domingo, 3 de julho de 2011

Juventude!

Oi, pessoas!

Como é que tá? Espero que bem. Sei, sei, aqui também. Assim mesmo, desse jeito. É a vida, eu acho. É mesmo. Então, ando com certo bloqueio criativo ultimamente, sabe. Assim, sem ter o que escrever. Tá triste. Mas consegui pensar em algo para colocar aqui hoje. Deixa eu falar um pouquinho disso.

Tipo, tem milhares de coisas que ainda quero falar. Muitas mesmo. Mas não tenho conseguido organizá-las. Sobre como falar de cada uma. Colocar de forma lógica e racional – e ter inspiração para fazê-lo.

Pois é, falta renovar os ânimos. Para variar, né... bem, vou tentar me organizar melhor e tentar driblar esse bloqueio criativo. É mesmo. Deixa de sofisma, vamos ao que interessa.

Há umas três a quatro semanas, vi um filme. Um filme fantástico que me fez pensar bastante. Uh-hum, inclusive em morte e outras coisas tristes. Aliás, aproveitando dessa expressão, foi justamente por causa de Scott Pilgrim. Segui o conselho de um estranho num fórum desconhecido – a procura de imagens de Alison Pill – e decidi ver esse tal filme de jovens. Que é mesmo incrível.


O nome dele é Querida Wendy. É de uma turma de jovens de uma cidadela interiorana que prospera por causa de uma mina de carvão. Mas de resto, é um tédio só. O lugarejo é tão parado que dois terços das pessoas juram que a cidade está infestada de gângsteres. E é paranóico, mesmo. Daí que nosso querido protagonista compra uma arma numa loja de usados local...

A princípio pensou que fosse de brinquedo. Ia ser um presente para um carinha chato, mesmo. Mas acabou por ficar com ela. Depois, por acaso, deixou cair e seu colega de serviço descobriu a bicha – por sinal, um verdadeiro fanático por armas. Daí que os dois formam um clube secreto de adoradores de arma com princípios pacifistas (do tipo "nunca saque sua arma"). E convidam outros colegas. E o filme se desenvolve de um jeito fantástico.

Assim, dá para ver a evolução dos personagens, que deixam de ser apáticos. Sabe por quê? Por desfrutarem de algo em comum. E todos amadurecem, mudam sua forma de trabalhar e até mesmo o ambiente de suas próprias casas. É lindo de se ver. Mesmo. Não deixa de ver, virou um dos meus filmes favoritos.

E, além disso tudo, o danado do filme me fez querer falar de um assunto: juventude. Pois é, nada fácil, eu sei. Mas tenho meus pareceres sobre o assunto. E vou te contar. Mas só se for agora!

Os Dandies. Não deixa de ver o filme, é massa!

Para começar, vou considerar juventude como sendo o período da vida entre os quinze até os vinte e seis. E te explico, meus jovens amiguinhos e amiguinhas. Antes dos quatorze, quinze anos ainda variamos muito de humor e de tendências. Quero dizer, pelo menos pelo que entendo, sabe. Hoje as coisas podem ter mudado um pouco, mas não varia tanto.

Digo, quem é o público do Restart? Garotinhas e garotinhos que já não são mais tão crianças, que estão descobrindo (aflorando, melhor dizendo) sua sexualidade e sofrendo alterações nos seus corpinhos já não tão pequenos. Estão crescendo, mas ainda tem uma mentalidade muito infantil. Tanto que precisam de coisas fofinhas e coloridas.

E isso não começou com Restart. Não, não. Isso acontece já tem tempo. Quer ver? Vem comigo! Pensa nuns dez a quinze anos atrás. Quem a galerinha mais curtia? Lembra? Eu te digo: Sandy & Júnior. Assim, os dois cresceram com seu público, é certo. Mas o auge foi justamente nessa idade – de quatorze a vinte anos, mais ou menos. Né não, né não?

