domingo, 3 de abril de 2011

Sucker Punch - Suecado (Parte 1)

Aê, pessoal!

Massa? Aqui também. Como prometido, voltei para fazer o filme suecado de Sucker Punch! Preparados e preparadas? Tomara. Eu tô empolgado! Espero que vocês gostem, sabe. Bom, vale lembrar que o filme não vai seguir a sequência lógica do original. Não.

Aliás, nem um pouco. Meus amiguinhos e amiguinhas, vocês vão entender verdadeiramente o porquê de eu dizer que minha mente gosta de distorcer as coisas! Outra coisa: foi bem difícil achar esse filme pra baixar! E como! E mesmo assim não está na melhor qualidade. Sabe como é, né? Quando bate a inspiração, a gente tem de aproveitar na hora, senão ela vai embora e capaz de nunca mais voltar. Daí baixei o filme como achei e tá em baixa qualidade... Pois é...

Advertência final: se você ainda não assistiu, NÃO LEIA ABSOLUTAMENTE NADA DAQUI EM DIANTE! Você vai entrar numa zona de spoilers - de to spoil, estragar, acabar com a graça, contar o filme - e ainda pior, porque vai ver uma versão distorcida! Mais ou menos como eu faço com história que meus amiguinhos e amiguinhas reais me contam.

Sim, sim. Agora todos vocês já sabem, haha! Então, vai no cinema, vê o filme, depois lê isso aqui. Ou não, se você não tem intenção de ver o filme original. O que é uma pena, já que é uma boa diversão. Sem mais delongas, ao filme!!


O filme começa com um monte de coisas sobre dragões, anjos e blá-blá-blá. Isso é facilmente descartado. Aqui descobrimos a morte da mãe da protagonista morreu e aparece seu padrasto do mal. A pobre mãezinha é enterrada e o padrasto descobre no testamento que todos os bens ficaram somente para as duas filhas. Aí ele tenta violentar as enteadas e...

... bem feito!

Acanhado pelo poder agressivo da mais velha, ele decide que é melhor se atracar com a menorzinha, mesmo. Sim, o Careca seboso ataca uma pobre menininha indefesa, o que colabora pra construir a imagem que o cara não tem um mínimo de humanidade.


A loira, que fora presa no quarto, vai ao encontro da sua irmãzinha, contornando a janela. Lá ela descobre que o inefável crápula já abusou da pobrezinha de todas as maneiras possíveis e imagináveis. Sim, o molestador aliciador de menininhas orfãs mal sabe a fúria que irá enfrentar ao olhar para a porta. Infelizmente...


... pois é.

Aparentemente a loura consegue meter muito medo no careca, que cai desolado. Imediatamente, corre em direção a sua querida irmãnzinha moribunda, a tempo de ver a vida abandoná-la, num último suspiro enquanto a luz abandona seus olhos.


Sim, a tempo de ver as marcas da violência! Oh! Maldito seja, careca demôniaco!

Porém, a pobrezinha está muito horrorizada por tudo o que viu e cai desacordada. O impiedoso careca, aterrorizado com o poder de fêmea alfa oculto da moça, resolve interná-la num hospício local mais próximo. Assim, diz às autoridades policiais que sua pobre enteada está por demais perturbada pela morte da mãezinha e que acabou por surtar e acabar com a vida da própria irmã.

Aparentemente, não existiam exames de corpo e delito, digitais e a coisa toda em 1950. Então, ele simplesmente a leva ao hospital psiquiátrico mais próximo.


Nesse momento, a música que tocava, pára. Ah é, era essa aqui. A trilha desse filme é um dos (poucos) pontos fortes do filme. Clica ali pra você ver toda sequência de músicas. Essa, em específico, é cantada pela Emily Browning, a protagonista branquinha! Ah, Emily! Como ela é bonita!!

Aham, voltando...


