Tudo bom por aí? Massa! Então, visu novo, cê viu? Pois é. Mas ainda tá em manutenção, sabe. Não sei muito bem qual fundo colocar – se ponho uma imagem ou deixo assim mesmo. O nome também é um mistério. Não gostei muito do A Varanda do Diego, mas não tenho outro por enquanto. Afinal, é minha varanda, né não?
É mesmo. Se eu pensar em outro nome, coloco. Aliás, vai ficar com uma aparência mais clara e sem tantas janelinhas do lado. Isso já está decidido. Bom, aos poucos vou pondo a casa em ordem. Espero que fique bom. Você pode opinar, vou pensar com carinho.
Então, vamos ao que interessa hoje. Depois de DOIS MESES E MEIO, finalmente terminei! Terminei de traduzir a história de Scott Pilgrim para finalmente suecar o filme! Aleluia! Foi canseira, viu? Nada fácil. Contei com minha intuição e com ajuda do Google Translate. Além disso, não me preocupei tanto com a arte. Tá traduzido, é isso que importa. Né não?
Claro que minha mente traquinas pode ter distorcido algumas coisas. Você sabe, ela faz isso de vez em quando. Procurei tomar todos os cuidados para adaptar gírias e expressões características de cada personagem, mas sempre acaba escapando alguma coisa. Você entende, né? Sei que sim. E agradeço pelo apoio e compreensão.
Uh-hum. Árduas semanas, com mais de sete horas pesquisando palavras e as acertando nos balõezinhos. Mas finalmente chegou ao fim. E espero que gostem. Assim, demorei muito para completar a obra. Espero que você leia e goste. E veja por si mesmo ou mesma alguns fortes vacilos que o filme comete.
Chega de enrolar, aqui vão os links dos livros:
Scott Pilgrim - Vidinha Preciosa
Scott Pilgrim - Tristeza Infinita
Scott Pilgrim - Vs. O Universo
Scott Pilgrim - A Mais Fina Hora
Aliás, foi para isso todo esse trabalho. Para suecar o filme e ver que, definitivamente, ele peca muito depois de determinado tempo. Isso porque até certa altura do campeonato, a adaptação é perfeita. Sério mesmo, muitíssimo boa. O problema é que a coisa desanda. Assim como em Sucker Punch.
E só por fato de curiosidade, os dois primeiros filmes que eu suequei tem as iniciais S.P... Engraçado, né?
Ta, deixa eu parar de enrolar e ir para o que interessa: como vai acontecer o suecamento. Assim, para te contar a história do filme, vou voltar diversas vezes nos livros – fazendo comparações como adaptação de personagens, falas e a coisa toda. Por isso, LEIA os livros. Sério mesmo, é importante para mim que você leia. Eu trabalhei duro nisso, sabe?
E livro é a forma como o autor se refere a sua série em quadrinhos, porque aqui na América, revista em quadrinhos é “coisa de criança”. Por isso ele faz essa diferenciação. Mas já falei disso (dá uma olhadinha rápida na parte de Samurai X).
Último aviso, aquele de costume: se você não viu o filme (se quiser, não precisa ler os livros, mas saiba que vou ficar muito chateado...), NÃO LEIA ABSLUTAMENTE NADA A PARTIR DAQUI!
Pronto, chega de enrolar e vamos nessa.
Somos o Sex Bob-omb: one, two, three, four!
“Ta-na-a-a-am, nã-ã-ãm, ta-na-na-na-na-nãm (Tom, tom)”
Tudo começa com bate-papo da galera e u ó do momento: Scott está namorando um colegial.
Todos ficam surpresos. Uma colegial? Aliás, quando iriam conhecê-la? Essa é fácil de responder: no próximo ensaio da banda. Que por uma acaso é agora mesmo. E aí...
Então a pobre anjinha indefesa chega. Scott só deixa ela entrar se ela fosse boazinha. Que coisa feia, Scott? Assim, o que uma pobre chinesa, colegial, que gosta de você pode ter de má? Né não? É mesmo. É isso que Stephen Stills, o “talento”, diz para ele e deixa a pobrezinha entrar. Aliás, essa aqui é a Knives. Knives Chau:
E esse é Stephen Stills, o talento.
Quando todo mundo aparecer, dou uma pausa para falar de cada personagem e começo a descer a lenha no filme. Mas ainda tá muito cedo. Vamos com calma, muita calma.
Então ela entra e puxa assunto com a Kim. Kim Pine, a baterista.
(Cara, já tô doido para começar a falar de cada um, mas ainda é cedo... Calma, Diego. Calma. Amigo, amigo...)
E é apresentada ao Jovem Neil, maior fã da banda... até ela chegar. Isso porque, bem, você já vai ver.