E o que aconteceu? Perderam-se. As pessoas cresceram, mudaram seus gostos e os dois ficaram meio deslocados. Hoje o Júnior toca bateria em alguma banda por aí – já que nisso sempre foi exímio músico (tirando a parte de canto) – e a Sandy tenta a todo custo buscar espaço no Mpb – mas força bastante a barra dizendo que sempre se inspirou na Elis Regina.

"Verdade, Diego. Gosto tanto da Elis quanto gosto de cerveja".

Qual é, Sandy! Não força! Você acha mesmo que me convence que se inspirava na Elis para tocar “Dig-dig-joy, dig-joy, bo-bói!” e “Eu cresci agora sou mulher”? Fala sério! Além disso fez propaganda de cerveja pra... pra... sei lá pra quê! Não duvido nada ter entrado em coma alcoólico depois de dois copos!

Aham, voltando... Sandy & Júnior só foi um exemplo. Vou mais longe agora. Lembra do grupo Dominó? Mesma coisa. Fez sucessão na época com menininhas histéricas (e alguns meninos também), durou uns três discos e ba-bau. E o Polegar. Mas seus integrantes ainda estão por aí, produzindo, apresentando programas de tevê, usando drogas e sendo presos.

E Nx Zero e Fresno? Lembra da era emo? Sumiu, gente. Tipo, eles ainda tentam bravamente resistir. Mas as pessoas cresceram, moldaram suas personalidades e seguiram em frente. Né? É sim. Procevê!

Desse jeito. Isso começa a mudar aos quatorze, quinze anos. Daí as pessoas descobrem a masturbação e já lidam bem com as mudanças do corpo. Assim, as meninas muito mais rápido do que os meninos. E isso é tão manjado que nem vou discorrer sobre. Vou poupar seu tempo e continuar essa minha teoria aloprada.

Onde eu tava mesmo? Ah é, aos quinze anos. Já viu que é nessa época que fazemos as coisas mais malucas? É sério, você tenta mostrar que já tem ideias sobre o mundo, o funcionamento das coisas e o sistema que controla tudo. Sério, deixa eu compartilhar minha vida agora. Foi nessa idade que eu resolvi deixar o cabelo crescer. Teve outra colega minha que colocou um piercing no umbigo. Tem menino que coloca brinco. E por aí vai.

Tem gente que... deixa pra lá.

Questão de se afirmar. Você quer mostrar que tem ideias próprias, já tem sua forma de encarar as coisas e seus próprios sonhos. Muitas pessoas saem de casa nessa idade – os mais rebeldes, digamos. Aqui é onde começa a juventude: as pessoas têm sua própria forma de interpretar os acontecimentos da vida. E mais: achar que pode mudar tudo.

É sério, e isso dura alguns anos. Uns bons anos na verdade. E eu vou te contar mais sobre.

Aos quinze a coisa começa. Assim, geralmente. E isso pode nunca ter um término. Mas vai até os vinte e seis, mais ou menos. E vou te explicar. Como esse seres querem mostrar suas ideias de mundo, formam uma banda. Ou começam a freqüentar bandas de amigos. Claro, sempre alternativas. Porque, além de ter ideias próprias, essas ideias não são senso comum.

Claro que existem outros jovens, que estão muito bem como estão. Gostam de sertanejo, axé, forró ou o que seja, querem aproveitar a festa/balada, beijar e transar como loucos e estão muito bem com isso, obrigado. O que eles querem é curtir a vida – expressão essa que nunca entendi, para falar a verdade.

Enfim, esses só querem mesmo é farrear, como se a vida fosse uma grande festa. E não tão nem ligando se são senso comum, a única preocupação é se tem bastante cerveja (e carne). Eles querem mesmo é gozar adoidado (literalmente). Tudo isso porque estão tão perdidos quanto os outros “diferentes”, mas afogam as mágoas e inseguranças (nas drogas, no álcool, nas transas e afins) aceitando as coisas como são.


Mas deixa eu falar dos que querem mudar o mundo. Esses são os mais interessante, culturalmente falando. Ou serão, depois de amadurecerem o suficiente. E isso inclui os sonhos e esperanças adquiridos e remodelados por uma verdadeira surra dessa vida.

