTA FEITA POR DISCÍPULOS INCONFORMADOS!!!

Aceite, Dragon Ball acaba com Goku levando Ubu pra treinar e fim. Não tem aquela palhaçada de virar criança e blá-blá-blá. Hunf! Tem outra coisa nesse jogo que é interessante, que uma saga do "E se...", uma série de possibilidades sobre possíveis acontecimentos em diferentes pontos da série, como Goku enfrentando o Andróide Oito e Arale. Aliás, a luta com Arale é extremamente difícil! Teve uma vez que quando eu consegui vencer e mostrei o dedo do meio e bem na hora minha mãe entrou no quarto... bom, acontece!
Não joguei muito os outros modos de torneio e um monte de opções que tem - como jogar com dois ou mais personagens, formando times. Outra parte boa dessas seções extras, como o modo versus e torneio, é o fato de escolher um personagem e transformá-lo em Super Sayajin ou outra possível, dependendo de qual você escolheu. E você pode voltar a forma ou avançá-la, custando um tanto de ki. Falando em personagens, a gama é grande, já que pode escolher o mesmo - como Gohan, por exemplo - em diversas partes da história - Gohanzinho do começo ou o Gohan adolescente, no mesmo exemplo anterior.
As telas de loading são outra coisa legal. Goku comendo, Gohan tirando espadas do chão, Vegeta fazendo flexões e outros podem ser interativos - se apertar X bem rápido, eles fazem as atividades mais rapidamente. Alguns movies também podem ser jogados - esses ainda dou um desconto porque podem incrementar a série sem distorcer muito as coisas, além de alguns serem bacanas como o do Bardock e do Gohan do futuro.
Além disso você pode coletar as Dragon Ball durante as aventuras. Elas concedem um desejo a objetos raros, que tenho certeza que são importantes pra alguma coisa. Como disse, não sou muito fã de extras em jogos e me contento só como o Modo História. Sei que esse jogo proporciona horas e horas de boa diversão - desde que você não desafie a v@d¨%&# da Arale - desenvolvendo na história! Como um fã dessa obra do Toriyama, devo dizer que esse jogo é dez!
E ESSA É PELO KURIRIN!!
Sei lá, só queria dizer isso, haha!
Sétimo lugar: Naruto Shippuden - Narutimate Accel 2
Quando comecei a jogar esse jogo e vi as primeiras imagens - aliás, essa aí de cima foi uma das primeiras, senão a primeira, mesmo - pensei estar no ápice da adaptação de animação em jogos. Aliás, não acreditei em tamanha definição e disse comigo mesmo que aquilo só podia ser uma espécie de computação gráfica. Não era possível que o jogo inteiro seria em tamanha definição assim...
Eu nunca fiquei tão triste por estar certo. Sério, em certos momentos dessa apresentação eu não soube distinguir se era animação mesmo ou computação gráfica! Uau! Infelizmente os gráficos eram muito abaixo daquele CG do começo. Mas pelo menos tinha valido por ter uma qualidade incrível de apresentação!
Jogando um pouco, percebi que já tinha visto esse jogo em uma convenção de anime. Sim, sim, de novo eu estava certo. Eram campeonatos otakus, com direito até a torcida (a galera vibrava com os mais viciados) - que usavam muito bem o Kakashi e o Itachi. Sim, sim, meus coleguinhas e minha coleguinha, todos se encantaram com esse game.
E não era pra menos! A jogabilidade é simples e envolvente, é fácil de pegar as manhas e não tem misturas cabulosas de botões pra executar uma ação floreada. Tem diversão da boa com bem pouco! E ele traz sistema integrado de personagens - você joga com um e outro dá assistência. Além disso, existe um time pra ir executando missões nos lugares determinados. É como se fosse uma espécie de beat-up, dentro de um jogo de luta! E dá pra ir evoluindo os personagens!!

As duas formas de jogar - que no modo história são integradas, ora você luta de uma forma, ora enfrenta ninjas mais fracos no estilo beat-up - são muito legais! Além de contar os eventos com uma boa fidelidade da série, modificando apenas alguns elementos, até o reencontro com o Sasuke. Pra ser sincero, eu preferi como as coisas acontecem no jogo a como desenrolam na série. Mas isso não conta, porque joguei primeiro pra depois ir assistir a animação!
Os ougis (especiais) são outra coisa única e espantosamente bonitas! Cada personagem tem pelo menos dois tipos diferentes, utilizando conforme a barra de energia, cobrando mais ou menos chakra de uma para outra. Dependendo dos personagens, dá pra fazer combinações de jutsus também, sendo esse um elemento a mais dos outros jogos da franquia.
E vai por mim, fique só com esse. Os outros não são tão legais e com boas missões, nem tão envolventes e bonitos. Aliás, a versão americanizada é um grande lixão! Eles acabaram com a história! Sério! Primeiro pela história filler e desnecessária no começo e segundo pelo fato de terminar na primeira batalha com Itachi. Eles retalharam boa parte da obra original!!Pra versão ocidental ser ruim precisa melhorar muito!Hunf, hunf!