Aí tem de novo mais uma conversa piegas sobre anjos, que pode ser facilmente substituída por: "As pessoas não acreditam em histórias de anjos. Até que um dia, eles aparecem aonde menos se espera." Nossa loira severina então é conduzida ao manicômio local, enquanto o careca vai preenchendo qualquer coisa na ficha da pobrezinha.


Aqui vemos que o sistema interno é muito semelhante ao de uma cadeia. A moça recebe um uniforme, os funcionário são todos muito bem caricatos, bem como as instalações do presídio-manicômio (de dar inveja a qualquer instituto que temos por aqui, se não fossem tão sombrio e macabro).

Eis que surge...


O carceireiro-enfermeiro-diretor (ou o que diabos esse cara for) das trevas! Louco pra acabar com nosso querido anjinho louro! E um elemento importante é apresentado...


Aparentemente, a loura tem uma capacidade de observação e raciocínio equiparável a Hannibal Lecter! Ela observa cada detalhe de cada lugar. Guarda isso, vai ser importante pra mais tarde. Nossa querida heroína observa que esse cara muito mal leva consigo uma chave-mestra.

Daí chegamos ao lugar onde as louquinhas interagem. Outras personagens louquinhas importantes aparecem de relance. Temos uma médica, Dra. Gorski, que toca piano para acalmar as moças, para que elas deixem as emoções em níveis estáveis e relaxar as feras interiores de todas. Sim, pra variar, ela é polaca - o número de clichês nesse filme é algo impressionante...

Dra. Gorski tentando acalmar a fúria de todas com um piano. Ela acredita na música como um remédio e evita farmacólogicos a torto e a direito. Boazinha, muito boazinha!

Enquanto isso, o careca demôniaco e o carcereiro das trevas combinam os últimos ajustes. Por míseros dezesseis mil ele arrumaria um médico lobotosmista pra dar cabo a criaturinha alva, nos próximos cinco dias. E era pegar ou largar: se o careca não quissesse, azar o dele! Após xingar muito no twitter, amaldiçoar até a décima quinta daquele mercenário maldito, ficaram nessa de nem vem que não tem.

Apesar de sua maldade toda, o carcereiro explicou seus serviços. Ele teria que falsificar a assinatura da dra, e isso aparentemente era uma coisa muito perigosa, já que a grafologia avançava de maneira assustadoramente rápida na época. O careca não teve como discordar. Caso contrário teria de se ver com uma ciência irrefutável. Resolveu pagar tudo na hora.

Os dias passaram rapidamente. Nossa querida protagonista alva como a neve ia captando, mesmo nesses poucos dias, cada funcionário e seus atos e objetos. Em especial...

... o porteiro fumador de crack...


... o carcereiro-zelador-pervertido que cuidava do presídio que nem do próprio nariz - e pra isso tinha um mapa do lugar (além da chave-mestra já citada)...

... e o cozinheiro porcão e sua peixeira afiada!

Em sua pequena cabecinha, ela já tinha um plano arquitetado, pronto pra ser posto em prática! E é isso que ela faz. Mas nós só vamos saber o que aconteceu no decorrer da trama. Vai vendo. Aparentemente, cinco dias se passaram na velocidade de uma música melosa e chata - Where is my mind?- e já é chegada a hora da lobotomia!


A poucos instantes de vermos o cérebro desse pobre anjinho abandonado nesse vida severina de meu Deus ser perfurado, temos um flash rápido. Voltamos de novo para parte em que a menina é trazida ao internato há cinco dias. Sim, agora vamos ver como tudo foi aconteceu dentro da cabecinha perturbada da loirinha!


Segundo nosso anjinho em roupas de colegial, o Careca malvado era o padre molestador que a levava pra um cabaré. Ao que parece, ele tinha enjoado de abusar da menina e queria a deixar na estalagem mais próxima. O enfermeiro-carcereiro-covarde era o cafetão e o resto das louquinhas, meretrizes. Aliás, aqui temos o nome desse cara. O nome dele é Blue. Só que vou chamar ele de Azul.