Então... aparece a necessidade de se afirmar, de lutar pelos seus ideais. Nada melhor que fazer isso em uma banda. E é isso mesmo que acontece. Seja ela feminista, de punk, rock psicodélico, rock clássico, heavy metal, hardcore, sei lá. O importante é que você vai estar certo, o mundo é uma porcaria e todos aqueles que discordarem estão errados. Inclusive se discordarem das suas escolhas musicais.

E aí vai indo. Muitos continuam assim. Outros já não são tão radicais. Mas daí vem a faculdade. E a forma de pensar é mais ou menos a mesma: o mundo precisa de reformas urgentemente. E não é questão de reformar: é preciso destruir tudo e começar do zero. Uh-hum, essa seria a única opção.

É aí que muitos abraçam o marxismo. E isso geralmente dura pouco: uns cinco ou seis anos. Assim, como ideologia. Tive professores marxistas na faculdade que usam dessas ideias como ganha-pão (para mim, pelo menos, que sempre buscava os bastidores da coisa toda). Não seguiam aquilo que pregavam, não.

Uh-hum, professor. Tá bom.

Porque o marxismo prega a igualdade social, um mundo mais justo. E isso, enquanto forma de pensar a política, é até interessante. Mas alguns que entram vão nessa de criar um mundo novo... e de certa forma é até engraçado ver como eles mudam com os anos. Eu tive um amigo que era todo rebelde, mas depois que viu como as coisas são de verdade, largou rapidinho esses ideais esquerdistas radicais. Pessoas podem ser bem sujas, meus caros e minhas caras...

Depois de um tempo, você percebe verdadeiramente como as coisas funcionam. Que o capitalismo não é esse dragão branco de olhos azuis e que dinheiro traz certa felicidade. A vida já não é como a trinta anos atrás – as pessoas passam cada vez menos dificuldades. Que o governo tem bons projetos de inclusão, tem se preocupado com sua gente. Não é preciso derrubar tudo.

Sim, sim, meu povo. E isso vem já desde antes do PT. Começou com o FHC, o Lula tocou em frente e a Dilma continua conforme os planos. Uh-hum, aos poucos estamos saindo da miséria. Muita coisa precisa ser feita sim, mas não como o Psol quer, por exemplo.

Entende? O discurso do Plínio Arruda era o típico de faculdades: um sonho que as pessoas querem acreditar a todo custo – sonho que elas compram. Nós estamos caminhando bem. Podia estar melhor, claro. Mas a coisa não está absurdamente feia, não estamos no buraco e não é um bando de pessoas de dezoito a vinte quatro anos que vão mudar o mundo.

Você não é diferente. Sua rebeldia não é rebeldia. Isso não é o bastante para mudar o mundo. Bem vindo ao clube.

É. Supere.

E mais cedo ou mais tarde essa galerinha percebe. Se enquadra, vê como as coisas funcionam, começam a constituir família. Entendem como tudo acontece – e que nem tudo é tão diabólico como se pensava. Poderia ser melhor, é verdade. Mas nem por isso deixou de ser bom.

Desse jeito, meu povo. Desse jeito. E quando percebem, realmente contribuem para parte cultural, para novas formas de fazer as coisas que curtiam (como músicas e afins). Por isso eu disse que são os mais interessantes. Elas vêm que existem diferentes formas de se construir uma vida. Não é porque você vive num mundo de injustiça que precisa destruí-lo para torná-lo mais igual. Basta fazer sua parte, lutando pela igualdade de forma inteligente.

Uma maneira interessante de fazer isso é observar bem o que se consome. Simples assim. É só não sair gastando com qualquer coisa. E conscientizar os outros a respeito. Claro que isso é muito pequeno. Mas é pragmático, muito melhor que achar que vai mudar o mundo com greves, protestos e incitando manobras populares. Qual é, né, véi!