Sexto lugar: Yakuza
Aniki! A velha máfia japonesa e seus códigos de honra! Meus caros e minha cara, esse jogo consegue ser do balacobaco! Logo eu, que não sou tão fã de jogos de violência, sangue e homens musculosos e estupidamente brutos fui gostar dele! A resposta pra isso é simples: esse jogo tem uma história simplesmente genial! Além de Kazuma mostrar como ser elegante e honrado mesmo sendo um membro da máfia!! Ele me faz querer ser homem de verdade! SIM! Obrigado, Sega! E eu que pensava que a única coisa que tinha feito direito era o Sonic!
Isso porque eu era um bichinha que não gostava de jogos bons pra danar, como esse. Sim, sim, e ainda com uma elegância só, que é a de Kazuma! Mas deixa eu parar de enrolar e dizer logo a história. Então, é assim: Kazuma Kiryu é uma mafioso com técnicas de lutas fantásticas e cabulosas. Se o Anderson Silva desafiasse o Kazuma pra uma briga, minhas fichas iriam todas em Kazuma, se você quer saber, sem nem mesmo pestanejar!
Falando nele, não foi nada de mais aquele chute. Ele apenas pegou em cheio o Belfort quando a guarda estava baixa. Vai por mim, foi um golpe na hora certa. O Vitor tinha boas chances. É, e o Kazuma também daria trabalho! O apelido dado a ele era de "Dragão de Dojima" - o último nome por causa de seu clã. Uh-hum, dragão. O que o Anderson é mesmo? Uma aranha. Fim de papo. Passe suas fichas pra cá!
Aham... de fato, nesse dia, Kazuma começaria sua própria família e já tinha até recebido o aval do oyabun - chefão supremo, padrinho de todas as famílias filiadas. Acontece que Akira Nishiki, seu melhor amigo, mata o chefe de organização por ele tentar agredir Yui ( se não me falha a memória, o nome da japonesinha agradida), melhor amiga dos dois. Nishiki tem uma irmã doente à beira da morte no hospital, e de certa forma, dependente dele. Assim, Kazuma encobre o crime assumindo a cupla pelo assassinato, passando dez anos na prisão.
Sim, coleguinhas, ele passa dez anos preso por um amigo. Sabe o quão leal tem de ser pra aguentar isso? Só verdadeiros machos realizam tais feitos! E esse é só um de muitos, como dá pra ver durante o jogo. Bom, isso traz consequências. Ele é expulso da mafia, apesar de ainda ter relação com um dos chefes. Além disso, acontecimentos estranhos ocorrem. Sua melhor amiga está desaparecida e acontece um roubo de dez milhões de ienes da Yakuza, onde uma garotinha guarda o mistério desse ato.
E, bom, não lembro muito bem da história e a wikipedia não foi muito favorável pra contar a o desenrolar... vou ficar devendo. Sei que muitos pontos são demais! Aos poucos um detetive surge e torna-se cúmplice pra descobrir tudo que tá acontecendo. Além disso, em um certo ponto, você descobre exister um centro de organização ilícita inteira no subsolo do metrô, em uma parte da cidade onde se encontravam inúmeros moradores de rua. Quem esperaria isso? Pois é! Kazuma até luta numa gaiola, bem ao estilo MMA!
Falando em cidade, existem muitas pessoas transitando nas ruas e diversos lugares para ir. A algazarra ficou muito bem retratada enquanto você anda em certos lugares - dá pra ouvir muitas pessoas falando ao mesmo tempo. Também dá pra realizar missões extras falando com algumas pessoas e tomar uns drinques em determinados lugares. E de vez enquando um ou outro membro de famílias chinfrins te desafiam.
O roteiro é outra coisa muito bem definida, mostrando no mapa onde se deve ir. Pelo menos em boa parte do jogo. O modo de batalha segue bem ao estilo dos antigos beat-up, com uma vasta lista de golpes que vão progredindo conforme você vai ganhando experiência. Mais adiante dá pra aprender novas habilidades com um mendigo perito em artes marciais, nos arredores ocultos que disse antes.
Durante as lutas, praticamente tudo vira arma: armas brancas, tamboretes, canos, bicicletas, letreiros e tudo mais que for possível pegar e atirar. Outro ponto forte é o fato de você precisar ter certa precisão ao aplicar os golpes, ou Kazuma irá socar o nada. A esquiva e defesa também são importantes e precisam ser aplicadas mais a frente - como no cara que usa um guarda-chuva. Maldito, custei mais a derrotar ele do que o próprio Nishiki no final!
As habilidades são divididas em espírito, técnica e força física e dá pra ir aplicando os pontos após experiências ganhas. Enfim, o jogo mergulha na vida dos mafiosos orientais - e deixa a entender que as coisas funcionam daquele jeito, mesmo. Personagens tatuados - Kazuma tem um enorme dragão em suas costas e Nishiki uma karpa - e a lealdade. Falando nisso, trair o código de honra pode te custar alguns dedos.