Que é? Essa é minha versão suecada. E eu gosto de traduções, desde que bem feitas, tá bom! Hunf!


Aqui somos apresentados a ruivinha mais fofa de toda história: a Rajada de Foguete (Rocket, no original). Nesse caso, vou chamá-la de Foguetinho. Ela fica encarregada de levar a lourinha novata a seus aposentos. E mostra também os quartos onde atendem os clientes.

Sim, ela faz jus ao nome. Ah, Foguetinho! Como eu queria estar nesse quarto com você, ruiva! Ah! Ruivas são presente dos Céus aos homens, tenho certeza! E com um nome desses, quem não se interessaria, não é?

Aham... ali ela explica as regras e procedimentos de tratar os clientes. Explica também que a parada toda serve pra encobrir o tráfico de drogas e de armas que o Azul gerencia. Ou seja, era bom ficar esperta com o cara, ele sabia ser malévolo.


Então, a Foguetinho a leva pra começar a ensaiar os números de strip. E elas vão pra sala de dança, praticar com as outras meretrizes.

Aí somos apresentados a...


... vadia master da história, manchando a reputação das ruivas, que acha porque dança muito bem e tem um número incalculável de clientes por noite é a rainha da cocada preta e tem direito de mandar em tudo, a Cebola Azeda (Sweet Pea)...


... a Dorinha Dourada (Amber) e a Áurea Glória (Blondie). Deu pra ver que não só minhas traduções são estranhas. Blondie é uma morena, porque diabos tem um nome desses? Vai saber!

Daí a Foguetinho diz que todas tem que dançar, obrigatoriamente. Isso para que os clientes as vejam e possam escolher as que mais gostaram pra uma noite de volupia e lambança. Dadas explicações, todas vão dormir.


Aqui vemos Azeda e sua cara amarrada. Não se conforma em ter que dormir com as demais moças que fazem menos da metade dos programas que ela faz em uma noite. Enquanto isso, temos mais uma música melosa horrorosa que pode muito bem ser descartada da cena - bem como a loura chorando sem motivos pelos cantos, num momento bem dramalhão mexicano.

Nessa versão, isso não existe. De fato, nem deveria ter sido citada, só que não posso deixar isso passar batido. Então, enquanto a música rola, vemos isso:


Pois é. Não entendo qual a necessidade disso no filme. Não é preciso ficar lembrando o quanto ela sofre e como sua vida é lazarenta. A gente tá vendo, mas do que isso é um insulto ao espectador. Eu acho. Faz de conta que você nem viu isso, certinho?

Na manhã seguinte a moça é incumbida de lavar os corredores com um escovão - bem à lá Cinderela.


Enquanto isso, sua BFF - Best Friend Forever - Foguetinho ajuda o cozinheiro porcão a fazer a comida. Como ninguém é de ferro e nem merece aguentar um porco sem hábitos de higiene cotidianamente, Foguetinho rouba suas tartaruguinhas de chocolate costumeiramente após guardar as batatas...


O cozinheiro... que ficará conhecido com Porconaldo!


Hmm, chocolate!


Mas eis que Porconaldo a descobre! Cheio de tesão suíno, ele ataca a moça! Em sua mente imunda, já estava pensando em vinte três maneiras diferentes de violá-la! Oh, será que veremos outra atrocidade como aquela da pobre garotinha orfã no começo do filme? Por favor, não!! Não suportaria outra barbárie assim!!

Mas aí surge a nossa salvadora!

Saia de cima, porco.

SIM! E não, ao mesmo tempo. Acabou com todo o fetiche ao falar. Até esse momento, nossa alva heroína ainda não tinha proferido uma só palavra. E é assim que vai ser na minha versão. Ela é mudinha. Fiz questão de colocar essa cena e o fato dela ter dito algo porque isso foi lindo! Ela salvou uma companheira de ser violentada, o que deu muitos pontos a versão original. E isso sem usar efeitos e a parafernalha toda, só aparecendo ali na hora certa!!


