Beleza? Preparados para
continuarmos nossas aventuras em batalhas épicas, elevando nossos Cosmos ao
máximo em nome da justiça e paz na Terra? Prontos para saber o que Seiya,
Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki vão fazer para defender a todo custo nossas vidas?
Então rumbora! Quais serão os próximos desafios?
Então, na última parte,
nossos audaciosos guerreiros venceram a batalha das doze casas e fizeram
entender que Saori Kido era mesmo a reencarnação da deusa Atena. Daí os
Cavaleiros remanescentes juraram lealdade a ela, que também prometeu combater
as forças malignas junto a eles. Foi mesmo.
Na continuidade da história,
já que tô contando os acontecimentos do mangá, temos um especial do Hyoga. Acho
que daqui que veio a ideia da Saga de Asgard e do Anel dos Nibelungo nos
Cavaleiros. Particularmente detesto fillers
(se você me lê algum tempo já sacou), mas as minhas mais amplas lembranças de
Cavaleiros se deve a ela, sabe.
Mas simbora saber mais do
Hyoga e de seu especial em terras gélidas.
A história do Cisne – Natássia do país do gelo
Ta lá o Hyoga, nas geleiras
eternas, leste da Sibéria, de boa. Ou tava, até aparecerem os Guerreiros Azuis
(Blue Warriors), guerreiros do gelo
capazes de perfurar o céu e arrasar montanhas, com poder superior a dos
Cavaleiros do Zodíaco, segundo a mitologia nórdica. Queriam que Hyoga se unisse
a eles, o que obviamente é negado. Alexei, o líder, diz que terá de matá-lo
pela recusa.
Cisne então percebe as ambições
dos então guerreiros: dominar todo hemisfério sul. Acaba por ser levado
prisioneiro. Em seu cárcere, encontra Natássia, filha do senhor das terras do
Graad azul. Ela cuidou dele desde que chegou. É, pois é. Agora todo mundo tem
um parzinho! Massa!
Ela era irmã de Alexei. Os
planos do bandido eram matar o próprio pai, Piotr, que estava contente com suas
conquistas – mas o ambicioso Alexei queria mais e mais terras, viver como um
grande soberano. Foi exilado, e acabara de voltar. Sinal de problema.Natássia
então suplica a Hyoga: precisava deter o irmão. Mas, era tarde. O inescrupuloso
Alexei mata o pai, sob o pretexto de que, se continuassem como estavam, o povo
morreria naquelas terras geladas. Quem se opusesse teria o mesmo fim.
Jacob surge lá na prisão -
Hyoga tinha desaparecido, todos se preocuparam. Procevê, ele é popular! Também
informa que os Cavaleiros de Gelo declararam que as terras eram deles,
ameaçando todos de morte. Por isso ele trazia consigo a armadura de Cisne. Aí
Alexei aparece perguntando de novo se Hyoga queria juntar-se a ele e aos
demais. Mas nosso amigo aqui é Cavaleiro do Zodíaco, defensor de Atena, véi!
Vai catar coquinho!
Cansado de ouvir tanta
ladainha e papo furado, nosso guerreiro louro dos olhos azuis arrebenta as
correntes, veste sua armadura e usa seu Kholodnyi
Smerch. Em seguida, pede a Jacob que procure pela desaparecida
Natássia.Finalmente se encontra com Alexei. Diz que pagará o parricídio com a
vida. Antes que sangue fosse congelado, Jacob chega e avisa que Natássia saiu
na nevasca e os três vão ao seu encontro. Lá tava ela, congelada.
Ligero, Hyoga quebra o gelo e
Alexei se arrepende de sua vida de pecados ao ver a irmã naquele estado. Hyoga
parte com seu amiguinho Jacob. Deixa o Alexei vivo para que medite sobre suas
ações.
Bonitchynha essa historinha,
né? Demais, demais.
A Saga de Poseidon
Aqui a história continua de
verdade. Bem, mais ou menos. Estamos na sala de Julian Solo, na Grécia, um
grande especialista de comércio marítimo. Ou ao menos sua família. O fato é que
era seu aniversário de dezesseis anos e acabara de herdar todos os negócios da
família, já que seu pai estava morto. Pois é, triste.
O falecido pai de Julian e
Mitsumasa Kido eram conhecidos, por isso a Saori tava ali na festança. Os dois
velhos deviam conversar sobre suas safadezas ocultas juntos, aposto – dá para
ver no galanteio do rapaz. Aham... havia também muitas outras celebridades já
que a família Solo era podre de rhyca.
Sem perder tempo, começa a
flertar com nossa deusa. Sim, sim, ele era charmoso e inteligente, além de ser
um ótimo galanteador. Aí ele chama Saori prum canto, na sacada e começa a falar
do monopólio que os Solo tinham do Mediterrâneo – ainda dominariam todos os
Oceanos – já que seu pai dizia que se dominassem os mares, que cobriam ¾ do
planeta, dominariam o mundo!
Aposto que o pai dele foi um
velho tarado que nem o Kido, deve ter pegado altas com esse papinho de rei dos
mares! Depois disso, na lata, pede Saori em casamento. Sentia que já a conhecia
há milhares de anos, como se já a tivesse reencontrado em outras vidas.