E Kazuma é um cara calmo, sensato que anda de terno que o deixa demais! Além de ter músculos do tamanho certo. E anda de terno o tempo inteiro. Estilo, mis ami, estilo. Eu falei isso a pouco lá em cima, lembra? Noventa por cento de um homem. E, além de tudo, Kazuma sabe como ser gente boa - e é muito massa lutar com ele sem camisa, já que dá pra ver o dragão em suas costas!
Quinto lugar: Prince of Persia - Sands of time

O Príncipe da Pérsia! A primeira vez que vi esse jogo foi na casa do meu amigo Thales - o cara perdido em Goiás, casado, rico e cheio de vontade de partilhar sua fortuna comigo. De novo ele! Fazer o que se compartilhei com ele parte da minha adolescência, né? Pois é. Lembro que ao ver e tentar jogar um pouco vi que não era pra mim esse tipo de jogo.
Ledo engano! Resolvi baixar e jogar agora, em Janeiro - foi um dos últimos jogos que joguei. E gostei, mesmo. Aqui vale lembrar que o contato anterior que tive com o Príncipe foi com minha prima jogando no pc uma versão em 2d, há muitos anos. Era bacaninha, mesmo, bem desafiador. A essência de qualquer jogo, pelo menos dos bons! É sim, sem desafio não tem motivo pra jogar nada! Pára pra ver!
Esse jogo é tão bem desenvolvido que virou até filme. Bem dos mais ou menos, mas virou. Aliás, é muito difícil um filme adaptado em jogo ser bom. Pára de novo pra ver. Ou vai dizer que você gostou de Street Fighter II ou Super Mario Bros. Se sim, você tem sérios problemas neurológicos e precisa consultar um médico o quanto antes. Se quiser te dou até o número do meu terapeuta, ele pode te encaminhar pra alguém.
Deixa eu parar de avaliar sua sanidade mental e falar sobre a história. Não que isso não seja importante, mas eu respeito vocês, queridos e querida! Não quero te ofender (mais)! Então vamo lá! No Império Persa, o rei Shahraman e seu filho invadem a Índia em busca de tesouros e expansão territorial. E conseguem tal feito com a traição de Vizier, subordinado do marajá atacado.
Durante a baralha, o Príncipe encontra uma adaga capaz de controlar o tempo, caso aperte um botão em sua empunhadura. E não é só isso que eles dali levam. Carregam para si a adaga, uma ampulheta gigante e a filha do marajá, a princesa Farah. Vizier sabia que a Adaga do Tempo e a Ampulheta do Tempo poderiam juntos dar ao seu dono a imortalidade, começando a arquitetar um plano para conseguir o feito.
Sim, mais um que quer ser imortal. Se você quiser ser um grande vilão é só fazer isso, arrumar um grupo de capangas com objetivos secundários pra que possa atingir seu verdadeiro objetivo que é viver para sempre. E depois conquistar o mundo, claro. Simples assim. Mas deixa eu continuar a história. Depois disso, o Rei Shahraman vai ao encontro do Rei de Azad, para presenteá-lo com a ampulheta gigante e reforçar seus laços de amizade. Assim, enganado pelo Vizier, o Príncipe finca a adaga na ampulheta, liberando as Areias do Tempo (Sands of Time, título da série).
Essas areias transformam todos em monstros de areia, exceto o Príncipe, Vizier e Farah, por possuirem os artefatos Adaga, Cajado e Medalhão, respectivamente. Daí o Princípe resolve reparar o dano que causou tentando devolver as areias para ampulheta através de sua adaga.
Depois de matar alguns monstros é possível entrar em colunas de areia, que mostram visões de acontecimentos do futuro, além do que fazer para chegar em determinados lugares.
A certa altura, Príncipe encontra com Farah. Apesar de não confiar nela, os dois unem forças pra chegarem ao local onde se encontra a ampulheta. E aos poucos os dois vão ficando cada vez mais próximos - mesmo porque o Príncipe vive a tirando de enrascadas. Quando finalmente os dois chegam na ampulheta, Príncipe hesita ao fincar a adaga de novo na ampulheta, afirmando que ela tinha motivos de sobra para odiá-lo. Além disso, em suas premonições, a via roubando a adaga.
Esse tempo foi o bastante para Vizier aparecer e lançar uma magia, levando os dois para outro lugar. Acontece uma porção de coisas aqui e até agora não consegui descobrir se é um sonho e se tudo que aconteceu, aconteceu de verdade. Enfim, quando Princípe acorda, está sem sua espada e sem a adaga, mas com um medalhão para protegê-lo das areias. Resta ir atrás de Farah e ver o desfecho de tudo.
E é basicamente isso. A jogabilidade de Prince of Persia é demais de boa! Você anda pelas paredes, pendura em lugares, faz altas manobras de parkour. É preciso encher a ampulheta com areia pra que ela volte o tempo - matando bichos ou fincando a adaga em lugares brilhantes - o que é muito útil pra voltar depois de cair em abismos com espinhos ou ser pego por traves ambulantes.