Daí a galera resolve passar o som. E avançar na história. E começa a tocar a primeira música da trilha.
Bom, como toda colegial sem gosto musical bem definido, Knives adora o Sex Bob-omb. Assim, muito mesmo. Mas isso não vem ao caso. Todos ainda ficam impressionados com o fato de Scott estar namorando uma colegial tão inocente como aquela menina. E Kim comenta que Scott era realmente malvado por isso.
Rancor, people. Guardem isso.
Enfim, mais tarde Scott volta para casa. E aí somos apresentados a Wallace, um dos personagens mais legais de todos os tempos. De fato, ele é colega de quarto de Scott. E sim, ele é gay. E, como Scott é um vagabundo-mor (tal como eu) e não trabalha, por isso, tudo na casa é de Wallace. Isso inclui a comida, o futon, os vídeo games e até a meia do Scott, como vemos.
No outro dia, Scott é acordado por sua querida irmãzinha, Stacey Pilgrim. Que aliás, já acorda danando pelo fato de estar namorando uma pobre e indefesa menininha de dezessete anos. Sim, isso que dá morar as custas dos outros, meu bom Scott! Nem dá prá ser um bom pedófilo em paz.
Scott explica para sua irmã como é a relação entre eles: quase pegaram na mão uma vez, conversam sobre o anuário e sobre os dramas colegiais e nem se beijaram ainda. E o fato dela estudar num colégio católico e usar uniforme, além de ser asiática, nada tem a ver com o fato de estarem “namorando”.
Uh-hum, Scott, conta outra.
Aliás, Scott é acordado bem cedo, ao meio-dia e meia. É, procevê. E o cara não trabalha. Nem procura. Mas já já você descobre o porquê. Voltando a conversa com sua irmã, Scott simplesmente diz que está com ela porque é simples. Só. Nada mais. E que fazia um ano que ele tinha terminado com...
Enfim, mais tarde, Scott e Wallace buscam Knives no colégio. Você sabe, pro Wallace ver no que seu colega de quarto desmiolado e ainda confuso com o término (apesar de um ano) estava se enfiando. E ao ver, só faz uma coisa que lhe é possível
Pois é. O aviso foi dado. Apesar disso, os dois passam a tarde inteira perambulando por aí, conversando sobre a árdua vida de como é ser colegial, sobre os rolos e as pegações, essas coisas que eu e você já fizemos e comentamos. É, nem vem que não que você já fez isso sim! Pensa que me engana, né, safadjenho ou safadjenha!
Ah-ham, voltando...
Depois de muito andar por aí, os dois decidem ir a loja e Cds. Lá Knives diz como os três são incríveis e aquela coisa toda. Mas tinha uma banda que ela realmente gostava, The Clash at Demonhead. E a moça que atende responde pra ela procurar a porcaria do Cd na seção certa.
Mas, espera! Essa moça é Julie Powers! A bandida que vive namorando e terminando com Stephen Stills
Aproveitando a ocasião, desfila toda sua bandidagem e pergunta pro Scott se ele vai ou não na festa que ela tá dando (ou se vai bancar a babá). Mas isso não importa. O importante é que ele e Knives voltam para casa e ela diz que nunca nem beijou ninguém nem nada. E Scott dá o maior apoio moral para ela. Mas não faz nada. Afinal, ele é nosso herói, não pode sair atacando menininhas por aí. Muito bem, Scott!
De repente, somos levados para o meio do deserto. Sabe, não tem ninguém lá. E Scott se sente assim, sozinho no meio do nada.
*Vazio*
Mas, o que é aquilo ali?
“Você não está sozinho. É só um sonho idiota”.
E isso faz com que Scott acorde aos pulos! E, por conseqüência, Wallace acorda também.
Passado o susto, os dois se levantam e decidem almoçar num lugar perto dali. Ah é, o Outro Scott estaria lá, já que tinham combinado pouco antes.
O Outro Scott é o melhor amigo gay de Wallace. Pois é, gays também podem ser amigos sem se pegarem. Assim como você tem amigos ou amigas que não pega. É, pois é. Isso não quer dizer que eles durmam juntos ou algo do gênero. O fato de serem gays não quer dizer que não possam ser apenas amigos.
Explorar só esse lado em um filme seria idiota e preconceituoso. E não é isso que esperamos aqui, não é mesmo? Uh-hum, verdade.
Vamos continuar.
Depois da comida, Scott acompanha Knives na biblioteca, como tinha prometido. Ele se sente perdido e desabituado. Tipo, tinha milhões de anos que Scott não pisava numa biblioteca. Então fica feliz ao se dirigir ao balcão para ir embora, quando...
A garota do sonho!
E Scott fica com essa cara de bobo. De fato, num corte rápido, já estamos no ensaio da banda e ele continua absorto. Mas como aquilo era possível? Como diria o velho Spock: “Fascinante”.