E leva um fora esquisito!! Afinal
o coração dela é do Seiya. Julian fica lá, jururu da vida, quando vê um brilho
ao longe, no cabo Sunion. Vai lá ver. Havia um tridente na ponta do penhasco e
uma moça diz que é dele, já que se tratava de Poseidon. Finalmente despertara,
após repouso de dois séculos. Sem demora, o carrega para o Santuário Submarino.
Sim, ela o agarra e arrasta para as profundezas do mar!
Ao chegarem, Julian vê o
Templo de Poseidon. Ao se olhar para o céu, pode se ver a água mexendo. Dava
para agir exatamente como na superfície. No local, os Marinas o esperavam,
guerreiros e generais. Todos também haviam despertado naquele dia.
No dia seguinte, um capanga
sequestra Saori, mas é detido por Aiolia. O que ele tava fazendo por ali é um
grande mistério.
Passados mais três dias, a
Côte d’Azur, na França, sofre um maremoto. A Costa dos Estados Unidos também. Na
Alemanha, o Rio Reno transborda. Catástrofes assolam todos os cantos no mundo.
Na mansão Kido, Saori observa a chuva incessante. Será que a Terra ia acabar em
água? Eis que a moça misteriosa surge de novo. Ninguém mais, ninguém menos que
Thetis, a Sereia. Estava ali à procura de Atena, por ordens de Poseidon.
Daí revela que a baderna e
aguaceira toda era por obra de seu imperador. Uns capangas aparecem para levar
Saori embora, mas Seiya finalmente aparece e dá uma lição em todos eles. Para
surpresa de todos, já que era sabido que os Cavaleiros de Bronze estavam mortos
ou muito próximos disso depois da batalha sangrenta nas Doze Casas.
E estavam mesmo. Seiya capota
logo depois de Thetis dar no pé. Os demais estavam todos aparelhados,
inconscientes. A fundação tinha feito o que podia, dependeria de cada um deles
– já estavam assim há um mês. Poderiam ficar em convalescença por até seis
meses. Nesse meio tempo, a Sereia informa ao General Dragão Marinho como Julian
se recuperava e sua missão fracassada na busca de Atena.
Dragão Marinho diz que o
importante era a expansão de territórios, pouco importava uma deusa sem
Cavaleiros. Falou bonito! Pena se tratar de Seiya, né? Mais um que vai apanhar
por falta de conhecimento dos adversário. Ou, é sério, lição valiosa que
Cavaleiros nos ensina: CONHEÇA SEUS ADVERSÁRIOS!!
É mesmo. Thetis diz que os
Cavaleiros estavam vivos, sim senhor. Aí, aparece outro General, o Sorento de
Sirene. Diz que daria um jeito dos moribundos. E vai mesmo. Mas Aldebaran já
estava lá para a escolta, devido aos acontecimentos. E, à noite, ouve uma
música nos corredores do local. Sorento atacava com sua flauta transversal. Ou
seria doce? Bem, ataca com sua música suave. E, bem, esperava mais do Cavaleiro
de Touro. Sinceramente.
O resumo da ópera é que
Alderbaran, o Cavaleiro mais mal aproveitado de toda a série, fura os próprios
tímpanos na batalha – em vão, nenhum de seus golpes acertam o adversário.
Vergonhoso.
Aldebaran diz que ninguém
tocará nos Cavaleiros de Bronze porque, um dia, eles sucederão os Cavaleiros de
Ouro. E se desmaterializa – para mim ele fez foi se esconder, mesmo. Vendo a
sova, Atena aparece e diz querer ir com Sorento. Imobilizado ante ao estranho
Cosmo da deusa, obedece e a guia para o local onde Poseidon está. No templo
submarino, Julian é coroado e veste suas escamas (armadura).
Thetis informa que o dilúvio
devastaria a Terra em trinta dias. Mas tinha os Cavaleiros do Zodíaco que já
estorvaram antes...
Acho que ela ficou
traumatizada, sabe. Mas fez bem em respeitar os adversários. Muito bem, Sereia
esperta! Pelo menos a única mulher no reino dos mares tem bom senso. Sim, só
tem ela de mulher nos domínios de Poseidon. Pois é.
Acontece que bem nessa hora,
Saori dá as caras com Sorento. Ela vê que ele é ele e ele vê que ela é ela.
Sabe, Atena e Poseidon. Saori e Julian. Bem, você entendeu. Quando a sós,
entende a sensação que teve a primeira vez que a viu, como se já tivessem se
encontrado. De fato, tem se encontrado e tentado se matar desde os tempos
mitológicos. Julian diz planeja erradicar toda humanidade, devido às impurezas
humanas na Terra.
Saori então diz que ali
existiam pessoas boa e más – muito mais boas, aliás. Julian a pede de novo em
casamento e leva outro fora. Toma, metido! Hahaha! Aham... Toda a via, dá outra
opção. Já que tinha tanta fé assim nos homens, e principalmente em seus fiéis Defensores,
propõe que ela receba toda a água destinada a Terra para estender um pouco mais
a vida da raça humana. Atena aceita tal oferta.
Os dois vão para os pilares
que sustentam os sete mares. Se as colunas caíssem, toda água dos oceanos
encobririam o templo submarino e seria o fim de seu reino. Cada pilar era
defendido por um General Marina, mais fortes que os Cavaleiros de Ouro.
Ahn-ham, claro que são, Julian. Claro que são. A base de sustentação da abóbada
marinha era o pilar central. Sem ele, a linhagem de Poseidon se reduziria a
nada. E é ali onde Saori vai ficar nessa aventura.