Isso me lembra meu amigo Túlio e suas considerações a respeito dessas armadilhas. Quando a gente tava vendo Indiana Jones, ele comentou como eram estranhas as tecnologias dessas civilizações antigas. Prince of Persia segue nesse mesmo ritmo de armadilhas pré-históricas extremamente avançadas e perigosas, com direito a abismos com espetos, claves balançando e serras que saem de lugar algum.
Nada a temer, pois basta um pouco de água para restaurar a energia. E para sua barra subir, é só achar as fontes ocultas que aumentam a energia. O Princípe também aprimota seu repertório de golpes com o passar do jogo - o que nunca consegui dominar. O quê? Eu disse que gostava de video games, não que era bom! Aliás, tô longe de um intermediário avançado, mas um dia eu chego lá!
Como dito, nas colunas de areia onde dá pra ver o futuro, você pode salvar o jogo e ver quanto já avançou, em números percentuais. Além de tudo isso, vez ou outra é preciso resolver um quebra-cabeças. E o último é um saco de resolver! Tive que apelar pra um detonado. Eu sei, eu sei, sou um jogador bichinha que não consegue terminar seus jogos sem pedir ajuda aos prantos da internet.
Mas não tenho problema com isso. Ninguém merece ficar preso em um jogo por não saber a saída. Prefiro terminar um jogo com ajuda a ficar preso sem saber como ele termina. E não tenho dúvidas quanto aos meus culhões, nem preciso ficar te provando quão macho eu sou, tá bom! Ora!!
Ah é, a trilha sonora também é muito boa! Encantadora, dá pra ouvir vezes e mais vezes. Ouve!
Quarto lugar: We Love Katamari
♪♫ C'MON, EVERBODY!!! Na-na-a-a, na-na-na-na-a-a-a-a, Katamari Damacy!! ♪♫
We love Katamari! Esse jogo bate muitos por aí com sua extrema simplicidade e garante uma diversão absurda! O tempo voa enquanto a gente fica fazendo uma bola gigantesca de toda sorte de objetos possíveis, meus coleguinhas e minha coleguinha! É demais!
Falando na minha coleguinha, esse jogo é perfeito para meninas! Garanto que todas que jogam gostam. Tem muitas cores, em várias tonalidades, os gráficos são bonitinhos, quando não fofinhos e a coisa toda te envolve! Eu jogaria por horas a fio com minhas namorada e sei que ela ia adorar. Claro, se eu tivesse uma.
Se você tem uma e ela não gosta de jogar video games, apresente-a esse jogo! Ela vai amar, tenho certeza!! We love Katamari pode salvar seu relacionamento, tô te falando!! Faz o teste e depois me fala. E não, não precisa me agradecer. Só me chama pro casamento que eu vou querer ir! Quem sabe até ser o padrinho, não é?
Uh-hum, tô dizendo. E não é minha parte bichinha que tá falando. E mais minha parte criança mesmo. Eu sei distinguir as duas, não se preocupe. Sua masculinidade não vai ser afetada. Talvez um pouco, mas nada grave. Meu amigo Emano mesmo sentiu-se ofendido com o jogo. É ridículo, véi, ele disse. Só que o Emano não conta, a ira dele é um desvio do plano natural das coisas. Um dia eu vou explicar de onde vem toda a fúria do Emano pra vocês. É mais ou menos igual minha teoria dos Pintchers e Dobermans. Me lembrem de falar disso em postagens posteriores.
Bom, a história não é tão relevante assim, mas necessária pra entender o motivo de você precisar fazer um bola gigantesca com tudo que possa encontrar. Vou precisar deduzir a história do primeiro jogo, Katamari Damacy, que nunca joguei, nem encontrei grandes informações. Mas é rapidão, vai vendo.

Parece que o Rei do Cosmos arruinou toda ordem de estrelas e planetas do universo. Embaraçado, precisava colocar tudo no devido lugar. Para tanto, o Princípe, seu filho, teria que coletar tudo que fosse possível através de sua bola super adesiva para reconstruir as estrelas. E é isso que ele faz, apesar de toda glória ir para seu pai.
Empolgado com toda sua fama, já que tornou-se um herói por fazer tudo voltar ao que era, o Rei decidiu colocar o Príncipe e seu primos para fazerem novas esferas ainda maiores para agradar seus fãs. E continuar a ser o bam-bam-bam do universo. Vale lembrar que essas esferas são as katamari, bolas grudentas que pregam qualquer coisa e que em seguida são transformadas em planetas ou estrelas pelos poderes do Rei.
A história é só isso, mesmo. Tem algumas cenas que aparecem depois de alguns desejos dos fãs serem realizados. Só que a coisa é bem doida e sem sentido. Não entendi nada. Quanto a jogabilidade, ela é um pouco complexa no começo, já que são utilizados os dois botões analógicos (R3 e L3) e bem pouco os demais. Mas é questão de tempo até se adaptar.
