domingo, 27 de março de 2011

My Sci-Fi

Aê, povão!

Massa? Massa! Espero que esteja tudo bem. Antes de começar minhas divagações dominicais e escrever um monte, deixa eu fazer um agradecimento especial. Primeiro aos acessos de Portugal! Obrigado, pessoal! Fiquem a vontade! Agora, os acessos dos Estados Unidos: Thanks for visiting, everybody in the United States! Be sure to try the tea! E até a Hungria, quem diria!! Köszönöm, magyar barátaim! Hugs Magyarországra! Nézz vissza gyakran!

Prôcêvê como é a tal rede de informações globais! Mal consigo acessos por aqui em Goiânia e tem uma galera de outros países lendo (ou vendo) minhas bobagens! Uau! Tomara que continuem acessando. Regardless of where you are: be very welcome!

Então, nesse domingo, com meia inspiração do Vitor, decidi falar sobre a ficção científica no cinema! Os filmes mais legais desse gênero desde quando coisas insanas e sem muito sentido começaram a ser adaptadas de livros ou da cabeça de roteiristas desocupados e preocupados com o futuro tecnológico de nossas vidas. Outra parte da inspiração é devida a Aba Vanga, a vidente cega. Não deixe de conferir. Não sei se vai acontecer tudo que ela previu, mas é no mínimo interessante.

"Oi, eu sou uma vampira! Posso entrar?"

Pois é. De novo: tudo que foi escolhido é segundo meu pobre conhecimento do gênero, sabe. Não sou muito nerd nesses assuntos. Mas tô tentando. Então, não fique triste se eu exclui um ou outro filme muito importante. Sem tergevisar, Jornada nas Estrelas não está incluso porque eu nunca vi a série original. Mas reconheço seu valor. E já peço desculpas por essa grandíssima falha, falar de ficção sem discorrer esse tremendo clássico.

Fazer o que né, amiguinhos e amiguinhas, assim é vida. É mesmo, paciência. Vou dar meu máximo pra falar dos filmes que escolhi. Então, vamo comigo desvendar grandes obras das possíveis sociedades futuras na Terra e seus avanços tecnológicos. Além de, claro, viagens interestelares e muitos, muitos robôs!

(Vampiros, lobisomens, elfos, anões e afins não foram inseridos porque fazem parte da literatura fantástica, não envolvendo aparatos tecnológicos, beleza?)

Star Wars (1977)


Há muito tempo, numa galáxia muito, muito distante... Como não citar Guerra nas Estrelas, não é mesmo? É verdade. De fato, a história de Star Wars cativou tanto, que ainda hoje é um prato cheio para muitos nerds - que engordam os bolsos de George Lucas. Velhinhos alienígenas filósofos, robôs interativos, hologramas, planetas exóticos, criaturas inteligentemente estranhas e periogosas de idiomas diversos e um grupo que usa sabres de luz coloridos como arma.

Bem viagem, mesmo. Além disso, não sei se referente a filosofias budistas ou a sei-lá-o-quê, tem o conceito da Força. Uma energia que tudo envolve e que pode ser aperfeiçoada para presentir, mover e até controlar objetos e seres. Daí que existem os Cavaleiros da Luz que defendem/buscam um sistema democrático e os Sith manipulando o Lado Negro para fins próprios.

Basicamente é isso. A trilogia (de seis?) mostra essas duas partes e luta delas pelo poder. Além dos aparatos e da diferença gigantesca entre a primeira parte - que é a segunda - para outra, o filme foi um ponto a favor para Guerra Fria. Era sim, tô dizendo. Lembra que o mundo tava numa quase guerra, não existia rumos definidos para o planeta. Sonhar era, mais do que nunca, preciso. Acho que por isso que os filmes assim despontaram.

A humanidade começava a passear pelo espaço. Visitamos a lua e começamos a produzir tecnologias aeroespaciais e... mentir para as pessoas no cinema. Pois é, pra isso que os filmes servem, né? Além disso, Darth Vader é um vilão e tanto! Um bichão preto mau encarado que respira alto e estrangula seus imediatos sem encostar neles merece o respeito de qualquer um!

Cshhhhh, cuuuuuuuu, cshhhhh...