Lá fica, recebendo a água. Enquanto
isso, Thetis, a Sereia, foi contar o que tava rolando pro Mestre Ancião. Fala
como Saori se ofereceu como sacrifício, o motivo das chuvas e tudo o mais.
Sacou? Ela foi declarar guerra! As portas do Templo Submarino estavam abertas,
que os Cavaleiros de Ouro viessem enfrentar os Generais Marinas e as forças
imperiais de Poseidon!
II Pause
Céus, agora eu pirei! Quanta
confiança e coragem!!
Pode ser arrogância, burrice,
imaturidade ou qualquer coisa, mas temos de admitir: o cara tem culhões! Ele
declara guerra oficialmente, exige os melhores soldados para enfrentar e ainda
convoca o inimigo para enfrentá-lo em seus próprios territórios! Em seus
próprios territórios!! Você já viu uma coisa assim? Audacioso demais, né não?
Outro ponto interessante é o
conceito de quem está certo nessa história. Poseidon só faz o que acha o mais
correto. Você tem coragem de dizer que ele está errado, meu amigo e minha amiga
defensores da deusa? Claro que está tentando expandir seus domínios e
exterminar toda a humanidade para começar do zero (pobre Thetis), mas para ele
a coisa chegou a tal ponto que a solução virá só com um reset e olha lá.
Mais ou menos como em X do
Clamp. Os Dragões da Terra queriam mandar tudo para o espaço enquanto os
Dragões do Paraíso achavam que, enquanto há vida, há esperança, e fariam de
tudo para proteger suas pessoas queridas. Os dois só têm ideologias diferentes,
bem como Poseidon e Atena.
Cheguei a pensar em dado
momento enquanto relia a saga: caramba, o deus dos mares é marxista! Ele quer
mudar todo o sistema vigente, já que nada é bom o suficiente ou presta em lugar
algum. Pretende acabar com tudo e todos já que é a humanidade é a maior prova
da miséria dos tempos. Mas daí cai na real. Poseidon ao menos apresenta alguma
coerência, sem usar suas teorias somente para chegar ao poder, se esquecendo
bem depressa seus ideias. Ele acredita verdadeiramente estar fazendo o que é
correto para o progresso da vida e do planeta. E claro que só quer o poder, mas
deixou isso claro desde o começo, sem dizer que era tudo para o bem social.
Outro fato legal é o lance de
ter menos inimigos e batalhas, além de nenhum deles ser escadalosamente forte e
nem arrebentarem com nossos heróis. Lutam de igual para igual, sem
malignidades, lutando por aquilo que acreditam de todo o coração. Bem, acho
difícil de explicar o quão essa saga é bacana e meio estranha, diferentona
daquilo que Cavaleiros vinha sendo (e volta a ser em sequência). Tenho um
carinho especial, entende. Entende? Alguém aí sente o mesmo?
I> Play
Eis que surgem Seiya, Shiryu,
Shun, Hyoga e Shiryu, dizendo que eles eram o bastante para mostrar para o
imperador dos mares o que era bom pra tosse. Sentiram o Cosmo de Atena
intensificar e desaparecer, então se viram obrigados a saírem do coma e tomar
alguma atitude. E aí, convenientemente, Kiki aparece com as armaduras lindonas
e banhadas com sangue dos Cavaleiros de Ouro! Aiolia doou seu sangue para que o
traje de Pégasus revivesse, Milo a de Cisne, Shaka a de Andrômeda (já que a de
Fênix ressuscitava sozinha) e Dohko a de Dragão.
Aqui Shaka nos dá uma
informação curiosa: segundo o Cavaleiro de Virgem, Ikki vaga pelo espaço como
milhões de partículas, capaz de renascer das cinzas por causa de sua armadura.
Vai ver é por isso que em determinadas batalhas os inimigos sentem seu Cosmo,
mas nada de o ver. E o estranho poder de atravessar dimensões e aparecer
atacando com seu Golpe Fantasma do nada.
Todos então estavam
preparados para tomar parte na guerra. Só precisavam saber o caminho do Templo
de Poseidon. Felizmente, Kiki ainda podia farejar o cheiro de Thétis. Procevê,
o bichinho vai ser útil nessa saga, vai vendo.
Quando Thetis chega, Dragão
Marinho percebe que foi seguida. Lá estão nossos amigos de bronze, pronto pruma
boa briga!
Dragão Marinho queria porque
queria enfrentar os Cavaleiros de Ouro ao invés de reles Cavaleiros de Bronze.
Pede que Sereia explique como funcionariam as batalhas. E lá vamos nós de novo. Atena está no pilar central
do reino, que precisa ser destruído. Sete colunas sustentam os sete mares.
Entre eles, se encontra o Templo de Poseidon, atrás dele o pilar central, sendo
a fonte de vida – indestrutível! Só seria destruído caso todos os demais pilares
dos outros oceanos tombassem.
OCEANO PACÍFICO NORTE
Seiya segue na direção de tal
pilar. E já chega golpeando o bicho. Bian, seu guardião, o detém. É o Marina de
Cavalo Marinho. E aí acontece a primeira luta. Bian usa uma técnica bastante semelhante
ao de Misty de Lagarto. Sim, sim, de formar uma barreira com as mãos. Nosso
querido Pégasus apanha um pouco, mas, como sempre, após cada ataque, vai se
fortalecendo e seus meteoros ganham maior potência e velocidade.