O legal é que, às vezes, dependendo da fase e das exigências dos fãs, você começa minúsculo podendo atropelar bem poucas coisas para agregar na sua katamari. Mas só no começo! A medida que ela vai crescendo, mais coisas vão podendo ser agregadas - incluindo pessoas, carros, cães, árvores, prédios e por aí vai! É muito doidera!
E você vai conseguindo prêmios, presentes e primos, conforme vai atropelando e agregando eles em sua katamari durante as fases. Daí você pode anexar máscaras e objetos em seus personagens, além de ter um número bem vasto de opções com quem jogar. Além disso, a trilha é de arrebentar! A letra que coloquei ali no começo é o tema de abertura do jogo, um funk, que empolga quem ouve! Se quiser ouvir, clica!
BRONZE
Terceiro lugar: God of War II

Kratos! O capitão espartano mais fodástico que alguém já descreveu nesse mundo! E o primeiro que citar aquela porcaria de filme que foi 300 vai ter que ser sodomizado por um exército ensadecido de babuínos selvagens após experiências de implantes mentais para escravização de mentes humanas. Não ouse desafiá-los!!
Kratos é o espartano mais macho já feito e ponto. Se os babuínos não te assustaram, discuta com o Emano. Ele é um dos maiores fãs do Kratos. E, vai por mim, você não vai querer ver o Emano nervoso. Eu me arrependi amargamente das vezes que presenciei sua fúria. Foi tão traumático que nunca irei esquecer a cenas na minha memória. O baixinho é uma é a personificação da raiva! Ele é capaz de arrancar seu fígado só num lance de olhar. E as pernas dele são tão assustadoramente fortes que eu não ouso nem pensar no que ele é capaz de fazer com elas!
Prôcêvê! Mas como vocês não conhecem o Emano e em Condições Normais de Temperatura e Pressão ele é um cara gente boa e calmo, isso não foi o suficiente. Bom, Kratos é um cara audaz e valente, no mínimo. Ou você teria coragem de desafiar um deus? É preciso culhões pra isso! E muito! Ainda mais aquele que te deu suas armas e poderes! É mole?
Aliás, além de um exímio guerreiro, Kratos tem um jeito muito gentil de extrair informações e finalizar seus adversários. É algo tão intenso que não dá nem pra descrever. Só vendo, mesmo. Se todo espartano era assim, tenho até medo de imaginar como era Esparta e sua cidadania. Deviam caçar os bichos com as mãos, arrancarem suas vísceras nos dentes e comerem ali mesmo, sentido o sangue descendo boca a baixo. Nem quero imaginar como aquele povo fazia sexo! Nem como eram discutido as coisas no Senado para formarem as leis - se é que eles eram pautados por algumas.
E, de novo, 300 não é referência. Não. Se quiser ter uma ideia de como Esparta era, procura um livro de história - do Eric Hobsbawn, de preferência - ou jogue God of War. Só assim você terá boas fontes. Então, vamos a história do jogo. Esse é um daqueles jogos que não joguei o primeiro. Eu sei, de novo. Mas tenha paciência. Assiste aqui os CG's do primeiro jogo e tenha uma noção.

Viu? Mentira! Vê lá, vai. Eu espero. Ahn? Sim, tá em inglês. O Emano ficou de me arrumar com legendas e nada... se quiser pode reclamar com ele. Vê, dá pra entender mais ou menos. Tá bom, tá bom, eu te explico o que eu entendi. Mas devo te avisar que meu inglês é horrível. Sempre que eu tento ver um filme ou jogar alguma coisa sem legendas em português, entendo o que quero, não o que a coisa quer dizer. Sei lá porque isso acontece. Vai ver porque eu tento arrumar a história inconscientemente.
Sim, essa minha mente sombria adora distorcer histórias e torná-las mais empolgantes. Pelo menos pra mim. Mas já que voce não vai assistir, contente-se como minha versão. Kratos era um capitão/comandante/general espartano de respeito. Tinha um forte exército e com ele conquistado boas vitórias, deixando sua muher e filho/filha - não sei dizer se ele tinha uma menina ou menino - para segundo plano.
Ele era um cara ambicioso e queria sempre mais. Sim, mas não sem advertência de sua mulher que cobrava assistência do marido guerreiro. Mas ele queria mais glórias e vitórias, provando que não havia ninguém em toda Grécia capaz de silenciá-lo. Eis que em uma batalha com uns bárbaros, com um exército pelo menos cinco vezes maiores que os seus, Kratos quebra a cara e quase morre.
Desesperado, ele suplica ajuda ao deus da guerra, Ares. Ares, derrote meus inimigos e minha vida é sua!, exclamou o bravo guerreiro próximo a ir para o beleléu. Nesse momento Ares aparece e cobra dele lealdade. Pelo que entendi - pode me corrigir, se você souber da história direitinho - Kratos era devoto de Athena, a qual renega para seguir Ares e conseguir vencer a batalha. De presente, ganha suas novas armas, as Lâminas do Caos, onde realmente derrota os inimigos.