E tem mais ainda! Depois que Vader soltou a famosa frase: "Luke, eu sou seu pói!", virou clichê em muitas outras séries! E NENHUMA conseguiu um efeito de tal proporção e reviravolta na história. Guerra nas Estrelas já valeria só pelo Vader, mas os personagens também eram legais e cativantes. E o R2D2 e o C3P0 eram uma duplinha bacana. George nunca mais conseguiu tal feito - e com isso quero dizer que fracassou na nova trilogia com a maioria dos personagens, especialmente o Jar Jar, que é um saco!

Exterminador do Futuro (1984)


Ei, é o Arnold! Mais durão do que nunca!! (Meninas, me agadeçam depois!) De fato, nos filmes do Exterminador, ele tá tão bem que parece mesmo um robô maligno do futuro. Outro fato legal para discussão do desenvolvimento das tecnologias e outro assunto muitíssimo comentado, falado e estudado desde muito antes de Einstein - sendo ele um dos principais responsáveis por seus estudos com de relatividade, velocidade da luz e tudo o mais: viagens no tempo!

A história é assim (acho): computadores desenvolvem-se a tal ponto numa determinada época no futuro que adquirem consciência própria e arquitetam e executam uma tomada de poder. Aí eles exterminam boa parte da humanidade, passando a governar o planeta. O problema é que alguns símios de telencéfalo desenvolvidos e polegares opositores sobrevivem, montando uma resistência. Seu líder era John Connor.

Então as máquinas resolvem mandar seu melhor soldado-máquina de extermínio para acabar com as progenitoras dos tais líderes símios. Dessa forma, os revolucionários nuncam viriam a nascer e encher o saco dessa inteligência artificial infimamente superior, que sabem muito bem o que é melhor pro futuro da Terra, obrigado.

Sei lá como - mesmo porque vi esse filme uma vez, só a metade, há anos - a Resistência consegue enviar Connor para o passado também (já que Arnold robozão já tava matando um bocado de gente) pra salvar o futuro e Sarah Connor, sua mãe. Daí o filme começa a dar um nó na sua cabeça, com toda aquela história de alterar o futuro, criar futuros alternativos, ser pai de si mesmo e por aí vai.

O legal é a reviravolta no final do filme. Ele te faz ficar pensando sobre avanços tecnológicos e o que poderá causar devido seu progresso espantoso. Põe em pauta a inteligência artificial e mais um monte de coisas que fazem você matutar no assunto. De fato, rendeu um segundo filme onde um modelo do Arnold , T-101, tá do lado do bem e outra versão mais avançada, T-1000, tenta eliminar o próprio Connor.

Isso não foi tão legal, já que o filme apontou uma resposta: o futuro foi alterado sendo isso possível, eliminando a possibilidade de futuros alternativos. Tem efeitos meio avançados pra época - já que o diretor é o James Cameron, aquele de Avatar que gosta de inventar moda e por efeitos bonitinhos e caros nos seus filmes -, além de Guns e Arnold com sua testosterona a todo vapor, vociferando a clássica: "I'll be back" e "Hasta la vista, baby!".

Depois disso, não tem mais nada de bom. O primeiro filme diz tudo, o segundo expreme e os outros nem fiz questão de ver. Faça o mesmo, confia em mim, coleguinhas interespaciais!

De Volta para o Futuro (1985)


Só três coisas a serem ditas: De Lorean, Doc. Brown e McFly! Esse três personagens já valem qualquer história! E Back to the Future deita e rola com as viagens no tempo, de uma maneira simples, envolvente e um tanto empolgante! Não é preciso quebrar a cabeça como no Exterminador, mesmo assim a história vai te envolvendo e prendendo a cada minuto! Os personagens são únicos, bem trabalhados e com traços bem definidos.

Vamos pra história: McFly é um jovem transviado que tem uma banda de garagem e só pensa em seu namoro. É assistente de Doutor Brown, um cientista com diversas invenções, malucas como ele. Daí que ele tava numa de sincronizar relógios mundiais e marca com seu querido assistente um encontro a uma da madruga. O Doutor chega num De Lorean saindo de um caminho em meio a fumaça. Era um carro-máquina do tempo.