Pois é, chega a ser lançado
para a superfície. Depois consegue até bloquear o ataque do adversário –
afinal, um golpe só funciona uma vez com o mesmo Cavaleiro. Eleva seu Cosmo de
tal forma que a armadura brilha dourada! Isso vai acontecer muito nessas lutas,
o que é bacana. Recebem momentaneamente o esplendor, de acordo com a expansão
cósmica. O fato é que Seiya faz picadinho das escamas (armadura) de Cavalo
Marinho. Vence com o Cometa de Pégasus.
O próximo seria o pilar.
Seria, porque mesmo com sucessivos ataques, nenhum arranhão sequer acontece.
Enquanto isso, Kiki discute com Thetis. Começam uma luta e Kiki de Appendex
mostra do que sua telecinesia é capaz. De pouco, na verdade. Quando Sereia
estava prestes a exterminá-lo, eis que surge Shina de Cobra para salvar a
pátria. E mais: com a urna de Libra nas costas!
Já que tava uns cinco a zero
pro pilar, Seiya resolver jogar seu próprio corpo para derrubar a coluna.
Preparou-se psicologicamente pra coisa e, quase em cima da hora, Kiki aparece
com a armadura de Libra. O Mestre Ancião a mandou para dar uma forcinha pra
galera. Pois é, a armadura de Libra possui seis pares de armas que podem ser
usadas desde que Atena ou o próprio Cavaleiro de Ouro que a possui considere a
causa justa.
Mas isso você já sabia.
Então Seiya pega o escudo e bum! Era uma vez um pilar. Um tremor acontece e os
outros três Cavaleiros percebem que Pégasus começou a festa. O nível de água
abaixa um pouco. Shina diz que Thetis podia ficar de boa, ainda ouviria tal
estrondo três vezes. Ao tempo de Seiya chegar e agradecer a Amazona pela ajuda,
que já o despacha para o pilar do Atlântico Sul.
OCEANO PACÍFICO SUL
Shun percebe que suas
correntes ficaram tensas, e elas atacam alguém, uma moça. Ela desaparece, mas
suas leais correntes permanecem tensas. Em seguida, uma horda de bestas
aparecem, obrigando-o a se proteger. Eram obra de Io de Scylla. Segundo nosso
amigo, Scylla era um monstro mitológico que tinha o busto de uma donzela e os
demais membros de seis bestas diferentes. Será que tal lenda existe mesmo na
vida real?
Daí começam os ataques e a
Defesa Circular de Shun pouco adianta. Recebe todos os golpes do inimigo em
cheio. Em ordem: águia, lobo, abelha, serpente, morcego e urso. Pois é, só que
Io caiu no mesmo erro de Dragão Marinho e mostrou todos os seus ataques para
Andrômeda, afim de que escolhesse com qual queria morrer. Pagou um alto preço
por ter subestimado o inimigo. Ninguém manda ser burro.
E eu e você sabemos muito
bem: um ataque só funciona uma vez num Cavaleiro. Ao aplicar o ataque
novamente, Shun mostra todo sua habilidade do bom Cavaleiro que é e arma
diferentes defesas: teia para a abelha, rede para a águia, espiral para a
serpente, bumerangue para o morcego, armadilha para o lobo e um golpe chamado
Grande Captura para o urso. E cada vez que neutralizava, atacava destruindo uma
parte da escama de Scylla.
Porém, como é gentil e tem
bom coração, Shun deixou Io apenas preso às correntes, sem matá-lo. E vai
tentar destruir o pilar. Agora foi a vez de Andrômeda pagar: Io de libera e
ataca. Shun insiste só no pilar e eleva seu Cosmo ao máximo, neutraliza outro
golpe do inimigo e o prende de novo. Dessa vez não escaparia: as correntes
estavam douradas. Dessa vez ele derrubaria aquele pilar nem que morresse
tentando! E aí chega Kiki com a armadura de Libra. Disse que Seiya destruiu o
primeiro pilar com ela. Escolhe a barra dupla e a segunda coluna vem a baixo.
OCEANO ÍNDICO
É a vez de Shiryu mostrar do
que é feito! Encontra Krishna de Chrysaor, que se apresenta e nem deixa Shiryu
fazer o mesmo – cara mal educado! Usa sua lança contra o Dragão e o corta sem
nem mesmo acertar, pelo deslocamento de ar. Chrysaor era considerado o filho de
Poseidon por sua coragem, na mitologia. O significado de seu nome era detentor
da lança dourada. Pois é, parece que Shiryu vai ter a maior canseira. E tem
mesmo.
Essa luta do Shiryu é sofrida.
Sério. O coitado pena, sofre e mostra realmente seu alto valor como guerreiro
no final dela. E definitivamente deixa Seiya lá atrás na aposta que fizeram. E
muito. Bom, você sabe, daquela aposta valendo a vida que eu escrevi. Pois
é.
Foi um luta ferrada. Shiryu
escapa da esquiva de Krishna até ser encurralado. Aí ele tenta se defender com
o escudo do Dragão, mas é inútil – a lança perpassa e atinge seu corpo.
Aproveitando, tenta quebrá-la com a mão, o que também falha. Com dois
ferimentos, cai.