Depois disso, ele tem uma dívida de vida com o deus da guerra e cumpre suas ordens. Antes, o guerreiro pouco clemente apenas matava seus inimigos, outros guerreiros, sem nenhum problema. Agora, ele e seu exército precisam matar pessoas inocentes, tais como mulheres, velhinhos e crianças.

Aqui tem um lance muito interessante: Athena era a deusa da guerra e da sabedoria, logo o jogo deixa a entender que a deusa não era fã de carnificina, tais como essa chacina que estava acontecendo. Ares era muito mais um deus das batalhas, gostava da matança, independente de quem fosse o adversário - o importante era o ver corpo já sem vida tombar.
Claro, eu posso estar distorcendo a história, como bem disse. Mas faz de conta que é assim mesmo que acontece. Uh-hum, muito mais interessante, né não? Pois é. Nesse mesmo dia, Kratos sai fatiando todo mundo que vê e não vê, incluindo dentro de um templo - que uma preta velha adverte pra não entrar, fato que Kratos ignora (e não a mata por ser um oráculo). Pois é , eis que uma das vítimas era sua mulher e filho/filha.
Cego pela sede de sangue, nem vê a besteira que fez na hora. Depois de cair em si, perdido em sua agonia, o guerreiro jura matar o então deus da guerra. E tem mais, a preta velha diz não ser possível fazê-lo esquecer e garante que isso não vai acontecer, tornando a pele do guerreiro de morena para cinza, prendendo eternamente suas memórias a seu corpo.
Daí que, com ajuda de Athena, que se manifesta por uma estátua de pedra falante, ele vai atrás da Caixa de Pandora pra conseguir poderes e fazer Ares engolir os próprios dentes elamber o chão, fazendo-o em picadinhos em seguida para dar sua carne para harpias famintas devorarem. E é mais ou menos o que ele faz. Na verdade, ele "só" mata Ares e parte pro ponto mais alto que consegue pra pular lá de cima e morrer.
No último instante, Athena o salva e diz que Kratos não pode morrer desse jeito. Além do mais, tem uma vaga livre de deus da guerra. E é assim que o primeiro jogo acaba. E o segundo começa com Kratos como um deus, o primeiro mortal a atingir a imortalidade. Ao que parece, Athena vira sua conselheira, apesar de Kratos não dar muito ouvidos pra ela. Mas aqui deixa uma coisa clara: os dois eram BFF - Best Friends Forever.
Ele pelo menos tinha alguma consideração pela deusa. E parecia ser o único deus que respeitava. Enfim... Kratos atende um pedido de um espartano e toma parte numa guerra. Durante a batalha, uma ave rouba seus poderes e coloca numa estátua gigante. Irado pensando que foi Athena e querendo provar que merecia ser um deus, Kratos parte pra enfrentar o inimigo colossal. E até recebe uma mãozinha de Zeus, que empresta a Espada do Olímpio, única forma de destruir o gigante.
Ao depositar todo poder na espada e derrotar o gigante, a mão colossal da estátua o prende no chão, quebrando sua armadura divina - você lembrou de Cavaleiros agora, fala a verdade! Surge Zeus dizendo que estava quebrando um ciclo ali, e perfura seu abdomen. O corpo de Kratos começa a ser arrastado para as profundezas do Hades até Gaia chamar pelo nosso querido guerreiro espartano encorajando a ter forças para resistir e se vingar.
Gaia, mãe dos Titãs, diz para Kratos se vingar da traição dos deuses, curando o valente destemido e o guiando até as Irmãs do Destino para reverter o passado. E aí começa a nova jornada. E que jornada! O melhor é ver Kratos interagir com os heróis mitológios. Ele cavalga num Pégasus, mata Prometeu, enfrenta Teseu, Medusa, Jasão e Ícaro, além de encontrar diversos Titãs.
E muitas coisas bacanas acontecem, mas como já falei demais desse jogo, vou parar a história por aqui. A jogabilidade de God of War é única. Além das habilidades que são incrementadas - com novas armas e poderes, no decorrer do jogo - as finalizações exigem que se aperte uma sequência de botões no tempo certo.
Também existem alguns quebra-cabeças em certos momentos do jogo, que podem te deixar preso. Alguns são bem chatinhos, o que me fez procurar o detonado em alguns momentos. Pois é... dispenso maiores comentários.
Além disso tem alguns extras. Eu disse que nem queria ver um espartano fazendo sexo. Dá pra ter uma noção da potência de Kratos nesse jogo - ele é extremamente rápido e eficaz, como dá pra ver bem no começo. Não é muito divertido, apesar de tudo. Mas não ouso reclamar de nudez nos meus jogos! Céus, são muito bem vindos, aliás!