Assim, as duas mocinhas saem aliviadas da cozinha. E com um chocolatinho garantido! Pouco depois, as meninas se reunem para um ensaio geral para apresentação de strip. Azeda faz sua apresentação de perua, como de costume.


Nesse momento, a lourinha novata chega. Seu nome é citado, ficamos sabendo que é Floquinho de Neve (Babydoll). Cá entre nós, o meu nome é mais fofinho e bonitchynho que o original, né não? Uh-hum, também acho. Voltando, Floquinho chega com a Foguetinho, juntamente com Azul e sua trupe toda. Gorski, a coreógrafa e zeladora do prostíbulo, incita a novata a dançar para todos.


Floquinho se vê num beco sem saída. Então ela busca refúgio em sua mente sombria, entrando num estado de delírio a medida que a música começa a tocar. Daí, somos transportados a uma outra dimensão, em um grande templo.


Nele, ela pode meditar um pouco mais sobre os objetos que cada funcionário do prostíbulo possuia, assim arquitetando um plano para colocar em prática uma maneira de fugir daquela espelunca. Depois de um tempo, viu um velho que lhe disse uma porção de coisas que Floquinho logo esqueceu. Em seguida, deu uma espada e uma Desert Eagle 44 Airsoft legítima.

... a espada...

... e a Águia do Deserto!

E bem ao estilo do Mestre dos Magos, após doar as armas pra nossa querida Floquinho, o velho que disse uma porção de coisas (aproveitando-se da incapacibilidade da loirinha de falar) e sumiu. Sua últimas palavras foram: Se vira, Zé Ruela!


Isso porque ele não era nada bobo, já que surgira três figuras surgiam no horizonte. Três samurais demôniacos sedentos por sangue de loura com uniforme colegial. Sim, eram samurais safatchynhos.


Para azar deles, Floquinho já tinha acesso a Matrix, sabendo muito bem o que fazer com os equipamentos recém-recebidos. Podia acabar com eles em menos de três minutos e vinte e sete segundo. E foi isso que ela fez.

Do primeiro ela desviou dos ataques...

... e decepou!

No segundo, ela bancou o mestre Yoda...

... avoou e...

... deu uma na cara pra estragar o velório!

No último ela bancou o Super-Homem.

Aliás, o segundo bichão ali dispara rajadas do seu corpo amaldiçoado. Aqui ali NÃO É UMA SUBMETRALHADORA. Isso seria muito imbecil, além de ser um desonra a tradição e imagem dos samurais. Uh-hum, agora posso continuar minha narração em paz e sossegado.

De repente, Floquinho de Neve se vê de novo na Sala de Dança do prostíbulo. O que para ela foi uma batalha épica, para todos os outros fora uma dança sensual fora de série. Além disso, todos aqueles que tinha um pinto estavam como ele rijo e pronto pra ação. Sua dança era de uma lascividade fora do comum.


Nem mesmo Gorki parecia acreditar. Todas as moças foram parabenizar Floquinho e pedir algumas dicas pra moça alva - mesmo ela não falando nem um palavra, somente sorrindo pra todo mundo. Aquele breve momento servira pra arquitetar seu plano de fuga, ao mesmo tempo que encantava com sua Dança Exterminadora de Samurais.

Na hora de dormir, todas ainda estão admiradas com Floquinho, exceto Azeda que tece algumas críticas putrefas advindas de suas entranhas invejosas. Mas ninguém deu atenção.


Foguetinho fala um monte com a pobre Floquinho, que a ouve silenciosamente - já que não tem outra opção e tava muito quente pra dormir naquela hora. Depois de falar sobre os diferentes sabores de chocolate que conseguia roubar da cozinha e quão chato era o papo dos clientes na quinta, comenta como seria incrível se elas conseguissem sair dali. Floquinho a olha com um olhar ardente e um sorriso maroto.