Aí Doc. explica como a coisa funciona e usa seu cachorro como cobaia. Pra que servem os cachorros, não é mesmo? Sei que o plutônio, combustível da máquina do tempo, é roubado por terroristas líbios para fins hediondos. Doc. os engana, os terrô vão atrás do cientista, começa uma perseguição, Doc. Brown é assassinado. McFly tenta despistar os caras com o De Lorean e acaba o ativando, indo para o passado...

Então começam as aventuras na vida dos personagens. E é isso o que cativa: mostra as conseqüências de cada ação na vida de um universo finito de personagens. Dá pra ver como é modificada a cada viagem as histórias dos personagens. Esse filme nos faz pensar sobre escolhas e ações que podem mudar nossas vidas drasticamente. Sim, é um filme que, no fundo, no fundo, trata de mostrar como pequenos atos podem mudar uma vida.

Prôcêvê! Trata também de toda aquela coisa de continuidade espaço tempo (dependendo das ações de McFly, corre o risco dele nem nascer!) e tudo que escrevi ali em cima. Mas cativa por sua simplicidade e objetividade da história. Eu si divirto vendo - e você também, seja sincero e sincera, vai! Já fiz muito dever de casa de química e matemática vendo o segundo e terceiro filmes.

Sim, eu fazia tarefa de casa vendo televisão. Sim, era sempre de química e matemática, sei lá por quê. Eu nunca entendi nada de exatas, mesmo...

MIB - Homens de Preto (1997)


Organização do Governo oculta a presença alienígena da humanidade. Seus agentes usam terno preto e intimidavam pessoas que possivelmente tiveram contatos extraterrenos. Tudo isso para proteção de certos segredos. Esse pensamento era corrente na década de 50, divulgada em alguns livros. Além disso, tinha caso Roswell. Sabe o caso Roswell e a área 51? Pois é...

Daí que alguém teve a ideia de passar essa lenda ufológica em ficção cinematográfica, trazendo à tona pro mundo inteiro saber essa história. Tudo isso aliado a, claro, uma Organização Governamental secreta de tecnologia altamente avançada. MIB nos traz mais um elemento: alienígenas vivem entre nós, de diversos lugares da galáxia. Mas, para proteção de todos, é mais seguro que permaneçam em segredo.

Aqui temos uma teoria conspiratória transformada de forma inteligente numa aventura de um novo recruta e a revelação de um verdadeiro mundo, além de uma iminente ameaça a paz terrena. Devo dizer que o filme tá longe de ser uma obra-prima da ficção, mas é interessante ver o personagem do Will Smith evoluindo num mundo que é tão desconhecido para ele quanto é para nós.

Pois é, pois é, pois é. Alienígenas, alienígenas para todos os lados! E novas reflexões da galáxia, vida, universo e tudo mais. O final, das bolinhas de gude, é simplesmente genial!! Pena que conseguiram acabar com tudo com uma continuação fraquíssima como aquela. É mesmo, poderiamos ter passado sem essa. Fazer o que, né? Faça como eu, fique com esse espetáculo imaginativo do primeiro filme e ignore o segundo. Simples assim.

Matrix (1999)


Toc, toc, Neo. Matrix revolucionou. E o tema nem era tão esplêndido ou extraordinário. Não, não. Uma simples mistura de tecnologia, filosofia clássica e kung fu. Além de term usado a cuca pra fazer um efeito que mudaria a forma de fazer filmes de ação dali em diante. Tá, nesse ponto foi de arrebentar, mesmo.

E se tudo fosse sombras? E se não vemos a verdade realmente como ela é? E se tiver coberta, camuflada e sua infinidade é tão maior do que vemos que tudo não seria somente um contorno? Todas essas perguntas que sondam essa maravilha da ficção já eram presentes há muito, na Grécia. É só você ler o capítulo cinco da República de Platão. Uh-hum, pode ir lá e conferir se quiser. Qualquer coisa volta e me corrige! E de boa!

Agora, atualiza isso. Coloca um pouco de tecnologia, máquinas, computadores e afins. E um pouco de messianismo. Pronto, isso é quase Matrix. Basta pegar outras referências como Ghost in Shell, Metrópolis, o próprio Exterminador e Alice no País das Maravilhas. E tem muita coisa no filme que vai se encaixando nas referências.