Tá, uma coincidência talvez. Será? De novo, após uma noite, num sonho, lá estava a moça de novo! Céus, como pode uma coisa dessas? E outro corte rápido. Peraí, aonde estamos indo?
“Stephen Stills: Já te falei umas cinqüenta vezes.
Kim Pine: Estamos indo naquela festa, retardado.
Jovem Neil: Da Julie”.
Enfim, devido a chatice da festa, o que não é nada estranho vindo das festas que Julie dá, Scott bate perna por aí até encontrar esse carinha aqui:
Michael Comeau. Bom o que dizer dele... hm... ele conhece todo mundo. E isso inclui você.
De fato, tamanha é sua popularidade que Scott, após tantos sonhos com a moça misteriosa que viu na biblioteca, resolve perguntar se Comeau a conhece.
Claro que ele conhece. Ramona Flowers. Daqui a pouquinho ela devia estar chegando na festa. E avisa que ela é meio da pesada. Mas isso nunca impediu ninguém de fazer nada. E sai a procura da moça-da-biblioteca-que-invade-seus-sonhos.
Lá está ela! É ela mesma. Vai lá, Scott!
“E aí?”
A primeira coisa que faz é perguntar sobre os sapatos. Eles eram legais, sabe. Mesmo. E logo em seguida ele pergunta se está sonhando. Que nem o Tobey Maguire em Homem Aranha, quando ele pergunta prá tia Mai se a Mary Jane é um anjo, lembra? Pois é. Só que aquele filme é um saco.
Pois é. E digo mais: Michael Sera nunca será Scott Pilgrim. Depois eu volto nesse ponto.
Ao que parece, isso causa constrangimento aos dois e Scott bate em retirada. Pelo menos por aquela noite. Uh-hum, foi assim que aconteceu. O quê? Você acha que ele faria uma piadinha idiota sobre o Pac-man? Isso é denegrir a imagem essencial do personagem, véi. Nada a ver, isso nunca aconteceria nesse filme.
Ele fica na espreita até ela ir embora, e faz uma pesquisa de todos dali logo em seguida. Pergunta para Comeau, Monique e Sandra – essas, colegas de longa data - , mais meia dúzia de gente. Parece que é americana, tem namorado e acabou de se mudar.
Mas quem sabe sobre isso mesmo é a vadia da Julie. Isso porque Julie trabalha no Second Cup e Ramona vai lá direto. Ao que parece, é uma entregadora. E tinha acabado de terminar com namorado, como bem soltou Stephen Stills...
“É! Mas não queria que o Scott soubesse, Stephen!”
Vaca!
E a próxima coisa que essa vagaba diz é para Scott ficar longe de Ramona Flower. Por mais que estivesse há um ano sem namorar ninguém. Mas o talentoso Stephen lembra bem que o luto do pobre Scott já estava curado, já que estava saindo com uma menina do colegial.
Mesmo assim, ela vivia falando de um tal de Gideon.
Em seguida, somos levados até ao cafofo de Scott e Wallace. Scott já estava na cama, quando, de repente...
“Adivinha quem está bêbado?”
Pois é, Wallace chega prá lá de Bagdá. Scott então aproveita para dizer daquele dia que acordou aos pulos... a menina dos sonhos era real. E aproveita para falar dos sapatos maneiros que ela tava usando.
No outro dia, quase que por milagre, Scott acorda mais cedo que seu colega de quarto e está pregado no computador, perguntando qual era o site do amazon.ca. Gênio, Scott. E já faz o favor de comprar alguns Cds com cartão de seu querido amigo gay. Pois é, além de vagabundo o cara é folgado. Esse é nosso herói.
“Oi! Tem mensagens para você!”
Um e-mail! Algo que diz que lutaremos em breve, blá-blá-blá, Mathew Pattel, blá-blá-blá, Liga dos ex-namorados Malignos, blá-blá-blá. Ou seja, deletar. Que seja, agora era só esperar o pacote chegar.
Mas é final de semana. Nada de entrega até a segunda. E, aliás, ele tem de sair com Knives. E é isso que faz, apesar de não ter nenhum ânimo... céus, Scott! Como pode, seu...
Bom, é domingo a noite. Sabe o que isso significa? Ensaio da banda! E boas novas para todos: Stephen marcou um show no Rockit, na quarta-feira. Junto com Crash & The Boys. E adivinha quem não pode faltar? Pois é. E agora, Scott?
Enfim, outro noite de sono. E é domingo, lembra? E o que acontece? Sonhos invadidos pela Ramona. Mas, espera, eu conheço esse lugar...
“Oi, estava pensando em sairmos qualquer dia desses”.