Enfim, o importante mesmo é esse sentimento de insegurança. É uma crise, mesmo. Ser jovem é estar em constante embate consigo mesmo, em contradição. Está na contra-mão de si. Explicitei mais o marxismo porque, na faculdade (principalmente se for magistério) é mais comum pegar jovens confusos e manobrá-los com isso. No fundo, no fundo, é a mesma coisa: a gente não sabe o que vai ser, nem como ser o que se quer ser. É tudo muito difícil de se entender. Nada é claro.

Entende? Tá meio confuso, né? Hm... deixa eu te dar uns exemplos, então. Meu pai foi hippie, sabe. Procevê! Ele sai Goiás afora vendendo coisas com um bando de amigos num jipe. Apresentava peças teatrais e tudo. Antes disso, tinha sido religioso pa dedéu.

Depois casou, passou num concurso público. Para policial civil. POLICIAL! Um cara que tinha sido hippie! Tem base? Quer mais? Depois ele passou em vestibular para Direito e foi trabalhar como advogado.

Bom, tem também o marido da minha dentista, a Doutora Simone. Ao contrário dela, que nunca deu bola para essas coisas – e é muito de bem com a vida, por sinal – ele foi de esquerda braba na faculdade. De capanguinha e chinelinho, pacote completo. Mas foi só receber um convite para mestrado no Canadá que as ideologias ficaram. Uh-hum, procevê.

Tem mais! O último e mais legal. Tinha meu professor de Lutas na faculdade. O Edinho. Ele teve um bom mestre de Judô. Cresceu lutando, já que era de família humilde. Além de o esporte ser como uma fuga para falta de atenção em casa de milhares de irmãos. E tinha um sonho: ganhar um mundial.

Acontece que, depois de um tempo, devido suas habilidades, passou a dar aulas. Aos dezesseis anos de idade, ele ganhava quatorze salários mínimos. Quatorze! A grana ia toda em festas, bebidas e afins. Como eu disse, nessa época ainda não temos noção das coisas –aquilo tudo que já falei lá em cima.

Rhyco! Ou não...

Mas ele era bom mesmo no esporte, apesar dos pesares. E treinava arduamente para realizar esse sonho do campeonato mundial. Num desses campeonatos, conheceu minha professora de Ginástica da faculdade. Eles se apaixonaram, casaram e constituíram uma família. E a história deles é interessante: ele parou de beber, tornou-se um cara bastante religioso, casou e começou a fazer faculdade.

Mais ainda: para começar a estudar, teve que parar de trabalhar em período integral – ganhava por horas – então o salário caiu pela metade. Pior: veio o primeiro filho e os dois tiveram de pintar e bordar para segurar as pontas, pagar o aluguel de uma casinha simples e continuarem em frente.

Resumindo: hoje os dois ganham bem, tem uma casa grande com quatro filhos (o primeiro deles já até casou) e uma vida confortável. Existe amor, existe família, existe êxito (e existe Deus, é claro).

Certa vez eu perguntei sobre o sonho dele do campeonato mundial. Eis a resposta: Com o tempo, outros sonhos aparecem, outras coisas tornam-se prioridade na vida. E entre essas coisas está a família. Assim, mais ou menos. Como isso já tem uns dois anos, não foi com essas palavras.

Procevê!

Geralmente a maturidade vem aos vinte e poucos anos, sabe. Mas pode nunca vir. Tipo, se não mudar a maneira de pensar, a pessoa vai estar muito convicta daquilo que faz – e não uma macacada perdida seguindo uma tendência.

Procevê! É mesmo. Essa é a juventude como ela é. Com o tempo a gente percebe como as coisas funcionam e o que é verdadeira prioridade. Valores que são eternos. Né não?

Bom, é isso. Pelo menos visto daqui de onde eu tô! Pode ficar a vontade para discordar. Espero que tenha gostado. Vou tentar me inspirar melhor para próxima vez, beleza? Fechado! Espero te ver por aqui! Até mais!!