Shura então aparece dando um
incentivo, dizendo que Shiryu foi o Cavaleiro mais justo que conheceu e que deu
sua vida por ele – na série, dá para ver o Shiryu com a armadura de
Capricórnio, lindão!; no mangá já tinha aparecido, que também ficou épico!! –,
lembrando que sua alma ainda persistia no braço direito dele, na forma de
Excalibur. Depois dessa injeção de ânimo, Shiryu se levanta e ganha o respeito
do General Marina, que pergunta seu nome.
Nosso guerreiro do Dragão
então se apresenta. Antes da investida de Krishna, intensifica seu cosmo ao
máximo e seu escudo reluz dourado, bloqueando a lança. Pois é, toda vez que as
armaduras brilham assim é porque o Cosmo de cada um dos Cavaleiros se equipararam
aos de um Cavaleiro de Ouro. Novamente tenta quebrar a lança, mas quem paga é
seu braço esquerdo. E mais: sua perna é trespassa como pagamento pelo erro.
Nesse ponto, Shiryu deduz que
estava confiando demais em sua armadura e a tira, (suicida, mesmo, tô
dizendo...) partindo pro tudo ou nada. E de fato é bem sucedido, consegue
quebrar a lança e parte das Escamas do adversário. O Marina que Chrysaor
utiliza outro ataque, chamado Kundalini – chega a levitar. Depois de discutirem
seus pontos ideológicos, Shiryu aplica o Dragão Voador, em vão.
Esta é mesmo uma batalha dura
para ele.
Krishna revela seu segredo,
dizendo que seus sete shakras emitem uma energia milagrosa de seus corpo, sendo
preciso acertá-las para destruir sua barreira. Mais uma vez, os Marinas
subestimam os poderes dos Cavaleiros e vai pagar com a vida. Shiryu recebe o
golpe Maha Roshini por duas vezes e perde a visão. Entrementes, consegue
avistar todos os pontos que o adversário havia falado, acertando-os de uma só
vez com sua Excalibur. Vencera, finalmente. Exaurido, cai.
Kiki encontra Shiryu
arrebentado. Ao perceber o menino ali, pergunta da urna – ficara cego
novamente. Com uma espada, põe o pilar abaixo.
OCEANO ANTÁRTICO
Hyoga tem a impressão de ter
andado em círculos. Pretendia ir para o Pilar do Ártico, mas acabou chegando no
Antártico.Então, revê seu mestre Camus. Ataca, pois sabia que o corpo de seu
mestre jazia no Santuário. O possível Cavaleiro de Aquário apenas se defende.
Quando ataca, Hyoga percebe, pelo poder emanado, que tratasse mesmo de seu
mestre.
Seiya tem a impressão de ter
andado em círculos a caminho do Pilar do Atlântico Sul. Quando dá por si,
percebe que está no do Oceano Antártico. E lá reencontra Marin. Seiya se diz
preocupado com o sumiço da mestra, mas, sem demonstrar grandes emoções, diz que
iria detê-lo. Um dos motivos é que ela nada tinha a ver com Marin, seu
verdadeiro nome era Seika. Ao tirar a máscara, tudo se esclarece, finalmente.
Shun tem a impressão de ter
andado em círculos. Já havia sentido isso antes, na Casa de Gêmeos. A corrente
reage. Quando percebe, está no Oceano Antártico, mesmo tendo se dirigido ao do
Atlântico Norte. Ali, vê Seiya e Hyoga caídos. Vê Ikki e o abraça, já que as
correntes estão sem nenhuma reação. Mas ao mínimo sinal, Shun se defende e o
inimigo dá as caras: é Kassa de Lyumnades.
Lyumnades é o inimigo que
atrai o adversário até seu território, imita a aparência dos entes queridos,
distrai as vítimas e covardemente as mata. Nosso pacífico Cavaleiro de
Andrômeda se enfurece e parte para cima. Kassa se oculta e reaparece como Ikki.
Shun tenta até atacar, mas detém suas correntes. Seria o fim de mais um.
Gabando-se orgulhosamente,
sente uma intensa energia cósmico ao derredor. Um golpe do nada o acerta. É
Ikki, nada satisfeito por ver seus irmãos naquele estado. Usa seu Golpe
Fantasma. Detém o Choque Salamandra com uma só mão e desconta alguns golpes em
nome de Seiya e Hyoga. Kassa levanta moribundo e se transforma em Shun, no
entanto, Ikki transpassa seu peito sem dó. Lyumnades vê uma jovem no coração de
Fênix, talvez com a imagem dela pudesse ter vencido. Mas agora era tarde.
Kiki então aparece com a urna
de Libra – depois de Shiryu o ter despachado, mesmo estando prestes a morrer.
Com o tridente, mais um pilar vem a baixo. Ikki então parte para peitar
Poseidon pessoalmente. Se Seiya e os outros morressem é porque era indignos de
serem Cavaleiros, já que havia estancado as hemorragias de cada um.
Hyoga acorda e diz que estava
absolutamente certo. Agradece mentalmente o irmão por nem mesmo se virar para
evitar vê-los em estado tão deplorável. Parte para o pilar do Oceano Ártico.