PRATA
Segundo lugar: Okami

Mais um jogo em que você controla um deus! Da Grécia para o Japão, conheça Amateratsu! Esse jogo é uma verdadeira obra de arte, quase literal. Também usado em Cell Shading, como Naruto e Dragon Ball, vez ou outra você pode dar umas pinceladas como em uma tela. Antes de continuar, mais um pedaço da minha vida. Mas é ligero, eu também já estou cansado de falar aqui, meu caro e minha cara - duvido de alguém ainda estar aqui. Se está você é um guerreiro, digno de honras e condecorações!
Deixando de lado o quão incrível você é por ter lido tudo isso aqui, deixa eu te contar. Uma vez estava eu em Brasília, visitando meus tios e primos que por aquelas bandas moram, e pude ver uma exposição que tava tendo lá no Plano Piloto - naquele museu semi-circular que o Niemeyer projetou. Lá tinha repletas obras japonesas, como espadas da era feudal japonesa e uma pinturas. E que pinturas eram aquelas! Não eram exatamente bonitas, mas de um espendor único.
Como o próprio Oscar Nienmayer certa vez falou de suas obras, repito suas palavras para falar nas pinturas japonesas: você pode até não achar bonita, mas é única, você nunca viu algo igual. E é isso mesmo. E o jogo retrata muito bem isso, não só durante sua trajetória em si, mas nas obras que nela aparecem e podem ser acessadas como extras.
Sim, sim, amigo e amiga fiel de batalhas, além de retratar o folclore e mitologias japonesas, ainda deu um jeito de colocar as formas de pinturas únicas da nação nipônica nesse pequeno conto interativo. E deixa eu começar a falar sobre ele antes que vocês dois deem no pé! O jogo se passa no Antigo Japão, começando com um flashback de cem anos atrás, quando os heróis Shiranui (um lobo branco) e Nagi (um guerreiro) lutam juntos para livrar o Vilarejo de Kamiki de Orochi, (uma serpente de oito cabeças).

Mas, porém, contudo, todavia, entretanto os dois não são capazes de derrotá-lo, aprisionando o bichão numa caverna. Cem anos depois, Susano, o descendente de Nagi libera o selo, trazendo o mal de volta ao mundo, destruindo boa parte da vida existente. Sakuya, o espírito das árvores e guardiã do vilarejo, invoca a deusa do Sol e reencarnação de Shiranui, Amateratsu. E pede, então, para que restaure a vida na terra acompanhada pelo artista intinerante Issun. E assim começam as aventuras.
Em sua jornada, os dois vez ou outra encontram Waka, um guerreiro que pode prever o futuro. Sim, eu sei, quase um Jedi. Pelo menos ele não começa a ver coisas durante as batalhas. Bom, batalhas vão e vem até que Susano e Amy - como Issun chama Amateratsu, de vem em quando até chamando de bola de pêlos - derrotam definitivamente Orochi. Ou pelo menos pensam tê-lo feito, até uma nuvem negra se dirigir para o norte.
Ao que parece o mal ainda não foi extirpado. É preciso ir derrotando uma orda de inimigos até que as fumaças negras se dirijam para o norte. Rumando para lá, descobre-se que a origem dessas presenças malignas vem do naufrágio de um navio estelar, a "Arca de Yamato". Aí que Waka se revela um tripulante da Tribo Lunar, o povo que confeccionou a Arca aos Seres Celestiais, para escaparem da destruição de Orochi. Porém os espíritos maléficos também estavam na tal arca e acabaram por matar todos, fazendo com que houvesse um naufrágio.
Daí que é preciso matar Yami, o último ser maléfico, livrando o mundo de todo o mal. Pois é, pois é, pois é. Agora deixa eu falar da jogabilidade. Incrível, diferente e encantadora! Voce controla um Pincel Celestial! Uau, sabe o que é isso? Você pausa o jogo durante um momento para modificá-lo com algumas ações possíveis.
Para incrementar suas habilidades nos pincéis, é preciso ir encontrando diversos deuses que vão te ajudando em sua jornada. Entre eles estão um dragão, um rato, um javali, um cavalo e mais outros animais divinos, num total de treze. Cada um com um poder que contribuem de maneiras diferentes nas suas habilidades divinas - criação de bombas, brisas repentinas, vinhas de árvores e por aí vai.

Também é possível variar suas armas (espadas, rosário e refletores) e treinar golpes em dojôs específicos, pagando um preço para isso, claro. Você também ganha "Louvor" (Praise) ao alimentar animais e revitalizar árvores, que servem para aumentar quantidade de potinhos de tinta ou seus pontos de vida. Os combates se passam em arenas fantasmagóricas e dá pra ganhar bônus quanto mais rápido se matar os inimigos, além de muitos ienes.
Aliás, eu usei e abusei de detonados aqui. Sim, existem muitos quebra-cabeças e em inúmeras vezes me dava aquela de praonde eu vou agora? Confesso que cansei do jogo por diversas vezes, mas a cada desafio vencido, os ânimos eram renovados! O jogo te envolve pela história e carisma dos personagens.