Foguetinho sacou tudo. Só não sacou como.

No outro dia, já tarde depois de atenderem os clientes gordos e chatos que Foguetinho tanto falara, Floquinho vê que porcaria de vida era aquela e começou a escrever numa lousa os objetos que precisava conseguir.


Foguetinho, Dorinha e Glorinha resolvem ajudar a mocinha muda, já que todas gostavam dela por suas exímias habilidades como dançarina, tinha salvado a Foguetinho do Porconaldo - já que a ruiva não cansava de dizer isso a todo tempo - e era uma ótima ouvinte. Azeda falou como tudo aquilo era uma péssima ideia e ia acabar dando em merda.

Sim, porque ela é a vadia da história. A douchebag. E faz bem seu papel.

As meninas avisam que Floquinho está dançando como uma louca varrida e que, por isso mesmo, Azul não podia perder tal espetáculo. O safado vai então ver o espetáculo enquanto Dorinha invade seu escritório para roubar o mapa do lugar. Esse era o primeiro item na lousa.


Nesse momento, nosso querido anjinho alvo precisa se concentrar de novo para entrar no estado mental apropriado para dançar como nunca. Ou seja, viajar na maionese de novo. E ela consegue, indo parar no meio das Grandes Guerras Mundiais. Só que dessa vez ela terá ajuda - será uma dança à três: Floquinho, Foguetinho e Áurea.


Todas elas muito bem armadas e uniformizadas, por sinal. Sensualmente uniformizadas, diga-se de passagem. Glorinha leva Floquinho pra ver o velho comandante, que aliás era o mesmo xarope que tinha dado as armas. Ele fala mais um monte de coisas que ninguém dá muita atenção. Todas já sabiam muito bem o que fazer.


Dorinha mesmo até tinha um Chupa-Chups pra essas horas. Fingiu que ouvia o velho e foi fazer a missão. Então o velho percebeu sua inutilidade e some de novo. É, ele some quando a coisa aperta.


Aliás, nessa hora começa a tocar uma música muito boa do Jackson Airplane, White Rabbit! Esse filme tem muitos picos, vai do genial ao fundo do abismo numa velocidade incrível!! Nunca tinha visto nada igual até esse momento!! Incrível!


Então as moças vão lá e fazem o que tem de ser feito. É um trabalho sujo e pesado, mas alguém tem que fazê-lo. Aqui, nessa parte do delírio, vemos uma cena muito massa. Por ser asiática, Dorinha entende como ninguém de manobragem de maquinarias. Especialmente de robôs de guerra. Então ela entra num modelo especialmente desenhado por Tony Stark e parte para o combate...


Eu disse que o filme é cheio de clichês, de certa forma até preconceituoso... mas voltemos a história. Dorinha entra no seu modelo de robô assassino fofinho e dá cobertura para suas companheiras enquanto elas avançam para buscar o mapa no esconderijo inimigo. Nessa hora Floquinho mostra toda potência de sua Águia do Deserto...

... e derruba um avião na bala!

Enquanto isso, Dorinha vai na ionosfera dar uma lição nos caras, dando uma cobertura aerodinâmica. Daí Foguetinho tem uma ideia muito sapequinha. Olha a cara dela:


Ah, Foguetinho! Você é minha personagem preferida nesse filme! Toda sua ruividade me encanta! De fato, nem Floquinho é páreo pra toda sua beleza! Ao que parece, os inimigos são ciborgues alemães de fabricação barata, então é muito mais divertido atirar nos tubos de respiração dos bichos e vê-los morrendo de asfixia. E é isso que elas fazem com centenas deles.

Enquanto isso Glorinha exercita seu lado apache com uma machadinha que achou por acaso no caminho. E sai escalpelando todo exército infeliz que encontra no caminho. Tô dizendo, esse filme tá cheio de clichês. Enfim, pelo menos podemos aproveitar cenas deliciosas como essa...