OCEANO ÁRTICO
Ao chegar, sente um friozinho
familiar. O General diz que a armadura de Cisne lhe caiu muito bem. Tratava-se
de Isaak, companheiro de treino de Hyoga. Ambos foram discípulos de Camus na
Sibéria. Depois de três anos, tinham ficado bastante amigos, já que o mestre
fazia constantes visitas ao Santuário devido a uma crise interna relacionada ao
Grande Mestre.
Até certo dia, quando Isaak
descobrira que Hyoga queria se tornar um Cavaleiro apenas para tirar a mãe do
mar – já que um verdadeiro guerreiro luta pela justiça – dando uma verdadeira
surra no nosso amigo louro. Decepcionado, sai, mas diz para que o amigo tomasse
cuidado, pois há certa profundidade, a corrente marítima mudava abruptamente.
Passados cinco anos, Hyoga se tornou capaz de perfurar a espessa camada de gelo
que o separava da mãe.
E adivinha o que acontece?
Sim, a corrente muda abruptamente e o leva. Isaak vê a cratera no chão e parte
a procura de Hyoga, o encontrado preso no navio naufragado. Ao voltar do
resgate, a corrente muda de direção novamente. Uma estalactite perfura o olho
do promissor Cavaleiro e, vendo que somente um dos dois conseguiria sair vivo
dali, salva Hyoga, doando a ele sua vida. Pois é, seria o fim, exceto pelo fato
de Poseidon salvar Isaak e o recrutar para seu exército.
Um fato curioso é que Isaak
estava bastante adiantado em relação a Hyoga, com certeza seria o Cavaleiro de
Cisne. Hyoga demorou cinco anos para conseguir quebrar as geleiras eternas –
Isaak as quebrava, com uma só mão, com quatro anos de treino.
Arrependido, nosso guerreiro
louro dos olhos azuis pede que seu antigo companheiro que arranque um de seus
olhos. Isaak apenas retira uma das pálpebras de Cisne. Logo em seguida, começam
a batalhar. Mas Hyoga ainda nutre sentimentos e seus ataques são pouco
efetivos. Somente quando Kiki chega (crente que iriam derrubar mais um pilar) e
começa a apanhar como um pobre coitado, Hyoga reage. Aqui é legal ver a
resistência e a lealdade de Kiki, lutando com o máximo de suas forças – à
maneira dele, claro.
Então Hyoga recusa essa
história de ter de abandonar os sentimentos para ser forte – mesmo seu mestre e
até Isaak, quando o salvou, partiram de motivos pessoais. Alguns golpes vão e
vem, e a armadura de Cisne reluz dourada! Ao mesmo tempo em que o ferimento no
pescoço abre... A única opção era a Execução Aurora! Dito e feito. Com a tonfa,
derruba o pilar. Antes de morrer, Isaak conta toda verdade para seu velho
amigo: havia alguém por trás de Poseidon naquela guerra toda, devendo temer
outro, além de Poseidon.
No Santuário, Aiolia está
apreensivo. O mestre ancião reuniu todos, mas estavam proibidos de intervir.
Para piorar, o Cosmo Seiya e de Atena estavam imperceptíveis. Mu pensa consigo
que talvez Seiya e os outros morram em tal combate. Como o templo era próximo
dali, Aiolia diz que ele e Milo eram o bastante para fazer o limpa. Mas Shaka,
que estava no comando, os proíbe de sair.
PILAR CENTRAL
Ikki estava a caminho de
Poseidon quando Dragão Marinho intervém. Fênix era o único Cavaleiro de Bronze
remanescente, então pouco importava defender seu pilar. Utiliza o Explosão
Galáctica, retirando o capacete em seguida: era Saga.
Na verdade, o irmão gêmeo,
Kanon. Saga o havia prendido no cabo Sunion porque era ambicioso demais –
queria matar Atena e o antigo Grande Mestre, que escolhera por sucessor Aiolos.
Ninguém sabia que eram gêmeos. A única forma de sair dali era por vontade dos
deuses. Quando a maré subia, a cela inundava totalmente. Ficou vezes e mais
vezes às portas da morte, mas um poderoso cosmo sempre o salvara. Em uma luz,
vinda do outro lado do rochedo, Kanon acha um ponto para quebrar a cela. Era o
tridente de Poseidon, juntamente com o lacre de Atena.
Ao retirar o tridente, acaba
tragado para as profundezas do Oceano. O mar estava acima de sua cabeça, como
um teto. Era o palácio de Poseidon. Numa ânfora, havia outro selo. Uma voz
pergunta quem incomodava seu sono, já que pretendia dormir mais uns duzentos ou
trezentos anos, depois disso acordaria por conta própria. Kanon se desculpa,
mas avisa que Atena havia reencarnado para enfrentá-lo. O último duelo fora na
península de Ática. Estava descansando porque sua inimiga estava preocupava com
outro adversário.
De qualquer forma, Kanon se
apresenta como Dragão Marinho e já recebe uma ordem: irá despertá-lo novamente
daqui a alguns anos. Exatamente treze, quando o pequeno Julian Solo completasse
seus dezesseis. Os Marinas perceberiam sua presença e apareceriam naturalmente.
Kanon, então, após todos esses anos, decide se aproveitar da situação, deixando
o dorminhoco deus tirar seu cochilo e arquitetar seus planos de dominação.
Usaria os Marinas para conquistar tudo, além de esperar que todos morressem se
enfrentando, deixando o caminho livre para ele.