E sim, demorei 52 horas e uns minutos quebrados pra terminar o jogo. Por essa e outras que eu digo que não existe outra coisa melhor que video games. Cale-se, não existe e pronto! Nem vem me olhando torto! O Emano mesmo concordou plenamente com essa afirmação. Você vai querer desapontar um dos maiores fãs de Kratos? Como pensei.
Se ainda assim não se convenceu, dá uma lida na vez que eu falei sobre heróis, a dois posts atrás. Só depois tente contra-argumentar... voltando um instante a Okami, vale lembrar aqui que Amateratsu é uma deusa! Sim, uma deusa em forma de lobo!! Fiquei surpreso ao saber disso. Na versão americanizada, algumas vezes a tratam como masculino.
Mas eu já disse lá em cima que essas versões são cagadas de ruins e mal traduzidas ou refeitas! Basta jogar um jogo japonês e um jogo mexido por esse povinho dos Estados Unidos. Eles acham conseguir adaptar uma obra oriental sem estragar com aspectos culturais, retalhando e sensurando adoidado! Malditos ianques! Por que simplesmente não traduzem direito as coisas?
Agora vou precisar jogar de novo pra ver como é. Isso explica, por exemplo, esse body pant.
OURO
Primeiro lugar: Shadow of the Colossus
Sim! E isso não era nenhuma surpresa! Esse foi o jogo que mais me identifiquei desde Threads of Fate! A jornada solitária de Wander pra salvar sua amada, com sua fiel égua! SIM!!! Não tenho muito o que falar, já que ele é um dos maiores heróis de todos os tempos, como você pode ver nesse meu post aqui.Sim, sim, e por aqui eu vou ficando. Espero que todos vocês dois que continuaram até o fim tenham gostado. Vocês são os verdadeiros conquistadores guerreiros desse mundo e devo minha leadade eterna! Peçam o que quisserem - só não peçam a lua porque ela já tem dono! E agradeço pela sua nobilícima companhia!
É isso, YOU WIN!!
vou insistir novamente (rendundância), caro diego.
ResponderExcluirREDUZA SEUS POSTS! kkkkkkk
não estamos no meio acadêmico, onde você precisa fingir q escreve muito pra dizer coisas simples... você consegue deixar videogame algo q eu curto mto, bastante cansativo! kkkkkkkkk
nem vou falar do seu top 10 pq cada um tem direito a gostar do jogo que quiser, e pelo tamanho dos posts e vc tem bastante argumento para achar o q acha! kkkkk
fica a dia novamete: inspire-se no rambo! FRASES DE EFEITO - poucas palavras significando muito!
Sim, sim eu entendo, meu bom Vitor... mas simplesmente não consigo! É mais forte do que eu!
ResponderExcluirQuestão de prática e de tempo. Aliás, eu cito você lá no nono lugar. Nem viu, né? Esse jogo é bem bacana pra quem gosta da série. Mas boto fé que ninguém lê, mesmo.
Um dia hei de conseguir, Vitor! Esteja vivo pra ver!
eu assumo q nao leio msm..
ResponderExcluir+ pelomenos passo pra ver d qual q é! kkkkkkk
achar citaçoes no meio de longos textos é complicado... logo, não vi msm a citação de meu nome.
pega pra ver, para vc se inspirar, os 3 primeiros filmes do rambo! além de ser filmes muito divertidos, tente pegar um pouco a essência de um brutamontes foda! faz muito mais do q fala, + quando fala deixa sua marca!
aahh sem falar, que vc pode até fazer um post sobre o rambo, ou sobre bombados do cinema... tem mta gnt pra vc falar... tá aí minha dica! kkkk
Sim, estou ciente de quase ninguém lê. Duas pessoas já me falaram que leram tudinho! Verdadeiros guerreiro e guerreira, haha!
ResponderExcluirMarquei as partes resumos ou mais importantes. Daí não precisa ficar lendo tudo, só de ver as marcações dá pra ter uma ideia.
Mas boto fé que as pessoas que leem tudo são capazes de derrotar o Godzilla com um olhar e para um tsunami com uma mão!!
E sua sugestão foi anotada, Vitor! O Amer, meu mestre Jedi, fez um post assim. Vou me inspirar lá e tentar fazer parecido aqui!
concordo com o teu amigo lá... fala menos aÊ e arruma umas frases de efeito...
ResponderExcluirMas tô com muito orgulho de vc... x]
Me assustei quando cliquei na coisa da bicicleta... o.O
ResponderExcluirDeixem de ser preguiçosos!
ResponderExcluirAliás, somente verdadeiros guerreiros leem tudo. E eu sinalizo os cliques! Esteja cientes do perigo e prepare seu estômago ao navegar pela página... seu coração pode não aguentar aventuras sem fim!!
Bwahahahah!
Brincadeirinha! Vou fazer o possível pra ser mais sucinto, prometo! Aguardem o próximo post, vai ser pequenininho...