E a resposta foi: não, assina aqui. Daí nosso bom amigo diz que acabou de ver ela no seus sonhos. Assim, entregando o pacote. E ela não saia da cabeça dele. E o pobre coitado estava obcecado. Mas a explicação era muito simples, era por causa da rodovia subespacial que passa pela cabeça do Scott, dava para fazer três milhas e quinze segundos.
Por que diabos ninguém usava isso no Canadá? Mas tenho uma pergunta melhor, por que diabos a Ramona sabe disso?
(Guarda isso aqui que é importante pro final).
O fato é que as rodovias (ou auto-estradas, se preferir) estavam sempre vazias. Scott então pergunta se ela lembra da festa da Julie, o que constrange um pouco a menina... ele tinha feito uma pergunta assim na festa e ela nem tchum. Que mico, heim, Ramona!
Enfim, nosso herói insistiu tanto que Ramona decidiu sair com ele a noite. Para conversar todo aquele papo meio nerd a limpo. E ela precisava da assinatura dele, também. Então tá.
E não é que ela foi mesmo. Não é tão difícil assim afinal. Daí que eles falam sobre uma porção de coisas como o X no casaco de Scott, o motivo dela ter mudado, sobre os não empregos dele, o fato de morar com um gay e dividir a mesma cama e de como era idiota por querer sair com ela...
...pois é.
Neve! Eita. E agora, meu bom Scott? Para ele era de boa, já que era do norte. Aliás, para alguém que patina na neve, aquilo não era nada. Mas não dava para ver um palmo a frente do nariz, então Ramona mostra a porta para a auto-estrada subespacial.
Enfim, ao apartamento de Ramona. Encharcados, mas... nada melhor que um chá. E um cobertor cairia bem. Então a moça se dirige para o quarto para buscar. E Scott safadjenho vai atrás porque estava morrendo de frio. Uh-hum, Scott, tá bom... Daí que acontece isso:
E conseqüentemente isso....
E isso!
Mas, só para variar, ela lembra de que precisa fazer doce para não bancar a vagabunda e muda de ideia. Mas tudo bem dele dormir ali, de conchinha. Bom, deve ser discípula da Acid Girl. Muito bem, Ramona!
Daí que amanhece e tudo volta aos eixos. Scott não perde a chance e a chama para o show da sua banda, daqui a uns dias. Bom, assim, ela não ia ter nada de bom pra fazer, mesmo. 
Daí estamos no show! Assim, como mágica, num corte rápido. Aliás, o filme é cheio desses cortes rápidos legais. E eis que todos estão lá! Chegamos juntos com Rammy, e todos são apresentados uns aos outros. Eles são Wallace, Stacey e Jimmy, “namorado” de Stacey. Até Knives aparecer e lascar o beijão no Scott!
E todo mundo fica tipo...
Fazendo com que o safado de duas namoradas corra para os bastidores. É, que feio enganando a pobrezinha da Knives!
E ao chegar lá, Stephen está para ter um ataque de nervos. Como de costume. Stephen Stills é desses caras que ficam muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito nervosos antes do show.
Muito.
Mas depois sempre relaxam e deixam as coisas acontecerem. Pois é, sou meio assim. Te entendo, Stephen!
Crash & The Boys começam o show! E Wallace começa a zoar com eles! Sério, esse momento é único – tanto no filme quanto nos quadrinhos, não deixe de ver. E, enquanto o show rola, Stacey bate um papinho com Ramona para saber de onde ela conhece seu irmãozinho.
E Wallace mostra o quanto sua lábia é poderosa!
Rensga, ele pegou o “namorado” da Stacey, haha! Boa, garoto!
A essa altura do campeonato, Crash & The Boys iam tocar a saidera, que se chama “Essa música mata a platéia”. Kim fica preocupada e Stephen fala que já ouviu essa, e, tipo, a plateia fica inconsciente por uns vinte minutos.
Boa, Stephen, agendou um show onde sua banda vai tocar para uma plateia moribunda. Porém, isso nunca impediu ninguém de fazer um bom rock. E de ficar nervoso antes de fazê-lo. Então seu amigão Scott dá uma mãozinha...
Pof!
Vamos tocar!
Truck, truck, truck!
Então, meus bons amigos e amigas, o que será que vai acontecer? Será que que Sex Bob-omb vai arrebentar – mesmo para um plateia em sua grande parte desacordada? Será? Eu vou te contar na próxima vez que nos encontrarmos por aqui.
Espero que vocês tenham gostado. Mesmo porque, até agora, só fiz recontar o filme. Claro, retocando um ou outro detalhe, mas isso é assunto para o próximo post. Então, não percam! Vou estar esperando por você.
Até mais. Espero ver você por aqui de novo!














































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