Sabendo que Ikki renascia
constantemente e tinha a estranha mania de reaparecer sabe-se lá como, Kanon
abra uma fenda temporal. Nessa hora, Shina sente o Cosmo de Ikki sumir, assim
como fora com os demais. Derrota Thetis com um só golpe e parte para o Templo
de Poseidon. Ao chegar já ameaça o possível deus, dizendo que recebera
treinamento, ao contrário dele, apesar de sua imensa em energia cósmica. Sua
máscara é rachada e a amazona é paralisada. Shina persiste, mas sente sua
energia a abandonar.
Enquanto isso, Dragão Marinho
vibra ao perceber mais uma energia cósmica esvaecer. Estava prestes a dominar o
Santuário Submarino e a Terra! Mas aí, eis que surge Sorento e sua melodia na
flauta, repreendendo o Marina por abandonar seu pilar. Kanon tenta usar Ikki
como desculpa, mas Sorento manda o papo reto: seriam aqueles combates mesmo
vontade de Poseidon? Se ambas partes morressem, seria a chance perfeita de um
terceiro governar.
Todavia, dois gigantescos
Cosmos avançam velozmente contra os pilares do Atlântico Norte e Sul, obrigando
os dois generais Marinas retomarem seus postos, deixando a discussão para mais
tarde.
ATLÂNTICO SUL
Shun chega no pilar do
Atlântico Sul. Sorento, logo em seguida. Andrômeda se lembra que foi ele quem
derrotou Aldebaran. O general desdenha da situação deplorável do adversário –
estava mais para lá do que para cá. Shun ataca, em vão. Sua flauta toca, mas
outra música soa em seu coração. Era a voz de Atena, que nessa altura do
campeonato estava com água até o pescoço.
A luta prossegue. Andrômeda
tenta usar sua Defesa Circular, inutilmente, já que a música afeta diretamente
o cérebro. A corrente é feita em mil pedacinhos. Então resta o ataque mais
legal e poderoso de Shun: a Corrente Nebulosa. Sorento é paralisado. Como Shun
é gentil e quer bem a todos, pede que o general se renda, porque ele era boa
pessoa. Alguém ruim jamais tiraria uma melodia tão bonita de um instrumento.
Sem opções, vemos a
Tempestade Nebulosa agir. Kiki chega em seguida com a armadura de Libra. Menos
um pilar. Enquanto isso, no Pilar do Atlântico Norte, Kanon retoma seu posto.
Existe uma estranha presença ali, apesar de estar completamente só. Consegue
sentir alguém entrando no Templo de Poseidon.
PILAR CENTRAL
Seiya entra no salão e vê
Shina caída. Havia sentido o Cosmo da moça o chamar. Uma parede se levanta
atrás do trono de Poseidon. Dali, via-se o Pilar Central – seu interior estava
inundado. O canto parara há pouco. Manda Seiya voltar para casa e Pégasus diz o
mesmo a Julian. Ataca com seus Meteoros e recebe seu ataque de volta. A
armadura, então, reluz dourada! Poseidon a reduz a pó... nessa hora, eis que
surgem Hyoga e Shiryu, evitando que o irmão sofra maiores danos.
No Santuário, a impaciência
de Aiolia chega ao limite e ele decide ir ajudar Seiya e companhia. Mu diz que
a ordem de Dhoko era para que ficassem. Se partisse, seria alta traição a
Atena, e Mu teria de ser obrigado a matá-lo. Antes que a situação piorasse, uma
estrela cadente sai na Casa de Sagitário. À vontade de Aiolos era maior do que
a de Dhoko, afinal. Mu, então, agradece ao antigo Cavaleiro, aliviado. Tinham
de ficar no Santuário.
Julian debocha da chegada da
Cavalaria: Hyoga e Shiryu estavam mais mortos do que vivos. Reduz mais duas
armaduras a pó. Atena, então, recomeça a cantar. Um Cosmo imenso adentra o
templo: era a Armadura de Ouro de Sagitário! Cobre Seiya, que já retira uma
flecha e mira em Poseidon. Julian diz que o golpe voltaria e usa uma metáfora
interessante: seria como cuspir para cima. Neste exato momento, o Pilar do
Atlântico Sul cai.
ATLÂNTICO NORTE
Dragão Marinho fica
preocupado. Era melhor parar de atiçar tanto Julian assim, caso contrário
Poseidon despertaria verdadeiramente. Ikki, então, ressurge. O cosmo de Atena o
guiou novamente até ali. Comparado a voltar das dimensões de Saga, tal golpe
sofrido era brincadeira, diz provocando. E aí, detém a Explosão Galáctica,
contra atacando com o Golpe Fantasma. Ficamos sabendo toda história de Kanon –
que já contei lá em cima.
Daí o General Marina usurpador
relembra da advertência de Thetis: de fato, subestimara os Cavaleiros de
Bronze. Contudo, Ikki conteve seu golpe e isso fora um erro. Todavia, Sorento e
Kiki aparecem. Poseidon despertara, os planos de Dragão Marinho foram por água
abaixo. Permite que Ikki pegue o escudo de Libra e destrua o Pilar, já que as
batalhas foram sem sentido, manipuladas. Faltava apenas o Pilar Central.