Se você quer saber, o mais legal é as referências à Alice. E o Kung Fu detona! As cenas de ação são muito boas, a imprevisibilidade da aventura de envolve e a luta com os agentes é demais! E o estilo que revolucionou muitos outros filmes dali em diante, o da super câmera lenta (still cam, ou sei o nome certo, quem souber dá o grito que eu coloco!). Desviar de balas, andar em paredes, saltar de prédios! Matrix tira o fôlego!!

E o melhor de tudo é que é só um filme! SIM, só existe um filme de Matrix, que é o primeiro. Os outros são qualquer coisa, menos continação. Um projeto idiota e sem motivo de ser. Igual Dragon Ball GT, sabe? Uh-hum, nesse nível. E quem disser que gostou das outras duas porcarias vazias de sentido merece sofrer com um bela tortura turca! Hunf!!

Bom, no mais, esse são os filmes que passam alguma coisa. Muitos outros devem ser citados, e eu vou fazer isso. Só se for agora! Dois vou dar uma menção mais honrosa, que é Metrópolis - o retrato da mecanização industrial humana, pouco antes de Chaplin - e Jornada nas Estrelas - a série clássica.

E muitos outros, como: Fahrenheit 451, 2001 - Uma Odisséia no Espaço, Planeta dos Macacos (1968), Blade Runner, Robocop, Jurassic Park, Os 12 Macacos, Independence Day, Ghostbusters, A.I - Inteligência Artificial, Eu sou a Lenda, V de Vingança, Avatar e o recente e bem falado A Origem.

Então, é isso! Desculpem a preguiça e o texto um tanto qual mal redigido. Tô cansadinho, sabe? Mas na próxima volto com tudo, pode deixar! E fiquem a vontade pra pedir um tema. Tá bom? Pode ser? Beleza?

Então tá! Valeu, meus amiguinhos e amiguinhas! Até a próxima!!

2 comentários:

  1. falar q c3po e r2d2 é só uma duplinha legal... um equívoco! os 2 são fundamentais pra história toda.. sim, dos 6 filmes.
    os novos filmes tem lá seus méritos... + nao causa o mesmo efeito que os primeiros obviamente... mas eu achei q o III conseguiu unir mto bem as partes.

    exterminador do futuro 1 e 2 sao muito bons... o 2o entao é fora de série.. um dos melhores filmes de ação, na minha humilde opiniao!

    por favor, saia dessa onda que matrix tem referencia nao sei aonde.. ô coisa besta... tava aí as referencias o tempo todo e ngm fez o filme antes.. mérito pra quem fez! parabens aos watchowsky (sei la como q escreve)!!

    não falar de 2001 foi uma heresia tremenda! o filme sobre o espaço feito antes do homem ter ido a lua! ééé... sem falar que foi um enorme sucesso de bilheteria e sem falar da profundidade do filme. Kubrick é foda, sem mais delongas.

    é isso aí...

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  2. Mais Vitor, eles são uma duplinha da hora, prontos para entrar nas mais diversas aventuras! Tá, vacilei nessa descrição... foi bem sessão da tarde... Também senti uma boa ligação no terceiro filme.

    Aliás, tem um jogo (que tá em nono lugar dos meus preferidos) que consegue fazer uma ponte entre o três e o quatro! Video games podem ser úteis.

    O segundo filme do Exterminador arrebenta porque imenda tecnologia, Arnold e o bom e velho rock! Isso na época que o Guns era Guns. Tem frases de efeito também... e é realmente bom.

    Sim, Matrix tá cheio de referências, mas só os irmãos de nome estranho que fizeram, isso é fato. O mérito é todo dos caras. Eles conseguiram atualizar velhos temas filosóficos na nossa realidade.

    Mas as continuações são de doer! E concordo a respeito do Kubrik. Faltou Laranja Mecânica e 2001... este último eu tentei assistir duas vezes... e dormi nas duas! Fail... fiquei devendo mesmo...

    Valeu, Vitor! Anotando sugestões e tentando ser um argumentador melhor!!

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