A Glorinha também tem seus atributos e qualidades e merece nosso respeito! Nesse momento, Foguetinho dizima mas meio mundo de soldados e ainda faz pose...

Ainda não satisfeita e já sem munição, resolve resolver as coisas como um bom jogador de Counter Strike das antigas: na faca! E como boa fêmea alfa que é, assim que ela faz.


E sai furando outra meia dúzia de miliantes por aí. Depois de muita porrada, salvamento e ajudas mútuas e horas a fim andando, elas chegam nos esconderijo onde se encontra o mapa visado. Floquinho faz os gestos e se faz entender como pode, mas aparentemente o forte era muito bem guardado e ela acaba por ser descoberta pelo comandante inimigo...


O que eles não contavam eram com as habilidades samuráicas da moça, que ainda estava armada de sua fiel espada, causando um estrago tremendo naquele abrigo em meio as trincheiras inimigas. O problema é que um dos capangas cibórguicos conseguiu fugir com o mapa...

Esse cara corre que nem um retardado, aliás. Mesmo assim, Floquinho o persegue como se sua vida dependesse disso, mesmo porque ele estava se correndo rumo a um dirigível para fugir de seu fracasso frente as tropas femininas.


Floquinho então tenta dar um jeitinho com sua Águia do Deserto, mas...

... estava sem munição. Pois é, pobre daquele homem se ainda tivesse alguma bala nessa arma! Mas não tema, com Floquinho não há problema! A moça lembra de seus poderes Jedi e derruba a bagaça com a força interna de seu ki!


E aí, CATABUM!!

Fuck yeah!

O fugitivo, que por acaso era o Azul, cai a poucos metros de Floquinho. Ela se aproxima do crápula e recupera o mapa. No entanto, o comandante careca tinha conseguido fugir, retornando com um número incrível de capangas cibernéticos, loucos por sangue de uma garotinha loura em roupas de colegial.


Sem escolha, Floquinho lanca o mapa para o alto e...


BANG! Dorinha surge da ionosfera esmagando o maligno como se fosse uma barata tonta em dia de dedetização! As duas outras meninas lidam com o restante do exército com suas respectiva armas.


Daí Floquinho sai de seu transe auto induzido e percebe que Foguetinho havia conseguido copiar o mapa. Além disso, Azul e companhia estavam estupefatos e excitados demais pra fazer qualquer coisa. De fato, ela tinha esse poder de aterrorizar os homens, bem como fez com
o Careca violador no começo do filme.


Após o Azul babão sair do recinto, Foguetinho avisa que tudo deu certo e que ela conseguiu copiar o mapa, tendo ele muito bem guardado. Aí ela aproveita pra dizer o quanto aquele salto reverso era incrível e que precisava aprender. Além de ter conseguido pegar mais alguns chocolates enquanto Floquinho distraia todos com sua dança.


Principalmente aqueles com recheio de cereja! Hmm! Seria uma sobremesa e tanto aquela noite.

E então? Será que nossas heroínas conseguirão todos os objetos? Será que o plano de fuja das nossas sensuais mocinhas letais dará certo? Será que Azeda vai ver o quanto é inútil na trama e morrer de vez?

Não perca! Quinta-feira eu volto com o restante do filme suecado!
Te vejo na quinta!!

4 comentários:

  1. Esqueceu de dizer que a Cebola Azeda é a cara (CÓPIA FIEL) da Nicole Kidman, rsrs

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  2. Túlio!

    Quem é vivo sempre aparece, mesmo! Sedes bem vindo, mi ami! Mi casa es su casa!

    E é verdade, mais um motivo pra ter cara de vadia e fazer com que eu a odeie. Ela é muito boa e tem um corpo escultural, mas mesmo assim eu a odeio!!

    E digo isso tanto a Nicole Kidman quanto a Azeda do filme!

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  3. Veja! Vai ver como meu final é melhor!!

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