4 comentários:

  1. Minha família vive falando pra eu aproveitar mais minha juventude porque é unica e maravilhosa. Provavelmente porque você não precisa se preocupar com muita coisa já que é sustentado pelos pais.
    Mas eu sempre me preocupei com uma carreira promissora, dar o melhor para meus filhos, medo de ser sustentado por um homem, trauma do machismo do meu pai... Então passei minha adolescência com ideais feministas lol
    E hoje eu consigo enxergar melhor... Ir de um extremo ao outro é essencial para a compreensão de certas fatos da vida. E acho que viver a juventude é isso. É encontrar o meio termo, o equilibrio, uma constante.
    Se for considerar que o ser humano consegue viver até uns 80 anos, mais ou menos, não estaríamos nem na metade das nossas vidas... Estamos ainda aprendendo a viver

    E, sinceramente, eu sinto um frio na barriga só de pensar em quando eu passar a ser "adulta"

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  2. Sim, sim, concordo. Na adolescência a gente quer se afirmar, mostrar que já tem as próprias ideias. Ainda acredito que lá por volta dos quinze até os dezoito. Aí você vê que a coisa não é tão terrível assim.

    Bom, você ainda é nova. Não precisa se preocupar tanto com o futuro. Pelo menos é o que meu pai vive dizendo, sabe. E quanto ao fato de a juventude ser única e maravilhosa, é só uma das muitas mentiras que nos contam. Na verdade ela não é, não.

    Ela é tensa e angustiante, permeada por dúvidas. E o que as pessoas fazem? Fogem. Na bebida, nas farras, nas drogas, sei lá. O fato é que nós temos um lugar diferente para fugir. Pelo menos eu tenho, sabe.

    Eu fujo para as músicas, animes, filmes e afins. Esses são meus lugares seguros pra essa coisa horrorsa que temos de passar. Pelo menos é assim que vejo as coisas.

    E ei, não se preocupe. Ninguém tá pronto para ser adulto. Mas você pega o jeito. É só questão de prática (Scott Pilgrim diz isso no livro 6)!! Assim, não existe uma idade exata para as coisas acontecerem.

    Independente da idade, pode ficar tranquilinha. Você já é uma pessoa e tanto. E é isso que importa.

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  3. Ainda não li todo o Scott Pilgrim! Você fala bastante da hq no seu blog né? Vou terminar pra poder ler o que você escreveu!
    Fugir é uma das coisas que eu mais faço, e achei que fosse por covardia, mas não... É muito normal
    Também fujo para as mesmas coisas que você... O mundo da ficção é bem mais atrativo. Mas eu também fujo pra algo que considero prejudicial, e tá difícil de me afastar... Bebidas alcoólicas. :/ Alias, mudando de assunto (ou não)... Eu tenho uma teoria de que o cigarro tá para os extrovertidos assim como a bebida alcoólica está para os introvertidos, cada um oferecendo algo que lhes falta.. Mas enfim! O que você acha disso?

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  4. Pois é, eu traduzi Scott Pilgrim inteiro (exceto pelo Volume 1). E é bastante legal a história. E não tem nada de errado em fugir. A realidade é horrível, mesmo.

    Bom, não sei quanto a sua teoria. Deixa eu ver... hmm... Mas não vejo nada demais em beber. Aliás, é até saudável - o álcool faz bem para o organismo. Vai muito do porquê se usar tal substância e sua frequência.

    Cigarro pode ser só uma fase. Tem um amigo meu mesmo que fumou uns sete meses, periodicamente. Aí viu que tava viciando e conseguiu parar. Tem outro que fuma até hoje... sei lá para quê...

    Mas de certa forma é por aí, mesmo. Geralmente quem fuma é mais extovertido (e anda com pessoas que tem o mesmo costume). Agora, a bebida pode servir para acalmar, relaxar ou para desinibir.

    É relativo, sabe. Eu também já falei sobre isso há centenas de anos aqui, heheh! E postei um video lá na página do Face, vou ver se acho e te mando. Isso discutindo drogas - que, aliás, também depende da quantidade e frequência de uso.

    Eu acho isso, sabe.
    q=]

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