Antes de prosseguir, Ikki
pergunta a Kanon como deter o deus dos mares. Leva uma senhora surra. Sorento
chega a intervir, já que deseja a conter a ambição do usurpador. Mas Ikki diz
que aquilo era assunto dele (para variar, dando uma de machão). Queria
aprisionar Poseidon da devida maneira: com a ânfora de Atena. Só precisava
saber onde estava. Ordena que Kanon desembuche. Tinha uma dívida para com a
deusa, que tantas vezes o salvara no Cabo Sunion. Então revela que estava com
Saori dentro da prisão. Ideia de gênio colocá-la lá, heim...
Ikki vira-se, deixando o
lugar, dizendo que Kanon valia tão pouco quem nem seria preciso lutar. Sorento
entende os ideias dos Cavaleiros: enquanto houvesse amor, o planeta estaria
livre de todo mal. Se Kanon discordasse, o azar era todo dele, já que era mesmo
indigno mesmo de combate.
PILAR CENTRAL
Seiya pede novamente para
Julian que parta dali e desista. A reposta é que atirasse, que Seiya estava era
com medo porque a flecha voltaria. Após exitar um pouco, dispara. E a flecha
volta, perfurando o peito de Seiya com armadura e tudo. Levanta e agradece à armadura,
pois era para estar trespassado hora dessas. Retira a flecha e mira de novo em
Julian. O mesmo procedimento acontece e a flecha volta. Dessa vez, Shina
intervém, servindo de escudo.
Seiya pergunta o porquê dela
tê-lo protegido, e a resposta é que ele era a única esperança. A amazona
apaixonada retira a flecha de suas costas e entrega a Seiya. Seria seu escudo
até o fim. Nosso insistente guerreiro lança mais uma vez a flecha, que é
repelida. Ao voltar, recusa a proteção de Shina, e acaba sendo salvo por Shiryu
e Hyoga, novamente. E depois ainda chega o Shun!
Todos colaboram com seus
Cosmos. Dessa vez o tiro acerta a tiara de Julian, que cambaleia. Apesar de
pegar de raspão, sangra um pouco. O Cosmo de Poseidon desaparece por um momento
e todos passam. Ao chegarem no Pilar Central, são atacados. O Cosmo de Poseidon
está duplicado. Seiya se levanta e Hyoga aparece. Parecia o fim, quando a
armadura de Aquário surge e o veste! Cobre a retaguarda com sua Execução
Aurora.
Por um momento, detém o
ataque, mas o frio vai retrocedendo aos poucos. Eis que surge Shiryu com o
escudo de Libra! A armadura o veste e os três unem forças. Derrubam o deus.
Prosseguem até o Pilar Central e começam a atacá-lo, recebendo os ataques de
volta. Todos caem. O Cosmo de Atena extinguiu-se. Nem mesmo as armas de Libra
eram páreo.
Aqui, Seiya dá uma de gostoso
e pede para usem seus golpes para jogá-lo contra o Pilar. Estava disposto a
derrubá-lo no peito! Ou morrer tentando... Quando estava prestes a ser
arremessado, Poseidon recobra a si e impede. O Cosmo estava ainda maior que
antes. Conseguem se levantar, ainda tinham forças para lançar Seiya. Aqui, Ikki
aparece e segura Poseidon, dizendo que a ânfora estava dentro do pilar com
Saori.
Assim, Pégasus vai de
encontro ao Pilar. Poseidon se livra de Ikki e ataca Hyoga e Shiryu, tentando
alcançar Seiya, que se tornara uma estrela cadente, um flecha de luz, num
milagre. E some. O Pilar vem abaixo e racha. O Santuário Marinho começa a
entrar em colapso. E das ruínas, Seiya aparece com Saori nos braços.
Poseidon, ofendido, ataca
Seiya com tridente. É detido por Atena. Revela que por diversas vezes quase
morreu, mas os Cosmos de seus guerreiros a salvou. O mesmo acontecera com eles.
Daí ficamos sabendo que Saori é a nona reencarnação da deusa. Legal, né?
Aham... Atena então ordena de Poseidon retorne para ânfora, mas o que ele faz
mesmo é lançar o tridente. Bem ao estilo Saga, Kanon surge arrependido e detém
o tridente, pagando o pecado de ter manipulado a vontade dos deuses. Então, Poseidon
volta para a ânfora que antes esteve aprisionado.
E aí, fim. Termina a parte de
nossas infâncias, que acompanhamos as duras batalhas dos Cavaleiros. E anos
mais tarde tivemos a chance de revivê-las através da Conrad e dos lindos Ovas
dando continuação à história! Pudemos viver de novo as emoções de Seiya,
Shiryu, Shun, Hyoga e Ikki em sua luta pela justiça. E é por essa e outras que
a Saga final da série é tão bacana.
Particularmente, essa Saga, a
de Poseidon, é a que tenho um carinho mais especial. São poucos os inimigos e
as batalhas igualmente sofridas – destaque para as de Shun, que lutou
bravamente em duas batalhas épicas, a de Shiryu, que perdeu a visão, e a de
Hyoga, que viu seu passado novamente vir a tona. Depois dela, a de Hades, parte
do Inferno, é a que dá um encanto mágico nessa série tão bacana.
Pois é. Espero que tenham
gostado. Dentro em breve colocarei a última Saga. Espero que tenha gostado.
Tomara que venha aqui de novo, estarei esperando. Obrigado e até lá!
Me dê sua força, Pégasus! É,
dessa vez acho que vou precisar!!










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